Diretoria do Sinjur participa de ato público contra a PEC da Reforma da Previdência

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Pela defesa dos direitos dos trabalhadores públicos e da iniciativa privada, a Diretoria do Sinjur (entidade sindical que representa os trabalhadores do Poder Judiciário Estadual) participou de um ato público na manhã desta terça-feira (28), em Porto Velho, contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/16, que altera regras em relação à idade mínima e ao tempo de contribuição para se aposentar, à acumulação de aposentadorias e pensões, à forma de cálculo dos benefícios, entre outros pontos.

Unido a outras lideranças sindicais, o presidente do Sinjur, Francisco Roque, se manifestou contra a medida, defendendo com veemência a manutenção da Previdência, sem qualquer prejuízo ao povo brasileiro.

O manifesto, que teve início por volta das 8h, em frente à sede do Sintero, foi finalizado próximo do meio dia, com um ato público em frente ao Centro Político Administrativo – CPA. “Não podemos parar de mostrar nossa indignação frente a essa iniciativa maldosa que é a PEC 287”, comentou Roque.

Segundo foi divulgado no site da Câmara Federal, nesta terça-feira, a Comissão Especial da Reforma da Previdência discute os impactos da reforma no orçamento da Seguridade Social, no mercado de trabalho e na economia brasileira.

Debatedores
Foram convidados para discutir a proposta de reforma do governo:
– o presidente do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), Marcos Lisboa;
– a professora do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Denise Gentil;
– o Juiz Federal do 11º Juizado Especial Federal do Rio de Janeiro, representando a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Victor Roberto Corrêa de Souza; e
– o superintendente na Área de Planejamento e Pesquisa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Fabio Giambiagi.

Últimas audiências
Essa já é a fase final de audiências públicas da comissão especial. Nesta quarta-feira (29), os deputados vão ouvir o ex-presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e professor da Unicamp Marcio Pochmann, e na quinta-feira (30), o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.