INFORME SINJUR SOBRE DEMANDAS JUDICIAIS PERDIDAS PELO SINDICATO EM GESTÕES PRETÉRITAS

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Desde o primeiro dia que esta Diretoria assumiu os destinos do Sinjur, que seu corpo diretivo fez questão de tomar medidas austeras que privilegiassem a governança impessoal e a transparência com os gastos do Sindicato, colocando-o efetivamente nos trilhos da sustentabilidade financeira.

Para cumprir esse compromisso, disponibilizou, de pronto, no site http://www.sinjur.org.br/transparencia-sinjur, informações detalhadas e pontuais, dando conta da publicidade aos gastos mensais com a manutenção dos prédios, veículos, dos dois hotéis de trânsito, entre outros serviços e demais atribuições desempenhadas em prol da categoria.

E, ao longo do tempo, a tônica tem sido sempre a mesma, gerenciar os recursos com responsabilidade e zelo e mostrar para o associado à saudável gerência dessa verba, de modo a que, cada centavo gasto, os donos desse patrimônio financeiro saibam em que foi empregado.

Além das cobranças naturais a que submete por dever de ofício, o SINJUR tem travado um duelo desigual com um sistema político voraz e cruel, que tem sempre como objetivo, a extinção das entidades representativas de classe.

Aduzindo-se a isso, no chamado “interna corporis”, esses combates miúdos se proliferam e fazem a diretoria perder tempo, até na administração do chamado “fogo amigo”, movido pelo desejo de vingança que nutre a mente de alguns descontentes perdedores, que não aceitam derrota nas eleições e teimam em atrapalhar o andamento dos trabalhos e o triunfo das ações desenvolvidas em favor de todos.

E é com base nesse compromisso de cultivo à verdade e transparência, que o SINJUR leva ao conhecimento de seus sindicalizados que, atualmente, está em contenda em duas frentes judiciais que, em caso de derrota, poderá levar ao fechamento desta Entidade.

São batalhas jurídicas cruéis, produzidas e perdidas pela gestão que antecedeu a Diretoria atual, cujas cifras astronômicas, já pacificadas pela justiça, orbitam na casa de aproximadamente de R$ 3.000.000,0(três milhões de reais), cujo montante supera a soma de quase todo o patrimônio do sindicato.

E quais as suas origens?

A maior das dívidas corresponde aos autos n 7031409-87.2017.822.0001, movido pela PGE em razão da apresentação por parte do Sinjur de cálculos indevidos.

NEGLIGÊNCIA DOS GESTORES:

Nos autos, após a apresentação dos cálculos, à época, o sindicato foi intimado por três vezes, para que apresentasse suas contra-razões, em face dos argumentos da PGE de que os valores arbitrados nas causas não estavam corretos, mas não o fez.

Ao contrário, se manteve silente e, ao fim, foi condenado ao pagamento de multa por litigância de má fé.

Recentemente, (em 04/02/2021), o Sinjur recebeu um E-MAIL enviado pelo escritório de advocacia Hélio Vieira e Zênia Cernov, dando notícia de que nos autos n0013177-54.2014.8.22.0001, referente ao pedido de retroativos dos “quintos”, que o recurso impetrado pelo sindicato fora julgado improcedente, e que a Entidade havia sido condenada a pagar mais de R$600.000,00 (seiscentos. mil reais), em razão, de mais uma vez, ter apresentado cálculos incorretos.

Portanto, como se pode verificar, por duas ocasiões, os antigos dirigentes desta Entidade “atiraram em seus próprios pés”, negligenciando na defesa do Sindicato na justiça e dando prejuízo aos associados.

Esta, portanto, é a realidade “nua e crua” em que vive o sindicato, e que agora dá ciência aos seus sindicalizados, informando que busca junto a sua assessoria jurídica, a mitigação destas execuções, em havendo possibilidade.

GISLAINE CALDEIRA
PRESIDENTE