Fala Trabalhador

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816 Comentários,

  1. Oi Ilce, bom dia!
    As providências já estão sendo tomadas desde o início do ano com o objetivo de barrar essa reforma nefasta. Já fizemos várias manifestações e provavelmente faremos mais uma no mês de dezembro. Estamos aguardando a posição da FENAJUD. Continue acompanhando o site que postaremos mais informações no decorrer dos próximos dias.

    VEJA ABAIXO ALGUMAS DE NOSSAS MANIFESTAÇÕES ESTE ANO:

    Diretoria do Sinjur participa de ato público contra a PEC da Reforma da Previdência
    (http://www.sinjur.org.br/noticias/diretoria-do-sinjur-participa-de-ato-publico-contra-a-pec-da-reforma-da-previdencia-20170328-13709.html)

    Sinjur realiza assembleia-geral extraordinária nesta segunda-feira (20/03), para tratar sobre a PEC 287/16 – Reforma da Previdência
    (http://www.sinjur.org.br/noticias/sinjur-realiza-assembleia-geral-extraordinaria-nesta-segunda-feira-2003-para-tratar-sobre-a-pec-28716-reforma-da-previdencia-2-20170321-15328.html)

    Manifestação contra as reformas da previdência
    (http://www.sinjur.org.br/videos/manifestacao-contra-as-reformas-da-previdencia-20170321-13661.html)

    “Somos contra a reforma da Previdência”, afirmam Senadores e Deputados Federais em reunião com trabalhadores e sindicatos
    (http://www.sinjur.org.br/noticias/somos-contra-a-reforma-da-previdencia-afirmam-senadores-e-deputados-federais-em-reuniao-com-trabalhadores-e-sindicatos-20170321-13652.html)

    Sinjur realiza Assembleia Geral Extraordinária nesta segunda-feira (20/03) para tratar sobre a PEC 287/16 (reforma da Previdência)
    (http://www.sinjur.org.br/noticias/sinjur-realiza-assembleia-geral-extraordinaria-nesta-segunda-feira-2003-para-tratar-sobre-a-pec-28716-reforma-da-previdencia-20170319-13641.html)

    Trabalhadores do Judiciário de Rondônia participam de movimento contra a reforma da Previdência
    (http://www.sinjur.org.br/noticias/trabalhadores-do-judiciario-de-rondonia-participam-de-movimento-contra-a-reforma-da-previdencia-2-20170316-14995.html)

    Reforma da Previdência: Senador Raupp se reúne sindicalistas no SINJUR
    (http://www.sinjur.org.br/noticias/reforma-da-previdencia-senador-raupp-se-reune-sindicalistas-no-sinjur-20170314-14901.html)

  2. ILCE NINOS CASTILHO em

    Bom dia! Gostaria de saber quais as providências estão sendo tomadas em relação a Reforma da Previdência? Devemos apoias as manifestações, e estamos aguardando instruções do SINJUR.

  3. Oi Andrea, já tentamos anteriormente, mas a Unesc não quis. Mas entraremos novamente em contato com eles para ver se é possível viabilizar esse convênio.

  4. ANDREA ESCOBAR CAMELO em

    Gostaria muito que o SINJUR lutasse por um convênio junto a UNESC/Cacoal para que servidores e seus dependentes que moram na região fossem contemplados com descontos na mensalidade.

  5. ALESSANDRA VITORINO DE SOUZA em

    DIÁRIO nº 159 de 29 de agosto de 2017
    página 01

    EXTRATO DE REGISTRO DE PREÇOS
    O Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia torna público, o extrato da Ata de Registro de Preços,
    referente ao Pregão Eletrônico n. 065/2017, Processo Administrativo n. 0008106-28.2017.8.22.8000,
    para aquisição dos seguintes materiais:
    Classificação Razão Social CNPJ
    1ª Classificada LIDER NOTEBOOKS COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA – EPP 12.477.490/0001-09
    Grupo Item Especificação Quantidade Preço Unitário

    Notebooks.
    Marca: Lenovo
    Modelo: THINKPAD T470
    (I7-7500U / 16GB DDR4 / 250GB SSD)
    193 Unidades
    preço unitário: 8.450,00 1.630.850,00
    Valor Total do Item: R$ 1.630.850,00 (Um milhão seiscentos e trinta mil oitocentos e cinquenta reais).

  6. ILCE NINOS CASTILHO em

    Gostaria de saber quais as alterações estão sendo tratadas no PLC nº 140/16 de autoria do Poder Executivo que dispõe sobre a nova organização do regime próprio de previdência social dos servidores públicos. Não encontrei o projeto na página da Assembleia. Obrigada!

  7. FREDSON LUIZ CARVALHO MENDES em

    Confesso que não entendi a relação entre precatório e as horas extras, até quando eu acompanhava a novela, o caso era simples de ser resolvido e não levaria mais que alguns meses, em algumas oportunidades ouvi até se falar em dias; mas agora está em vias de precatório, bem diferente…será inscrito em 2018 pra começar a contar em 2019?????? Pois que o prazo pra ser inscrito em 2017 já está acabando…ou não???

  8. Estamos trabalhando para que isso ocorra. Mas recentemente o TCE-RO emitiu uma acórdão, que está engessando um pouco a nossa reposição salarial, mas estamos aguardando a resposta do Presidente do TJRO.

  9. MARCELO LACERDA LINO em

    Após o indeferimento em Decisão Monocrática do Exmo Sr Presidente do TJRO ao pleito das diferenças de Licenças Prêmio, acredito que o SINJUR através de sua assessoria jurídica irá interpor recurso contra a decisão e solicitar sua submissão ao Pleno Administrativo, estou correto? ou optaremos logo pela via judicial?

  10. ANDRÉ DE SOUZA COELHO em

    Caros colegas de trabalho!

    Venho informá-los (a quem interessar) que foram depositados em conta corrente os valores referentes as sobras do exercício de 2016 do SICOOB-CREDJURD.

    Atenciosamente

    André Coelho

  11. Prezado Marcelo, nesta semana vamos interpor a petição de emenda em cumprimento ao despacho do Desembargador Sansão sobre a diferença dos valores das licenças prêmio convertidas em pecúnia. Como houveram alguns equívocos e ainda há alguns, nos valores informados, estamos ajustando a planilha para protocolizar a petição o mais breve possível.

  12. PAULO JOÃO OLIVER DURAN em

    Sr. Presidente, quero saber o número do processo que recebeu o recurso que foi interposto ao processo que subiu ao Tribunal Regional Federal(Brasilia-DF), referente a transposição dos que não foram beneficiados (de 87 a 91), Aguardamos informações e esclarecimento parte deste sindicato.

  13. MARCELO LACERDA LINO em

    É necessário, informações quanto a Concessão ou Indeferimento do pleito administrativo das Diferenças de Licenças Prêmio, pois pelo que consta do andamento processual, não há nenhuma decisão efetiva, ou seja, não foi dito o direito, salvo equívoco de minha parte. Em suma o TJRO, juntou as demandas apresentadas/protocoladas pelo servidor/representante de forma individualizada ao Requerimento do Sinjur e depois determinou que o sindicato individualizasse o pleito, ou seja retornasse ao que já tinham antes, porém não DECIDIU, a questão é: O Sinjur cumpriu a determinação? Quando? e como está o andamento? Agradeço a atenção.

  14. ILCE NINOS CASTILHO em

    Graças a Deus nos livramos desse contrato que comeria 20% do nosso suor. Afinal, nós trabalhamos e por isso temos direito a essas horas extras. Se não há possiblilidade de receber administrativamente o que é de nosso direito, que venha precatório e quanto mais rápido for incluído melhor.

  15. Paulo e Elaine, o prazo expirou em 31/10/2016, não haverá prorrogação. O processo ainda tem recurso para julgamento e outros pedidos para serem analisados, mas tramitará normalmente até o trânsito em julgado da execução. Continuaremos trabalhando para recebermos os nossos valores.

  16. ELAINE GUNCHOROWSKI CAVALCANTE em

    Bom dia Sr. Presidente,

    O prazo da assessoria terminou em outubro e até o momento não tivemos nenhum posicionamento quanto ao pagamento das horas extras. Gostaria de saber como ficou a situação, pois ouvi dizer que poderia ter prorrogação do prazo da assessoria. Aguardo resposta.

  17. Prezado Fábio, também achamos que a INSTRUÇÃO N. 011/2016 deve ser mudada no item que você menciona. Já estamos trabalhando para que isso ocorra. Obrigado pela sua observação.
    Em relação a diferença das licenças prêmio, quando ocorrer o pagamento, o filiado não terá que pagar honorários para a Assessoria Jurídica do Sinjur.

  18. Prezado Marcelo, a assessoria jurídica já está trabalhando na petição que emendará a inicial e vamos passar essa sua sugestão a eles. Quando tivermos maiores informações, repassaremos a todos. Obrigado pela sua sugestão!

  19. MARCELO LACERDA LINO em

    Caro Roque,

    Sugiro que na inicial do pedido de diferenças oriundas do processo administrativo 0015784-37.2016, sejam pleiteados juros e correção monetária, retroativa a data do pagamento tido como incerto. Bem como gostaria de maiores informações sobre o pleito, Agradeço.

  20. FÁBIO ALCARAZ DELGADO em

    INSTRUÇÃO N. 011/2016-PR DJe n. 185, 30.09.2016

    Art. 3º Não será concedida licença-prêmio por assiduidade ao servidor que no período aquisitivo:
    I – sofrer penalidade disciplinar de suspensão;
    II – afastar-se do cargo em virtude de:
    a) licença por motivo de doença em pessoa da família, sem remuneração;
    b) licença para tratar de interesse particular;
    c) condenação e pena privativa de liberdade por sentença definitiva;
    d) afastamento para acompanhar cônjuge ou companheiro.
    § 1º As faltas injustificadas ao serviço retardarão a concessão da licença na proporção de 1 (um) mês para cada falta.
    § 2º Nas hipóteses dos incisos I e II deste artigo, despreza-se o período aquisitivo em curso, reiniciando a contagem de novo quinquênio a partir da data do retorno do servidor às suas atividades.

    Instrução alterando Lei Complementar? E mais, olhem o absurdo do § 2º

  21. Prezado Paulo João, em relação ao processo da transposição, sim, já subiu ao Tribunal Regional Federal (Brasília). Dentro de alguns dias deve ser distribuído a algum relator.

  22. PAULO JOÃO OLIVER DURAN em

    Sr. Presidente, quero saber o andamento do recurso que foi interposto ao processo SE subiu ou NÃO para Tribunal Regional Federal, referente a transposição dos que não foram beneficiados (de 87 a 91), rocesso N° 0007983-16.2014.4.01.4100. CONCORDO COM O COLEGA IVONDERNILSON, a ausência de informações por parte deste sindicato, causa grande ansiedade para os servidores, visto que aguardam por notícias há bastante tempo e NADA.
    Aguardamos posicionamento deste sindicato.

  23. Prezada Rita, em relação aos anuênios o nosso recurso administrativo foi julgado improcedente e agora vamos entrar com ação judicial. Sobre os Quintos há ação judicial no TJ e no STJ que ainda aguardam julgamento. As horas extras devem ter alguma novidade no mês de outubro. Sobre a ação judicial dos 89,22% a assessoria jurídica entrará com recurso no STJ, pois no TJRO todas as vias recursais já se esgotaram.

  24. Prezado Ivondernilson, a ação rescisória (0802344-10.2015.8.22.0000) contra o processo das horas extras deve ser julgada no início de outubro. No mais, em relação ao processo das horas extras as negociações continuam. O prazo da assessoria termina em outubro.

  25. RITA DE CÁSSIA RIBEIRO BERNINI em

    (89,22%, tranposição, horas extras, anuênios, quintos. Quais são as boas novas????

  26. IVONDERNILSON RODRIGUES DA SILVA em

    Boa tarde senhor Presidente e demais membro da Diretoria.
    1 – Tem alguma novidade/posição quanto ao processo das horas extras?
    2 – Quando termina o prazo, de 1 (um) ano, conforme deliberado em Assembleia Geral da Categoria, para que a nova banca de advogados conclua seus serviços, ou seja, os servidores recebam os valores da referida Ação Judicial?
    A ausência de informações por parte deste sindicato, causa grande ansiedade para os servidores, visto que aguardam por notícias há bastante tempo.
    Aguardamos posicionamento deste sindicato.

  27. Com certeza a paz reinará caríssimo Presidente….Na questão de benefícios, defesa, orientação, fiscalização e luta isso é realmente o papel dos sindicatos acredito eu …….Nada mais que a obrigação, afinal é pra isso que foram eleitos ou estou errado????? E acordo muito cedo….E também trabalho……E quanto a gratidão sim, mas que seja recíproca…..

  28. ODAIR PAULO FERNANDES em

    É papel do sindicalizado cobrar atuação da sua diretoria diante dos pleitos encaminhados à direção do TJ. E nesse ponto percebe-se pelos posts deste mural que alguns colegas levam à risca essa prerrogativa e isso é muito bom pra categoria, apesar que alguns chegam às raias do exagero e demonstram até certa agressividade em relação aos seus representantes.

    Contudo, é bom lembrar que a gratidão, a tolerância e a urbanidade não saíram de moda. Aliás, os noticiários diários mostram que a ausência dessas virtudes tem trazido constantes mazelas e divisões pelo mundo afora.

    Digo isso por que também cobro muito, porém me toquei, com certo atraso, acerca da recente conquista dessa gestão tocante ao reajuste de 10% nos auxílios. Em momento de crise em que nenhuma categoria de servidores do Estado conseguem qualquer reajuste, vemos a persistência dessa diretoria coroada de êxito, e o melhor, o resultado nos nossos contracheques.

    Parabéns Roque e equipe pelo trabalho realizado e pela utilização da política correta que levou ao resultado positivo almejado. Espero que continuem motivados na perseguição de bons resultados nas questões de interesse da categoria que ainda pendem da decisão dos senhores deste Poder.

  29. Prezado Paulo Miranda, que a paz reine em seu coração!

    O Sindicato dos Trabalhadores no Poder Judiciário do Estado de Rondônia – SINJUR, é quem realmente defende os trabalhadores do Judiciário de Rondônia.

    O SINJUR é o único instrumento de mediação entre os trabalhadores e a Administração do TJRO. O SINJUR defende, orienta e negocia os direitos dos trabalhadores transformando em benefícios para a própria categoria.

    VEJA ALGUNS BENEFÍCIOS QUE O NOSSO SINDICATO OFERECE:

    Atuação firme nas negociações coletivas, de interesse da categoria;
    Fiscalização e defesa do cumprimento dos direitos dos trabalhadores do Poder Judiciário;
    Defesa em Procedimento Administrativo Disciplinar;
    Defesa em Sindicância Administrativa;
    Atuação a pedido do filiado junto a pleitos no DRH;
    Luta por melhorias para os trabalhadores;
    Participação de ações de cidadania ou de denúncias de atos contra os direitos dos trabalhadores e da sociedade;
    Valorização do filiado em datas comemorativas;
    Convênio / desconto em instituições de ensino;
    Convênio / desconto em planos de saúde;
    Convênio / desconto em planos de saúde odontológico;
    Direito a hospedar-se nos hotéis de trânsito do Sinjur em Porto Velho e Ji-Paraná

    Parece muito né? Mas tem mais!
    Somente este ano a atuação da Diretoria do Sinjur já trouxe para você:
    8,02% – reposição salarial – (só nós tivemos no Estado)
    10% – reajuste nos auxílios (que você tanto cobrava)
    Reinício do pagamento das Licenças Prêmio;
    Divulgação apenas das iniciais nos PAD’s; (imagine o constrangimento pra quem já teve o nome divulgado no DJE)
    Concurso de Remoção Permanente;
    Fracionamento das férias.

    Isso sem falar em inúmeras outras lutas com conquistas que tivemos no campo administrativo.
    Estamos satisfeitos? Não! Somos exigentes e queremos sempre mais pois ainda temos muito a conquistar (89,22%, tranposição, horas extras, anuênios, quintos e por aí vai).

    Nós sonhamos sim, mas acordamos cedo e trabalhamos muito para realizá-lo!

  30. Que é que esse sindicato tem pra apresentar pros servidores de bom…..????? Sem mencionar eleição…!!!! Gente Acorda……Ou estão vivendo de sonhos…..

  31. Prezado Paulo Duran, o processo está com carga para a Advocacia Geral da União – AGU, para apresentar contrarrazões ao nosso recurso de apelação. Após a devolução pela AGU, o processo deverá subir para o Tribunal Regional Federal (Brasília), para julgamento do recurso de apelação.

  32. PAULO JOÃO OLIVER DURAN em

    Sr. Presidente, quero saber o andamento do recurso que foi interposto ao processo que subiu para Tribunal Regional Federal, referente a transposição dos que não foram beneficiados (de 87 a 91),
    Processo N° 0007983-16.2014.4.01.4100.

  33. Podem até achar que sou chato……Mas a resposta do TJ era p/abril e ficou p/maio que se foram e nada de informação do auxílio saúde e alimentação……Muito bem…..

  34. Prezado companheiro Adriano, você sabe que a nossa luta para fazer a remoção permanente vem desde 2012. Somente agora, depois de 4 anos e meio, insistindo com três presidentes do TJRO, é que, enfim, foi atendido esse nosso pleito. Tenho pra mim que a maior vitória foi essa, mas vamos sim, a partir de agora, buscar a isonomia no tratamento. Daqui uns dias estaremos visitando São Miguel. Grande abraço e obrigado pela observação!

  35. Prezado companheiro Fredson, às vezes nos deparamos com artigos tão delirantes (como esse da matéria), que fica até difícil responder porque é são coisas absurdas em que o Chefe de Poder tem a obrigação de combatê-las, mas faz exatamente o contrário. Você viu a questão do Decreto N. 20.858. Pois é, derrubamos na ALE-RO. O trabalho é dessa forma. Grande abraço!

  36. ADRIANO MARÇAL DA SILVA em

    Caro Roque, novamente o Tribunal vem na contramão objetivando cercear nossos direitos. Dizer que “O Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia não arcará com nenhum ônus financeiro decorrente das remoções efetuadas pelo PSPR, uma vez que estas se caracterizam como remoção a pedido”. Porque eles não aplicam esse princípio quando da promoção dos Magistrados, afinal é “a pedido”, pois nenhum magistrado é obrigado a se inscrever para promoção. Não sou contra os magistrados receberem ajuda de custa, pelo contrário, gostaria de ver aplicado o mesmo princípio quando se trata de servidores. Vejo aí Dois Pesos e Duas Medidas. Sugiro buscar meios para reverter essa decisão. Obrigado.

  37. FREDSON LUIZ CARVALHO MENDES em

    O que me incomoda nem é o fato de um político fale mal de Servidores Públicos e de suas garantias ante a corrupção desenfreada, em especial a garantia de estabilidade e de ampla defesa em caso de demissão.

    O que me incomoda realmente é o fato das entidades de classe ficarem caladas ante a ofensa flagrante aos seus filiados.

    http://www.rondoniaovivo.com/noticia/confucio-diz-que-e-mais-facil-tirar-um-presidente-do-que-exonerar-um-servidor/153224

  38. PAULO JOÃO OLIVER DURAN em

    Sr. Presidente, por favor, me informe se já entraram com recurso, referente a transposição dos que não foram beneficiados (de 87 a 91), e qual o número do processo do recurso?. Sou sindicalizado e preciso saber dos meus direitos.

  39. Prezada Carmelita, já solicitamos o reinício do pagamento das LP. A Administração ficou de nos dar uma resposta nos próximos dias.

  40. Paulo Miranda, ainda estamos aguardando a resposta do presidente do TJ. Como eu havia dito antes, ele disse que nos daria a resposta em abril. Na semana passada nos informou que ainda não havia definição, mas que daria a resposta neste mês de maio.

  41. Quem é que está pagando os vossos salários??????? Se manifestem….Precisamos de um sindicato funcional e atuante, não é só na hora de votos…….Já mencionei uma vez sobre o PT…..Depois me desculpei……Agora retorna o mesmo pensamento…..Aguardo resposta sem essa merda de moderação para publicação….Acordem….

  42. E outra esse negócio de publicação aguardando moderação desde 22 de abril….Que conversa é essa de moderação………Estou me lembrando é de eleição………Estão deixando a desejar……

  43. Que o sindicato se manifeste sobre o aumento do auxílio alimentação e saúde….Pois disseram que o TJ responderia em abril……Qual é o problema dessa demora de informação…Que seja

    positiva ou negativa……Que se manifeste ninguém é idiota, abril é abril não é maio…..Respondam por obséquio……

  44. Aguardando ansiosamente notícias do posicionamento do TJ, e do SINJUR quanto ao aumento de auxílios alimentação e saúde…!!!!!!!!

  45. MARIA CARMELITA SALES CARDOSO em

    Roque eu quero minha Licença Prêmio, porquê o Magistrado recebem primeiro que os servidores. Responda por favor.

  46. PAULO JOÃO OLIVER DURAN em

    Senhor Presidente, a sentença dos ativos (transposição), não fala nada referentes aos trabalhadores que foram contratados ate 91, se foram ou não contemplados ou excluídos. explique-me por favor OU alguém me explique.

  47. FREDSON LUIZ CARVALHO MENDES em

    O Sinjur tem alguma informação sobre o Projeto de Lei Complementar 257/2016.

    Vocês sabem do que se trata não é???

    Não vejo nenhuma alusão ao mesmo, me parece não ser importante, é isto mesmo???

  48. ILCE NINOS CASTILHO em

    Infelizmente os servidores ativos que ingressaram após 87 não tiveram o direito à transposição reconhecidos, uma vez que a sentença exclui expressamente os contratados até 91.

    Consta na sentença: … Ficam, destarte, excluídos os servidores que ingressaram no serviço público estadual a partir de 16/03/1987,

    Teremos que aguardar a amarga espera do recurso.

  49. IVONDERNILSON RODRIGUES DA SILVA em

    Tendo em vista que as despesas previdenciárias compõem a despesa com pessoal, S.M.J, posso concluir que seu aumento implicará diretamente no limite de despesa com pessoal imposto pela LRF? E, consequentemente poderá ser utilizado pelos chefes dos poderes para negar possíveis reajustes e/ou correções inflacionárias nos salários dos servidores públicos estaduais?

    Fico no aguardo das respostas!!
    Em 25/03/2016.

  50. DEUSDETE PEREIRA DOS SANTOS em

    Direito ao tratamento à saúde no Brasil

    Que maravilha seria se o tratamento à saúde fosse em sua totalidade pública para o rico e para o pobre, em nosso País. Porém, não é assim. É apenas um sonho.

    Plano de Saúde é para quem pode e não para quem quer, infelizmente. Não é isso, senhores diretores do Sinjur?

    Veja nobres colegas trabalhadores, o absurdo. O reajuste salarial de 8,02%, não cobre nem a inflação dos últimos 12 meses.

    Compare o reajuste salarial obtido com o aumento da UNIMED, porque é aumento mesmo e absurdo. Não tem quem me convença disso. Pergunto: por que não chamar técnicos desse plano, chamar servidores para, conjuntamente, no auditório do Sinjur, ou em outro local, discutirem sobre tal reajuste, ouvir as justificativas?

    Como podemos nos vangloriar com reajuste salarial de 8,02%? Para onde vai esse reajuste? Como sempre nos últimos tempos, os reajustes que temos não cobre nem metade dos reajustes do plano de saúde UNIMED.

    Ah, mais os senhores diretores podem dizer: – fica com o plano quem pode e quem quiser, ninguém é obrigado. Correto, porém caso seja esse vossos posicionamentos, será sectarismo, não estão pensando no bem estar do servidor. Ah, mas o aumento é porque se utiliza muito. Não se paga plano de saúde por status, mas por necessidade de se ter uma garantia à saúde não prestada a contento pelo Estado.

    Finaliza dizendo: – ganhamos o quê? Precisamos mudar, mudar para melhor a nossa lutar sindical.
    NOBRE COLEGAS, COLETIVAMENTE: VAMOS PARA O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE – SUS! Porque nossos reajustes salarias não vem cobrindo o custo de um plano de saúde.

    – No plano Estadual sem coparticipação o reajuste será de 20%;

    – No plano Nacional sem coparticipação o reajuste será de 17%;

  51. Prezado Ivondernilson, a referida lei tem o objetivo de incrementar o índice do fundo capitalizado do Iperon por sugestão atuarial. E a despesa será custeada pelo Estado.

  52. IVONDERNILSON RODRIGUES DA SILVA em

    Bom dia.

    Poderiam informar qual é a posição oficial do Sinjur, quanto a LEI COMPLEMENTAR N. 853, publicada no Diário Oficial do Estado – RO em 23/12/2016. Visto que ela dispõe sobre o Plano de Custeio do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Estado de Rondônia – IPERON.

    Fico no aguardo.
    23/03/2016.

  53. ODAIR PAULO FERNANDES em

    Saudações a todos,
    Sou de Cacoal e verifiquei que no site do Sinjur foi publicado no dia 21/03 as 16:19 horas a informação de que no dia 22/03 haveria uma reunião acerca da Transposição e que seria transmitida através da página do TJRO.
    Bom, como o tempo entre a informação e a realização da reunião foi exíguo, espero que pelo menos tenha havido o bom senso de se gravar o evento e disponibilizar na página do Sinjur.
    Com a carga de trabalho que hoje temos em virtude de implantação de PJE e NCPC, acredito que outros colegas, como eu, não receberam a tempo a informação sobre tão importante evento para nossa carreira.
    No aguardo…

  54. Prezado Wagner, nós precisamos é da Semana Feliz e não apenas da sexta-feira, mas estamos trabalhando para isso. A reunião com a Unimed será ainda nesta semana.

  55. LUCIVALDO PORTELA BATISTA em

    Caro Pesidente Roque,

    Gostaria de saber a situação de reajuste de nossos auxilios: Saúde e Alimentação.

    Abraço e bom ida.

  56. WELLINGTON FERREIRA DE MORAIS em

    Dia 24 de Março as perguntas dos nobres colegas “GIUSEPPE DE LIMA” e “WAGNER DOS SANTOS SILVA” fazem aniversário de um mês e, sequer foram respondidas. Onde está nosso sindicato?

  57. WAGNER DOS SANTOS SILVA em

    Bom dia presidente,
    Gostaria de saber qual a opinião do SINJUR a respeito da Sexta feira feliz, bem como se ja esta em negociação com a UNIMED a renovação do contrato, e qual sera a porcentagem do reajuste no valor do plano de saúde, bem como sobre o boatos referente a possivel redução do horario

  58. ANTÔNIO REGINALDO BARROS CUNHA em

    Bom dia Presidente

    Auxilio Educação Lei 568/10 Res.021/10-PR do TJRO.
    O auxílio educação por definição é a quantia paga aos empregados para o custeio de despesas com relacionadas à educação formal dos dependentes.

    Poderíamos melhorar isso…, se não me engano, hoje é pago somente para o nível fundamental. E por que não se estender até o Nível Superior, até mesmo para o próprio Servidor e não somente para os dependentes.

    Dá uma estudada nessa situação.

    As empresas quando empreenderem a concessão desse benefício aos seus empregados, além de cumprirem a meta de responsabilidade social, que a faz projetar na sociedade, investe na qualificação de seus colaboradores, que reverter-se-ão dividendos positivos.

    Até… Bodocó

  59. Prezado Kleber e Fredson, o pedido do advogado foi para suspender o processo enquanto efetuam-se os cáculos, pois o prazo para manifestação acerca dos cálculos era de apenas 5 dias.
    O tempo para realizar os cálculos está dentro do que a Assessoria Jurídica havia nos informado, pois são cálculos individualizados, aonde cada trabalhador tem uma particularidade no período compreendido em que faz jus as horas extras. Enfim, está tudo dentro do prazo aprovado em assembleia, que foi de um ano e encerra em outubro deste ano.

  60. KLEBER GILBERT DA SILVA em

    SR. PRESIDENTE, PODE NOS EXPLICAR O MOTIVO DE TANTO TEMPO PARA CÁLCULOS, PARA PODERMOS LIQUIDAR A A SENTENÇA???

    HORAS EXTRAS
    Processo: 0001184-82.2012.8.22.0001
    Requerente: Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado de Rondônia –
    SINJUR
    Requerido: Estado de Rondonia
    Decisão
    Pretende o requerente concessão de prazo de 180 dias para nomear profissional técnico qualificado para realizar a elaboração de cálculos dos servidores vislumbrados
    na mídia ofertada à fl. 191, com escopo de liquidar a sentença proferida nos autos.
    Inobstante, embora haja complexidade para aferição dos cálculos, em razão de
    haver grande número de servidores efetivos e comissionados, descabido a concessão de
    lapso temporal tão extenso.
    É dever dessa jurisdição zelar e primar pelo princípio da razoável duração do
    processo (art. 5º, LXXVIII, da CF/88), o qual tem o fim de propiciar uma prestação
    jurisdicional rápida e efetiva, evitando que lides se eternizem no tempo ou se prologuem
    além do necessário sem o devido provimento jurisdicional cabível.
    Pelo motivo acima explanado, ficam os autos sobrestados pelo prazo de 90 dias,
    ínterim que não se mostra desarrazoado, para a elaboração dos cálculos dos servidores
    efetivos e comissionados que laboraram no período.
    Decorrido o prazo, intime-se o autor para trazer, no prazo de 5 dias, os cálculos
    supramencionados.
    Doravante, façam-se conclusos. Intimem-se.
    Porto Velho-RO, quarta-feira, 20 de janeiro de 2016.
    Amauri Lemes
    Juiz de Direito

  61. FREDSON LUIZ CARVALHO MENDES em

    Bom Dia Presidente, eu não entendi essa decisão, teria como nos iluminar as ideias????

    Proc.: 0001184-82.2012.8.22.0001
    Ação:Procedimento Ordinário (Cível)
    Requerente:Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado de Rondônia – SINJUR
    Advogado:Francisco Anastácio Araújo Medeiros (OAB/RO 1081),
    Sílvio Vinícius Santos Medeiros (OAB/RO 3015)
    Requerido:Estado de Rondonia
    Advogado:Valdecir da Silva Maciel (OAB/RO 390), Regina Coeli
    S.de Maria Franco- Proc.do Est.Ro. ( )
    DECISÃO:
    DECISÃO Pretende o requerente concessão de prazo de 180 dias para nomear profissional técnico qualificado para realizar a elaboração de cálculos dos servidores vislumbrados na mídia ofertada à fl. 191, com escopo de liquidar a SENTENÇA proferida nos autos.Inobstante, embora haja complexidade para aferição dos cálculos, em razão de haver grande número de servidores efetivos e comissionados, descabido a concessão de lapso temporal tão extenso.É dever dessa jurisdição zelar e primar pelo princípio
    da razoável duração do processo (art. 5º, LXXVIII, da CF/88), o qual tem o fim de propiciar uma prestação jurisdicional rápida e efetiva, evitando que lides se eternizem no tempo ou se prologuem além do necessário sem o devido provimento jurisdicional cabível.
    Pelo motivo acima explanado, ficam os autos sobrestados pelo prazo de 90 dias, ínterim que não se mostra desarrazoado, para a elaboração dos cálculos dos servidores efetivos e comissionados que laboraram no período.Decorrido o prazo, intime-se o autor
    para trazer, no prazo de 5 dias, os cálculos supramencionados.Doravante, façam-se conclusos. Intimem-se
    Porto Velho-RO,
    quarta-feira, 20 de janeiro de 2016.Amauri Lemes Juiz de Direito

  62. Wellington, Paulo, Rita, Lucivaldo, há matéria no site falando sobre a pauta anual, que engloba horário, auxílios, reposição salarial e outros pleitos.

  63. WELLINGTON FERREIRA DE MORAIS em

    Quais as novidades quanto ao horário? Há possibilidades de mudanças nessa nova gestão da administração do TJRO?

  64. Sr Presidente ……..Precisamos de notícias favoráveis, horas extras …..Não nos fale de crise que não suporto mais ouvir isso……..
    Não eu não disse exatamente isso….

  65. Sr Presidente ……..Precisamos de notícias favoráveis, horas extras …..Não nos fale de crise que não suporto mais ouvir isso……..

  66. Prezado Wellington, em consulta a Administração do TJRO, nos foi informado que haverá o concurso de remoção antes da posse dos novos concursados, conforme consta na Resolução N. 031/2011-PR.

  67. Prezado Anilton, trabalharemos na reforma do nosso PCCS no próximo ano. Todas as categorias serão consultadas e construiremos as propostas juntos. Sobre o consulta encaminhada, todos os trabalhadores do TJRO tem direito a consultas com a Assessoria Jurídica. Entraremos em contato para saber o que houve.

  68. DEUSDETE PEREIRA DOS SANTOS em

    Termina mais um ano com perdas salarias para inflação.

    VIVEMOS DE ESPERANÇA. ESPERANÇA VEM DE ESPERAR, ATÉ QUANDO?

    Um feliz natal a todos, com saúde. Isso é positivo, porém, para mantermos a boa saúde precisamos, entre outros, de boa alimentação. Mas isso, nos anos seguintes a 2010, está se tornando cada vez mais difícil. As reposições salariais não vem nem empatando com a inflação, apesar de haver alguém que diga: – ainda bem que tivemos isso e o Poder Executivo que não teve esse privilégio. Bem se alguém pensa ou pensar assim é um pensamento alienador.

    Veja a manchete dessas notícias:

    Banco Central aumenta projeção de inflação para 9,5% em 2015

    Estimativa de inflação do mercado para 2015 sobe e atinge 9,85%

    O que temos para o ano que vem? Previsão para aumento de nenhum auxílio; previsão de reajuste de 8,02% no vencimento. Isso é se for concedido. Alguém pode dizer: – deixa de ser pessimista. Não é pessimismo, é realidade. Não precisa-se ser economista, basta ir ao mercado ou qualquer setor comercial para averiguar o aumento de preço, por sinal absurdo. O próprio governo, no sentido amplo, é o maior gerador dessa inflação por meio de suas empresa estatais e impostos.

    Esse é o capitalismo, sistema social em que prevalece o individualismo: – tudo para mim e só para mim. No judiciário, não importa o tamanho do aumento, no caso dos colegas federais, mas a Dona Dilma, que não sei onde se formou em economia, fere a constituição quando veta o aumento dos servidores do judiciário federal. Simplesmente, acaba com a tal autonomia administrativa e financeira do Poder Judiciário, uma vez que o reajuste do Judiciário, certamente, foi encaminhado com base em seu orçamento, o qual nada tem a ver com o orçamento do Poder Executivo.

    Na esfera estadual, no caso do Judiciário em Rondônia, a situação é mais grave. Desculpe os nobres colegas trabalhadores merecedores do que ganham justamente, mas nessa seara apenas o oficial de justiça ainda tem seu ganho real, em razão de sua produtividade. Além deles, os magistrados, que sempre recebem gordas diferenças, que poderiam, pelo valor até, gerar precatórios. Além de diferenças, sempre tem em seus vencimentos o acompanhamento dos subsídios dos magistrados federais. Somos servidores do Judiciário também, então vem a perguntam por que os magistrados tem subsídios e nós servidores não? Ora porque querem que seja assim, mas, querendo poderiam perfeitamente, criar um subsídio entre nossos vencimentos e o deles a constituição permite e Portaria do CNJ também.

    Com inflação ou sem, sempre a mesa farta, viagens é proporcionada a uns poucos, ou seja, aos magistrados. Aqui alguém vai dizer: – mas eles estudaram para isso. Então vamos fazer uma analogia. Há pouco boa parte dos PMs de Rondônia foram transpostos, este que ora escreve tem colegas, amigos que foram beneficiados com isso, que de 7mil passou a ganhar 20 mil por mês. Isso é real. Enquanto colegas destes de farda com a mesma graduação (praça), mesma patente( oficial), no exercício da função no Estado e porque são estaduais permanece com o seu minguado vencimento. Isso é justo? Não. Mas é o individualismo introjetado e reforçado pelo capitalismo de tudo para mim e só para mim.

    Para não ser mais prolixo sobre isso, espero de nossos defensores com mais poder de convencimento juntos aos nobres magistrados, que mandam, conseguirem melhoras salárias para todos. Pois, capital é o mesmo que fonte. E a nossa fonte é nosso trabalho, vendido para contribuição da produção dos feitos no Poder Judiciário rondoniense, pelo qual, assim como os magistrados e oficial de justiça, merecemos de salários digno.

    Chega de perda Salarial.

    FELIZ NATAL

  69. ANILTON DOS SANTOS em

    Olá, Presidente! Alguma novidade para os AUXILIARES OPERACIONAIS do interior, quanto a reforma do nosso PCCS?

    Aproveitando a oportunidade, os Agentes de Segurança de Vilhena fizeram um requerimento ao SINJUR solicitando uma consulta no setor jurídico referente ao V.P. RISCO DE VIDA/SEGURANÇA.
    Foi encaminhado no dia 5/9/2013 e até agora nada! O que aconteceu? Não temos direitos a uma consulta com o advogado do SINJUR? Por que foi ignorado o nosso pedido? Não temos direito a uma resposta deste Sindicato?

  70. WELLINGTON FERREIRA DE MORAIS em

    Teremos concurso de remoção antes da convocação dos novos aprovados no certame do TJ/RO?

  71. JOSINEY MACIEL DE SOUZA em

    O Sinjur está trabalhando numa reforma do nosso PCCS?? Existe algo nesse sentido?? Obrigado.

  72. FREDSON LUIZ CARVALHO MENDES em

    Em uma data tão especial como a de hoje (2/12/2015), gostaria de parabenizar aos Servidores da Justiça Estadual, pela força, determinação e coragem, VOCÊS SÃO GUERREIROS.

    PARABÉNS!!!

  73. ANDRÉ DE SOUZA COELHO em

    Comunicado aos Servidores associados ao SICOOB-CREDJURD!

    Informo-vos que no dia 30/11/2015 às 14:00h no SICOOB da av. João Goulart n. 1500 centro (PVH) haverá Assembléia Geral Extraordinária referente a “Reforma Estatutária e Regimento Eleitoral da Cooperativa CREDJURD.

    Atenciosamente,

    André Coelho

  74. Prezado Ivon, o Orçamento do TJRO não teve acréscimo de 11,39%. O que ocorre é que também estão inclusos ali na matéria que foi divulgada o Orçamento do FUJU e dos Precatórios, que por lei, não podem ser utilizados em folha de pagamento.

  75. Companheiro Odair!

    Neste mês estivemos participando de algumas confraternizações: Porto Velho, Ji-Paraná, Cacoal, Rolim de Moura, Pimenta Bueno, Alta Floresta e Santa Luzia. Para nós é muito importante participar desses eventos, pois é mais uma ocasião que podemos esclarecer dúvidas, responder questionamentos, ouvir críticas, elogios e sugestões, que sempre são recebidas com a devida deferência e tomadas as devidas providências. Quando temos objetivos comuns entre todos, sonhamos juntos, e quando nos conscientizamos de que com união somos mais fortes, com certeza, todos nossos objetivos caminham rumo à profícua realização.

    Aproveito a oportunidade para ressaltar que Wilsinho (Cacoal), Moacir (Ji-Paraná), Cida (Rolim de Moura), Evelyn (Pimenta Bueno), Gissela (Alta Floresta) e Simey (Santa Luzia), estão de parabéns, pois os eventos estavam muito bem organizados, com muita fartura e animação!

  76. IVONDERNILSON RODRIGUES DA SILVA em

    Bom dia Roque.

    No dia 11/11/2015, foi publicado na página do sinjur matéria com o título “TJRO contempla parcialmente peça orçamentária do Sinjur”, onde informa, dentre outras informações, “Em relação aos auxílios saúde e alimentação, estes não foram contemplados com reajuste em 2016. Como o Poder Executivo reajustará em apenas 5,77% o orçamento do TJRO em relação ao orçamento atual, (…)”.

    Entretanto, no dia 24/11/2015, sitio do rondoniagora, publicou matéria com a seguinte manchete “Executivo corta próprio orçamento para aumentar recursos do TJ, ALE, Tribunal de Contas e MP” e no bojo da notícia tem a seguinte informação sob o orçamento do TJRO “Tribunal de Justiça, 2015 – R$ 668.473.886,00; 2016 – R$ 761.604.320,00”, ou seja, o orçamento previsto para o Tribunal de Justiça para o ano de 2016 é de 11,39%, aproximadamente, maior do que o do ano de 2015. Você poderia explicar essa contradição nas notícias!!!

  77. ODAIR PAULO FERNANDES em

    Digna de registro a atitude do presidente do Sinjur que deslocou-se no último domingo (08/11) para prestigiar a confraternização realizada pelos servidores de Cacoal pela passagem do dia do servidor público.
    Digo isso por que há muitos anos não temos essa deferência por parte de uma diretoria do sindicato. Talvez seja por que as últimas diretorias não tiveram maioria de votos por aqui.
    Roque e Cristian demonstraram amadurecimento político e respeito aos servidores de Cacoal com essa visita, pelo fato de que sua chapa não obteve maioria de votos por aqui.
    Espero que tenham apreciado a receptividade dos servidores daqui e que deem continuidade ao processo de integração entre as Comarcas através de esporte, lazer e também com formação política, pois quando houver necessidade de convocação para algum movimento, já existirá uma base de confiança e boas expectativas quanto à atuação do sindicato na defesa dos interesses do servidor.
    Quero registrar também a disposição e o empenho do colega WILSINHO, representante sindical na Comarca que, mesmo com menos recursos do que nos anos anteriores, conseguiu promover um grande evento – Feijoada com Pagode – que, com certeza agradou toda a família forense de Cacoal. Parabéns Wilsinho.

  78. Querida Ilce, não vamos postar informações aqui no site, pois tratam-se de estratégias de atuação da nova assessoria. Estivemos visitando todas as Comarcas e explicando detalhadamente como se dará o trabalho da nova assessoria. Quando estive em Cerejeiras, você estava fora do Estado e não pude conversar com você, mas houve reunião no Fórum. Liguei em outro momento pra você, mas não consegui contato. Vou entrar em contato novamente e lhes passar todas as informações para que você não fique com nenhuma dúvida.

  79. Prezada Maria Carmelita, o deferimento da ata 29, deve-se a brilhante atuação da nossa assessoria jurídica que já obteve êxito na ação judicial dos aposentados e pensionistas e agora conseguiu que a AGU analise também os processos dos ativos.

  80. FRANKLIN CORREIA em

    SINJUR!, não acha que já se passou tempo demais sem noticias boas para os servidores? Teremos aumento no auxilio alimentação? No auxilio saúde? E o pagamento das extras? E o reajustes do salario? E os concursos? E o nosso horário? E o auxilio transporte, e o mesmo a mais de cinco anos. E ai ???????

  81. ILCE NINOS CASTILHO em

    Por que o SINJUR não posta o resultado da eleição e as comarcas que foram favoráveis e/ou desfavoráveis. Não posta as informações, como era, como ficou, as razões de precisar aumentar os honorários, a justificativa, a previsão legal, explicações convincentes, transparência. Aumentar os honorários na fase de execução? na fase de execução cabem honorários sucumbenciais e não aumento contratual. Sinceramente, não entendi!

  82. OSCAR ODILON GRAHL em

    Muito bom, não, RUI CARLOS DA SILVA. Pagar horas extras para os funcionários, NÃO. Auxilio doença para aposentados (300,00 pilas), NÃO. Auxilio moradia RETROATIVO para magistrados, (1.020.000,00 para cada um), SIM. SIM. SIM… temos verba sobrando rsrsrsrs

  83. MARIA CARMELITA SALES CARDOSO em

    Roque Bom Dia! Por favor explique a razão do deferimento da ata n. 29 do Ministério do Planejamento( Transposição) é ação dos Ativos???.Aguardo resposta.

  84. OSCAR ODILON GRAHL em

    Sr. Presidente, obrigado pela atenção. Esperamos que um dia os aposentados, SAUDÁVEIS, TODOS, mereçam a atenção dos srs Desembargadores…

  85. JOSINEY MACIEL DE SOUZA em

    Quais as considerações da última assembléia realizada no dia 09/10/15?? O que ficou decidido?? Obrigado.

  86. ALINI SILVA RIBEIRO DE MORAES em

    Te mando novamente então Sr. Presidente, postei no dia 28/9/2015, via watsapp, foi visualizado e não respondido!!!!

  87. Prezada Alini, sempre respondo os seus questionamentos. Mesmo antes do seu ingresso ao quadro do TJRO. Não recordo de ter recebido alguma mensagem recente, mas estou à disposição para quaisquer esclarecimento.

  88. ALINI SILVA RIBEIRO DE MORAES em

    Bom dia amigos trabalhadores deste Tribunal!!!!!
    Hoje gostaria de publicar algo que classifico como um marco na valorização do servidor, algo que vai além do dinheiro, pois em se tratando de conhecimento, tudo que adquirimos ninguém pode nos tirar.
    Quero aqui deixar meus parabéns aos servidores do Ministério Público pela magnífica conquista. Digo isto em relação à republicação da RESOLUÇÃO N° 16/2011-PGJ, onde o MP regulamenta a concessão de incentivo ao aperfeiçoamento profissional dos servidores do Ministério Público do Estado de Rondônia, por meio do custeio total ou parcial de cursos técnicos, de graduação, de tecnologia e de pós-graduação, e/ou de concessão de horário especial, inclusive fora do país.
    Olha que maravilha!!!!
    Acredito que o conformismo faz tanto o cérebro, quanto a pessoa toda “atrofiar”. Como dizem por aí: Mente sã, corpo são!!!
    E o irônico disso tudo é que essa notícia vem a calhar, pois no dia 28/9, ou seja, a mais de quinze dias, encaminhei uma pergunta ao nosso presidente justamente a respeito de informações sobre incentivo para qualificação profissional, pois tenho o objetivo de conseguir fazer mestrado, ou seja, não pretendo parar de estudar.
    E querem saber o que me foi informado?
    Bom, até este momento nada!!!
    Sei é que estou profundamente feliz pelos servidores do MP.
    Quem sabe não me aceitam como “agregada”.
    kkkkkkkkkkkkkk
    Mas a luta continua, quando se bate em uma porta e ela não se abre, deve-se bater na janela!
    Alini Silva Ribeiro de Moraes
    Graduada em Letras.
    Quase bacharel em Ciências Jurídicas.
    Graduanda em Pedagogia.
    E uma futura Mestre!!!!!

  89. RUI CARLOS DA SILVA em

    Soube hoje da seguinte notícia: “Magistrados do PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE RONDÔNIA VÃO RECEBER AUXILIO MORADIA RETROATIVO A PARTIR DE JANEIRO DE 2016 E AS PARCELAS SERÃO PAGAS ASSIM R$ 17.000,00 CADA PARCELA EM APENAS 60 MESES TOTAL R$ 1.020.000,00”.
    Por um lado pode ser bom pra gente. Se não tinham dinheiro para pagar as horas extras, como têm para pagarem o auxílio moradia deles? Então, para receberem, também têm que nos pagar. Agora é com o nosso Sindicato.

  90. Sr. Oscar, solicitamos ao presidente do TJRO que estendesse o auxílio saúde aos trabalhadores que estão aposentados, mas ele disse não ser possível. Esse pleito é nossa prioridade e já está na pauta para solicitarmos na reunião com o próximo presidente que ocorrerá em breve.

  91. IVONDERNILSON RODRIGUES DA SILVA em

    Boa tarde Roque.

    A diretoria do sindicato já cogitou a possibilidade de pedir aumento no auxilio transporte?

    Tendo em vista os contínuos e sucessivos aumentos nos combustíveis!!!

  92. OSCAR ODILON GRAHL em

    Senhor Presidente: “Completei setenta anos, fui aposentado “NA MARRA”. Perdi o Auxilio Saúde e Auxilio Alimentação, isto é, aposentado não precisa de plano de saúde nem de comer…”. Já faz algum tempo que postei o texto acima, V.Sra. deu-me resposta, afirmando que tal situação seria colocada em discussão, mas, até esta data nada foi comentado. Também, nenhuma manifestação a respeito por parte dos demais colegas, que esquecem uma coisa básica: SE NÃO SÃO APOSENTADOS, UM DIA O SERÃO… Ajudem a arrumar seu caminho, AO MENOS AUXÍLIO SAÚDE!

  93. Prezado Ivon, como houve interpretações diversas por alguns trabalhadores, estamos visitando as comarcas e explicando como será a atuação da assessoria jurídica. Haverá outra assembleia esta semana para a categoria decidir se contrataremos ou não nova assessoria jurídica. Na assembleia anterior a maioria dos votantes já havia escolhido pela contratação, mas como houveram muitas dúvidas, até mesmo em quem votou pelo sim, será preciso realizar outra assembleia, após os devidos esclarecimentos em todas as comarcas.

  94. Prezado Claiton, enviamos projeto à Coplan no qual requeremos reposição salarial de 10%. Segundo o TJRO o concurso será antes da posse dos novos trabalhadores, que está previsto para dezembro deste ano. Portanto, o concurso de remoção deverá ser realizado até o final do ano. As alterações no PCCS serão propostas com o próximo presidente do TJRO.

  95. IVONDERNILSON RODRIGUES DA SILVA em

    Bom dia Roque.
    Como ficou a questão da Assembléia, a categoria aceitou ou não a proposta, no que tange a questão das horas extras?

  96. Caro colega Cristian, peço desculpas se o ofendi pela postagem “O sindicato está de brincadeira….Está igual ao PT”……Foi um mal entendido sobre a postagem de outro colega que eu interpretei errado,……….. Conforme havia dito o Sr Presidente prestou esclarecimentos em nossa comarca hoje…..Sinceramente desculpe o transtorno………..

  97. CLAITON VENDRAMETTO em

    Gostaria de saber, como estão as negociações sobre a reposição salarial do ano que vem. A correção do salário mínimo será de quase 10% conforme previsão no orçamento do governo federal (de R$788,00 para R$ 865,50), e o nosso qual é a previsão? Sobre o concurso de remoção será mesmo em novembro? Não tenho certeza, mas me parece que foi aprovada uma proposta de revisão do PCCS no último Consinjur, como anda essa proposta de revisão?

  98. LUZARDO RODRIGUES BANDEIRA em

    2.º round
    Professor Dr.º Fábio Delgado X o acadêmico do curso de Filosofia Luzardo Rodrigues Bandeira.

    Vou pedir todo tipo de autorização para me reportar a sua magnificência pessoa nobre Professor Dr.º Fábio Delgado. O tamanho da sua covardia como pessoa me assusta e ainda se diz sindicalista. Argumentos este nefasto é digno de ser combatido com toda veemência para que a Categoria não pereça e que nossas garantias conquistadas com tanta luta e suor não seja lameada e que não fique combalida. É preciso lembrar que em nenhum momento o Presidente do Sinjur afirmou que era uma ata e sim informações coletadas por algum companheiro que estava na assembleia. Pergunto a Vossa Excelência se todas as informações repassadas foram verdadeiras? Sua conjectura reacionária é digna de todo desprezo, depois irá propor assembleia online o que mais virá de suas ideias patronais. Quanto a sessão do Tribunal Pleno o senhor realmente deve participar, já que Vossa Excelência se considera Desembargador, ou pelo menos um mini desembargador. Apenas para lembrar que faço questão de enquanto eu tiver fôlego de vida de não conhecer suposto intelectual que prega engodo. Em nenhum momento foi tratado se A ou B é maior ou melhor servidor, o que se trata é que não dá para assobiar e chupar cana.

  99. EUDÉZIO CARDOSO MONTEIRO em

    Hoje tivemos a visita do colega Roque, Presidente do SINJUR, tendo sido realizado uma reunião onde os ânimos foram acalorados com um longo debate.
    Apesar de ter sido voto vencido na questão levantada, sei muito bem reconhecer que a vontade da maioria deve prevalecer, desde que dentro da legalidade.
    Deixo ao companheiro Roque o meu reconhecimento pela atitude de comparecer a comarca para sanar dúvidas.
    Ao companheiro Chagas, digo que apesar de “hoje” termos pontos de vista contrários em algumas situações respeito sua pessoa, seja como servidor ou detentor de um mandado sindical e que estamos prontos para guerra.
    Abraços e reafirmo o meu compromisso com a categoria, pois os interesses são coletivos, não individuais e tenho plena conciência quando exercço o meu direito de debater e questionar a legalidade de atos.
    Vamos lutar sempre, ainda que as ideias sejam divergentes ao final temos que acolher a decisão soberana da maioria.

  100. MARCELO LACERDA LINO em

    Lendo esse painel, fico imaginando que realmente a classe é desunida, me pergunto pq será que “Deuses” conseguem tudo o que querem? Parecemos personagens de filmes da idade média, nos degladiando na arena enquanto os nobres se alimentam, tomam vinho e se divertem vendo a carnificina, acredito que todos temos os mesmos objetivos, enquanto formos individualistas não chegaremos a lugar nenhum, SIGAMOS OS EXEMPLOS DOS MM.

  101. FÁBIO ALCARAZ DELGADO em

    Ainda sobre as horas extras…

    Inicialmente irei me reportar ao colega Luzardo Rodrigues, não se tratam de “informações falsas” como afirma, pois o próprio Presidente confirma o teor das informações (que me chegaram na forma de “Ata”) como verdadeiras, se tratando de um resumo do que foi discutido na referida assembleia. Num segundo ponto, não desconheço o teor do art. 294 da LC/68, mas um assunto desta importância merecia uma assembleia especial e pauta única e, principalmente, em horário condizente com a nossa realidade, marcar numa 2ª-feira, dia de sessão do Tribunal Pleno e no mesmo horário é desarrazoado, para dizer o mínimo. Quanto ao exercício de cargo em comissão, sou sim comissionado e isso não me faz menos servidor que você ou qualquer outro colega, pois sou sindicalizado desde a minha posse no Poder Judiciário, inclusive fui diretor jurídico eleito na chapa do primeiro mandato desta gestão sindical. Não tenho por objetivo tumulto algum, mas tão somente clareza e uma efetiva mudança quanto à possibilidade de uma mais e efetiva participação da categoria nas assembleias, congressos, etc..

    Por fim, não me venha falar de responsabilidades pois nem me conhece e fiquemos assim, está ótimo. Quanto ao meu “patrão” esse é o mesmo que o seu: o Estado!

    Agora ao meu querido Presidente

    Saiba que você Roque sempre esteve no meu mais alto apreço, pela sua postura, carisma e capacidade conciliatória. Por esses e diversos outros motivos pessoais sei que tal postagem não partiu, puramente, de você, pois conheço bem e sei de quem partiu esse carregado discurso de “nós contra eles”, colocando títulos (que não possuo!) à frente da minha qualidade de servidor sindicalizado, proferindo inverdades quando diz que peço horários especiais de assembleias (sábados, domingos e feriados) é o típico discurso do que há de pior na prática sindical, o discurso ad hominem, que ataca a pessoa ao invés das ideias, que mata o mensageiro e esquece da mensagem, que distorce as palavras ditas e força um debate inútil, débil, chegando sempre a lugar algum. Em nenhum momento falei na condição de “professor” ou “assessor”, mas sim postei uma crítica na condição de sindicalizado buscando informações de meu interesse, em virtude de estar completamente alheio a tais informações por falta de divulgação. Onde está a ata lavrada na assembleia realizada no dia 14.09? Se logo tivessem disponibilizado tais informações não daria azo à rumores e boatos de toda sorte, cuja desinformação é o principal fator causador de toda essa agitação.

    Em relação aos horários das assembleias, nunca pedi o impossível e toda a direção sindical sabe que a realização de assembleias fora do horário de trabalho é uma bandeira que levanto desde sempre, inclusive, amplamente debatida em nossas reuniões da nossa chapa sindical (Mudança com Confiança!) em 2011. Então não demonstrem um falso “assombro” quando tal assunto é tocado, virou tabu? E outra, não peço horário especial das assembleias, mas com um mínimo de bom senso e razoabilidade. Não é questão de querer participar, é não poder participar.

    Será pedir muito a realização, por exemplo, de uma assembleia de pauta única para discutir sobre o destino final das nossas horas extras (na verdade sobrejornada de trabalho) a partir das 14h, 15h? Mesmo adentrando no expediente da tarde não trará prejuízos ao servidor e garantiria participação da categoria em massa. E porque não nas manhãs de sábado? A direção está tão ocupada assim?

    Enfim, ficam ainda no ar mais dúvidas que certezas, as quais espero sejam sanadas no menor espaço de tempo.

    PS: Já disponibilizaram a ata da assembleia realizada dia 14.09.2015?

    PVH, 22.09.2015, postado às 09h50min…

  102. Serei mais claro oportunamente, conforme o recado do o Sr Presidente aguardo vossa visita …….Sobre as horas extras já estamos visitando as Comarcas para explicar melhor para você e os demais colegas.

  103. FREDSON LUIZ CARVALHO MENDES em

    Caro Presidente Roque, acredito que a Secretária de Comunicação do SINJUR deveria ponderar as publicações aqui expostas, no sentido de que mantenham sempre o decoro, pois no que pese vivermos em um “Estado Democrático de Direito”, não entendo os motivos que nos levam a baixar o nível do discurso e ao esvaziamento daquilo que realmente interessa: GARANTIA DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES.

    Entendemos que as pessoas tenham opiniões divergentes, isto é normal, mas trazer em suas palavras desrespeito aos colegas, isto é inadmissível, chega a ser uma atitude dos homens das cavernas com suas clavas empunhando a força à intelectualidade.

    Ladrar xingamentos em um momento que nos cobra união, não vai fazer com que as pessoas mudem de ideia, nem que aceitem a alternativa posta, especificamente para a situação das horas extras.

    Algumas pessoas deveriam entender que nem todos aceitam baixar a cabeça e deixar que nos ponham arreios e que devamos seguir cegos apenas um caminho, existem vários caminhos, cada um que siga o seu, porém, neste momento necessitamos unir forças e coletivamente decidirmos qual seria este.

    Estive conversando com o Chagas e concordo que em certos momentos devemos tomar o café puro para não passarmos fome, talvez seja este o momento: melhor 50 que 19.

    Mas esta é minha opinião, ninguém é obrigado á segui-la, nem mesmo os Doutores do Saber.

  104. Adenilson, o Sindicato dos Trabalhadores no Poder Judiciário do Estado de Rondônia – SINJUR, é quem realmente defende os trabalhadores do Judiciário de Rondônia.
    O SINJUR é o único instrumento de mediação entre os trabalhadores e a Administração do TJRO. O SINJUR defende, orienta e luta pelos direitos dos trabalhadores. Quando você contribui com a mensalidade sindical está investindo, pois tudo o que é pago se transforma em benefícios para a própria categoria.
    Como filiado, você investe, por exemplo, em melhores condições de trabalho, no aumento dos salários, em assessoria jurídica, em benefícios sociais.
    Veja mais benefícios que o Sinjur oferece:
    Atuação firme nas negociações coletivas, de interesse da categoria;
    Fiscalização e defesa do cumprimento dos direitos dos trabalhadores do Poder Judiciário;
    Lutar por melhorias para os trabalhadores;
    Participação de ações de cidadania ou de denúncias de atos contra os direitos dos trabalhadores e da sociedade;
    Valorização do filiado em datas comemorativas;
    Convênio / desconto em instituições de ensino;
    Convênio / desconto em planos de saúde;
    Convênio / desconto em planos de saúde odontológico;
    Direito a hospedar-se nos hotéis de trânsito do Sinjur em Porto Velho e Ji-Paraná.

    Sobre as horas extras já estamos visitando as Comarcas para explicar melhor para você e os demais colegas.

  105. Professor Fábio Delgado, já lhe informamos e vamos informar novamente, o documento ao qual você se refere não é uma ata e não saiu do Sinjur. O documento é sim um resumo, elaborado por algum colega que esteve participando da assembleia e quis colaborar com quem não pode ir. As assembleias são realizadas em horário democráticos, não na sua democracia particular, mas sim na democracia de quem se dispõe a tratar das questões concernentes a vida funcional junto com a coletividade. Mas como somos democrata, levaremos a sua proposta a ser deliberada na próxima assembleia para ver o que os participantes acham de fazer assembleias nos sábados, domingos ou feriados, bem do jeito que você deseja.
    Jamais deixamos de postar alguma mensagem aqui no fala servidor. Mesmo a sua mensagem, que diga-se de passagem, é grosseira e arrogante, tem espaço aqui, porque aqui nós defendemos os trabalhadores e estamos sempre dispostos a ouvi-los.
    Se você sabe escrever bem, é sua obrigação como professor e assessor de desembargador, mas não queira humilhar o nosso colega que na maior boa vontade fez um texto para ajudar quem não pode ir na assembleia. Seja mais humilde Professor Fábio, pois humildade e simplicidade não fazem mal pra ninguém.

  106. LUZARDO RODRIGUES BANDEIRA em

    Ao Nobre Colega de trabalho Ilustríssimo Senhor Dr.º Fábio Delgado. A ata que o senhor leu tem o timbre do Sinjur? Caso não tenha o timbre do Sinjur, o senhor deveria no mínimo se retratar ao reproduzir informações falsas. Nobre Dr.º Fábio Delgado, o senhor, como operador do direito deveria no mínimo ter lembrado do seguinte artigo que passo a transcrever: Art. 294 – Será considerado como efetivo exercício o afastamento do servidor nos dias em que participar de congressos, conclaves, simpósios, seminários, cursos e assembléias gerais que versam sobre assuntos que digam respeito à categoria a que pertença.
    Parágrafo único – O afastamento de que trata este artigo deverá ser comunicado até 03
    (três) dias antes da realização do evento e instituído com o documento do respectivo convite
    ou convocação. (LC 68, DE 09 DE NOVEMBRO DE 1.992). Nobre colega se o senhor não tem coragem de vir participar e por estar amparado por lei, só há 02 caminhos para o senhor, Vossa Senhoria tem algum cargo em comissão e não quer desagradar o patrão, ou, realmente fixa o objetivo no tumulto sem atentar em sua responsabilidades.

  107. ADENILSON FERREIRA DO NASCIMENTO em

    Após ler alguns comentários de colegas-críticas-resolvi, tambem, postar meu descontentamento, descrédito…; os servidores filiados pagam um determinado valor, mensalmente, ao Sinjur para defender nossos interesses. Sinjur possui uma assessoria Jurídica; então PQ devemos pagar 10% de honorários sobre as causas ganhas se pagamos mensalidade mensalmente? Pq tem que contratar outro escritório de advocacia se Sinjur possui Assessoria Jurídica??? e pior, pagar mais 20% das horas extras? mas, nós sindicalizados, pagamos mensalidade!!! não sei, ainda, qual foi o resultado geral da assembleia (até data 17/09/2015-postagem) mas, ser contratar outro escritório e se, realmente, obter êxito, receberemos +/- 50% das horas extras pois: 10% assessoria Sinjur-mesmo pagando mensalidade; 20% outro escritório-mesmo tendo Assessoria Jurídica e ainda IR e sei lá mais o que???!!! Gostaria de saber, tambem, com relação aos servidores que participaram da greve: Sinjur vai ressarcir servidores; quando? de que forma? talves isso não seja postado; caso não aconteça postarei no portal do servidor. Finalizando, caso não haja melhoras, em breve serei um desfiliado; sempre fui filiado, inclusive em outros orgãos, empresa Pública mas, espero resultado positivo-não estou vendo isso atualmente: aumento salarial justo; horário de trabalho.

  108. LUZARDO RODRIGUES BANDEIRA em

    A vaidade também está imbuída na classe trabalhadora, principalmente quando entra em discussão que alguns possam ganhar direitos e outros não. Nesta semana na assembleia geral extraordinária a Comarca de São Francisco do Guaporé consegui uma proeza ao votar contra a proposta para entrar com ação judicial do Paiol. Fato este lastimável, e, é, preciso ter muita inteligência política, filosófica, sociológica, antropológica sei lá mais o que deve colocar para explicar tamanha falta de respeito com companheiros (as) que lutam para melhorar sua situação econômica, salutar e psicológica. Devo lembrar a todos (as) que votaram contra a proposta que a situação é do prédio e não do Cartório Criminal da referida Comarca.

  109. FÁBIO ALCARAZ DELGADO em

    Sobre as horas extras… Após ler uma sofrível ata resultante da última assembleia deste sindicato (14.09.2015) fiquei estarrecido… é incrível uma direção sindical, que representa quase 3.000 servidores, não conseguir redigir uma simples ATA. É, de longe, a redação mais tosca que já li na vida. Vamos explicar melhor esses pontos Senhores Diretores, mas sem o “Seu Creysson” na caneta, pois 10% de honorários/advogado, 20% honorários/assessores? Deságio de 30%, 40%, 60%??? Se passassem a realizar assembleias em horários democráticos não ficariam tantas dúvidas no ar, aliado, ainda, ao “Seu Creysson” na redação da ata, só nos resta da desinformação, falta de transparência e o descaso com os servidores que não podem participar das reuniões em razão de MARCAREM AS DITAS ASSEMBLEIAS EM PLENO HORÁRIO DE EXPEDIENTE E EM DIA ÚTIL. Antes de “sindicalistas” somos servidores do Poder Judiciário então que passemos a agir com bom senso.

    Fábio Delgado

    PS: Mesmo que não publiquem no portal do servidor, haja vista a falta de publicidade e democracia na participação dos servidores nos canais disponibilizados pelo SINJUR, será dado um “print” e disponibilizado a todos os colegas interessados, via mala direta.

  110. RICARDO SOUZA RIBEIRO em

    Boa tarde colegas!!!

    Estive pesquisando sobre adicional de insalubridade nos demais Tribunais de Justiça estaduais pelo Brasil e constatei que o TJMG já tem lei que regulamenta a questão:

    A Lei 19.480, de 2011, foi publicada nesta quinta-feira (13/01/11) no Minas Gerais, regulamentando a concessão de adicionais de periculosidade e insalubridade a servidores do Poder Judiciário. A lei é originada do Projeto de Lei 5.038/10, do Tribunal de Justiça.

    “Já o adicional de insalubridade é concedido aos servidores que exercem as funções em cargos integrantes do Quadro de Servidores da Secretaria do Tribunal de Justiça e da Justiça de Primeira Instância. Esse adicional será variável, de acordo com o grau de insalubridade, podendo ser de 10%, 20% ou 30% do valor do primeiro padrão da classe inicial da carreira de técnico judiciário.”
    Fonte: http://al-mg.jusbrasil.com.br/noticias/2532815/lei-concede-adicionais-de-periculosidade-e-insalubridade-no-judiciario

    Verifiquei, também, que no Estado de Rondônia tem a Lei 2165/2009 que dispões sobre o tema para os servidores da administração direta.

    Como é sabido, o simples fato de trabalharmos em Cartório ou outros anexos manuseando papéis antigos geram muitos danos à saúde, como no meu caso, rinite alérgica constante pela presença de ácaros, o que me leva ao afastamento do trabalho por motivos de saúde frequentemente.

    Não sei se o Sinjur já está providenciando ou já providenciou estudo sobre isso e se já faz parte da pauta de reivindicações, então fica a pergunta:

    O que podemos fazer para que nos seja concedido o ADICIONAL DE INSALUBRIDADE?

  111. DEUSDETE PEREIRA DOS SANTOS em

    INFLAÇÃO E SALÁRIO

    Inflação, a ferrugem que consome o nosso salário. Hoje é dia, felizmente, do nosso abençoado pagamento. Pelos menos isso, desde a gestão do desembargador Renato Mimessi, vem sendo pago em dia. Porém, o blá blá de se retirar gratificações permanentes, sem conhecimento de causa, de nada valeu nem está valendo. Com a inflação em alta, a situação pode ficar ainda pior, se nenhuma medida for tomada para melhoria salarial. Há investimentos, porém, em palestras, nisso há, mas só isso não basta.

    Pois, se fizermos um comparativo do poder de compra de nossos vencimentos de 2010 com os da data atual veremos que a perda salarial para inflação foi altíssima. E nada, apenas o silêncio. Mais um fim de mandado do TJRO se aproxima, e o que se tem, pelos menos, projetado para o ano que vem? a penas o silêncio. O barulho que há é reajuste de salário dos servidores do Judiciário federal e aumento de subsídio de magistrados, que se repassa, como efeito cascata, aos juizes estaduais.

    Precisamos saber como vão as negociações pelos nossos representantes do Sinjur a respeito de melhoria salarial, o que vem sendo dado não tem surtido o efeito esperado no diz respeito a cobertura das perdas salariais. A transposição será boa, porém, para quem merecer essa dádiva. O que temos de perspectiva para melhorar nosso poder de compra, palavras lindas não enche a barriga nem pagam contas de ninguém.

  112. DEUSDETE PEREIRA DOS SANTOS em

    INFLAÇÃO E SALÁRIO

    Inflação, a ferrugem que consome o nosso salário. Hoje é dia, felizmente, do nosso abençoado pagamento. Pelos menos isso, desde a gestão do desembargador Renato Mimessi, vem sendo pago em dia. Porém, o blá blá de se retirar gratificações permanentes, sem conhecimento de causa, de nada está valeu nem está valendo. Com a inflação em alta, a situação pode ficar ainda pior, se nenhuma medida for tomada para melhoria salarial. Há investimentos, porém, em palestras, nisso há, mas só isso não basta.

    Pois, se fizermos um comparativo do poder de compra de nossos vencimentos de 2010 com os da data atual veremos que a perda salarial para inflação foi altíssima. E nada, apenas o silêncio. Mais um fim de mandado do TJRO se aproxima, e o que se tem, pelos menos, projetado para o ano que vem? a penas o silêncio. O barulho que há é reajuste de salário dos servidores do Judiciário federal e aumento de subsídio de magistrados, que se repassa, como efeito cascata, aos juizes estaduais.

    Precisamos saber como vão as negociações pelos nossos representantes do Sinjur a respeito de melhoria salarial, o que vem sendo dado não tem surtido o efeito esperado no diz respeito a cobertura das perdas salariais. A transposição será boa, porém, para quem merecer essa dádiva. O que temos de perspectiva para melhorar nosso poder de compra, palavras lindas não enche a barriga nem pagam contas de ninguém.

  113. ILCE NINOS CASTILHO em

    A ação da transposição dos servidores inativos do SINJUR já foi julgada. A publicação é do dia 07 de agosto e também foi favorável aos servidores admitidos até 91. A preocupação está na parte em que o magistrado coloca as promoções até a Constituição de 1988. Aí, não sei como ficaria o meu caso que fiz concurso para técnico e passei para nível superior só em 92 com o plano de carreiras. Mas continua a dúvida: como ficaria o enquadramento no meu caso?

  114. Prezado Joel, informo que são duas ações sim, a 7983-16.2014.4.01.4100, que é dos servidores ativos.
    E a 8397-14.2014.4.01.4100 que é dos inativos e pensionistas, que foi julgada primeiro em razão da preferência disposta no Estatuto do Idoso.

  115. Querida Marta, Estivemos no TJRO e levamos ao conhecimento a situação do NUPS de Ariquemes. A Administração mostrou-se preocupada e disse que faria um levantamento para ver como está e o que poderá ser feito. Em relação ao horário, informamos que é pleito da nossa pauta de reivindicações que entregaremos ao próximo presidente do TJRO.

  116. JOEL DIAS REIS em

    Alguém pode explicar melhor ? São duas ações, uma para ativos e outra para inativos ?

  117. MARTA PRISCILA CAMBUI MILANI em

    Bom dia, Roque! Alguma notícia sobre nossa solicitação do NUPS de Ariquemes? Precisamos resolver nossa situação urgentemente pois a pressão e o acúmulo de serviço está muito grande…

    E existe alguma chance de nosso horário de trabalho mudar para horário corrido na próxima administração do TJ?

  118. JOÃO VICENTE RIBEIRO em

    Realmente caro colegas a nossa reposição salarial, nem cobre a inflação. Gostaria de saber o que o sindicato fazer sobre isso???????????………

  119. Rita Bernini e Paulo Duran, segundo informações do TJRO, o processo dos 89,22% será julgado no segundo semestre deste ano. Sobre a transposição a presidente Dilma vetou a nossa inclusão administrativa, restando agora aguardar a decisão do processo judicial, que também será em breve. Dois sindicatos já obtiveram êxito em suas ações judiciais e o próximo será o nosso. Sobre as horas extras, a PGE entrou com três recursos no nosso processo, sendo que dois já foram julgados improcedentes e um ainda aguarda decisão judicial.

  120. PAULO JOÃO OLIVER DURAN em

    SENHORES REPRESENTANTES DO SINJUR, QUEREMOS SABER O TRÂMITE PROCESSUAL DOS 89,22%, HORAS EXTRAS, OU VAI SER PRECISO IR ATÉ AÍ, PARA RESOLVER ESSSA PARADA, GANHAM BEM PRA ISSO…PARA ATENDER NOSSAS REIVINDICAÇÕES.

  121. FREDSON LUIZ CARVALHO MENDES em

    Parabéns Sr. Deusdete pelo seu texto, após a leitura até me animei com a força, coragem e determinação de “nosso povo”, mas já passou, já passou….
    vou ali ver se consigo participar de um churrasco, ou café da manhã, quem sabe um passeio???
    abraços…

  122. PAULO JOÃO OLIVER DURAN em

    ALGUÉM ME INFORME SOBRE A TRANSPOSIÇÃO, SE É VERDADE QUE É ATÉ 1991, QUERO SABER, SE JÁ SAIU A SENTENÇA, PUBLIQUEM POR FAVOR….

  123. DEUSDETE PEREIRA DOS SANTOS em

    NOSSO VENCIMENTO (SALÁRIO BASE) E VENCIMENTOS NÃO SÃO OS MELHORES DOS TRIBUNAIS DA REGIÃO NORTE

    O texto abaixo foi copiado na íntegra do site PCI concursos para demonstrar como nosso vencimento (salário base) está defasado. Veja, o TJ do Amazonas continua a contratar profissionais com ensino fundamental. A estes o vencimento já é bem elevado. É bom observar que tata-se de vencimento inicial. O Valor básico é R$ 2.045,11; mais auxilio alimentação de R$ 1.345,65 e auxílio-saúde de R$ 316,10. Sem contar as gratificações Judiciária e, quiçá, outras, que não figuram no texto abaixo.

    Para o cargo de “Assistente Técnico Judiciário” (equivalente ao nosso de Técnico Judiciário), o vencimento inicial é no valor de R$ 3.907,50. VEJA QUE TRATA-SE DE VENCIMENTO INICIAL. Quem vos escreve é um dos primeiros concursados para o cargo de técnico judiciário deste Poder; diga-se passagem: prejudicado no primeiro PCCS. À época existia o cargo de auxiliar judiciário e tec. Judiciário, maior cargo, hoje, analista, mas esta é outra história.

    Bem, esse vencimento inicial do amazonas está, quase maior do que o meu, que estou no padrão 25 e sou concursado, como já falei. Sem contar com as gratificações que não figuram no texto abaixo, os vencimentos inciais amazonense chegam a R$ 5.569;10; após contratado esse valor inicial pode ser bem maior.

    REAFIRMO, NÓS SERVIDORES ESTADUAIS PRECISAMOS, URGENTE, demonstrar, de forma contundente, nossas perdas salariais e buscarmos mecanismos para realinhar nossos vencimentos. Principalmente, nós, de nível médio, assim como os auxiliares de serviços operacionais, que ficamos em desvantagem com relação a aplicação percentual na tabela do PCCS – Lei 568/2010, em sua criação e aprovação pelo Pleno do TJRO e, finalmente, Assembleia Legistiva de Rondônia.

    Não precisamos de greve, precisamos, sim, trabalhar com competência, de forma respeitosa, com demonstrações cabais relativas a nossos vencimentos,os quais, a cada dia, vem sendo corroído pela ferrugem inflacionária. Não queremos termos lindos em papel, queremos desempenhar bem nossos serviços e termos em nossos contracheques, de forma concreta, vencimentos capaz de nos dar um bom sustento alimentar, saúde, educação, moradia e lazer.

    Se frase linda fosse vantagem a todos brasileiros bastava ganhar um salário mínimo, pois na Constituição Federal de 1988 prega-se que este é para adquirir boa moradia, alimentação, educação, lazer, saúde, entre outros. Mas isso é verdade? Por isso não queremos frases, queremos bons salários, pelos menos com o mesmo poder aquisitivo que se tinha no advento do NOVO PCCS – Lei 568/2010.

    Gratificações permanentes foram “engolidas” pelo novo PCSS, e de que isso adiantou? Se não houver correção digna pode incorporar o que quiser, de nada vai adiantar. Pode minimizar por uns dias, apenas, mas logo será tragado pela inflação. Pensem nisso, NOBRES COLEGAS.

    TEXTO CONCURSO TJ AMAZONAS

    Se você deseja atuar junto ao Tribunal de Justiça do Amazonas, fique atento. As inscrições para o Concurso Público destinado a 7ª Sub-Região do Amazonas, especificamente para as Comarcas de Anamã, Anori, Autazes, Beruri, Caapiranga, Coari, Codajás, Manaquiri e Novo Airão, foram prorrogadas.

    Os profissionais devem se inscrever entre os dias 07 de maio de 2015 a 08 de junho de 2015, nos Fóruns das Comarcas, no horário de expediente. A taxa de participação é de R$ 20,00 ou R$ 25,00 de acordo com o cargo escolhido.
    Este Concurso destina-se a contratação de 11 profissionais para o cargo de Assistente Técnico Judiciário – Interior que exige nível médio. Os aprovados receberão vencimento no valor de R$ 3.907,50.

    Há também 13 vagas para a função de Auxiliar Judiciário II – Apoio Administrativo – Agente Judiciário – Interior, com remuneração de R$ 2.045,11. Neste caso os interessados devem ter concluído o Ensino Fundamental (1º ao 9º ano).
    Em ambas oportunidades são acrescidos ao vencimento auxílio-alimentação no valor de R$ 1.345,65 e o auxílio-saúde de R$ 316,10.

    Serão realizadas provas objetivas para selecionar os profissionais inscritos. Para o cargo de nível fundamental a prova é composta de 40 questões, já no caso de nível médio, são 50 questões. Todo conteúdo programático está discriminado no edital disponível para consulta em nosso site.

    Este Concurso Público é válido por dois anos, a contar da data da homologação de seu resultado final, podendo ser prorrogado por igual período a critério da Presidência do Tribunal de Justiça do Amazonas.

    Jornalista: Karina Felício
    FONTE: PCI CONCURSOS

  124. RITA DE CÁSSIA RIBEIRO BERNINI em

    Gostaria de saber como está o andamento do processo dos 89?? Vamos receber, não vamos, como ficou a situação? E o andamento da transposição, já que a justiça federal deu ganho de causa ao Ministério Público?? E as nossas horas extras será pra quando? Vamos receber este ano ainda? Estamos precisando!! Nunca passamos tanto tempo sem receber nada!

  125. GEAN CARLOS ARRUDA LEMOS em

    Que coisa esse nosso judiciário!!! Os cartórios lotados de processos, serviço pra todo lado. Fora os PADs que todos os dias aparecem no DJE, até por causa de biscoito com goiabada, e o pessoal do DECOM dançando quadrilha no horário do expediente…

  126. ALINI SILVA RIBEIRO DE MORAES em

    Bom dia SINDICATO, sobre a primeira parcela do 13º, alguém por favor se manifeste, pois como é possível haver desconto? Diante do meu limitado conhecimento sempre soube que nessa parcela há isenção de descontos.
    Outra coisa, se, conforme afirmado pela servidora da folha, “POR DETERMINAÇÃO DA PRESIDÊNCIA, HOUVE OS DESCONTOS PREVISTOS EM LEI”. Porque não está descriminado no contra cheque???? COMO ASSIM!!!!!!!
    PUBLIQUEM, FAÇAM O FAVOR. RESPONDAM, TAMBÉM POR FAVOR!!

  127. RICARDO SOUZA RIBEIRO em

    Caro Presidente!!! Tem algum movimento do Sinjur, para que os servidores que acumulam atividades em varas com competências diversas?
    Como meu caso, sou Chefe de Cartório da 1ª Vara Cível, Juizado Especial Cível e Juizado Especial da Fazenda Pública.
    Poderia haver uma proposta de alteração do PCCS para elevação das gratificações, como acontece com os magistrados, conforme Assento Regimental 026/2014, que regulamenta a gratificação pelo exercício cumulativo.
    Mas de qualquer forma, farei o pedido administrativo ao TJ, somente para saber o posicionamento da cúpula.

  128. OSCAR ODILON GRAHL em

    Excelente a argumentação do colega AZAMOR. Realmente, ao que parece, a direção do Sinjur está focada única e tão somente na transposição, a qual, ao meu ver é justa e merecida pelos que serão beneficiados. Quando? Também, a meu ver, NUNCA! Esse desGoverno Federal é especialista em prometer e não cumprir, em mentir com a maior cara de pau! Se quisessem, isso já estaria resolvido
    alguns meses após a vinda da única PRESIDENTA DO MUNDO. Enquanto isso, os demais funcionários, ativos e inativos, ficam aguardando respostas a seus pleitos, que quando vem, parece ter sido maquinadas no desGoverno Federal, que (parem, dedos… cala-te pensamentos)…

  129. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    Ótimo feriado. garantido pelo aniversário dia de corpus cristi. Melhor ainda é o do vizinho, executivo, que enquanto digito aqui, estão continuando feriando. Faço aqui minhas considerações ao tema Tarde livre: a qualidade de vida, pelo nosso amigo Ricardo Paraiso. com palavras bem colocadas conseguiu levar-me a um tempo no passado em que esta Portaria estendia-se a todas as tardas do servidor do judiciário, época em que as estatísticas do cnj apontavam rondonia como na vanguarda dos tribunais, o direito a manifestação não era tolhido (matemática percentual numero de servidores (-) cargos comissionados (-) chefias e diretorias o que sobrar ainda 30% não pode fazer greve), as palavras do colega me fez lembrar de tempos que o prazer de dizer sou servidor do tribunal de justiça era comum. Obrigado colega. mas deixa eu voltar a trabalhar que esta sexta-feira 05 de junho não tem portaria nenhuma…

  130. DEUSDETE PEREIRA DOS SANTOS em

    TRANSPOSIÇÃO E OS QUE NÃO TÊM DIREITO A TAL BENEFÍCIO
    A partir de 16 de maio de 1987, nada de transposição

    Há dias venho pensando, que nós, servidores estaduais, vimos tendo largamente prejuízo ou perdas para inflação em nossos ganhos reais.

    Nobres colegas estaduais, não temos que agradecer a ninguém por termos 5,87% de reajuste salarial, e o Poder Executivo estadual não conceder reajustes a seus servidores.

    Temos que analisar pelo seguinte prisma: somos servidores do Poder Judiciário, que tem sua autonomia administrativa e financeira. Além disso, temos uma lei que determina aumento salarial, o que dentro de uma administração comprometida na valoração, no sentido amplo, a seus trabalhadores nem carecia. Portanto, nós servidores estaduais, que não temos perspectivas de transpor para o quadro federal, salvo se fizer e aprovado em concurso público para tal, temos que nos movimentar com diálogo convincente sobre um realinhamento sobre nossos vencimentos, para voltamos a ter um poder de compra, pelos menos, equiparado ao do início da implantação do PCCS, lei 568/2010.

    Não sendo assim, estaremos fadado a ver discussões sobre transposição e mais transposição, qual beneficiará poucos, além de levar um bom tempo, e ficarmos sempre na mesmice: salários se achatando todos os dias.

    A transposição não vai nos beneficiar, servidores estaduais. Pensem nisso nobres serventuários estaduais.

  131. WILSON PLASTER em

    Minha esposa está lotada no Cartório da Vara de Família em Porto Velho e tem interesse em permuta para Cacoal ou cidade próxima, se houver alguém interessado, favor contactar comigo pelos fones: 8114-9280 ou 8467-8068. Wilson Plaster

  132. SONIA TEREZINHA MEZZOMO em

    É sabido que todo ano a UNIMED aumenta nossos planos de saúde muito além da nossa reposição salarial, porém, aqui em Ariquemes não temos nenhum médico dermatologista que atenda pela Unimed, todos se desligaram, ginecologista também, todos saíram, com exceção de uma que continua atendendo apenas as pacientes “antigas”, ou seja, se precisamos, temos que pagar. O que o nosso sindicato pode fazer a respeito disso?
    E como disse o nosso colega Oscar Odilon COMO DEMORA SAIR QUALQUER PUBLICAÇÃO DE NOSSO INTERESSE!!!

  133. DEUSDETE PEREIRA DOS SANTOS em

    Sim. Com a explicação minuciosa do presidente do Sinjur fui convecido do hiper reajuste da UNIMED. Explicação com apoio argumentativo de um dos juízes auxiliar da Presidência do TJRO.

  134. WESLEY MENDONÇA FLORES em

    Bom dia,

    O colega Abraão Pereira Costa, lotado na Turma Recursal (Porto Velho) necessita urgentemente de remoção por permuta para a comarca de Ji-Paraná, ou comarcas próximas, como Ouro Preto, Presidente Médici, Alvorada, Cacoal, Jaru. Interessados por favor entrar em contato nos telefones 3217-1348 e 9964-7687.
    Aos colegas destas comarcas, por favor repliquem.

  135. OSCAR ODILON GRAHL em

    Companheiro Presidente, agradeço pela atenção da manifestação. NO ENTANTO, pela manifestação, bem como pela reunião com os juízes auxiliares (dia 22), observa-se que o assunto sequer foi mencionado. salvo melhor conhecimento. Desculpe a ignorância, e sem desejar ofender ou faltar ao respeito, mas isso mais parece o famoso “enroleition”,,,

  136. Companheiro Oscar, o senhor está coberto de razão, pode ser falta de sensibilidade mesmo de alguns. Mas estamos lutando, inclusive, para estender o auxílio saúde para os aposentados. Um grande abraço.

  137. Fábio Delgado, quanto à reposição salarial, é um dos itens da nossa pauta a antecipação para o mês de janeiro, embora no PCCS no art. 33 conste: “A revisão geral da remuneração dos servidores do Poder Judiciário será realizada, preferencialmente, no mês de junho de cada ano, nos termos do artigo 37, inciso X, da Constituição Federal.” Mas estamos lutando para antecipar para o mês de janeiro. Lembro ainda que em 2012 e 2014 foi em abril, em 2013 não houve e em 2015 será em maio.

  138. OSCAR ODILON GRAHL em

    Em 2013, ano da malfadada greve, nosso reajuste foi pro espaço (0%); agora, em 2015, perdemos + 1ou 2% e ainda o reajuste abaixo da inflação só a partir de maio; quer dizer, nosso salário já encolheu cerca de 8 a 10%; nesse caminho, com perdas salariais que vão se acumulando, logo logo estaremos recebendo metade do que temos direito. Sei da competência e da honestidade de nossos dirigentes sindicais, mas vejo também a falta de sensibilidade de nossos desembargadores. Até quando? Sr. Presidente, talvez esteja faltando um pouco mais de briga. Divulgação na Imprensa, sei lá. Completei setenta anos, fui aposentado “NA MARRA”. Perco Auxilio Saúde e Auxilio Alimentação, isto é, aposentado não precisa de plano de saúde nem de comer…. E ISSO QUE ESTAMOS NO “TRIBUNAL DE JUSTIÇA”!!! oNDE???

  139. FÁBIO ALCARAZ DELGADO em

    Aguardo o retorno acerca das sugestões. Voltando ao tema REPOSIÇÃO SALARIAL… temos que brigar por um pe´riodo fixo para tal recomposição, antes era janeiro, depois passamos para março, abril e agora maio… ensejando assim um período de perda superior a 12 meses, sen do que a cada tempo que passa perdemos tanto no percentual de reposição quanto nos meses para tanto. Acho, ainda, que esses períodos carcomidos pelo tempo deveriam ser buscados em ações judiciais à parte, buscando assim a compensação da recomposição. De grão em grão vamos sendo tungados em nossos direitos. No aguardo de mais esse posicionamento.

  140. JORGE LUIZ GOMES CARVALHO em

    Sr. Presidente, nós da comarca de Cacoal estamos querendo saber algo que interesse aos servidores, pois há muito tempo não temos o prazer de ver postado no site do Sinjur alguma notícia interessante e tudo que sabemos geralmente é através de terceiros e a mídia. Grato. Pode postar mesmo que seja desagradável. JORGE

  141. DEUSDETE PEREIRA DOS SANTOS em

    PERCENTUAL ABSURDO PELA UNIMED

    Teremos um reles reajuste salarial DE 5,87%, que não cobre nem a inflação quiçá, não seja vetado pelo senhor “CONFUSO”. Contra, teremos um “aumentão de mais de 20% de reajuste no plano de saúde da UNIMED RONDÔNIA, tratando-se de plano Estadual. Não sei se os colegas têm observado, mas nos reles reajustes que temos, estão servido mal para cobrir o valor cobrado pelo Plano de Saúde. Veja que quem ganham a cifra de 3500 reais não terá nem 250 reais de aumento salarial.
    No caso do plano, não se paga só para si, mas para família também. Alguém com pensamento reacionário pode dizer: então saía, mas não é bem assim. Infelizmente, o Governo Federal não “dá a assistência necessária ao povo brasileiro sobre a saúde”, dá não, restitui em benefício os impostos; por isso quem ganha um pouquinho a mais se aventura nos planos de saúde, que também não são bons. O SINJUR É O MEDIADOR, MAS CADA UM DE NÓS ASSINAMOS UM CONTRATO, POR ISSO CONCLAMO AOS COLEGAS, VAMOS AOS JUIZADOS CÍVEIS ESPECIAIS RECLAMAR NOSSOS DIREITOS. Vamos levantar qual o percentual autorizado pelo Governo Federal para esses operadores de plano de saúde. Ir ao Procon não tem resultado positivo; ali é mais um lugar para se empregar gente. CONVIDO LUTAR CONTRA ESSE ABSURTO, QUE ESTÁ TIRANDO PARTE DE SUA ALIMENTAÇÃO CONSIDERÁVEL: SALÁRIO; PORÉM, CABE à consciência de cada um. No meu caso, tão logo seja efetivada, a primeira cobrança estarei batendo às portas dos Juizados Especiais.

    DEUSDETE PEREIRA DOS SANTOS

  142. DEUSDETE PEREIRA DOS SANTOS em

    Teremos um reles reajuste salarial DE 5,87%, que não cobre nem a inflação quiçá, não seja vetado pelo senhor “CONFUSO”. Contra, teremos um aumentão de mais de 20% de reajuste no plano de saúde da UNIME, tratando-se de plano Estadual. Não sei se os colegas têm observador, mas nos reles reajustes estão servidon mal para cobrir o valor cobrado pelo Plano de Saúde. Vejam que quem ganham a cifra de 3500 reais não terá nem 250 reais de aumento salarial. No caso do plano, não se paga só para si, mas para família também. Alguém com pensamento reacionário pode dizer: então saía, mas não é bem assim. Infelizmente, o Governo Fedral não “dá assistência necessária ao povo brasileiro sobre a saúde”, dá não, restitui em benefício os impostos, por isso quem ganha um pouquinho mais se aventura nos planos de saude, que também não são bons. O SINJUR É O MEDIADOR, MAS CADA UM DE NÓS ASSINAMOS UM CONTRATO, POR ISSO CONCLAMOS AOS COLEGAS, VAMOS AOS JUIZADOS CÍVEIS ESPECIAIS RECLAMAR NOSSOS DIREITOS.Vamos levantar qual o percentual autorizado pelo
    Governo Federal para esses operadores de plano de saúde. Ir ao Procom não tem resultado positivo; alí é mais um lugar para se empregar gente. CONVIDO, PORÉM A consciência de cada um. No meu caso, tão logo seja efetivada, a primeira cobrança estarei batendo às portas dos Juizados Especiais.

  143. OSCAR ODILON GRAHL em

    Sr. Presidente, agradeço a atenção de enviar-me uma luz… Obrigado e sucessos!

  144. Fábio Delgado, as suas sugestões serão analisadas e em breve te daremos retorno. Informo que toda crítica é bem vinda. Agradeço as suas sugestões. Sobre o trabalho 2015, sempre iniciamos um ano antes, com planejamento voltado para a elaboração da peça orçamentária anual.

  145. Prezado Fredson, os trabalhadores do TJRO que estão à disposição do Sinjur, fizeram questão de constar (na época da greve) no boletim de frequência mensal que estavam em greve. Portanto, consultado o DRH, fomos informados que poderíamos utilizar as horas que trabalhávamos a mais no Sinjur, como compensação (50%) e parcelar no contracheque o restante, e assim foi. Sabemos que a CF 88 nos ampara e que poderíamos argumentar junto ao TJRO, a retirada total das faltas, mas não foi isso que fizemos. Sobre constar com o requerimento, essa consulta tem que ser realizada pessoalmente ao DRH, como foi feito pelos trabalhadores que estão à disposição do SINJUR.

  146. Prezados Deusdete, Vânia, Ilce e Paulo Miranda, a recomposição salarial será no percentual de 5,87% a partir de maio. Ainda estamos trabalhando em busca de um índice maior.

  147. FÁBIO ALCARAZ DELGADO em

    Por fim (por enquanto…) sugiro o fim da chamada MODERAÇÃO nas publicações dos fliados neste espaço, haja vista ser fechado para um determinado público alvo e também ao fato de não atender à velocidade da comunicação, de que adianta vivenciarmos a “era da informatização” e termos nossas manifestações “moderadas”? Outrossim, a falta de motivos para tal moderação, o que a justifica? Se for sobre a possibilidade de ofensas mútuas, injúrias, difamações, a justiça está aí para dirimir qualquer conflito (art. 5º CF/88 IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; V – é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;)

    Por fim, em última crítica (construtiva) sobre tal moderação, temos como efeito (mais que) positivo o surgimento do dinamismo tão querido pelos indivíduos que buscam efetivas mudanças.

    Vamos começar 2015?

  148. FÁBIO ALCARAZ DELGADO em

    Outra pequena sugestão para a Direção Sindical: Criar um CAMPO “PERMUTA” visando atender aqueles servidores que tem interesse em comum em mudança de comarca, para troca de informações concernentes às regras estabelecidas no âmbito do TJRO, resoluções, legislação, concurso de remoção etc.

  149. FÁBIO ALCARAZ DELGADO em

    Mais uma sugestão para a Direção Sindical: Criar um “grupo de trabalho” visando recepcionar os novos servidores, o que poderia ser feito através de um Workshop dando um panorama geral da organização do poder judiciário, cargos, carreira, vantagens, direitos, tendo por objetivo o engajamento e consequente filiação de novos membros .

  150. FÁBIO ALCARAZ DELGADO em

    Outra sugestão para a DIreção Sindical: Criar um CAMPO LEGISLAÇÃO na página principal deste sítio eletrônico com toda a legislação atualizada pertinente aos interesses do servidor, por ex.: Estatuto, Manuais do servidor, LC 68/92, cópia dos contratos firmados e todo o mais que for pertinente ao conhecimento dos membros da categoria.

  151. FÁBIO ALCARAZ DELGADO em

    Sugestão para a DIreção Sindical: Criar um CAMPO na página principal deste sítio eletrônico ‘linkando’ TODAS as demandas judiciais e administrativas em trâmite. Tecnicamente não deve ser tão difícil.

  152. ANDRÉ DE SOUZA COELHO em

    Prezado Presidente do SINJUR!

    Solicito que Vossa Senhoria disponibilize as planilhas de despesas e pagamentos de mensalidades dos planos de saúde da Unimed que justificaram o mais recente aumento.

    Atenciosamente,

    André Coelho

  153. ILCE NINOS CASTILHO em

    Alguém observou que a Resolução constou o aumento a partir do mês de MAIO? Assim, perderemos um mês, porque pelo que FOI INFORMADO, o aumento é a partir do mês de abril.

    “Art. 2º Com o fim de atender ao disposto no artigo anterior, fica assegurada a recomposição da remuneração dos servidores do Poder
    Judiciário do Estado de Rondônia, no percentual de 5,87% (cinco virgula oitenta e sete por cento), a vigorar no mês de maio de 2015”

    E ai, qual a postura do SINJUR?

  154. VÂNIA MARIA VANZIN em

    Socorro SINJUR.
    Por favor nos de noticias ( reposição salarial; 89; horas extras etc, etc…)

  155. FREDSON LUIZ CARVALHO MENDES em

    Caro Presidente do SINJUR,

    Considerando que os Servidores que fizeram greve, no ano de 2013, além de terem lançadas faltas em seus apontamentos funcionais, ficaram impedidos de receber licença prêmio em pecúnia e progressão funcional, como os demais Servidores, enquanto não ocorrer à compensação.

    Considerando as dificuldades encontradas por muitos destes Servidores para realizarem as compensações, muitos deles tendo de pagar parcelas entre R$ 350,00/R$ 380,00 por mês, além é claro, de trabalharem em horários além do normal: antes das 8h, horário de almoço, sábados, feriados, dias facultativos etc; e ainda encontrando dificuldades na validação das compensações.

    Considerando que os integrantes da diretoria do sindicato, além do salário regulamentar (pago pelo TJRO), ainda recebem ajuda de custo/pró-labore no percentual de 15% da arrecadação do SINJUR, distribuídos entre os Diretores Efetivos, para participarem de atividades inerentes à sindicância.

    Não parece incongruência de sua parte requerer em favor dos Diretores do SINJUR para que suas faltas, referentes à Greve de 2013, sejam compensadas, conforme suas palavras: “Certifico e dou fé que o Servidor possui saldo de horas, pois além de desenvolver suas atividades no horário regular, labora também, além do expediente normal, inclusive finais de semana.” ?????

    Parece estranho, pois em princípio estas horas já foram pagas com esse adicional (ajuda de custo/pró-labore), estaria correto isto Presidente ?

    Os demais Servidores Grevistas também podem contar com seu requerimento, ou ele só se aplica aos Diretores ????

  156. DEUSDETE PEREIRA DOS SANTOS em

    Por gentileza, algum ou alguém da Diretoria do Sinjur informar sobre o reajuste salarial previsto para o próximo mês, abril/2015? Embora pequeno, mas é melhor que nada. Há muitos boatos. Qual a situação? Vai ou não vai sair? Obrigado, antecipadamente

  157. Prezado Fredson, estivemos no DRH e solicitamos maior celeridade na conclusão desses processos e nos foi informado que em breve essa questão estará resolvida. Forte abraço!

  158. Prezado Sr. Oscar, este mês estaremos reunidos com o Presidente do TJRO para discutir sobre a nossa Pauta Anual 2015 e a extensão dos auxílios aos aposentando é item prioritário da nossa pauta.

  159. FREDSON LUIZ CARVALHO MENDES em

    Presidente alguns servidores que participaram da greve estão encontrando dificuldades no cômputo das horas trabalhadas em regime de … em horários diferenciados (sábado, domingo, almoço, feriados etc). O que tem dificultado saber quantas horas ainda devem ser trabalhadas para cumprir o acordo…

    Entendemos a importância da mobilização da categoria e o quanto isso tem sido bom em nossas vidas, pelos frutos colhidos: reajustes auxílio saúde e alimentação, por exemplo,…

    Por isso, vimos aqui compartilhar essas dificuldades e perguntar se existe algum trabalho sendo realizado no sentido de agilizar essa conciliação das horas, se não, como poderíamos nos organizar para obtermos êxito nesta demanda da categoria.

    “Sindicato somos nós, nossa força e nossa voz….”

    Força Sempre!

    Abraços.

  160. OSCAR ODILON GRAHL em

    A PRESIDENTE EM EXERCíCIO DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS
    SERVIDORES PÚBLICOS DO ESTADO DE RONDÔNIA – IPERON, no uso das
    atribuições legais blá,blá…..
    RESOLVE:
    1 – Conceder aposentadoria Voluntária por Idade e Tempo de Contribuição, ao
    servidor OSCAR ODILON GRAHL, cadastro 204335-1, ocupante do cargo de
    Técnico Judiciário, nível Médio, padrão 11, pertencente ao quadro de pessoal
    estatutário do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia, nos termos do art. 6° da
    Emenda Constitucional nO41/2003 e LCE Previdenciária nO432/2008.
    2 – Os reajustes serão revistos na mesma proporção e na mesma data, sempre que
    se modificar a remuneração dos servídores em atividade.
    3 – Este Ato entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos retroativos a
    18/12/2014.
    Lindo, não? Mas a partir de agora, não mais posso adoecer e muio menos comer, pois a primeira providência da administração da “justiça” cortou meus auxilios doença e alimentação! OBRIGADO, TJ. OBRIGADO, PRESIDENTE DO SINDICATO.

  161. ANDRÉ DE SOUZA COELHO em

    Olá Caros amigos do SINJUR!
    Aos colegas filiados da cooperativa SICOOB-CREDJURD.
    A assembléia que definirá a forma de distribuição das sobras, inicialmente marcada para o dia 07/03/2015 foi antecipada para o dia 06/03/2015 às 18h e será realizada na Cidade de Porto Velho no auditório do TRT localizado na rua almirante barroso nº 600 centro. Maiores informações podem ser obtidas nos telefones 3026-1390 e 3026-2517.
    Atenciosamente,
    André Coelho

  162. Prezado Paulo, o processo dos 89,22% está com o relator, que está analisando o recurso do Sinjur e em seguida será pautado para julgamento, o que deverá ocorrer ainda neste semestre.

  163. Prezado Franklin, estamos trabalhando para melhorar cada vez mais o atendimento ao filiado. Inclusive, após a ampliação do hotel de trânsito de Porto Velho, o objetivo é deixá-lo igual ao de Ji-Paraná.

  164. Prezado Jesiel, os cálculos serão realizados por peritos e a escolha se dará após deliberação em assembleia.
    Os parâmetros serão baseados em fichas financeiras fornecidas pelo DRH.

  165. CLEBER RAIMUNDO LUCIO em

    Gostaria de saber como esta o andamento do mandado de segurança referente as folgas da justiça eleitoral.

  166. SENHOR PRESIDENTE DO SINJUR, PRECISAMOS DE INFORMAÇÕES ACERCA DO PAGAMENTO DAS AÇÕES DAS HORAS EXTRAS. SÃO INTERESSES DA CATEGORIA. AGUARDAMOS RESPOSTAS!

  167. ANDRÉ DE SOUZA COELHO em

    Olá Caros amigos do SINJUR!

    Aos colegas filiados da cooperativa SICOOB-CREDJURD.
    A assembléia que definirá a forma de distribuição das sobras, inicialmente marcada para o dia 07/03/2015 foi antecipada para o dia 06/03/2015 às 18h e será realizada na Cidade de Porto Velho no auditório do TRT localizado na rua almirante barroso nº 600 centro. Maiores informações podem ser obtidas nos telefones 3026-1390 e 3026-2517.

    Atenciosamente,

    André Coelho

  168. ANDRÉ DE SOUZA COELHO em

    Olá Caros amigos do SINJUR!

    Ótima notícia aos colegas filiados a cooperativa SICOOB-CREDJURD.
    As sobras do exercício do ano 2014 superaram os R$ 3.685.000,00 (três milhões, seiscentos e oitenta e cinco mil reais) para distribuir aos cooperados proporcionalmente ao seu capital. A assembléia que definirá a forma de distribuição será realizada na Cidade de Porto Velho no dia 07/03/2015 com local a definir. Maiores informações podem ser obtidas nos telefones 3026-1390 e 3026-2517.
    Atenciosamente,
    André Coelho

  169. Gostaria de saber se houve a reunião que estava prevista para o último final de semana, e se houve, informar quais os assuntos tratados.

  170. OSCAR ODILON GRAHL em

    Senhor Presidente: os inativos não se alimentam e não adoecem? É o que parece… Vossa Senhoria prometeu-me lutar por isso! ou esqueceu?

  171. RITA DE CÁSSIA RIBEIRO BERNINI em

    Gostaria de saber se alguém de Porto Velho estaria interessado em vir, por permuta, para Pimenta Bueno? Caso alguém tenha interesse, entrar em contato para combinarmos direitinho. ritabernini@tjro.jus.br, ou fone 81294548. Aguardo contato.

  172. FREDSON LUIZ CARVALHO MENDES em

    Parabéns ao SINJUR, nas pessoas de sua antiga/atual Diretoria, que através de inabalável luta conseguiu grande vitória nos reajustes do auxílio alimentação e “saúde”. Já está no contracheque de janeiro/2015.

  173. FRANKLIN CORREIA em

    Agradecer ao bençao e sua familia pelo acolhimento no alojamento do sinjur em ji-parana. Alojamentos do sinjur, 100% em favor dos servidores. Parabens a direçao do sinjur.

  174. JESIEL SOUZA DA ROCHA em

    Boa tarde colegas,

    Com relação aos Informes sobre a ação da hora extra, consta o seguinte parágrafo: “Paralelamente a essa ação, o processo judicial seguirá o trâmite normal, com os cálculos sendo realizados individualmente, por servidor”. Com relação a esta afirmação faço dois questionamentos:
    1) Quem ou qual empresa está realizando os cálculos?
    2) Quais os parâmetros utilizados para elaboração destes cálculos?

    É importante para nós servidores termos conhecimento destes cálculos, pois muito se falou de valores no ano passado.

    Jesiel Souza da Rocha
    Técnico Judiciário

  175. LILIAN OLIVEIRA DA SILVA em

    Gostaria de saber como está a questão de aumento para 2015 (salário, auxílio saúde e alimentação). Li uma notícia a um tempo atrás, mas não me recordo se era projeto ou já estava confirmado para janeiro e maio.
    Grata.

  176. FREDSON LUIZ CARVALHO MENDES em

    Eu não entendi o motivo do moderador deletar, ou não liberar minhas postagens, é algum tipo de repreensão????? Ou alguma proibição que eu não possa comentar aqui????

    Se por algum motivo enquanto servidor sindicalizado eu estiver sofrendo algum tipo de restrição, solicito que esta atitude seja comunicada formalmente, para que as coisas fiquem mais transparentes.

    Obrigado.

  177. IVONDERNILSON RODRIGUES DA SILVA em

    No final do ano passado, 2014, gerou-se uma expectativa no possível pagamento referente ao processo das horas extras, onde o mesmo já transitou e julgou. Entretanto, o ano passou, e nada foi recebido pelos servidores.
    Lembro-me que no dia das eleições para a “Nova” diretoria do Sinjur o então candidato Francisco Roque passou na minha sala de trabalho e afirmou, categoricamente, que no dia seguinte, independente do resultado das eleições, retornaria para informar em que situação estaria o referido processo.
    Pois bem, as eleições foram realizadas, “Nova” diretoria foi empossada, ano de 2014 acabou, e se quer houve o retorno do senhor Presidente para honrar com sua promessa e tão pouco foi divulgado qualquer posicionamento do andamento do processo das horas extras. Isso é respeito pelos filiados do sindicato?
    Hoje, 06/01/2015, dirigi-me a sede do sindicato, visto que todas as tentativas em obter algum posicionamento foram infrutíferas. Lá chegando fui recebido pela recepcionista, diga de passagem um “POÇO DE GENTILEZA”, para não dizer ao contrário, sendo que perguntei se havia presente algum membro da diretoria do sindicato sendo que a mesma apenas limitou-se a dizer que não tinha ninguém, continuou “TRICOTANDO” com outra funcionária. A diretoria deveria fazer uma reciclagem dos seus funcionários ou demitir e contratar pessoas mas preparadas, ou será que existe estabilidade para servidores regidos pela CLT?
    Por fim espero que o ano de 2015 seja melhor que os anos que passaram, porém, se continuar nesse marasmo, será um dos piores!!!

  178. ILCE NINOS CASTILHO em

    JUDICIÁRIO= DERRUBADO O AUXÍLIO-MORADIA PARA JUÍZES NO RS, E COM O APOIO DOS SERVIDORES
    http://sindjufe-mt.jusbrasil.com.br/noticias/159374058/judiciario-derrubado-o-auxilio-moradia-para-juizes-no-rs-e-com-o-apoio-dos-servidores?ref=news_feed

    JUÍZES COMO DEUS (Deuses são imortais e como diz o PAPA “vale uma visitinha ao cemitério”

    http://leonardosarmento.jusbrasil.com.br/artigos/159367466/juizes-efetivamente-como-deuses-em-uma-realidade-proxima?utm_campaign=newsletter-daily_20141222_477&utm_medium=email&utm_source=newsletter

    ESTÁ NA HORA DOS SINDICATOS SE UNIREM PARA EVITAR ABUSOS NOS AUXÍLIOS NA REFORMA DA LOMAN.

  179. FÁBIO LEVINO DE OLIVEIRA em

    O resultado das Eleições Sinjur 2014 demonstra que a categoria amadureceu o suficiente para, indo um pouco além de reconhecer os méritos de uma boa gestão, perceber entre as diferentes alternativas, aquela que incorporou a essência do sindicalismo de forma contemporânea, aguerrida e inteligente. É a expressão da vontade de compartilhar e não centralizar, estar presente e não distante, não ser mesquinho mas compreender o outro no exercício da empatia, e sim, lutar decididamente, mas com a sutileza que os novos tempos exigem e sem a doença da desconfiança. Portanto, parabéns SINJUR!

  180. OSCAR ODILON GRAHL em

    Parabéns Roque e toda a Diretoria! Infelizmente, não pude estar presente na votação, mas acho que o resultado serviu para demonstrar a diferença entre quem FAZ e quem sÓ tem PAPO!

  181. FRANKLIN CORREIA em

    ACHO QUE JÁ CHEGOU A HORA DE ACABAR COM O RASGA A SEDA EM RELAÇÃO A REELEIÇÃO DO ATUAL PRESIDENTE E COMEÇAR A CORRER ATRÁS DOS INTERESSES DO SERVIDOR. TODOS OS SERVIDORES ESTÃO APREENSIVOS COM O PAGAMENTO DESSAS HORAS EXTRAS. SENHOR PRESIDENTE DO SINJUR, O QUE DE FATO VAI ACONTECER, VAMOS OU NÃO VAMOS RECEBER ESSAS HORAS EXTRAS AINDA ESTE ANO? E ISSO QUE O POVO QUER SABER!

  182. LILIAN OLIVEIRA DA SILVA em

    Gostaria de saber o número do processo referente ao pagamento das horas extras. Sugiro para o responsável por divulgar as matérias sobre ações judiciais, sempre mencionar o número do processo, evita que a gente fique “horas” procurando.

  183. Sônia Mezzomo, sobre a redução do anuênio, a Assessoria Jurídica entrou com um Mandado de Segurança 0010276-19.2014.822.0000, que tem como relator o desembargador Valter de Oliveira. A liminar para a suspensão dos descontos não foi concedida, mas já entramos com agravo e a decisão deverá sair nos próximos dias.

  184. Prezado Ricardo, a análise está sendo realizada por um grupo de servidores da DIPES, conforme a Portaria N. 3015/2014-PR, publicada no DJE 201 de 28/10/2014. Na semana passada reiteramos o pedido, via ofício, ao presidente do TJRO para que sejam retirados os reflexos da ficha funcional e o trabalhador possa progredir imediatamente, além de poder vender as licenças prêmios.

  185. Olá Enoque, não houve recurso por parte do Estado nesse MS que determinou o pagamento da periculosidade aos Comissários. Ocorre que o presidente do TJRO determinou que fosse enviado à precatório. A Assessoria Jurídica já peticionou requerendo o pagamento, pois essa situação não é caso de precatório. Estamos aguardando o despacho.

  186. ILCE NINOS CASTILHO em

    Bom dia! poderiam me informar o número do mandado de segurança sobre a Resolução que alterou os dias das folgas? Obrigada! Ilce

  187. SONIA TEREZINHA MEZZOMO em

    E aí, como está a questão do anuênio? Já veio descontado no meu contra cheque deste mês de outubro. O que está sendo feito?

  188. RICARDO SOUZA RIBEIRO em

    Senhor Presidente,

    Solicitamos vossa intervenção junto ao Departamento de Recursos Humanos do TJRO, para que sejam agilizadas a análise dos Termos de Opção para Compensação dos Dias de Greve, principalmente, devendo-se priorizar a análise dos Termos de Opção 2013, Item 1.1 do Acordo do Dissídio Coletivo, vez que todos os servidores, que como eu, aderiram a essa opção, por meio de 100% da compensação, não tendo que cumprir jornada de trabalho extra, teriam logo seus direitos restabelecidos, ao contrário dos demais que aderiram ao Termo de Opção 2014, item 1.2, que ainda terão que laborar para cumprir o acordo.

    Portanto, enfatizo que é de imperiosa necessidade que nossos termos tenham prioridade na tramitação e publicidade dos atos, vez que os termos são, tão somente cadastrados no PROTOS, e não há qualquer trâmite registrado, levando-nos a crer que os mesmos não estão sendo analisados.

    Ademais, como já fomos deveras prejudicados neste acordo, pois tivemos que abdicar de saldo de licença prêmio e folgas, solicitamos, com urgência, providências do SINJUR para vermos nossos direitos restabelecidos e a consequente concessão de progressão funcional e licença prêmio, bem como sua conversão e demais direitos que encontram-se suspensos em razão das faltas anotadas.

    Atenciosamente,

    Ricardo Souza Ribeiro

  189. FREDSON LUIZ CARVALHO MENDES em

    Boa Festa para vocês meus amigos, este ano, em razão das faltas que tive, pois fiquei em greve por quase dois meses, não poderei participar da festa, estarei trabalhando, mas fico feliz que possam estar em pleno divertimento.

    Abraços

  190. WILSON GOMES DE SOUZA em

    Meu caro amigo Eudézio, bom saber que compartilhamos a opção de pedalar por aí. Embora minhas pedaladas ainda não alcançaram grandes distâncias como as percorridas pelo amigo, um dia eu chego lá! Um abraço, Wilson

  191. FRANCISCO GEOVANIO SILVA COSTA em

    Presidente e Diretoria, gostaria de lembrar que hoje já estamos no dia 08/10/2014, e ainda não foi publicada a convocação para a Eleição desse ano. Existe muito para providenciar e quanto menos tempo mais difícil se torna a realização do pleito. A luta continua, sempre.

  192. ENOQUE MENDES DA FONSECA em

    Roque, bom dia!
    Solicito por gentileza, informação acerca do andamento do Mandado de Segurança Nº 0009174-30.2012.8.22.0000, no qual trata do pagamento retroativo do adicional de Periculosidade devido aos Comissários de Menores.

  193. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    NOVO HORÁRIO…
    Juízes e servidores definem metas pra melhorar os serviços à população
    Importante ação do poder judiciário de Rondônia, a população do estado tem sido palco de muitas decepções, inclusive pelo próprio judiciário, como o reinício do processo da operação da policia federal denominada “termópolis” que envolvia vários políticos e autoridades em desvios de verbas, que, segundo decisão do pleno, teria, o processo, sido iniciado em vara errada (tóxico).
    Mas, o judiciário não tem decepcionado apenas a população, os próprios servidores, até hoje, não entendem o motivo da manutenção do horário, de duas horas na parte da tarde. Tendo sido comprovado que este horário não apresenta um volume de atendimento como o da manhã e eleva consideravelmente os custos nos contrato terceirizados (segurança, limpeza, ..)
    De modo participativo, nossa administração poderia usar esta excelente equipe de planejamento que temos para realizar um estudo mais profundo e encontrar uma solução para tanta insatisfação causada por uma decisão admnistrativa, tomada pelo presidente anterior, sem estudo algum.

  194. EUDÉZIO CARDOSO MONTEIRO em

    Viajar de bike é um sonho que vem tomando forma há alguns meses para Eudézio Cardoso, servidor da Comarca de Presidente Médici.

    A partir de outubro de 2014, ele pretende percorrer de bike, mais de 2.500 km pelo Estado de Rondônia, numa viagem solo que será feita em períodos alternados (férias, recessos, folgas…), em razão da indisponibilidade de tempo, saindo de Presidente Médici/RO, passando por todas as cidades do estado de Rondônia e consequentemente sem uma data prevista para conclusão, vez que fará em etapas.

    Tive a primeira experiência em uma cicloviagem quando fiz o Caminho da Fé e parte da Estrada Real, saindo de Tambaú/SP indo até Paraty/RJ, percusso de 640Km. Após realizar esta trip e ao decidir tirar férias e viajar pelo estado de Rondônia a pesquisa tem sido intensa, tentando planejar ao máximo, dentro do possível para uma viagem longa, diz Eudézio.

    É claro que não dá pra ter na ponta do lápis todo o caminho que será feito, ele está mais que sujeito a mudanças no andamento da viagem, nem todos os gastos, muito menos os dias que estará em cada lugar.

    E se no meio do caminho aparecer um lugar incrível que valha a pena desviar alguns quilômetros do roteiro inicial? E se uma cidade for incrível que mereça mais que uma passagem rápida por ela? E se no meio do nada uma casinha escondida chamar a atenção? Ou surgir aquele morador local, com um monte de histórias interessantes?

    Esse é o espírito da viagem, estar de olhos abertos para o que aparecer, e não apenas sair em busca de algo específico. O mais importante é o que vai ser encontrado pelo caminho, longe de uma meta ou um local, mas aquilo que fugiu do roteiro. E parafraseando o cicloviajante Guilherme Cavallari, a ideia é não transformar destinos em objetivos, para não sentir que distâncias percorridas são sinônimos de missão cumprida. Os objetivos com essa viagem não devem se resumir a quilômetros, dias ou pontos no mapa. Quanto mais impalpáveis as metas, mais surpreendentes serão os resultados, finaliza Eudézio Cardoso.

    Hoje existem muitos servidores e juízes no TJRO que praticam o ciclismo, na modalidade mtb, em diversas comarcas do estado, sendo este um esporte em franca ascensão.

  195. FREDSON LUIZ CARVALHO MENDES em

    Quando é que vocês vão atualizar o site e a página do face???? Tá na hora né???? Publicar o acordo de cumprimento de pena de reclusão e considerar a possibilidade de passar informações mais claras, no mínimo TRANSPARÊNCIA…

  196. RICARDO SOUZA RIBEIRO em

    Boa tarde Presidente,

    Gostaríamos de esclarecimento quanto ao Termo de Opção de Compensação de Faltas da Greve que o DRH lançou hoje no Portal do Servidor, pois há uma condicionante que não consta no Acordo do Dissídio Coletivo, qual seja:

    Progressão funcional e licença prêmio

    1. O servidor que estava com a concessão da licença prêmio e progressão funcional suspensos, em decorrência das faltas da greve, na medida em que forem compensadas/repostas, terão novamente seus direitos reestabelecidos.

    Acredito que ao assinarmos o Termo de Opção, já nos responsabilizamos pelo seu cumprimento, sob pena de não cumprido, ter os dias de faltas descontados em nossa folha de pagamento.

    O que poderá ser feito? Pois no meu caso ainda terei que parcelar com desconto em folha de pagamento. Então, terei que aguardar até o desconto da última parcela para ter os meus direitos restabelecidos. Não creio que seja justo!!!!!

  197. ILCE NINOS CASTILHO em

    Olá! gostaria de saber como ficou o fracionamento de férias? vai ser possível para o próximo ano?

  198. Por favor Sr Presidente ou Chagas, estou com processo paralisado desde 07/03/2014, no CONJUR , para análise a questão é que já enviei mais de 20 E-mails, para o Conjur e nada de informação o n. do processo é 0028111-19.2013.8.22.1111 PAGAMENTO DE DIFERENÇAS SALARIAIS– Aguardo uma resposta-Muito Grato.

  199. CLAUDINÉIA KESTER DE SOUZA em

    Dias atrás, postei uma mensagem aqui, mas até o presente momento não foi publicada. Por que as mensagens não tem sido atualizadas?

  200. Senhores Diretores,

    Creio que, assim como eu, a categoria está ansiosa por informações acerca das negociações/definições quanto a reposição das faltas (greve) e tantos outros assuntos de interesse da classe.
    Continuo aguardando.

    JOEL
    (14/09/14)

  201. FREDSON LUIZ CARVALHO MENDES em

    “02/09/2014 9h22 – Juízes e servidores devem ser valorizados, afirma presidente eleito do STF”

    Aqui pra nós vocês sabem que isso é uma falácia né ?????

    Me preocupa quando vocês republicam essas conversinhas fiadas….

  202. JUSCILEY DA CUNHA COSTA em

    Senhor Presidente.

    Venho por meio do presente solicitar que o Sinjur publique o acordo firmado no processo de dissídio coletivo da greve ocorrida no ano de 2013. Na íntegra, para conhecimento geral dos interessados.

  203. LUCILENE DE PAULA em

    Penso que a direção do nosso sindicato deveria pagar as horas em dinheiro daqueles que ficaram em greve, dinheiro da multa que não foi paga, em em consequencia muitos tiveram que voltar ao trabalho, enquanto que a minoria ficou responsável em levar essa greve nas costas. Na hora de fazer greve somos sindicato, na hora de assumir a responsabilidade pela greve é individual, problema meu e seu. É uma injustiça com os servidores que continuaram na luta. Muitos estão usando licença prêmio e outros benefícios particulares para pagar uma dívida que foi feita coletivamente.

  204. FREDSON LUIZ CARVALHO MENDES em

    Bom Dia!

    Só pra firmar que o “sindicato somos nós, nossa força nossa voz”

    como foi que ficou o acordo de encerramento da greve????

    vai ser homologado ainda neste semestre????

    abraços.

  205. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    eleições, 2014
    conforme portaria 1975/2014-PR foram licenciados para fins de atividade política os servidores:
    – Amado Ahamad Rahhal – analista – serviço médico
    – Ednei Lima Pinheiro – Técnico – cartório distribuidor
    – José Denivaldo Santos de Oliveira – Auxiliar Operacional – arquivo geral
    – Raimundo das Chagas Teixeira – Auxiliar Operacional – serviço de transporte
    desejo boa sorte ao valorosos colegas, agradeço pela postura de cidadão que busca uma oportunidade para mostrar sua competência para uma sociedade carente de políticos compromissados.

  206. RICARDO SOUZA RIBEIRO em

    Roque, já viu a resolução do TJBA sobre a mudança de horário:

    RESOLUÇÃO Nº 11, DE 23 DE JULHO DE 2014

    Dispõe sobre o expediente em turno único no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências.

    O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA, em sessão plenária realizada aos vinte e três dias do mês de julho do ano em curso, no uso de suas atribuições legais,

    CONSIDERANDO sua competência privativa para disciplinar o funcionamento dos respectivos órgãos jurisdicionais e administrativos, consoante dispõem os artigos 96, inciso I, “a”, da Constituição Federal e 11 e 123, inciso VI, da Constituição Estadual;

    CONSIDERANDO que o regime de plantão permanente em 1º e 2º graus de jurisdição garante a efetiva e ininterrupta prestação da tutela jurisdicional fora do horário do expediente forense, inclusive sábados, domingos e feriados;

    CONSIDERANDO a necessidade de otimizar o aproveitamento do quadro funcional deste Poder, concentrando suas atividades em único turno e uniformizando funcionamento de suas unidades;

    CONSIDERANDO que a alteração do horário de expediente busca precipuamente a melhoria da prestação jurisdicional pela eficiência operacional e gestão de pessoas;

    CONSIDERANDO a redução das despesas de custeio que advirão, notadamente no consumo de energia elétrica, água, telefone e contratações, favorecendo o cumprimento da Meta Prioritária nº 06/2010, do Conselho Nacional de Justiça;

    CONSIDERANDO que o turno único acarretará, para os servidores, a redução do tempo despendido no deslocamento diário, bem como das despesas correlatas e das dificuldades enfrentadas à mobilidade urbana;

    CONSIDERANDO que a existência de ferramentas eletrônicas disponibilizadas à população possibilita o acompanhamento dos feitos em tempo integral, inclusive sábados, domingos e feriados;

    RESOLVE

    Art. 1º.Instituir expediente em turno único de trabalho de 07 (sete) horas ininterruptas no âmbito das Unidades Judiciais do Poder Judiciário, no período compreendido entre 8h e 15h.

    § 1º – Fica mantido o horário de funcionamento dos Protocolos Judiciais e dos serviços de distribuição de 1º e 2º graus, onde houver, entre 8h e 18h, ininterruptamente.

    § 2º – Fica mantido o horário de funcionamento dos Juizados Especiais, entre 7h e 19h, em dois turnos de trabalho de 6 (seis) horas ininterruptas.

    Art. 2º.Os ocupantes de cargos de provimento efetivo cumprirão jornada de 30 (trinta) horas semanais de trabalho, em turno ininterrupto de 6 (seis) horas, salvo quando a Lei estabelecer duração diversa.

    Art. 3º.Os ocupantes de cargos comissionados e os que exercem função gratificada estarão sujeitos à jornada de trabalho mínima de 7 (sete) horas ininterruptas.

    Art. 4º.As audiências designadas para data posterior ao início da vigência desta resolução serão realizadas no dia marcado, adequando-se, quando necessário, ao novo horário de funcionamento do Poder Judiciário, no turno único.

    Parágrafo único – Somente em situações excepcionais, devidamente justificadas, será admitido o agendamento de novo dia para audiência já designada.

    Art. 5º – Autorizar a Presidência deste Tribunal a expedir normas complementares necessárias ao cumprimento desta resolução.

    Art. 6º – Esta resolução entrará em vigor 30 (trinta) dias após a data de sua publicação. Revogadas as disposições em contrário.

    Sala de sessões, em 23 de julho de 2014.

    Des. ESERVAL ROCHA
    Presidente
    Desª. MARIA DA PURIFICAÇÃO DA SILVA – 2ª Vice-Presidente
    Des. JOSÉ OLEGÁRIO MONÇÃO CALDAS – Corregedor Geral de Justiça
    Desª VILMA COSTA VEIGA – Corregedora das Comarcas do Interior
    Desª SÍLVIA Carneiro Santos ZARIF
    Desª LÍCIA de Castro Laranjeira CARVALHO
    Desª. IVETE CALDAS Silva Freitas Muniz
    Desª. SARA SILVA DE BRITO
    Desª. MARIA DO SOCORRO BARRETO SANTIAGO
    Desª. ROSITA FALCÃO DE ALMEIDA MAIA
    Des. CLÉSIO RÔMULO CARRILHO ROSA
    Desª. DAISY LAGO Ribeiro Coelho
    Des. JOSÉ CÍCERO LANDIN NETO
    Des. GESIVALDO NASCIMENTO BRITTO
    Des. CARLOS ROBERTO SANTOS ARAÚJO
    Des. NILSON SOARES CASTELO BRANCO
    Desª. HELOÍSA PINTO DE FREITAS VIEIRA GRADDI
    Desª. CYNTHIA MARIA PINA RESENDE
    Des. JEFFERSON ALVES DE ASSIS
    Desª. INEZ MARIA BRITO SANTOS MIRANDA
    Desª. GARDÊNIA PEREIRA DUARTE
    Des. EMÍLIO SALOMÃO PINTO RESEDÁ
    Des. AUGUSTO DE LIMA BISPO
    Des. JOSÉ ALFREDO CERQUEIRA DA SILVA
    Des. PEDRO AUGUSTO COSTA GUERRA
    Desª MÁRCIA BORGES FARIA
    Des. ALIOMAR SILVA BRITTO
    Des. JOÃO AUGUSTO ALVES DE OLIVEIRA PINTO
    Des. LUIZ FERNANDO LIMA
    Des. JATAHY JÚNIOR
    Des. MOACYR MONTENEGRO SOUTO
    Desª. IVONE RIBEIRO GONÇALVES BESSA
    Des. OSVALDO ALMEIDA BOMFIM
    Des. ROBERTO MAYNARD FRANK
    Desª RITA DE CÁSSIA MACHADO MAGALHÃES FILGUEIRAS NUNES
    Des. MAURÍCIO KERTZMAN SZPORER
    Desª. REGINA HELENA RAMOS REIS

  207. DEUSDETE PEREIRA DOS SANTOS em

    NOBRES SERVIDORES, E DIREÇÃO DO SINJUR, ESTOU COMPARTILHANDO ASSUNTO IMPORTANTE PASSADO A MIM POR UMA SERVIDORA

    RESOLUÇÃO Nº 11, DE 23 DE JULHO DE 2014

    Dispõe sobre o expediente em turno único no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências.

    O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA, em sessão plenária realizada aos vinte e três dias do mês de julho do ano em curso, no uso de suas atribuições legais,

    CONSIDERANDO sua competência privativa para disciplinar o funcionamento dos respectivos órgãos jurisdicionais e administrativos, consoante dispõem os artigos 96, inciso I, “a”, da Constituição Federal e 11 e 123, inciso VI, da Constituição Estadual;

    CONSIDERANDO que o regime de plantão permanente em 1º e 2º graus de jurisdição garante a efetiva e ininterrupta prestação da tutela jurisdicional fora do horário do expediente forense, inclusive sábados, domingos e feriados;

    CONSIDERANDO a necessidade de otimizar o aproveitamento do quadro funcional deste Poder, concentrando suas atividades em único turno e uniformizando funcionamento de suas unidades;

    CONSIDERANDO que a alteração do horário de expediente busca precipuamente a melhoria da prestação jurisdicional pela eficiência operacional e gestão de pessoas;

    CONSIDERANDO a redução das despesas de custeio que advirão, notadamente no consumo de energia elétrica, água, telefone e contratações, favorecendo o cumprimento da Meta Prioritária nº 06/2010, do Conselho Nacional de Justiça;

    CONSIDERANDO que o turno único acarretará, para os servidores, a redução do tempo despendido no deslocamento diário, bem como das despesas correlatas e das dificuldades enfrentadas à mobilidade urbana;

    CONSIDERANDO que a existência de ferramentas eletrônicas disponibilizadas à população possibilita o acompanhamento dos feitos em tempo integral, inclusive sábados, domingos e feriados;

    RESOLVE

    Art. 1º.Instituir expediente em turno único de trabalho de 07 (sete) horas ininterruptas no âmbito das Unidades Judiciais do Poder Judiciário, no período compreendido entre 8h e 15h.

    § 1º – Fica mantido o horário de funcionamento dos Protocolos Judiciais e dos serviços de distribuição de 1º e 2º graus, onde houver, entre 8h e 18h, ininterruptamente.

    § 2º – Fica mantido o horário de funcionamento dos Juizados Especiais, entre 7h e 19h, em dois turnos de trabalho de 6 (seis) horas ininterruptas.

    Art. 2º.Os ocupantes de cargos de provimento efetivo cumprirão jornada de 30 (trinta) horas semanais de trabalho, em turno ininterrupto de 6 (seis) horas, salvo quando a Lei estabelecer duração diversa.

    Art. 3º.Os ocupantes de cargos comissionados e os que exercem função gratificada estarão sujeitos à jornada de trabalho mínima de 7 (sete) horas ininterruptas.

    Art. 4º.As audiências designadas para data posterior ao início da vigência desta resolução serão realizadas no dia marcado, adequando-se, quando necessário, ao novo horário de funcionamento do Poder Judiciário, no turno único.

    Parágrafo único – Somente em situações excepcionais, devidamente justificadas, será admitido o agendamento de novo dia para audiência já designada.

    Art. 5º – Autorizar a Presidência deste Tribunal a expedir normas complementares necessárias ao cumprimento desta resolução.

    Art. 6º – Esta resolução entrará em vigor 30 (trinta) dias após a data de sua publicação. Revogadas as disposições em contrário.

    Sala de sessões, em 23 de julho de 2014.

    Des. ESERVAL ROCHA

    Presidente

  208. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    Senhores gestores, administradores, do poder judiciario de rondonia.

    em vista os recursos canalizados para o funcionamento de diversos seguimentos do poder judiciário, penso que poderia existir melhor preocupação com os dados inseridos no site para acesso ao público. Veja alguns pequenos exemplos pontuais:
    a) histórico da instituição esta desatualizado consta ainda com 13 desembargadores quando temos 21(http://www.tjro.jus.br/menu-instituicao);
    b) os contado das comarcas foram atualizados em agosto de 2011(http://www.tjro.jus.br/images/Arquivos/Contato/Distritos_Judiciarios-PDF_-_Copia.pdf);
    c) o portal dos servidores tem mais de 60dias sem atualização
    d) o controle de acesso não potencializa a utilização do recurso pelos servidores, não passa de um bloqueador, não consigo ter acesso a sites de consultas sequer para atualizar as tabelas de custas da contadoria (ex. sítio do gilberto mello, oficial de atualização, unb, fgv, IBGE. etc), o pior é que trabalho na contadoria.
    d) foram criadas várias paginas para varas como infância (http://www.tjro.jus.br/jijbemvindo), parece não existir o planejamento de continuidade, desta forma não funciona, esta toda desatualizada, inclusive com informações sobre autorização de viagem contrária a nova legislação. Com copia para a ouvidoria deste tribunal

  209. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    Ola colegas,
    em alguns minutos que parei para descansar a cabeça dos números aqui da contadoria, resolvi pesquisar alguns tribunais com relação ao horário.
    veja o que encontre.
    Horarios de atendimentos

    Tribunal de justiça em são paulohttp://www.tjsp.jus.br/Institucional/PrimeiraInstancia/EnderecosHorarioAtendimento/Default.aspx?f=7
    12:30 as 19:00
    Tribunal de justiça de distrito federal http://www.tjdft.jus.br/funcionamento/horario-de-funcionamento
    12 às 19 horas.
    Tribunal de justiça do espirito santo https://www.google.com.br/#q=horario+tribunal+sc+cnj
    12 às 19 horas
    ora, se é possível porque não é viável.
    por favor me ajudem a balançar esta bandeira. o nosso horário do tribunal de justiça de Rondônia, não tem sentido e nem motivos sustentáveis.
    -retorno de 7 as 13 já.

  210. PAULO JOÃO OLIVER DURAN em

    Roque, quero saber se ingressaram também com ações judiciais dos servidores admitidos após março/1987 até 1991 e se existe alguma luz no final do túnel. RESPONDA POR FAVOR.
    – PAULO DURAN de Ariquemes/RO.

  211. ADENILSON FERREIRA DO NASCIMENTO em

    Sinjur, quero tirar licença prêmio mas tenho as faltas da greve; quando saírá o resultado/decisão entre as reuniões feitas; quero pagar, só estou esperando a decisão final; quanto ao horário, parabéns ao TJ/BA; quanto ao horário do TJ/RO, péssimo, desistimulante…; o que o Sinjur/RO esta fazendo a respeito…não vejo informações, estou desistimulado, descrente até com o Sinjur/TJ/RO

  212. ADENILSON FERREIRA DO NASCIMENTO em

    TJ/BA altera horário

    Resolução nº 11 de 23 de julho de 2014

    CONSIDERANDO sua competência para disciplinar o funcionamento dos respectivos órgãos jurisdicionados e administrativos, consoante dispõem os artigos 96, inciso I, “a”, da Constituição Federal e 11 e 123, inciso VI, da Constituição Estadual:
    CONSIDERANDO a necessidade de otimizar o aproveitamento do quadro funcional deste poder, concentrando suas atividades em turno único e uniformizando funcionamento de suas atividades;
    CONSIDERANDO que a alteração do horário de expediente busca precipuamente a melhoria da prestação jurisdicional pela eficiência operacional e gestão de pessoas;
    CONSIDERANDO a redução das despesas de custeio que advirão, notadamente no consumo de energia elétrica, água, telefone e contratações, favorecendo o cumprimento da meta prioritária nº 06/2010 do CNJ;
    CONSIDERANDO que o turno único acarretará, para os servidores, a redução do tempo despendido no deslocamento diário, bem como das despesas correlatas e das dificuldades enfrentadas à mobilidade urbana;
    CONSIDERANDO que a existência de ferramentas eletrônicas disponibilizadas à população possibilita o acompanhamento dos feitos em tempo integral, inclusive sábados, domingos e feriados;
    RESOLVE:
    Art. 1º. Instituir expediente em turno único de trabalho de 07 horas ininterruptas…
    Art. 2º. Os ocupantes de cargo de provimento efetivo cumprirão jornada de 30 horas semanais de trabalho em turno ininterrupto de 06 horas, salvo quando a Lei estabelecer duração diversa;
    Art. 3º. Os ocupantes de cargo comissionado e os que exercem função gratificada estarão sujeitos à jornada mínima de 07 horas ininterruptas

  213. Olá bom dia, há alguns dias perguntei sobre horário e a pesquisa do clima organizacional, ainda não foi publicado, então tentando de novo, nada a declarar a respeito? Nada de novo para dar um pouco de ânimo? Esse horário acaba com a vida servidores, e nada pode ser feito?

  214. RICARDO SOUZA RIBEIRO em

    Caro Roque,
    Alguma novidade quanto à tentativa de acordo com relação à compensação de faltas dos servidores que participaram da greve. Estamos ansiosos e no aguardo do fechamento do acordo para podermos gozar de nossos benefícios, como progressão e conversão de licença prêmio em pecúnia.

  215. Clima organizacional, horário? Não acontece nada de novo? ninguém diz nada, Socorrroooooo

  216. ALINI SILVA RIBEIRO DE MORAES em

    Caro Roque,
    nós de Vilhena, e acredito que em todas as outras Comarcas está acontecendo o mesmo.
    Não quero aqui criticar sem pleno conhecimento do caso, mas ao que parece a instrução n. 004/2014-PR, veio somente para prejudicar o servidor que substitui um colega.
    Pelo que entendi o Chefe de Cartório substitui o Diretor e durante o período de 30 dias deve cumular os dois cargos, requerendo o pagamento de um dos salários. Quer dizer, fica com duas funções, trabalha em dobro e recebe um só pagamento. Ou seja, o trabalho é em dobro, o salário não.
    Após os 30 dias, entra no jogo um substituto para o Chefe de Cartório, que possivelmente, aliás, com certeza não vai receber nada a mais.
    Em caso de substituição do Chefe de Cartório, pelo que vi é pior ainda, porque somente fará jus a receber se substituir acima de 30 dias. No meu caso e acredito que no caso de infinitos outros colegas, nunca alcançaremos mais que trinta dias, pois os chefes nunca ficam mais que esse período afastados.
    QUERO SABER SE ESSE ENTENDIMENTO ESTÁ CORRETO, E QUERO TAMBÉM SABER QUAL O PROCEDIMENTO PARA PEDIR QUE ME TIREM DA SUBSTITUIÇÃO, PORQUE ENTENDO QUE NÃO SOU OBRIGADA A SUBSTITUIR ALGUÉM DE GRAÇA.
    PEÇO QUE ME RESPONDA, PRINCIPALMENTE PORQUE TENHO CERTEZA QUE SUA RESPOSTA VAI AJUDAR OUTROS COLEGAS.
    E mais, acredito que o SINJUR deva tomar alguma atitude contra isso, não é justo para o servidor.
    Um abraço.
    Alini – Vilhena/RO
    Caso alguém entenda diferente ou saiba mais um pouco sobre o assunto, me liguem: 8434-9336, 9333-3483.

  217. SIMONE CRISTIANE SCARABEL em

    Cade o resultado da Pesquisa de Clima Organizacional? O Sindicato deve cobrar um resposta.

  218. RITA DE CÁSSIA RIBEIRO BERNINI em

    E os 89 não houve mais nenhuma negociação? Não temos expectativa? Nenhum acordo a curto prazo?? Nada para nos alegrar??

  219. Caro Ricardo, as ações judiciais serão interpostas. Neste momento estamos aguardando o julgamento dos recursos administrativos e ao mesmo tempo fazendo a coleta de novas provas e documentos para o ingresso da ação judicial. O seu recurso já foi julgado e pedimos que você entre em contato com a Assessoria Jurídica do Sinjur, pois só assim será possível ajuizar a sua ação.

  220. Companheiro John Kennedy, realmente as vagas existentes hoje já não suprem mais a demanda. É necessária a ampliação do hotel de trânsito de Porto Velho, com certeza. Em relação aos colaboradores do Sinjur, respeito a sua opinião, mas discordo. Todos, sem exceção, são prestativos e preparados e estão sempre à disposição para bem atender. Se você tem alguma reclamação para fazer, pode fazer diretamente para a diretoria, pois que tomaremos as providências necessárias. Sobre o horário, faremos as mobilizações para que ocorram as mudanças desejadas.

  221. ANTÔNIO REGINALDO BARROS CUNHA em

    Bom dia Presidente Roque
    Por favor, você poderia ver para mim sobre um protocolo que está com o Diretor da COINF, desde o dia 27/01/2014 só para responder as seguintes informações: 1º Descrição pormenorizada das atividades desempenhadas pelo servidor; 2º Qual o período em que o servidor alega ter laborado em desvio de função. Se perguntarem isso para mim eu saberei responder em uma hora.

  222. JOSE RICARDO DA SILVA SOUZA em

    Caro Presidente do SINJUR, em 30.04.2014 perguntei aqui se o SINJUR pretendIa entrar com ação judicial em nosso favor para recebermos a devida diferença salarial retroativa a que os Diretores de Cartório tem direito, e, o Senhor, em 12.05.2014, respondeu que o SINJUR estraria com tal ação já nos próximos dias. Como já se passaram quase dois meses, peço que nos informe o número da ação proposta para acompanhamento. Grato!

  223. ILCE NINOS CASTILHO em

    Concordo com o Fredson e espero que essa Assembleia do dia 03 tenha trazido alguma definição. Estou de férias em outro Estado e esperando ansiosa por alguma notícia neste portal. O facebook do Sinjur também não se presta a informar algo que realmente queremos saber.

  224. JOHN KENNEDY NUNES MOURÃO em

    Presidente:
    Com as novas contratações de servidores do TJ, ficou claro e notório o aumento da demanda nos hoteis de transito. Em função desta demanda, ao meu ver, não há como evitar e prolongar mais a ampliação dos hoteis. Outra questão é sobre o transporte de servidores hospedados, onde não há uma padronização de atendimento aos usuarios, e eu acho, nem qualificação dos motoristas pra este fim. Considerando estes argumentos, deixo minhas considerações para que sejam levadas em Assembleia, e se tome providência para o problema.
    Outra questão é sobre a concientização e mobilização dos servidores em relação ao horario de trabalho do servidor, haja vista ser uma questão administrativa do TJ, mas o servidor pode mobilizar e fazer campanhas em relação ao descaso do TJ, isto tudo organizado e apoiado pelo nosso sindicato.
    Considerações.

  225. FREDSON LUIZ CARVALHO MENDES em

    Caro Presidente,

    Como é do Vosso conhecimento, eu não posso, momentaneamente, participar das assembleias, mas, embora não tenha sido percebido, eu estava lá…

    e quando falo de feijão com arroz me refiro a questões basilares da categoria, que nosso sindicato, infelizmente, tem deixado para melhores oportunidades…

    penso que deveríamos ser mais objetivos, é incompreensível passar uma assembleia inteira discutindo a diferença entre ação administrativa e ação judicial, ainda mais quando estamos inseridos na máquina judiciária…mas enfim, certas coisas nós ainda conseguiremos compreender com o tempo, coisa que nesse momento eu não consigo…

    se a questão da greve ainda vai ser discutida com o pr do tj, entendo que ela não deveria fazer parte da pauta da assembleia, bastava apenas no decorrer do dia ser mencionado que ainda estava em negociação…

    mas agradeço pela atenção.
    Abraços

  226. Caro companheiro Fredson, o único assunto que ainda não houve novidades é em relação à greve. Estamos aguardando a reunião com o Presidente do TJRO, que segundo informações do gabinete dele, será, enfim, realizada esta semana. Sentimos a sua falta na assembleia para colaborar no engrandecimento das deliberações. Semana que vem haverá outra assembleia.

  227. FREDSON LUIZ CARVALHO MENDES em

    Mais uma vez a assembleia foi palco do atendimento de demandas de alguns, infelizmente, não é a primeira assembleia, nem a primeira diretoria que menciona como Pauta de Assembleia: feijão, arroz, transposição, ações judiciais, XY%; mas no final só tratam dos mesmos assuntos deixando o feijão com arroz de fora…é uma tristeza…

  228. DEUSDETE PEREIRA DOS SANTOS em

    Reflexão: dinheiro não traz felicidade, quanto mais se ganha mais se gasta, o importante é ter saúde.

    UM DIA O RICO FALOU TUDO ISSO PARA O POBRE VIVER FELIZ, SE ENGANAR, SE ALIENAR.

    Sociologicamente, o homem evoluiu da pré-história ao capitalismo, digamos, saiu de um estado inconsciente para um consciente, vivo, esperto, criativo, entre outros adjetivos.

    Alguém sabe o que é a felicidade? Já ouvir, eu mesmo já falei, estou feliz porque vou viajar, porque fui aprovado, porque tive um bom reajuste salarial, porque conseguir uma consulta com o médico tal, etc. Etc. Então, a felicidade é um termo conotativo e o dinheiro, criado por nós seres humanos, faz parte dessa felicidade.

    Os chavões expostos no título foram invencionice dos donos do capital para alienar, certamente, o seu subalterno, o trabalhado, para ficar com a mais valia (lucro). Aqui não temos a mais valia porque o dinheiro sai e volta de nossos salários e a grande maioria quem paga mesmo são os trabalhadores da iniciativa privada, sim, trabalhadores. Porque são os trabalhadores que produzem tudo e consomem também; as empresa apenas recebem os impostos embutidos nos preços das mercadorias e repassam para o governo.

    Porém, o que vem dos impostos para nos pagar, porque somos parte do governo, é um pingo; a maior fatia fica com os magistrados, não é verdade? Pois é. Eu não estou feliz com o meu salário por que o reajuste mal cobriu os valores reajustados pelo plano de saúde. A inflação está galopante e não consigo levar para o meu lar os mesmos alimentos que compravam antes, visto que IPCA aumentou bastante. E continua em ascensão. A felicidade é uma salada, é uma mescla ou somatória de várias ingredientes, da qual faz parte o dinheiro.

    Não adianta, dizer ao colega: – não está feliz, então saia e vá buscar novo emprego. Ocorre que todos somos governo, somos concursados e antigos à porta da aposentadoria e precisamos que seja feita a justiça real em relação ao nosso aumento salarial, que diferente de reajuste salarial. Porque o reajuste obtido, a UNIMED levou. Precisamos de bom persuasão, de “jogo de cintura”, para sobrevivermos com o que ganhamos. Tem servidor ganhando bem, mas esses são uma pequena fatia. Hipoteticamente, muitos servidores não estão felizes com o seu salário, o tempero de aquisição do alimento, medicamento, moradia e lazer. Por Deusdete Santos

  229. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    Justiça determina estruturação do Conselho Tutelar do município de Vale do Anari – RO.

    Preocupado com a manutenção do sistema de proteção da criança e do adolescentes, acertadamente em uma liminar, em ação civil pública nº 0001227-91.2014.8.22.0019, o juiz de Direito Rogério Montai de Lima, titular da comarca de Machadinho do Oeste (RO), determinou que o município de Vale do Anari (RO) estruture o Conselho Tutelar, detalhando inclusive os itens que devem ser disponibilizados para os trabalhos dos conselheiros.
    Após a destituição dos serviços do comissariado pelo judiciário de Rondônia, o judiciário lavou as mãos aos riscos que incorrem este público (criança e adolescente) e a já enorme demando dos conselhos tutelares, passaram a ser maior ainda já e o que é pior a atitude isolada do judiciário pegou de “calças curtas” os prefeitos de Rondônia, e não houve acompanhamento (planejamento). Dr. Rogério, que já exerceu o papel de juiz da infância em Porto Velho, parabéns pela sua coragem e atitude. resta saber se será cumprida pois ações semelhante contra o governo de Rondônia, no caso da construção do espaço para cumprir medidas sócio-educativas, até hoje, cobra-se a multa e o recurso não é aplicado na solução do problema.

  230. RICARDO SOUZA RIBEIRO em

    Despacho do DRH em meu protocolo nº 0031419-29.2014.8.22.1111, referente pedido de conversão de licença prêmio em pecúnia:
    “O servidor completaria o 1º lustro com direito a 90 dias de licença prêmio em 02/05/2014 caso não tivesse 24 dias de greve lançados em seus assentamentos funcionais. Em virtude das faltas da greve, o direito a licença prêmio foi retardado em 24 meses, pois segundo o artigo 125, § único da L.C. 068/92, para cada falta retarda-se um mês para concessão da licença- prêmio e o próximo lustro se dará somente em 21/04/2016. Camila Gorayeb Ishibarro Técnico Judiciário Gustavo Luiz Sevegnani Nicocelli Diretor da Divisão de Pessoal”.
    Considerando a visita do Roque em nossa comarca (Guajará-Mirim) no dia 23/05, que já está por dentro do assunto, reitero meu pedido para que não sejamos prejudicados.

  231. OSCAR ODILON GRAHL em

    Ontem à noite (15/5), aqui em CEREJEIRAS (pra quem não sabe, CAPITAL DO MUNDO), recebemos a visita do Presidente Roque e do Diretor Cristian! Eu, que por motivo de saúde, não pude participar da reunião, tive a honra de recebê-los em minha humilde morada, numa visita de cortesia. Agradeço de público a deferência recebida dos dirigentes do NOSSO Sindicato. OBRIGADO pelo carinho.
    E PARABÉNS SINJUR, PELA PASSAGEM DOS 25 ANOS!
    PARABÉNS A TODOS NÓS, SERVIDORES!

  232. JOSÉ CARLOS SANTOS DA SILVA em

    Liberdade, Liberdade abre as asas sobre nós e que a voz da igualdade seja sempre a nossa voz… o refrão ainda ecoa do Hino e do Samba Enredo que traduzem os anseios daqueles que lutam pela democracia plena. 25 anos de um jovem lutador e está a cada dia ficando mais responsável, cauteloso, cordato e intrépido em suas ações.
    PARABÉNS SINJUR!
    PARABÉNS A TODOS NÓS, SERVIDORES!
    PARABÉNS ÁQUELES QUE COMEÇARAM A LUTA E JÁ NÃO ESTÃO ENTRE NÓS!

    SINJUR SOMOS TODOS NÓS!

  233. WAGNER DOS SANTOS SILVA em

    Bom dia Caro Colegas, Hoje faz um ano que deflagramos o nosso movimento grevista, parabens aos colegas que foram a luta, que apesar de tudo, até hoje sofremos a consequência daquele movimento, mais mostramos pro TJ que ainda somos fortes, espero que ainda este mês temos alguma posição sobre as faltas anotadas na nossa ficha funcional.

  234. OSCAR ODILON GRAHL em

    Essa página parece as obras do PAC: não desenvolve de forma alguma. QUE MARASMO… São tão poucos os servidores que se interessam pelos assuntos de SEU PRÒPRIO interesse, que o Sinjur nem se preocupa em esclarecer as coisas muito rápido! BRASILEIRO É TÃO BONZINHO…

  235. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    ai Kleber, a sua duvida quanto a moderação é muito boa, essa pagina é colocada para expressão do servidor, penso que o presidente Roque, ainda esta agindo como quando no portal do servidor, que de tanta moderação, atualmente so se posta feliz aniversário e meus pesames.

  236. Caro Kleber, estou em visita às Comarcas. E retorno sábado a Porto Velho. Até domingo postarei as informações solicitadas. Agradeço a compreensão. Forte abraço.

  237. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    Hiram Marques, o primeiro Desembargador rondoniense, poderia ser um momento de mais alegria não tivesse, vossa excelência, proferido um dos seus primeiros votos, para retirar da sociedade rondoniense um serviços mais do que importante, essencial. Os comissários da infância de Rondônia apresentaram durante décadas resultados comprovados e aprovados pela própria sociedade em favor da proteção e desenvolvimento da criança e do adolescente. Os critérios para tal decisão é ainda mais preocupante, visto que outro desembargador, este, já com maior bagagem no assunto que aquele, pois foi a maior autoridade na área da infância, então Des. Valdeci Castelar, avocou ao estatuto da criança e do adolescente – ECA, como fundamento para tal extinção, porém, confuso, quando ele próprio afirma que a competência para a prestação do serviço, ora oferecidos pelo poder judiciário, através dos comissários é concorrente ao ministério publico e conselho tutelar. Qual prejuízo teria a sociedade em que os três seguimentos prestassem os serviços? Posso responder, nenhum. Não teria sido esta a intenção do legislador do ECA quando ampliou os serviços de proteção a infância com o conhecido advento da prioridade absoluta? Após assistirmos tristes cenas da alagação de porto velho e alguns municípios e também do descaso do recurso público, através das obras inacabadas a exemplo dos viadutos de porto velho. Retirar o apoio do poder judiciário de Rondônia desta luta pelos direitos das crianças e adolescentes é a verdadeiro calamidade pública.

  238. JUSCILEY DA CUNHA COSTA em

    Por unanimidade, o Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou a tribunais de Justiça de 26 unidades da Federação a imediata instauração de processo administrativo junto às respectivas Corregedorias-Gerais de Justiça para apurar e regularizar todas as situações que envolvam desvio de função de seus servidores. Pela decisão, tomada nesta terça-feira (6/5), durante a 188ª Sessão Ordinária, os tribunais devem providenciar o retorno aos cargos de origem de todos os servidores desviados de suas funções. A mesma determinação foi proferida na 187ª Sessão Ordinária do CNJ em relação ao Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJAC).

    A decisão desta terça-feira (6/5) foi tomada no julgamento conjunto de 26 pedidos de providência que têm o CNJ como requerente. Eles foram relatados pela conselheira Deborah Ciocci, cujo voto foi seguido pelos demais conselheiros em plenário. A motivação desses pedidos de providência, conforme o voto da relatora, é o resultado do trabalho de inspeção realizado pela Corregedoria Nacional de Justiça junto aos tribunais de Justiça de todo o País. Nessas inspeções foram constatados casos de desvios de função de servidores, principalmente ocupantes de cargos efetivos na primeira instância requisitados para atuar no segundo grau.

    Segundo o voto da conselheira Deborah Ciocci, “convém apontar que o indesejado desvio de função ocorre quando o servidor é designado para exercer, de forma não excepcional, não transitória e/ou sem contraprestação específica, atividades diversas das inseridas no rol legal das atribuições previamente determinadas e que devam ser acometidas ao titular do cargo efetivo em que foi provido. Na prática, tal desvio é o exercício de fato de funções que se enquadram em cargo diverso do qual o servidor foi formalmente investido”.

    Ainda conforme o voto da relatora, “o desvio de função é ato atentatório ao princípio da legalidade, pois sua configuração provoca efeitos deletérios para a administração pública, notadamente com violação dos princípios da moralidade administrativa e da eficiência. Pode, ainda, provocar enriquecimento ilícito para o Estado”. Para a conselheira, a administração de cada tribunal deve “conhecer a realidade de todos os setores, secretarias e varas, notadamente da primeira instância, para poder planejar e organizar sua estrutura de pessoal, tendo como prioridade as demandas originárias dos jurisdicionados, com foco na qualidade dos serviços”.

    Primeiro grau – A conselheira Deborah Ciocci também ressalta o fato de o desvio de função agravar as dificuldades enfrentadas pela primeira instância do Judiciário, responsável por 90% de todos os processos judiciais em tramitação no País e sem a necessária estrutura orçamentária e de pessoal para atender a essa demanda.

    “O desvio de função provoca nefasto efeito para a estrutura organizacional do tribunal, pois, além de ser prejudicial para o bom gerenciamento do primeiro grau de jurisdição, por vezes com a elevação da taxa de congestionamento processual, pode também adiar concursos públicos e novas nomeações, sendo tal ação danosa para a estratégia de gestão que o órgão necessita”, escreveu a relatora no voto.

    Deborah Ciocci citou em seu despacho as ações adotadas pelo CNJ com o objetivo de racionalizar a distribuição do orçamento e da força de trabalho nos tribunais. Um exemplo é a publicação da Portaria n. 155/2013, que instituiu Grupo de Trabalho encarregado de elaborar estudos e formular propostas para implementação de uma política nacional voltada à priorização do primeiro grau de jurisdição dos tribunais brasileiros.

    Ainda conforme o voto da conselheira,“ brilhante trabalho vem sendo desenvolvido junto ao Processo CNJ 0007638-60.2013.3.00.0000 (Ato Normativo) no sentido de fomentar amplo debate acerca de uma proposta de Resolução sobre a distribuição da força de trabalho e de orçamento nos órgãos do Poder Judiciário de primeiro e segundo grau. Tal procedimento conta, inclusive, com importantes informações, dados, críticas e sugestões coletadas na Audiência Pública realizada nos dias 17 e 18 de fevereiro de 2014”.

  239. OSCAR ODILON GRAHL em

    Essa página parece as obras do PAC: não desenvolve de forma alguma. QUE MARASMO….

  240. KLEBER GILBERT DA SILVA em

    Bom dia! Sr. responsável pela moderação das postagens do site. Há algum motivo para não postar minha mensagem? Preciso da informação referente o questionado abaixo.

    “Bom dia!!, Sr. Roque, quero informações acerca dos 16,66% referente diferença 1hora (inconstitucional) trabalhada durante 02anos no TJRO (07h às 14h – trabalho de 7 horas ininterruptas) ou o número dos autos da ação judicial ou PCA que trata desse assunto.??”…

  241. KLEBER GILBERT DA SILVA em

    Bom dia!!, Sr. Roque, quero informações acerca dos 16,66% referente diferença 1hora (inconstitucional) trabalhada durante 02anos no TJRO (07h às 14h – trabalho de 7 horas ininterruptas) ou o número dos autos da ação judicial ou PCA que trata desse assunto.????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????
    Informações: TJMT: Os Servidores do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso cumpriram o determinado na Lei nº.. 9.319/2010 durante seu lapso temporal de vigência, ou seja, jornada de trabalho de 7 horas ininterruptas. Assim, nestas condições, fazem jus aos valores estabelecidos na Lei, especificamente no que tange à segunda parcela de 16,66%, ou seja, agora, não mais referente ao direito de incorporação dessa 2ª parcela, pois a lei foi revogada, mas sim direito ao passivo correspondente a data de 1º de julho de 2010 (entrada em vigência do item II, do art. 11, da Lei 9.319/2010) até 20 de maio de 2011 (saída de vigência da Lei 9.319/2010 face ter sido revogada pela Lei 9.532/2011), período em que a Lei nº. 9.319/2010 vigeu. Passivo este a título de INTRAJORNADA LABORAL (7 horas ininterruptas).
    OPÇÕES NO Maranhão: O projeto do Sindjus-MA conta com o apoio da Associação dos Magistrados do Maranhão – AMMA e pretende assegurar o direito de opção pela jornada de trabalho de 7 horas para os servidores que optarem pelo recebimento da Gratificação por Atividade Judiciária – GAJ, como compensação pela jornada de trabalho extraordinário que exceder às 6 horas diárias fixadas pela Lei Estadual 6107/94, como jornada padrão para todos os servidores públicos efetivos do Estado do Maranhão.

  242. KLEBER GILBERT DA SILVA em

    Bom dia!!, Sr. Roque, quero informações acerca dos 16,66% referente diferença 1hora (inconstitucional) trabalhada durante 02anos no TJRO (07h às 14h – trabalho de 7 horas ininterruptas) ou o número dos autos da ação judicial ou PCA que trata desse assunto.

    Informações: TJMT: Os Servidores do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso cumpriram o determinado na Lei nº.. 9.319/2010 durante seu lapso temporal de vigência, ou seja, jornada de trabalho de 7 horas ininterruptas. Assim, nestas condições, fazem jus aos valores estabelecidos na Lei, especificamente no que tange à segunda parcela de 16,66%, ou seja, agora, não mais referente ao direito de incorporação dessa 2ª parcela, pois a lei foi revogada, mas sim direito ao passivo correspondente a data de 1º de julho de 2010 (entrada em vigência do item II, do art. 11, da Lei 9.319/2010) até 20 de maio de 2011 (saída de vigência da Lei 9.319/2010 face ter sido revogada pela Lei 9.532/2011), período em que a Lei nº. 9.319/2010 vigeu. Passivo este a título de INTRAJORNADA LABORAL (7 horas ininterruptas).
    OPÇÕES NO Maranhão: O projeto do Sindjus-MA conta com o apoio da Associação dos Magistrados do Maranhão – AMMA e pretende assegurar o direito de opção pela jornada de trabalho de 7 horas para os servidores que optarem pelo recebimento da Gratificação por Atividade Judiciária – GAJ, como compensação pela jornada de trabalho extraordinário que exceder às 6 horas diárias fixadas pela Lei Estadual 6107/94, como jornada padrão para todos os servidores públicos efetivos do Estado do Maranhão.

  243. JOSE RICARDO DA SILVA SOUZA em

    Boa noite! Tendo em vista a decisão negativa preferida no processo administrativo Protocolo: 0004711-39.2014.8.22.1111, gostaria de saber se o SINJUR pretende entrar com uma ação judicial em nosso favor para recebermos a devida diferença salarial retroativa a que os Diretores de Cartório tem direito?

  244. KLEBER GILBERT DA SILVA em

    OPÇÕES NO Maranhão: O projeto do Sindjus-MA conta com o apoio da Associação dos Magistrados do Maranhão – AMMA e pretende assegurar o direito de opção pela jornada de trabalho de 7 horas para os servidores que optarem pelo recebimento da Gratificação por Atividade Judiciária – GAJ, como compensação pela jornada de trabalho extraordinário que exceder às 6 horas diárias fixadas pela Lei Estadual 6107/94, como jornada padrão para todos os servidores públicos efetivos do Estado do Maranhão.

  245. KLEBER GILBERT DA SILVA em

    Bom dia!!, Sr. Roque, quero informações acerca dos 16,66% referente diferença 1hora (inconstitucional) trabalhada durante 02anos no TJRO (07h às 14h – trabalho de 7 horas ininterruptas) ou o número dos autos da ação judicial ou PCA que trata desse assunto.

    Informações: TJMT: Os Servidores do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso cumpriram o determinado na Lei nº.. 9.319/2010 durante seu lapso temporal de vigência, ou seja, jornada de trabalho de 7 horas ininterruptas. Assim, nestas condições, fazem jus aos valores estabelecidos na Lei, especificamente no que tange à segunda parcela de 16,66%, ou seja, agora, não mais referente ao direito de incorporação dessa 2ª parcela, pois a lei foi revogada, mas sim direito ao passivo correspondente a data de 1º de julho de 2010 (entrada em vigência do item II, do art. 11, da Lei 9.319/2010) até 20 de maio de 2011 (saída de vigência da Lei 9.319/2010 face ter sido revogada pela Lei 9.532/2011), período em que a Lei nº. 9.319/2010 vigeu. Passivo este a título de INTRAJORNADA LABORAL (7 horas ininterruptas).

  246. SIMONE CRISTIANE SCARABEL em

    Como tá difícil de mudar esse horário de funcionamento do TJRO, sindicato poderia propor que pelo menos nas sextas-feiras o horário fosse de 07h às 14h. Como ocorre no MP.

  247. FABIANO DE SOUSA GUTIERREZ em

    Boa noite Ilce!
    Minha postagem foi direcionada e não foi para a senhora. Estou sempre a disposto a ajudar e ainda mais se for para melhorar para todos.
    Gostaria muito que as pessoas do Tribunal pensassem na coletividade. Nossos amigos pensam só no individual e esquecem das lutas que devem ser em conjunto.
    Muitos só estão recebendo o reajuste de 5,87% pelo esforço coletivo. E de forma oportunista e sorrateira, fazem postagem no facebook, publicam fotos, fazem críticas e indagações tentando enfraquecer, confundir e desorientar nossos amigos.
    Como falei anteriormente estou disponível para ajudar. Pode mandar seu email, que irei enviar os links para tentar solucionar nossos problemas.

  248. OSCAR ODILON GRAHL em

    Parabéns Ilce, continue lutando! E defenda também a extensão dos auxilios saúde e alimentação para os inativos! Pena que a maioria dos servidores do TJ sejam tão omissos!!!

  249. OSCAR ODILON GRAHL em

    Ok., vamos aguardar os detalhes do novo plano. Mas reforço a sugestão do auxilio saúde e 50% do auxilio alimentação. Obrigado!

  250. ILCE NINOS CASTILHO em

    Ah, Gostaria de dizer para o Fabiano que a postagem sobre o aumento dos contratos individuais referentes ao índice da ANS não foi postada pelo Gustavo. Foi eu que postei e o Gustavo simplesmente comentou. Todavia, já expliquei em postagem anterior que o índice da ANS poderia servir como parâmetro. Além do que ainda acho que o aumento percentual maior para os acima de 60 anos é uma forma de tentar legalizar a vedação de aumento nessa faixa etária. É um aumento “indireto” que penaliza os acima dos 60 anos. Esclareço que ainda não estudei a matéria e se trata de opinião pessoal. Se tiver algum link que me ajude em eventual ação judicial para impedir esse aumento, gostaria que me enviasse. Obrigada!

  251. ILCE NINOS CASTILHO em

    Roque, da mesma forma que corre o risco de evasão dos jovens que tiveram um percentual de aumento igual aos demais a situação fica trágica quando a evasão ocorre pelos mais velhos. Trágica, é claro, para os dependentes do servidor, porque para a UNIMED vai ser excelente que aqueles que pagam há 10, 20 anos caiam fora, para que os novos tenham permaneçam. Aqui em Cerejeiras já ouvi pelos menos duas pessoas dizendo que pretendem sair. Precisamos avaliar qual a responsabilidade da UNIMED em relação a “ameaça” de deixar de atender os servidores do TJ. Abraço!

  252. Sr. Oscar, durante os dois anos da gestão anterior já estávamos trabalhando com esse pleito da extensão dos auxílios aos aposentados. Neste ano, o diálogo está sendo melhor, inclusive, oficiamos ao TJRO para que seja possível estender aos servidores inativos os auxílios alimentação e saúde. Em relação ao plano de coparticipação nacional os 40% (consulta) são referentes aos valores da tabela da Unimed, que hoje custa 65,00, ou seja, a coparticipação seria de 26,00, descontado na folha de pagamento. Todos os detalhes do plano de coparticipação serão divulgados nos próximos dias. Não há nada de se desculpar, o Sr., bem como, todos os trabalhadores do TJRO tem o meu respeito e a minha dedicação de lutar incansavelmente para sempre trazer o melhor para os servidores, sei que às vezes não é possível, como no caso do reajuste, mas tentamos diminuir o máximo, o impacto nas finanças.

  253. Wilson, obrigado pela sugestão. Nós já entramos em contato com vários planos de saúde e nenhum tem valor menor do que o da Unimed Rondônia. Já nos reunimos duas vezes com a Bradesco Saúde, mas eles ainda não estão atendendo sindicatos. A Unimed Ji-Paraná, além de ter valor maior (no caso do nosso plano coletivo que seria uma migração), está proibida de comercializar planos de saúde (http://www.ans.gov.br/planos-de-saude-e-operadoras/contratacao-e-troca-de-plano/1748-planos-suspensos).

  254. Claudinéia, fizemos o que tinha que ser feito, contratamos uma consultoria para analisar e dar o parecer sobre os reajustes. O aumento embora muito alto se deu em virtude da sinistralidade, que é o que define os reajustes nos planos coletivos. Estamos em contato com outras operadoras de planos de saúde, mas nenhuma quis assumir o plano, mas continuamos pesquisando.

  255. Ilce, concordo plenamente com você, não foram apenas os mais velhos que impactaram o plano. Houve pessoas mais novas, inclusive, crianças que tiveram sérios problemas de saúde, como problemas cardíacos, por exemplo. Se o aumento fosse maior nas primeiras faixas, poderia haver uma evasão muito grande no plano e a situação dos mais velhos ficaria ainda pior. Tentamos dar o máximo de equilíbrio nos reajustes.

  256. OSCAR ODILON GRAHL em

    Sr. Presidente, me parece que ontem não li corretamente sobre o reajuste da unimed; hoje, mais calmo, li, reli e analisei a matéria sobre o reajuste e me penitencio, peço desculpas pelos excessos. Ainda acho um absurdo o aumento, mas entendo que nós, os mais idosos, somos os que mais utilizam os serviços do plano de saúde. Foi oferecido um novo plano nacional, com coparticipação, porém não ficou muito bem esclarecido como vai funcionar (por exemplo, pagarei 40% do que o médico cobra pela consulta ou 40% da tabela que a Unimed paga aos médicos?; idem nos demais procedimentos, a tabela a ser seguida é a da Unimed?) e como aderir a ele. Solicito maiores esclarecimentos, por favor.
    Com sinceridade, é inviável pagar 920,00 reais mensais para duas pessoas, como ficarão as demais despesas? Por esse motivo, reivindico a concessão do auxilio doença aos inativos, bem como 50% do auxilio alimentação. Observe que ao aposentar-se, o servidor receberá 50% do auxilio alimentação, mas deixará de recolher a contribuição para o IPERON, fato que irá contrabalançar o rendimento, não causando aquele enorme impacto para menos! Porque como está, o servidor inativo terá que desistir do plano de saúde, deixar de comprar remédios ou deixar de alimentar-se… qualquer das hipóteses, é ruim!

  257. OSCAR ODILON GRAHL em

    Sr. Presidente: Reitero: Auxilio Saúde e PELO MENOS 50% do auxilio alimentação para os inativos! Isso é JUSTIÇA!
    Companheiros servidores, compartilhem, abracem esta causa, seu dia de aposentar-se chegará. E aí? Não vai mais comer nem ficar doente???
    Sr. Roque, senhores diretores do Sinjur, vamos mobilizar os demais sindicatos e sensibilizar os deputados, afinal este é um ano eleitoral, vão querer nossos votos. URGENTE!!!

  258. FABIANO DE SOUSA GUTIERREZ em

    Devemos ter conhecimento antes se sair falando, reclamando ou difamando.
    Pesquisa um pouco sobre Plano de saúde coletivo.
    Caso queira Gustavo, eu posso te passar uns links.

  259. WILSON PEREIRA DA ROCHA NETO em

    Entrei aqui hoje revoltado querendo demonstrar a minha insatisfação com o aumento das tarifas da UNIMED. Porém, vendo a manifestação dos colegas, tenho certeza de que o SINJUR já sabe o que pensam seus filiados.
    Aproveito para sugerir o que pode ser uma solução. A UNIMED Rondônia sempre foi complicada de se lidar, principalmente na liberação de alguns tipos de exames, consultas e tratamentos, fora aqueles que não liberam de forma alguma, como RPG, por exemplo. Acontece que diferente da UNIMED Rondônia. a UNIMED Ji-paraná libera muito mais rápido estes procedimentos e, inclusive RPG e outros. Empresas pequenas que possuem convênio com a UNIMED Ji-Paraná pagam valores bem menores do que os que nós pagamos atualmente.
    Sendo assim pq não solicitar a proposta da UNIMED Ji-Paraná? Caso a proposta seja menor, os sindicalizados migrariam em massa e, assim, daríamos a resposta que este pessoal da UNIMED Rondônia merece.
    Na verdade, em termos de Brasil, o melhor plano de saúde é o do Bradesco. Porém, infelizmente, a máfia que se tornou a relação entre médicos e Unimed em Rondônia, não permite que o plano de saúde do Bradesco funcione adequadamente no Estado e, assim, ficamos refém da Unimed. Mas acredito que uma migração para a Unimed Ji-Paraná seria viável.

  260. CLAUDINÉIA KESTER DE SOUZA em

    Presidente do SInjur e com relação ao que foi postado pela nossa colega ILCE NINOS CASTILHO, “Reajuste abusivo do plano de saúde: Saiba como se defender!”. Tem como o sindicato fazer alguma coisa por nós filiados nesse sentido?

  261. OSCAR ODILON GRAHL em

    Aumento de 353,50 para 498,06? O que é isso? Eu e minha esposa, 996,12 ao mês! Quer dizer, menos medicamentos, piora na qualidade de alimentação, PIORA NA QUALIDADE DE VIDA! Estão fazendo isso para que desistamos do plano e fiquemos desprotegidos! Sr. Presidente, existem outros planos de saúde no Brasil, a Unimed está ficando inviável.
    VEJAM, ESTE ANO, COMPLETO 70 ANOS E SOU OBRIGADO A APOSENTAR-ME. PERCO 1.000,00 REAIS DE AUXILIO SAÚDE E ALIMENTAÇÃO E AINDA VOU PAGAR MAIS 300,00 PELO PLANO DE SAÚDE… MARAVILHA DE PAÍS, DE GOVERNO E DE JUSTIÇA! EU MEREÇO…

  262. OSCAR ODILON GRAHL em

    Sr. Presidente: Auxilio Saúde e PELO MENOS 50% do auxilio alimentação para os inativos! Isso é JUSTIÇA!
    Companheiros servidores, compartiljhem, abracem esta causa, seu dia de aposentar-se chegará. E aí? Não vai mais comer nem ficar doente???

  263. OSCAR ODILON GRAHL em

    Foi aprovado 5,87% a partir de abril. Cobre a inflação de 2013. Mas a de 2012, pela qual fizemos greve e ao final fomos (………..)? Foi pro ralo? Além de não termos a reposição, ainda temos que pagar pelos dias parados…
    Agora a UNIMED, que reajustou os valores ano passado, sem que tivéssemos recebido qualquer reajuste, vem novamente com valores acima do nosso reajuste! E ainda por cima, se me aposentar ou for obrigado a isso, PERCO MEU AUXILIO SAÚDE! Sr. Presidente, isso REALMENTE
    É prá acabar!

  264. ILCE NINOS CASTILHO em

    Sei que o índice do ANS não se aplica aos contratos coletivos, mas deveria servir de parâmetro. Não concordo com o aumento escalonado, uma vez que, repito, é uma forma de burlar o Estatuto do Idoso aumentando mais o plano daqueles que pagam há muito mais tempo. Se os aumentos forem feitos sempre em percentual maior para os mais velhos vai chegar um momento em que os idosos não terão como continuar com a UNIMED em face desse aumento abusivo. O índice deve ser igual para todos, independente de usar ou não. Porque é como você mesmo diz: qualquer um pode precisar um dia. E depois não se trata apenas de doenças causadas pela idade. Novos também sofrem acidentes ou tem problemas de saúde que necessitem de atendimento constante.

    Por isso, o aumento escalonada para mim é abusivo e injusto em relação aos mais velhos, uma vez que já pagam mais em decorrência da faixa de idade. A negociação deveria ser para um índice único para todos.

  265. GUSTAVO LUIZ SEVEGNANI NICOCELLI em

    Caro Presidente,

    Considerando a matéria publicada no Portal do Servidor – TJRO “Unimed reajusta valor dos planos de saúde a partir de abril/2014”, cujo percentual de aumento em alguns casos em até 30%, ou seja, muito acima do autorizado pela Agência Nacional de Saúde- ANS, que foi de 9,04%, conforme matéria da ANS: http://www.ans.gov.br/a-ans/sala-de-noticias-ans/consumidor/2172-reajuste-anual-de-planos-de-saude

    Gostaria de saber em que momento a direção deste sindicato, que está para defender os interesses dos seus sindicalizados, convocou assembléia para discutir o absurdo aumento imposto pela Unimed/RO e aceito por esta direção, sem discutir com os servidores impactados?

    Para finalizar, teremos este mês reposição salarial de 5,87%, que não paga o aumento imposto pela Unimed/RO. Para quem poderemos reclamar nossos direitos?

    Aguardamos resposta,

    Gustavo Luíz Sevegnani Nicocelli

  266. ILCE NINOS CASTILHO em

    Já comecei a pesquisar: vejam o que encontrei:

    Reajuste abusivo do plano de saúde: Saiba como se defender!

    Os Planos de Saúde costumam aumentar, de forma absurda, suas mensalidades conforme a idade do contratante vai subindo.

    A situação é mais triste naqueles casos onde uma pessoa paga um plano de saúde por anos a fio e então quando fica mais velha e realmente começa a precisar do plano, este simplesmente dobra de valor e assim a pessoa, ou desiste do plano, ou paga uma fortuna pelo mesmo.

    O fato é injusto, pois como pode uma empresa que durante anos ganhou dinheiro com o cliente, no momento em que o contrato começa a se equilibrar simplesmente romper com qualquer razoabilidade e aumentar o plano de forma absurda.

    Por tudo isto o Poder Judiciário tem decidido o seguinte:

    1. Nos casos de plano de saúde assinado há mais de 10 anos, quando da mudança de faixa para e na terceira idade (60 anos / 70 anos) , este plano só poderá sofrer reajuste pela inflação, não podendo ser adicionado qualquer valor a título de mudança de faixa etária.

    2. No caso de planos de saúde assinados há pouco tempo, quando da mudança de faixa para e na a terceira idade (60 anos / 70 anos) o reajuste pode ser de no máximo 30% (trinta por cento), e após só pela inflação.

    Nestas decisões o Poder Judiciário tem determinado que os planos reduzam imediatamente o valor cobrado mensalmente, bem como devolvam todos os valores cobrados de forma abusiva.

    Assim, se você não está nesta situação abusiva frente ao seu plano de saúde, você pode entrar na justiça que, liminarmente, você voltará a pagar o valor anteriormente cobrado.

  267. ILCE NINOS CASTILHO em

    Não sei qual o critério usado, mas sei que não pode ter mudança no valor por faixa etária acima dos 60 anos porque fere o estatuto do idoso. Agora, colocar um índice maior de reajuste acima dos 60 também fere o estatuto. É uma forma de burlar a lei que protege o idoso aumentando desproporcionalmente o valor da mensalidade. Sei também que ANS limita a taxa máxima de reajuste para planos de saúde. Precisamos verificar a legalidade desses reajustes e, embora tenha sido feito pelo representante sindical, devemos tomar providências.

  268. ILCE NINOS CASTILHO em

    Onde está a informação do acordo de aumento da UNIMED?
    Vi no página do servidor e fiquei apavorada com o índice do reajuste. Tivemos um aumento de salário de 5 e pouco por cento e o plano de saúde chega a 30%. O SINJUR está para defender nossos interesses ou para nos “ferrar”.

    Precisamos verificar esses índices e não concordar com esse reajuste. Aqui nesta cidade de Cerejeiras não tem um médico que atenda pela UNIMED. Em Vilhena, os especialistas não atendem pela UNIMED. Vamos protestar!

  269. JUSCILEY DA CUNHA COSTA em

    Notícias STF – Quinta-feira, 03 de abril de 2014

    Julgamento sobre indenização por falta de revisão anual em vencimentos é suspenso por pedido de vista

    Após o voto-vista da ministra Cármen Lúcia, que reconheceu o direito de servidores públicos paulistas de receberem indenização por não terem sido beneficiados por revisões gerais anuais – acompanhando o entendimento do ministro Marco Aurélio (relator) –, e do voto do ministro Luís Roberto Barroso, que divergiu dessa posição, o ministro Teori Zavascki pediu vista dos autos do Recurso Extraordinário (RE) 565089. O caso, com repercussão geral reconhecida, voltou ao Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) na sessão desta quinta-feira (3).

    Os autores do recurso afirmam que não buscam obter, na Justiça, qualquer espécie de reajuste ou aumento nos vencimentos, mas apenas indenização pelas perdas inflacionárias sofridas nos últimos anos, por conta da omissão do Estado de São Paulo que, desrespeitando o disposto no artigo 37, inciso X, da Constituição Federal, não concedeu a revisão geral anual para os servidores públicos estaduais.

    No RE, os autores lembram que o STF já reconheceu, no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 2492, a mora legislativa do governo paulista sobre o tema desde 1999 – ou 12 meses após a edição da Emenda Constitucional (EC) 19/1998, que deu a redação atual ao mencionado inciso –, o que seria bastante para caracterizar a omissão, fazendo surgir daí a obrigação de indenizar.

    No início do julgamento, em junho de 2011, o ministro Marco Aurélio reconheceu o direito dos servidores à indenização. Para ele, a revisão não é ganho, nem lucro, nem vantagem, mas um componente essencial do contrato do servidor com a administração pública. Além disso, seria uma forma de resguardar os vencimentos dos efeitos da inflação. Concluindo pelo provimento do recurso, o ministro lembrou que a revisão geral anual está assegurada na Constituição, no artigo 37, inciso X.

    Na sessão desta quinta-feira (3), a ministra Cármen Lúcia se manifestou no mesmo sentido do relator. Para ela, a omissão quanto à edição de leis para garantir revisão geral anual aos servidores paulistas configura frontal desrespeito à Constituição, causando danos aos servidores paulistas, o que permite invocar a responsabilidade do ente estatal.

    “Reconhecida a mora do governo de São Paulo e evidenciado o dano aos servidores daquele estado, que, por falta da lei prevista pelo artigo 37, inciso X, da CF, viram-se privados da reposição do valor da moeda, não cabe dúvida quanto à possiblidade jurídica do pedido veiculado nesse RE”, frisou a ministra. Por se tratar de omissão ilícita, já reconhecida desde o julgamento da ADI 2492, o ressarcimento tem natureza reparatória, concluiu Cármen Lúcia ao acompanhar o relator pelo provimento do recurso, lembrando que o estado chegou a editar leis, mas meramente simbólicas, que não chegaram a implementar, de fato, o direito dos servidores à revisão geral anual.

    Divergência

    A divergência na votação foi aberta pelo ministro Luís Roberto Barroso, para quem o dispositivo constante do artigo 37, inciso X, da Constituição não deve ser visto como um dever específico de que a remuneração seja objeto de aumentos anuais, menos ainda em percentual que corresponda à inflação apurada no período.

    Segundo Barroso, revisão não significa modificação. Assim, para o ministro, o estado seria obrigado a avaliar anualmente a remuneração geral dos servidores, o que não significa necessariamente a concessão de aumento. O chefe do Executivo tem o dever de se pronunciar anualmente e, de forma fundamentada, dispor sobre a conveniência e possiblidade, ou não, de concessão de reajuste geral anual para o funcionalismo.

    Ao votar pelo desprovimento do recurso, e contra o que ele chamou de uma forma de indexação permanente, o ministro revelou o temor do retorno a uma situação de indexação ampla, geral e irrestrita, como já aconteceu no Brasil em passado recente.

    MB/RD

  270. OSCAR ODILON GRAHL em

    Foi aprovado 5,87% a partir de abril. Cobre a inflação de 2013. Mas a de 2012, pela qual fizemos greve e ao final fomos (………..)? Foi pro ralo? Além de não termos a reposição, ainda temos que pagar pelos dias parados… É prá acabar!

  271. FRANKLIN CORREIA em

    REALMENTE ESTA HAVENDO DIALOGO ENTRE O TJ E O SINJUR. A PROVA DISSO E QUE A PAUTA DE REVINDICAÇÃO FOI ENTREGUE EM JANEIRO E JA CONSEGUIMOS??????????????ETC.

  272. LUCILENE DE PAULA em

    Concordo com o Franklin, PRESIDENTE, precisamos de informações, de respostas, de saber das negociações com a presidência…

  273. OSCAR ODILON GRAHL em

    Recebo pelo Bradesco, em Cerejeiras não tem HSBC, mas também só no dia seguinte! É sacanagem do HSBC, para forçar o servidor a ser correntista deles.
    Não vai mudar nunca, o TJ é conivente!

  274. ENOQUE MENDES DA FONSECA em

    Pow, Galera até que enfim ganhamos alguma coisa, Parabéns a todos.

    Data de distribuição :01/10/2012
    Data de redistribuição :08/10/2012
    Data do julgamento : 17/03/2014
    0009174-30.2012.8.22.0000 Mandado de Segurança
    Impetrante : Sindicato dos Trabalhadores no Poder Judiciário
    do Estado de Rondônia – SINJUR
    Advogado : Edson Antônio Sousa Pinto (OAB/RO 4.643),
    DAniela Lopes de Faria (OAB/RO 4.612) e Eduardo Abílio
    Kerber Diniz (OAB/RO 4.389)
    Impetrado : Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de
    Rondônia
    Litisconsorte Passivo Necessario: Estado de Rondônia
    Procuradores : Regina Coeli Soares de Maria Franco (OAB/RO
    430), Juraci Jorge da Silva (OAB/RO 528) e outros
    Relator : Juiz Osny Claro de Oliveira
    Relator p/ o Acórdão : Desembargador Renato Mimessi
    Decisão :”POR MAIORIA, CONCEDER A SEGURANÇA
    NOS TERMOS DO VOTO DO DESEMBARGADOR
    RENATO MIMESSI. VENCIDOS O RELATOR E OS
    DESEMBARGADORES DANIEL LAGOS, OUDIVANIL DE
    MARINS, ISAÍAS FONSECA MORAES E, POR FUNDAMENTO
    DIVERSO, O DESEMBARGADOR VALDECI CASTELLAR
    CITON.”.
    Ementa : Mandado de Segurança. Ato que descumpre decisão
    administrativa superior. Ilegalidade. Manutenção do adicional de
    periculosidade. Comprovação de cessação da periculosidade
    da atividade. Inexistência. Controle de decisão administrativa
    pelo Poder Judiciário. Segurança concedida.
    O pagamento do adicional de periculosidade em favor dos
    comissários de menores, somente poderia ser suprimido
    acaso sobreviesse aos autos comprovação hígida acerca da
    cessação das situações que ensejaram seu pagamento, nos
    termos da decisão prolatada pelo Tribunal Pleno Administrativo
    desta Corte, mostrando-se ilegal o ato administrativo ulterior,
    que suspendeu o pagamento do benefício.
    A imprecisão terminológica constatada no inteiro teor de
    decisão administrativa que assegura o pagamento de adicional
    a servidores públicos, quando restar claro e límpido qual seja
    o benefício garantido, não pode servir de óbice à manutenção
    do direito reconhecido.
    O controle dos atos administrativos pelo Judiciário limita-se aos
    aspectos da legalidade, sendo vedado ao juiz imiscuir-se no
    mérito administrativo a ponto de substituir a autoridade daquela
    esfera.
    O adicional de periculosidade tem natureza propter laborem,
    sendo o seu auferimento condicionado ao período de efetivo
    exercício das funções arriscadas do cargo de Comissários de
    Menores.
    (a) Belª Cilene Rocha Meira Morheb
    Diretora do DEJUPLENO

  275. ADENILSON FERREIRA DO NASCIMENTO em

    Nilton, recebia pela Caixa e era da mesma forma;. Solicitei informações do Didep sobre o assunto e fui informado q TJ tem convênio com HSBC e Banco do Brasil para depósito de Salário.

  276. NILTON CAVALCANTE PARDIN em

    Algum outro servidor que não recebe pelo Banco HSBC, tem o seu dinheiro creditado em conta apenas no dia seguinte em relação a quem recebe pelo HSBC?

    Se sim informem ai.

    Desde de que fiz a opção de receber pela Caixa, tenho notado que o doc/ted feito pelo HSBC é feito no último minuto do dia do recebimento, ou seja quando os caixas já estão fechados.

    Quando recebia pelo pelo HSBC, podia ir lá no caixa eletrônico as seis da manhã que o cascai tava na conta, agora na CEF posso ir lá as dez da noite e nada de dinheiro, só no dia seguinte. Isso está acontecendo a mais de um ano. Pode isso arnaldo?.

  277. PAULO JOÃO OLIVER DURAN em

    MAIS UMA VEZ POSTO esta pergunta e ainda não temos resposta: Roque, POR FAVOR, informe-nos a respeito da negativa da SAMF e se já deram entrada nos processos para a transposição, individual e coletivo. Por : PAULO DURAN de Ariquemes/RO.

  278. FRANKLIN CORREIA em

    EU NÃO ENTENDI ESSA PROPOSTA DE HORARIO DAS 07:00 ÀS 14:00 PARA TODOS! VOLTAR O HORARIO DAS 07:00 AS 14:00 E VOLTAR NA ERA DO GELO. O VERDADEIRO HORARIO PARA TODOS E DA 07:00 AS 13:00 HORAS! ATÉ A PROPRIA CONSTITUIÇÃO DO BRASIL NOS AMPARA NO HORÁRIO CORRIDO DE SEIS HORAS. FALANDO NISSO, ILUSTRÍSSINHO SENHOR PRESIDENTE DO SINJUR, POR FAVOR ESTA NA HORA DOS SERVIDORES RECEBEREM PROPOSTAS CONCRETAS SOBRE A GREVE, SOBRE O HORÁRIO, AS FALTAS, CONCURSOS DE REMOÇÃO, REAJUSTE SALARIAL PARA ESTE ANO. MARÇO PRATICAMENTE ACABOU, ESTAMOS JA EM ABRIL E MAIO ESTA LOGO AI. E DEPOIS VEM JUNHO A COPA DO MUNDO E AI JA SABE NINGUEM TRABALHA. AGUARDAMOS NOVIDADES.

  279. OSCAR ODILON GRAHL em

    Foi aprovado 5,87% a partir de abril. Cobre a inflação de 2013. Mas a de 2012, pela qual fizemos greve e ao final fomos (………..)? Foi pro ralo? Além de não termos a reposição, ainda temos que pagar pelos dias parados… É prá acabar!

  280. ILCE NINOS CASTILHO em

    Bom dia! Roque, teve a reunião para negociar as faltas da greve? precisamos de informações e principalmente de solução. Vou postar minha preocupação também no face, para ver se tem mais alguém se importando. Fizemos a greve por nada uma vez que o aumento salarial que seria a nossa conquista foi a mesma de todas as categorias.

  281. ADENILSON FERREIRA DO NASCIMENTO em

    Sinjur deveria propor assembleias em todas as Comarcas p/ consultar os filiados acerca da proposta de um novo horário a ser sugerido ao TJ/RO:
    1-voltar ao horário corrido- 07 às 14 horas p/ todos; melhor p/ todos; na minha opinião, o mandado de segurança foi um “tiro no pé”, não ganhamos nada, não ganharemos; ganhamos, sim, uma lição, ganhamos a certeza, quer dizer, eu já tinha certeza de que neste país, manda quem pode, obedece quem tem juízo apenas; “só há vitória se houver união”
    2-horário comercial- das 08:00 às 12:00 e das 14;00 às 18:00. já que estamos fazendo um horário em dois períodos, não vai fazer diferença; pelo menos há a possibilidade de haver audiências a tarde e acontecer a tão comentada “celeridade”. O que ganhamos com greve, eu não ganhei nada; aliás, ganhei sim, ganhei faltas que corro o risco de ser descontado do meu salário, de atrasar minha licença prêmio…ganharemos um aumento de 5,87% mas, esse aumento é referente a 2013 ou 2014? em 2013 o salário mínimo teve um aumento de 9% e nós? em 2014 o mínimo teve aumento de 6,78% , total 15,78%, e nós 5,87%. Na ADI 4598-diz p/ não diminuir horário nos tribunais até julgamento do mérito, então, nas duas sugestões apresentadas não haverá problema pois, haverá aumento ou ficará como esta ou 7 corridas, como era antes, (não faz diferença almoçar 13:00 ou 14:00 horas) igual o CNJ propôs e q alguns Tribunais fazem-TRE/RO, por exemplo. Quanto a seis horas corridas, bom, sonhar não custa nada; eu prefiro não sonhar, gosto de sonhar objetivos que tenho certeza de que será possível realizar, acontecer.

  282. ANTÔNIO REGINALDO BARROS CUNHA em

    Sinceramente… esse horário é muito desumano.
    Eu mesmo, moro no distrito à 20 kms da comarca, então, tenho que percorrer 80 kms diários.
    Acredito que a produtividade era bem superior com o horário corrido que tínhamos antes.
    Roque, quem se beneficia com esse horário? acredito que o TJRO só tem prejuizo.

  283. CLEBER RAIMUNDO LUCIO em

    Concordo com a Lucilene, já que esta ruim, por que não piorar um pouquinho mais (para os técnicos), com o expediente em dois turnos de quatro horas, além do nosso almoço ser no horário certo ainda incomodaria a classe que tem o poder de fazer mudanças, pois teriam que fazer audiências a tarde, o que ao menos aqui ainda não ocorre.
    Se depender do julgamento da tal ADI onde foi deferida a liminar que impede alterações nos horários de expedientes dos TJs só daqui a uns 5 anos, isto sendo muito otimista.

  284. LUCILENE DE PAULA em

    Roque, gostaria de saber sobre o nosso horário, tem alguma pauta sobre esse assunto? Até quando vamos ter que trabalhar assim…, se tem que voltar a tarde eu prefiro almoçar meio-dia…não dá pra falar em gestão de qualidade e qualidade de vida com esse horário…isso tem que ser mostrado pra eles… não adianta inventar projetos bonitos se nós estamos desistimulados…

  285. FRANKLIN CORREIA em

    JA VAMOS PARA ABRIL E ATE AGORA NADA! SERÁ DIFICIL ME CONVENCER DE QUE O BLABLA DO ANO PASSADO PASSOU E QUE ESTE ANO E DIFERENTE! DIFERENTE, SO SE FOR PARA OS EXCELENTÍSSIMOS!

  286. WAGNER DOS SANTOS SILVA em

    Ilce a junta médica ta pensando que o interior é igual a capital, ja sofri isso varias vezes, mesmo com prontuário de internação eles alegaram a mesma coisa. Tive que recorrer administrativamente

  287. PAULO JOÃO OLIVER DURAN em

    Roque, informe-nos a respeito da negativa da SAMF e se já deram entrada nos processos para a transposição, individual e coletivo. Por : PAULO DURAN

  288. FRANKLIN CORREIA em

    Gostaria de saber como anda o projeto de aumento de 5,87% para abril.E os concursos de remoção,quando irão acontecer

  289. ILCE NINOS CASTILHO em

    Roque, bom dia! Gostaria de saber que providências poderiam ser tomadas em relação ao Serviço médico do Tribunal. O meu atestado, ressalte-se com CID e tudo, não foi aceito: LAUDO COM LETRA ILEGÍVEL. Como vou falar para o profissional que o atestado está com letra ilegível? e outra coisa, porque exigem o CID? os médicos reclamam que a atitude do Tribunal é abusiva e desrespeitosa em relação à classe. E eu acho desrespeitosa em relação ao servidor que além de passar por problema de saúde ainda precisa convencer o Tribunal que realmente foi ao médico?

  290. ILCE NINOS CASTILHO em

    Bom dia! Roque estamos em março e ainda não há nenhuma definição sobre os dias de greve. Tem alguma previsão?

  291. WELLINGTON FERREIRA DE MORAIS em

    No dia 19 de Fevereiro de 2014 foi publicado no Diário da Justiça nº 034/2014 Pag. 01(TJ-RO), o extrato da Ata de Registro de Preços, referente ao Pregão Eletrônico n. 114/2013, Processo Administrativo n. 0057174-89.2013.8.22.1111 e Processo Financeiro n. 0311/2516/2013, para
    aquisição de 65 microfones, com base para mesa (gooseneck), MARCA: TSI MMF -302. O valor unitário de cada Microfone é de R$ 1.092,30, totalizando 70.999,50. ALGUÉM poderia me informar como um microfone pode chegar a esse preço absurdo? Pela internet tais bens não atingem o valor unitário de R$ 300,00. Não me conformo com esse absurdo. Posso estar enganado mas creio que é muito dinheiro para um simples microfone.

  292. ILCE NINOS CASTILHO em

    Alguma proposta sobre compensação das faltas da greve? Fiquei sabendo que muitos assinaram o termo de opção da gestão anterior e estou preocupada se isso pode prejudicar a negociação para compensar em horas trabalhadas.

  293. OSCAR ODILON GRAHL em

    Vejam: Só o TJRO pode cortar salários de servidores em greve??? JUSTIÇA é isso, sr. Presidente?: Quantos pesos e quantas medidas…
    O ministro do Tribunal Superior do Trabalho Márcio Eurico Vitral Amaro proibiu liminarmente a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) de realizar qualquer desconto no salário dos empregados durante o período de greve, com a imediata devolução dos valores que porventura já tenham sido descontados. Fixou também uma multa diária de R$ 50 mil em caso de descumprimento da decisão.

    Márcio Eurico atendeu ao pedido da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares. De acordo com a entidade, a empresa estaria efetuando cortes nos tíquetes alimentação dos empregados que aderiram à paralisação. Para o ministro, essa atitude “tolhe” a liberdade de greve dos trabalhadores.

    Na mesma decisão Márcio Eurico deu prazo de cinco dias para a Federação se pronunciar sobre o pedido da ECT de cobrança da multa diária de R$ 50 mil pelo não cumprimento do mínimo de 40% dos empregados em atividade. Essa multa foi fixada pelo ministro quando concedeu liminar determinando que parte do pessoal continuasse trabalhando.

    A greve foi deflagrada no dia 29 de janeiro e os pedidos de liminares foram feito em ação cautelar que tramita no TST, sem data prevista para o julgamento pela Seção de Dissídios Coletivos (SDC).

  294. Companheiro Oscar, essa questão da extensão do Auxílio Saúde para os inativos é item da nossa pauta. Temos o compromisso em representá-los (os inativos) igualmente aos demais servidores do TJRO. Estamos em busca de benefícios que foram retirados em razão da aposentadoria. Na atual faixa etária são os inativos que mais precisam de assistência médica. Esses servidores que dedicaram grande parte da sua vida em prol do judiciário. E estamos lutando para isso.

  295. É verdade Franklin, mas lembre-se que o atual presidente assumiu a pouco tempo. E já houve sim notícia em prol dos servidores, um exemplo: a continuação do pagamento das licenças prêmio em pecúnia. Estamos aguardando para os próximos dias a reunião em que o Presidente do TJRO dará resposta sobre mais alguns itens da pauta.

  296. Caro Enoque, foram realizados duas competições nas Comarcas do interior, uma em Santa Luzia e outra em Presidente Médici, amplamente divulgado no site do Sinjur e do TJRO. Se a Comarca de Colorado tiver interesse, com certeza realizaremos competições aí também. Lembrando que todas as competições que foram realizadas, os convites foram para todas as Comarcas do Estado, inclusive com apoio nos deslocamentos.

  297. ENOQUE MENDES DA FONSECA em

    Engraçado… me lembro que na campanha para presidência do Sindicato, disseram que haveria integração com o interior, já estão na 3ª edição do campeonato de integração e nem se fala nas comarcas do interior, acho que isso é medo hein…

  298. ESPERAVA QUE ESTE ANO FOSSE DIFERENTE, MAS JA COMEÇOU O BLABLABLA. A PAUTA DE REIVINDICAÇÃO FOI ENTREGUE NO DIA 07/01 E JA SE PASSARAM UM MÊS E ATE AGORA NÃO RECEBEMOS NENHUMA NOTICIA EM PROL DOS SERVIDORES!

  299. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    Aos colegas do TJ meu bom dia. Agradeço a Deus as oportunidades que me tem dado.
    2014 – agenda do servidor
    – até o carnaval – só dá para colher informações nos bastidores sobre – o orçamento do tj; as ações judiciais de servidores individuais ou coletivas que possam ser estendidas aos demais; casos de perseguições (assédio moral) contra servidores que é uma prática no TJRO principalmente por parte de cargos comissionados e alguns magistrados; pagamentos realizados de forma duvidosas; PAD resultados que possam ter causado percas para servidores; horários novo quem sabe um estudo ou uma pesquisa de satisfação interna e externa ou mesmo um comparativo com outros órgãos locais como o executivo que trabalha até as 13:30 e não dá expediente a tarde. devemos ainda conhecer um pouco melhor do nosso sindicato, temos previsão no nosso estatuto de quadro diretores receberem uma ajuda considerada (quase 5mil reais) cada um, e que nunca prestam contas destes recursos ou de seus trabalhos, aliás quanto mesmo é a arrecadação do SINJUR? eu pago 1% R$ 41,42 por mês, e 136,09 contribuição em marco, ou seja, 633,16 ao ano multiplicado pelo numero de filiados!!!;
    – após o carnaval e antes de iniciar a copa ou seja marco, abri e maio.
    comunicar todos os filiados dos possíveis assuntos para lutar;
    identificar as ferramentas que vamos usar (papel (panfletos), sites, assembleias, mobilização …)
    saber como iremos contar com o apoio do sindicato, pois não esqueçamos, o movimento é nosso o sinjur é apenas meio de fazer.
    muita coragem e paciência
    desta forma está pronta a agenda faça suas decisões mas não esqueçam de consulta-la servidor é servidor, magistrado não é servidor (eles mesmos assim entendem), comissionado esta alí, como os administradores e gestores. nos servidores permanecemos.

  300. OSCAR ODILON GRAHL em

    Sr. Presidente, aqui vai uma sugestão: Lutar para que o Auxilio Saúde seja estendido aos inativos, afinal são os que mais adoecem e necessitam de tratamento médico; ademais, é o caminho de todos, envelhecer e aposentar-se, certo? Também, quanto ao Auxílio Alimentação, que seja concedido o percentual de 50% aos aposentados, afinal eles também se alimentam… Assim, ao aposentar-se, o servidor teria REALMENTE salário INTEGRAL, certo? Obrigado!

  301. MARTA PRISCILA CAMBUI MILANI em

    Sinjur, help!!!!! As coisas parecem que estão piorando….vi hoje no portal do servidor sobre a instrução normativa das férias, e agora está pior que antes! Nem alterar as férias posteriormente, caso necessário, será possível! Por favor, alguma notícia boa em vista???

  302. ADENILSON FERREIRA DO NASCIMENTO em

    a última notícia postada pelo Sinjur não traz nenhuma expectativa de mudança em prol dos servidores; horário atual continuará…

  303. DEUSDETE PEREIRA DOS SANTOS em

    VEJAM COLEGAS SERVIDORES EXEMPLO ADMINISTRATIVO DE VALORIZAÇÃO A SEUS COLABORADORES – extraído de forma resumida na data abaixo do site TJAC

    Quarta-feira, 22 de Janeiro de 2014
    Tribunal de Justiça antecipa em 18 meses benefício a servidores

    Trata-se do auxílio-alimentação, que irá alcançar todos os serventuários da instituição, sejam efetivos ou os que ocupam cargos em comissão.
    “O benefício estava previsto no PCCR apenas para setembro de 2015, mas com o apoio dos demais desembargadores que integram a Corte de Justiça, resolvemos fazer essa proposta de antecipação como forma de reconhecer e valorizar os bons serviços prestados pelos nossos servidores”, explicou o presidente Roberto Barros.

    A iniciativa demonstra a preocupação da presidência do Tribunal em fortalecer seu maior patrimônio: os servidores públicos, cujo trabalho e dedicação tecem a linha da história da Justiça Acreana.

    Outras medidas

    O TJAC tem implementado gradualmente as etapas do PCCR, instituído pela Lei Complementar nº 258.

    Os servidores efetivos receberam o aumento de 15% em seus vencimentos no mês de setembro do ano passado. Este foi o segundo reajuste somente em 2013, já que em março houve o primeiro aumento correspondente a 20%.

    No mês de março de 2014, haverá outro reajuste salarial no valor de 20% e mais um ainda este ano, no mês de setembro, de 15%

    O enquadramento estabelecido no Plano será efetivado em seis fases consecutivas e ininterruptas.

    O escalonamento prevê que as etapas sejam divididas da seguinte forma:

    a) 20%, em março de 2013 (já cumprida);
    b) 15%, em setembro de 2013 (já cumprida);
    c) 20%, em março de 2014;
    d) 15%, em setembro de 2014;
    e) 15%, em março de 2015;
    f) 15%, em setembro de 2015.

    Esses valores são relativos à diferença entre o salário atual recebido pelos servidores e o salário final após a implementação total do Plano.

    Além de gratificações, o plano prevê a longo prazo melhorias referentes à carreira, capacitação e saúde dos servidores.

    AGÊNCIA TJAC
    GERÊNCIA DE COMUNICAÇÃO – GECOM – Por Deusdete Santos

  304. DEUSDETE PEREIRA DOS SANTOS em

    INFLAÇÃO E SALÁRIO

    Tínhamos um PCCS regular. Todavia, os servidores concursados antigos, não detentores de graduação à época da sua criação (1992) e implantação (1994), foram prejudicados, diria, por falta de acompanhamento junto à assembléia estadual pelos dirigentes sindicais da época. O tempo passou, revisões ocorreram e novo pccs fora elaborado; nos tiraram gratificações permanentes e o que melhorou? Faltou visão proativa, mas o que é isso? visão de futuro; enxergar que existe inflação: a ferrugem que corroem o salário, o poder aquisitivo financeiro. Para os servidores com pouco tempo de serviço, o novo PCCS melhorou momentaneamente o poder aquisitivo monetário, mas para os, antigos quase nada, melhorou. Vejam a inflação, vejam o aumento do salário mínimo, vejam etc. Tudo isso, contribui para a corrosão do salário. E a perspectiva de melhora existe? Quem se aposentou terá que continuar trabalhando, visto que no TJ/RO só melhora para uma classe: magistratura. Por Deusdete Santos – Juizados Especiais – PVO.

  305. Companheira Ilce, nos próximos dias estaremos reunidos com a Administração do TJRO para deliberar sobre a Pauta Anual 2014 e outros pleitos, dentre eles a greve.

  306. PAULO LOPES DA SILVA FILHO em

    Esses dois anos foram os mais longos de todos os vinte anos que tenho no Tribunal de Justiça, e nunca vi tanta injustiça como nesses dois anos, um abraço e parabéns a todos os servidores do Poder Judiciário de todo o Estado porque sofremos juntos nesses dois anos, até que enfim terminou, eu só desejo tudo de bom para o novo Presidente do Tribunal de Justiça.

  307. JOÃO HERBERT RIBEIRO DE MELO em

    Como já era esperado:

    Ementa: VETO TOTAL AO PROJETO DE LEI N. 1017/2013, DE AUTORIA DO DEPUTADO HERMÍNIO COELHO, QUE “DISPÕEM SOBRE OS TERMOS E LIMITES DO EXERCÍCIO DO DIREITO DE GREVE DOS SERVIDORES PÚBLICOS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA, AUTÁRQUICA E FUNDACIONAL DO ESTADO DE RONDÔNIA”.

  308. PAULO JOÃO OLIVER DURAN em

    Roque, Queremos notícias referente ao Direito de Greve que foi aprovado na Assembleia dia 12/11/2013, já se passaram + de 15 dias, tempo suficiente para o Governador sancionar ou vetar o Projeto de Lei 1017/2013. Aguardamos resposta. OUTROSSIM, cadê notícias dos 89,22%.

  309. FREDSON LUIZ CARVALHO MENDES em

    Boa dica André, é um absurdo o valor de deixamos de gastar ao aderirmos ao SICOOB, sem contar o que ganhamos com a repartição do saldo remanescente anualmente…

    Hoje em dia qualquer conta tem uma tarifa básica de manutenção em torno de R$ 40,00 ou R$ 50,00 por mês, só ai já tem uma despesa anual de R$ 480,00 a R$ 600,00 por ano…

    O valor cobrado por DOC ou TED está entre R$ 7,50 a R$ 15,00, dependendo da modalidade utilizada: caixa eletrônico, internet ou direto com o caixa do banco…

    Além do que, quando você sai do SICOOB você ainda tem a retirada de todo o capital integralizado durante o período em que esteve associado…

    Na última greve bancária não ficamos sem atendimento, pois as agências do SICOOB funcionaram normalmente..

    Os últimos resultados publicados demonstram que os bancos tiveram um lucro de R$ em Bilhões:

    Banco do Brasil R$ 10 Bilhões
    HSBC R$ 450 Milhões
    Itaú Unibanco R$ 7 Bilhões

    Faça você também suas contas e verifique o quanto paga anualmente para os bancos ficarem cada vez mais endinheirados e vc cada vez mais endividado…

  310. ANDRÉ DE SOUZA COELHO em

    Informativo a quem interessar: O HSBC está isentando os servidores do MPE de tarifas de manutenção de conta e outras tarifas numa tentativa desesperada de não perder mais clientes. Detalhe a maioria dos servidores estão migrando para o SICOOB inclusive os que estão assumindo seus cargos nem estão passando pelas garras do HSBC, por dica dos servidores mais antigos estão se dirigindo diretamente ao SICOOB. A perda do banco é muito grande, mesmo abrindo mão de tudo que é tarifa e taxa, compensa muito ao banco manter as contas pois seu ganho com saldo da conta de seus correntistas é absurdo. Abram os olhos caros colegas e procurem se informar sobre outras alternativas aos tradicionais bancos que abocanham os recuros do trabalhadores.

    Att: André Coelho

  311. Cara Ilce, segunda-feira (02/12) haverá uma assembleia em todas as Comarcas para definir a proposta que apresentaremos ao TJRO, contamos com a participação de todos. Um grande abraço!

  312. ILCE NINOS CASTILHO em

    Roque, precisamos saber se o sinjur fará alguma proposta, ou esperamos o julgamento do processo ou se assinamos a opção. Acredito que não teremos outra saída e vamos acabar perdendo algum direito. Sabe desde o início que não concordo com este silêncio do sindicato. Não há mais razão para temer represálias, pois já sofremos muitas. Poderia informar o que estão pensando em fazer para evitar o desconto parcelado. Um abraço!

  313. PAULO JOÃO OLIVER DURAN em

    FALTA DE HUMANIDADE
    Para conhecimento de todos trabalhadores grevistas e ao SINJUR. O TJ/RO, através de seu representante, está fazendo discriminação com os servidores que participaram da grave. Aqui na Comarca de Ariquemes/RO, o TJ/RO pagou o Diretor do Cartório da 2ª Vcr. a LP em pecúnia. O SINJUR, tem que tomar providência para que o presidente do TJ/RO cumpra a LIMINAR, isto é falta de respeito com uma Decisão, bem como para nós trabalhadores.
    PAULO DURAN de Ariquemes/RO.

  314. AOS GUERREIROS COMPANHEIROS LUTADORES/GREVISTAS:

    Embora já exista decisão favorável em MS no que diz respeito à LP em pecúnia, lembro aos companheiros que o apartheid institucional continua. Duvida ? Pasmem! Aqui em Colorado quem não fez greve (02 servidores) receberam hoje o benefício.

    Com a palavra a direção do SINJUR.

  315. JUSCILEY DA CUNHA COSTA em

    Liliane Oliveira
    Os deputados aprovaram em primeira e segunda votação na sessão ordinária e extraordinária desta terça-feira (12), na Assembleia Legislativa, o projeto de lei nº 1017/13, de autoria dos deputados Hermínio Coelho (PSD) e Cláudio Carvalho (PT) que dispõe sobre os termos e limites do exercício do direito de greve dos servidores públicos da Administração Direta, Autárquica e Fundacional do Estado de Rondônia. O projeto agora precisa ser sancionado pelo Poder Executivo.

    De acordo com o projeto , será considerado exercício legítimo do direito de greve a suspensão coletiva, temporária e pacífica, total ou parcial das atividades e serviços públicos, ressalvados aqueles essenciais às necessidades inadiáveis da comunidade, após frustradas as alternativas de negociação entre a entidade sindical e o poder público.

    O projeto define que a entidade representativa dos servidores públicos deve convocar, na forma do estatuto, assembleia geral que definirá as reivindicações da categoria e deliberará sobre a paralisação coletiva de prestação dos serviços. O estatuto deverá prever as formalidades de convocação e o quórum para a deliberação, tanto da deflagração quanto da cessação da greve.

    Na falta da entidade sindical, os trabalhadores instituirão comissão de negociação mediante assembleia geral com os trabalhadores interessados, sendo estes, no mínimo 50% da categoria. O movimento grevista será considerado legal se atender, segundo o projeto, os seguintes requisitos: comunicação por escrito aos chefes dos três poderes públicos e ao Ministério Público, à população e ao dirigentes do órgão ou entidade, com antecedência de 72 horas; manutenção de 30% das atividades e serviços essenciais, assim entendidos aqueles que atendam às necessidades inadiáveis da comunidade, e na sua falta, coloquem em risco iminente a segurança do Estado, a sobrevivência, a saúde ou a segurança da população, o exercício dos direitos e garantias fundamentais e a preservação do patrimônio público; e, esclarecimento à população sobre os motivos, abrangência e estimado tempo de duração da greve, bem como a maneira pela qual se pretende assegurar o atendimento às necessidades inadiáveis da comunidade, através da publicidade nos meios de comunicação.

    Também estabelece que será garantido aos servidores em greve, sem prejuízo de outros direitos previstos em lei como a livre divulgação do movimento grevista à população e aos demais servidores; a persuasão dos servidores visando sua adesão ao movimento grevista, mediante o emprego de meios pacíficos; arrecadação de fundos para o movimento; e, a prestação de esclarecimentos à população sobre os motivos e objetivos da greve. O projeto também prevê os abusos do direito de greve, bem como, que a responsabilidade pelos atos praticados durante a greve será apurada.

    Os servidores durante a greve não poderão ser demitidos ou serem exonerados de cargo em comissão. Também não poderão ser nomeados novos servidores, não poderá haver contratação por tempo determinado e nem contratação de terceiros para execução de serviços prestados usualmente por servidor.

    Fonte: Tudorondonia

  316. ILCE NINOS CASTILHO em

    Que termo de opção, aquele que não é para assinarmos? Será que ainda não deu para perceber que não vai sair nenhum acordo com o Presidente. Cadê as medidas judiciais.
    Só falta no final o Roque mandar a gente aceitar descontar um mês de licença prêmio para não termos mais prejuízo. Não se esqueçam de que os descontos dos domingos e feriados não é nenhuma negociação. É DE DIREITO.

  317. ANTONINHO SANTANA DE LIMA em

    DIAS DE GREVE

    Concordo com a mensagem da Marília, não devemos assinar nenhum acordo com o TJ e digo mais, quem acha que assinando o acordo e compensando as faltas estará resolvendo o recebimento da Licença Prêmio está muito enganado, a decisão Judicial já determinou que o TJ não poderá pagar nenhuma folha sem a inclusão dos grevistas.
    Veja que absurdo: o período de greve, foi de 13/05/2013 à 07/07/2013. Se formos contar diretos, teremos sim 56 dias de paralisação, mas ao analisar o período, somente para a comarca de Porto Velho, tivemos 34 dias úteis e 22 dias que foram: 1 dia de Assembleia, 02 dias de ponto facultativo, 03 dias de feriado e 8 sábados e 8 domingos.

    MAIO/2013
    Período da greve: 13 à 31
    Dias corridos: 19
    Dias úteis: 12
    Dias não úteis: 7

    JUNHO/2013
    Período da greve: 01 à 30
    Dias corridos: 30
    Dias úteis: 18
    Dias não úteis: 12

    JULHO/2013
    Período da greve: 01 à 07
    Dias corridos: 7
    Dias úteis: 4
    Dias não úteis: 3

    Total de dias corrido da greve: 56
    Total de dias úteis da greve: 34
    Total de dias não úteis da greve: 22

    FONTE: asl

  318. Senhor presidente, irei aguardar ansiosamente essa retirada da moderação. Tendo em vista que acho uma afronta aos sindicalizados, pois, todos aqui respondem pelos seus atos. Já que o sindicato é “DEMOCRACIA”, esta atitude não se coaduna. Sem olvidar, que o Senhor foi escolhido pelo voto e não por um ato de imposição. Nada mais justo que retire essa moderação. Não havendo providencias, manifestarei mais firme sobre esta atitude, com fulcro na Constituição e dos direitos de nós sindicalizados.

    Nada pessoal com esta gestão, mas, penso que está na hora de nós começar a fazer a transparência aqui, para poder exigir de fora.

  319. MARÍLIA MIDORI YOSHIDA DE ALMEIDA em

    O TJ sequer respondeu o ofício que questiona a inclusão de feriados e finais de semana como dias de paralisação. Como podemos assinar um termo de compensação dessa forma?? Não devemos assinar isso! O prazo ínfimo de 5 dias é para “forçar” os servidores a assinar no impulso, por medo. Não vou pagar por dias em que não havia expediente! Isso é enriquecimento ilícito do Estado. Nem vou utilizar minha licença prêmio para compensar dias de finais de semana, pontos facultativos, de assembléia geral e feriados!!!

    Enqt a greve está suspensa e não houve acordo da categoria sobre esta questão, o TJ não poderá de forma unilateral impôr o desconto dos dias em nosso contracheque em 20 parcelas para quem não assinar. NÃO ASSINEM PESSOAL!!

  320. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    Greve MIXARIA
    Ai colegas,
    Parabenizo os 678 funcionários que, por não concordarem com a negativa da atual administração de propor qualquer manifestação de ajuste ou correção salarial, mesmo diante de tal inflação, e, se resolveram por em pratica seu direito de GREVE.
    No passado esse direito custaria perseguições, asilo político, prisões e até mortes.
    Hoje já podemos compensar, trocar por folga eleitoral, Doador de sangue, Folga pela participação no julgamento Urso Branco, Folga pela participação no julgamento Corumbiara, Licença Prêmio, Férias (10 dias referente ao abono pecuniário de férias), Folga pela participação no concurso de Servidores, Magistrados e Estagiários, Parcelamento do desconto em até 20 vezes.
    Se hoje não conseguimos resultados favoráveis, com esta paralisação, talvez precisemos recuar e planejar melhor, quem sabe nossos líderes melhorar o conhecimento e porque não o comportamento, mas 678 pessoas já decidiram que não estão satisfeitas.
    678 grevistas, a luta é permanente, parabéns.
    Pago meus dias de com prazer, mas não vendo meu direito por esta MIXARIA.

  321. ANTONINHO SANTANA DE LIMA em

    NÃO LEIAM…………………………
    VEJAM O DESPACHO NO MS DA LICENÇA PRÊMIO EM FAVOR DOS GREVISTAS
    MAIS UMA VITÓRIA
    DJE. N. 206/2013 – quarta-feira, 06 de novembro de 201 3 Tribunal de Justiça – RO 10

    Tribunal Pleno
    Despacho DO RELATOR
    Agravo Regimental – Nrº: 1
    Número do Processo :0009513-52.2013.8.22.0000
    Agravante: Estado de Rondônia
    Procurador: Fábio de Sousa Santos(OAB/RO 5221)
    Agravado: Sindicato dos Trabalhadores no Poder Judiciário do Estado de Rondônia – SINJUR
    Advogado: Edson Antônio Sousa Pinto(OAB/RO 4643)
    Advogado: Eduardo Abílio Kerber Diniz(OAB/RO 4389)
    Advogado: Guilherme da Costa Ferreira Pignaneli (OAB/RO 5546)
    Relator em substituição regimental: Desembargador Sansão Saldanha
    Vistos.
    Trata-se de agravo regimental interposto pelo Estado de
    Rondônia, contra decisão monocrática de fls. 97/101, que
    deferiu a liminar pleiteada pelo Sindicato dos Trabalhadores
    do Poder Judiciário do Estado de Rondônia – SINJUR, a fim
    de que os “servidores grevistas” fossem incluídos na lista de
    pagamento das licenças-prêmio em pecúnia, afastando-se os
    efeitos do ato da Presidência deste Tribunal, que obstava o
    recebimento das referidas verbas.
    Alega o agravante que a concessão da medida liminar se mostra
    indevida, eis que não foram preenchidos os requisitos legais
    para a sua concessão. Entretanto, os argumentos expostos às
    fls. 106/111 são insuficientes para ensejar a reconsideração da
    decisão agravada.
    Portanto, mantenho-a, por seus próprios fundamentos.
    Intime-se, inclusive para contraminutar.
    Porto Velho, 05 de novembro de 2013.
    Desembargador Sansão Saldanha
    Relator em Substituição Regimental

  322. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    Olá colegas, tenho visto pouco interesse no uso deste espaço. A comunicação foi arma forte nos grandes movimentos desta categoria, e por falar em comunicação não tenho conseguido ver as prestações de contas (mensais e trimestrais) desta gestão, sabemos da importância de conhecermos os aspectos financeiros do nosso sindicato. Além do que, conforme estatuto artigo 46. Quando fala da remuneração da diretoria que “receberão como incentivo o percentual de 15% (quinze por cento) sobre a arrecadação total do Sindicato” . Desta forma, caso possam me ajudar a localizar neste site as prestações de contas, agradeço.

  323. Quero saber o motivo pelo qual o nosso comentário fica aguardando moderação?

    Não entendo, pois, só os filiados tem acesso para deixar recado.

    Penso que segundo a Constituição da República Federativa do Brasil, art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

    IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

    V – é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;

    Sendo assim, não vejo o motivo dessa moderação. Penso que é prejudicial para nós filiados, pois, poderá ter uma burla. Tendo em vista que nós podemos postar e ser respondido por email, fato que já ocorreu comigo, não tendo os outros tomado conhecimento.

    Essa atitude não se coaduna com um sindicato.

  324. Estou aguardando minhas senhas do baile do servidor.

    Já passaram no fórum cível e não se dirigiram até a nossa sala (1º Vara da Fazenda Pública),

    Não vou me dirige até o Sinjur para pegar, tendo em vista que eu contribuo igual aos que receberam aqui no prédio.

    Devem todos ser tratados de maneira igual, pois, ninguém contribui mais que ninguém, fica o meu desalento.

    Alisson Fidelis.

  325. MARCOS ROBERTO PEREIRA SANTOS em

    ONDE ESSA TURMA CURSOU DIREITO?

    LC 68/92 – Art. 7º É proibida a prestação de serviços gratuitos, salvo nos casos previstos em lei.

    LEI É DIFERENTE DE INSTRUÇÃO!

    INSTRUÇÃO n. 007/2013-PR
    Altera a Instrução n. 006/2012-PR, que dispõe sobre
    a prestação de serviço extraordinário no âmbito do Poder
    Judiciário do Estado de Rondônia.
    O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO
    DE RONDÔNIA, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
    CONSIDERANDO a LC n. 68/1992, que dispõe sobre o regime
    jurídico dos servidores públicos civis do Estado de Rondônia;
    CONSIDERANDO a decisão do Tribunal de Contas do
    Estado de Rondônia no Processo n. 3747/2008;
    CONSIDERANDO a resposta à Consulta n. 0000028-
    12.2011.2.00.0000, do Conselho Nacional de Justiça;
    I N S T R U I:
    Art. 1º Fica alterado o parágrafo único do artigo 6º da Instrução
    n. 006/2012-PR, que passa a vigorar com a seguinte redação:
    Art. 6º …….
    Parágrafo único. Do servidor ocupante de cargo
    comissionado ou função gratificada será exigida dedicação
    integral/exclusiva ao serviço, podendo ser convocado sempre
    que haja interesse da Administração e não fará jus ao
    pagamento de hora extra.
    Art. 2º Esta instrução entra em vigor na data de sua
    publicação.
    Publique-se.
    Registre-se.
    Cumpra-se.
    Porto Velho, 21 de outubro de 2013.
    (a)Desembargador Roosevelt Queiroz

  326. ROMILDA NOVAES DOS SANTOS CARVALHO em

    Precisamos receber nossos direitos referentes aos 89.22% e aos quintos.
    Afinal, não estamos pedindo nada a ninguém. Temos nossos direitos adquiridos.
    Façam alguma coisa! Nãop vamos aceitar decisão unilateral.

  327. JOSÉ CARLOS SANTOS DA SILVA em

    Se isto não é perseguição não sei o que é mais.(D.O. 195/2013 de 18/10/2013)

    Portaria N. 2501/2013-PR
    Considerando o que consta na Lei Complementar nº 068/92, art. 192;
    Considerando o disposto no Provimento Conjunto nº 001/2001-PR-CG;
    Considerando o que consta na Instrução nº 009/2007-PR;
    Considerando o que consta no protocolo digital n. 27983-96.2013;
    R E S O L V E:
    I – Instaurar Processo Administrativo Disciplinar, em desfavor do servidor WILLIAN ALVES DE OLIVEIRA, cadastro 204413-7, Técnico Judiciário, padrão 09, pertencente ao Quadro de Pessoal Permanente do Poder Judiciário, lotado no Núcleo da Coordenadoria de Informática da Comarca de Ji-Paraná/RO, para apurar os seguintes fatos, assegurando-lhe ampla defesa:
    II – No dia 24/4/2013, foi solicitado pelo Juízo da 5ª Vara Cível da Comarca de Ji-Paraná/RO, a presença do servidor em comento para providenciar a atualização do programa Java, em resposta a solicitação, o servidor teria dito que não tocaria no computador, pois naquele momento estava mobilizado, por orientação do sindicato e da assembleia ocorrida naquele dia.
    Informa ainda o Magistrado, que no dia seguinte o servidor também não compareceu para realização dos serviços solicitados.
    Agindo assim, o servidor infringiu, em tese, o disposto nos artigos 167, I, art. 168, VII e art. 170, IV da Lei Complementar 68/92 c. c. o art. 11, II da Lei n. 8.429/92.
    III – Nomear o Doutor Edewaldo Fantini Junior, Juiz de Direito da 2ª Vara Criminal da Comarca de Ji-Paraná/RO, Everson da Silva Montenegro, Diretor do Cartório da 2ª Vara Criminal da Comarca de Ji-Paraná/RO, cadastro 204349-1 e Moacir da Cruz Santos, Assessor de Juiz do Gabinete da 2ª Vara Cível da Comarca de Ji-Paraná/RO, cadastro 203993-1, para, sob a presidência
    do primeiro, comporem a Comissão de Processo Administrativo Disciplinar.
    IV – A comissão terá o prazo de 50 (cinquenta) dias, a contar da data da publicação, para a conclusão dos trabalhos e apresentar Relatório.

  328. ANTÔNIO HÉLIO DA COSTA GOMES em

    26/09/2013 – 20h19
    STF determina pagamento de perdas salariais de servidores devido ao Plano Real

    O STF (Supremo Tribunal Federal) determinou que Estados e municípios paguem a seus servidores perdas salariais sofridas com a conversão de cruzeiro real para URVs (Unidades Real de Valor) instituída em 1994 para viabilizar a transição para o Plano Real.

    Ao julgar uma ação de uma servidora do governo do Rio Grande do Norte, o STF considerou que a correção salarial não poderia ter sido definida, na ocasião, com base em leis locais, mas teria que ter seguido os critérios estabelecidos na lei federal 8.880/1994.

    Foi aprovada a repercussão geral para a decisão, o que significa que ela vale para os casos semelhantes. Segundo o STF, há mais de 10 mil processos semelhantes que deverão seguir os parâmetros estabelecidos. A apuração de eventuais perdas será realizada durante a execução das ações.

    São Paulo e Bahia foram alguns dos outros Estados que também aplicaram leis locais para estabelecer a conversão dos salários no Plano Real.

    No julgamento desta quinta-feira (26), a procuradoria do Rio Grande do Norte disse que a expectativa é que a decisão do Supremo gere um impacto de R$ 300 milhões na folha salarial e um passivo de R$ 100 bilhões para o Estado e municípios potiguares.

    Fonte; Folha

  329. CLAITON VENDRAMETTO em

    Olha a oportunidade de mostrar para o CNJ o quanto estamos insatisfeito com o TJ/RO. Responda o censo do CNJ na página do tribunal.

  330. SIDNEI HERCÍLIO VIEIRA em

    05 de setembro – Dia do Oficial de Justiça.
    Minhas homenagens a todos os colegas e irmãos Oficiais de Justiça
    Muitas vezes essa data não é lembrada sequer por nós homenageados. Quero aqui dizer do orgulho que tenho dessa profissão que sempre busquei exercer com dignidade.
    Junto com os Magistrados e demais irmãos servidores, somos também uma peça fundamental nessa engrenagem da prestação jurisdicional.
    Na Rua somos o rosto da Justiça e depende de cada um dar valor e sentido a essa digna profissão. Profissão árdua e melindrosa, mas ao mesmo tempo gratificante.
    Em razão do cumprimento das decisões em abstrato, emanadas pelo Estado-Juiz, é corriqueiro presenciarmos a ira ou o sofrimento da parte. Quase sempre estamos em meio a um conflito real.
    Não quero reclamar de nada. Só quero agradecer a Deus por ter me usado, em muitas ocasiões, como seu instrumento de paz, esperança e caridade.
    Em sincera oração, peço a Deus que abençoa cada um dos Oficiais de Justiça deste Estado de Rondônia, do Brasil e do mundo inteiro.
    ORAÇÃO DO OFICIAL DE JUSTIÇA
    Senhor, estou saindo para mais um dia de trabalho.
    Sei que posso contar com sua proteção.
    Sei que colocarás na minha boca as palavras certas para que eu possa cumprir minha missão sem humilhar ninguém, sem levar meu semelhante ao desespero.
    Com sua força me manterei calmo e paciente. Sei também que iluminarás as pessoas com as quais vou me encontrar hoje.
    Que elas compreenderão a minha missão.
    Que facilitarão o cumprimento do meu dever e que acima de tudo, manterão o equilíbrio emocional, sendo calmas e receptivas, não se voltando contra mim, que estarei em suas casas ou negócios, sozinho, desarmado.
    Com sua graça, Senhor, serei forte e destemido, confiando minha vida na sua proteção e misericórdia. Amém!
    SIDNEI HERCILIO VIEIRA – OFICIAL DE JUSTIÇA EM JI-PARANÁ

  331. LUIZA HELENA ANDRADE DE OLIVEIRA em

    Com relação aos descontos do Cruzeiro do Sul, como andam?
    ajuizaram a ação para a suspensão?
    Ninguém divulga nada……afffffff!!!!!!

  332. FREDSON LUIZ CARVALHO MENDES em

    Reavaliando os tempos de greve, entendo que o Sindicato deveria ter avaliado melhor o conflito de interesses no início, manutenção e suspensão da greve…
    de tudo isso o que ficou foi a exposição dos servidores grevistas a devassidão de um César magoado…
    e a impressão de que não conseguimos obter êxito em nossas demandas, por questões políticas, voltadas aos interesses de alguns, que não servidores…

    AVE CÉSAR o/

  333. FREDSON LUIZ CARVALHO MENDES em

    Portaria N. 1970/2013-PR
    Considerando o disposto no Provimento Conjunto nº
    001/2001-PR-CG;
    Considerando o que consta na Instrução nº 009/2007-
    PR;
    Considerando o que consta na Lei Complementar nº
    068/92, art. 192;
    Considerando o que consta no requerimento datado de
    3/7/2013, Ofício nº 013/CPS/2013, protocolo n. 36153-57.2013
    e processo n° 0036260-04.2013.8.22.1111;
    R E S O L V E:
    I – Instaurar Processo Administrativo Disciplinar, em
    desfavor do servidor RODRIGO LUIS PINHEIRO FREIRE,
    cadastro 205689-5, Analista Judiciário, padrão 01, na
    especialidade de Oficial de Justiça, pertencente ao Quadro de
    Pessoal Permanente do Poder Judiciário, lotado no Cartório
    Distribuidor do Fórum da Comarca de Presidente Médici/
    RO, para apurar os seguintes fatos, assegurando-lhe ampla
    defesa:
    II – No dia 27/6/2013, no turno da manhã, quando o
    Des. Walter Waltenberg Silva Junior chegava ao edifíciosede
    do TJRO, o servidor ao avistar a sua aproximação,
    propositadamente, avançou em direção ao caminho em que ele
    obrigatoriamente passaria e começou a utilizar um instrumento
    que imita som de buzina, fazendo um barulho bastante forte
    enquanto o magistrado passava e apenas parou quando este
    entrou no elevador e não mais podia ser atingido. E, alguns
    minutos depois, o servidor comemorou seu feito com um
    colega que passa no momento, com deboche e risos, conforme
    gravações realizadas pelas câmeras de segurança do edifíciosede
    do TJRO. Agindo assim, o servidor infringiu, em tese, o
    disposto no artigo 154, II e IV da Lei Complementar 68/92.
    III – Encaminhem os autos à Comissão Processante
    Permanente da Comarca de Porto Velho/RO para instrução e
    relatório.
    IV – A comissão terá o prazo de 50 (cinquenta) dias, a
    contar da data da publicação, para a conclusão dos trabalhos
    e apresentar Relatório.

    E AE EU TE PERGUNTO, E AGORA JOSÉ????

    Acordo de Suspensão da Greve

    “Item 1 – Não haverá retaliações”

  334. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    Não basta o sindicato informar que a categoria esta em greve, precisamos estar dispostos a assumir os riscos.

    Algumas das barbaridades provocadas por esta gestão já estão caindo por terra. A exemplo disso, a liminar favorável ao retorno dos comissários aos seus postos de trabalho e a caracterização de desvio de função provocado através de Portaria desta presidência. Fica ainda um rastro do mandato do Des. Roosevelt, quando deu falta a servidores pelo exercício constitucional de mobilização.
    Faltam apenas 90 dias para esta gestão passar, porque não entrega o cargo logo e evita mais trabalho para a próxima gestão.
    Encerro com as palavras do colega Odilon.
    Meus pêsames, hoje EXCELENTÍSSIMO SENHOR (pelo peso do seu cargo), amanhã ???? (com certeza, será outro o tratamento)…
    OSCAR ODILON GRAHL

  335. SOLANGE FERREIRA SANTOS WACKSMANN em

    Por favor, diariamente acesso o site para obter novas informações e manifestações do servidores, contudo, nada é divulgado para interesse da categoria, o que está acontecendo com o SINJUR???? que deixou de estimular e alimentar o ego desses servidores desalentados, que de concreto nada recebem e ainda não são estimulados pela vã esperança de algo receber, que seja atrasado ou futuramente. CADÊ o sindicato atuante, CADÊ o sindicato que não fornece informações para esta categoria desacreditada. POR FAVOR repassem informações acerca do andamento das negociações com o TJ???. INFORMAÇÕES acerca dos 89%???. INFORMAÇÕES acerca da transposição, ????. INFORMAÇÕES acerca das licenças prêmio convertida em pecúnia, porquê não ocorre os pagamentos???. Porquê tem tantos processos e requerimentos de servidores paralisados pela administração do TJ. Porquê não chamam os servidores para tratar desses pedidos e encerram as perspectiva, se vai ocorrer pagamento ou não????!!!!. POR FAVOR INFORMAÇÕES!!!!!!! tbém acerca do ajuizamento da ação da Transposição, qual a situação, qdo será distribuída, se foi, qual o nùmero dela ou delas???

  336. FRANKLIN CORREIA em

    SENHOR PRESIDENTE PRECISAMOS DE INFORMAÇÕES CONCRETAS QUANTO AS NEGOCIAÇÕES, POIS JA ESTAMOS NO DIA 13/08 E QUE EU ME LEMBRO A GREVE FOI SUSPENSA EM JULHO. SABEMOS QUE OS DESCONTOS RELATIVOS AS FALTAS ESTÃO SUSPENSAS, PORÉM TAMBÉM SABEMOS QUE ENQUANTO ESTA SUSPENSAS TAMBÉM NÃO PODEMOS SOLICITAR LICENÇA PREMIO, FÉRIAS, GRATIFICAÇÃO DE INCENTIVO (10 ANOS) ENTRE OUTRAS.

  337. ILCE NINOS CASTILHO em

    Gostaria de saber porque existe esse portal se nunca tem nenhuma informação que a categoria não saiba por outros sites. Como está a negociação, está tendo algum avanço? quando foi a última vez que fizeram reunião? acesso esse site todos os dias em busca de alguma notícia e só encontro o que já vi em outros. Aqui é o espaço para deixar a categoria informada sobres assuntos que atingem diretamente os nossos direitos. Greve, faltas, horário, 89%, quintos, ações judiciais, transposição, orçamento, reposição salarial. A falta de informação no portal faz com que acreditemos em conversas vindas de outras origens, e isso não é nada bom, porque gera descrédito em nossos representantes.

  338. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    – Greve do pão com refrigerante.
    Depois de dois meses de movimento grevista, podemos agora entender o que isso realmente representou para os servidores.
    As mobilizações (presença física, uso de camisas, adesivos, opiniões em redes sociais, ações de proteção aos colegas grevistas) definiram bem o time dos bravos e guerreiros servidores do poder judiciário de Rondônia.
    Bravos colegas viram seus nomes serem entregues nos relatórios das chefias com faltas
    enquanto outros que cumpriam os percentuais de permanência
    Guerreiros disponibilizaram seus cargos para dizerem: basta ao constrangimento e assedio desta atual administração!
    Enquanto outros apenas assumiram os cargos daqueles
    A seleção da administração continua sendo realizada, a exclusão para os fortes e corajosos e vantagens para os omissos e fracos
    Você pode ate comer o pão com refrigerante do SINJUR, mas, participar do movimento, somente quanto tiver disposição para perder…
    Venha para o time de perdedores, perca o medo, perca a esmola que te faz calar, perca a vergonha de não poder participar verdadeiramente de um movimento digno e ordeiro.

  339. ADRIANO MARÇAL DA SILVA em

    Quando é de interesse dos Desembargadores e magistrados até o dinheiro do FUJU pode ser utilizado para pagamento de verbas atrasadas. Em São Paulo deram um jeitinho de aprovar uma lei autorizando a utilização desses valores. O Presidente do TJRO bem que poderia seguir o exemplo para conceder o nosso reajuste e pagamento das nossas diferenças, inclusive os 89,22%, já que se diz tão empenhado em resolver a situação da nossa greve.

    Vejam no link: http://jornal.jurid.com.br/materias/noticias/tjsp-pagou-r-191-mi-em-atrasados-juizes-em-2013/idp/64365?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsletter

  340. DAVI GONÇALVES FERREIRA SOBRINHO em

    Salve-nos de tanta barbaridade SINJUR.
    Tenho um protocolo pedindo pagamento de gratificação por serviços extraorinários, e o processo foi enviado para ver se tem disponibilidade orçamentária, senão nao tem como pagar. Mas vejam só o que foi publicado no DJE n. 134 do dia 24/07/2013.

    RESOLUÇÃO N. 016/2013-PR
    Dispõe sobre o escalonamento da gratificação especial
    de segurança e sobre a extensão dos auxílios alimentação
    e transporte aos militares agregados ao Poder Judiciário do
    Estado de Rondônia e dá outras providências.
    O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO
    ESTADO DE RONDÔNIA, no uso de suas atribuições legais
    e regimentais,
    CONSIDERANDO a Lei n. 3.088, de 19 de junho de 2013;
    CONSIDERANDO a Resolução n. 021/2010-PR;
    CONSIDERANDO a necessidade de regulamentar a
    forma e percentuais a ser pagos aos militares agregados ao
    Poder Judiciário do Estado de Rondônia;
    CONSIDERANDO a decisão do Tribunal Pleno na
    sessão administrativa realizada no dia 22/7/2013,
    R E S O L V E:
    Art. 1º Estabelecer o escalonamento da gratificação
    especial de segurança devida aos militares do Estado de
    Rondônia, agregados ao Poder Judiciário do Estado de
    Rondônia, com valor limitado a 100% (cem por cento) do
    padrão 18 da carreira do cargo efetivo de Analista Judiciário –
    NS, de acordo com o anexo único desta resolução.
    Art. 2º Ficam estendidos aos militares agregados a
    este Poder Judiciário a concessão dos auxílios alimentação
    e transporte na forma da Lei Complementar n. 568, de 29 de
    março 2010, regulamentados pela Resolução n. 021/2010-PR.
    Art. 3º. Esta resolução entrará em vigor a partir de 1º de
    agosto de 2013.
    Publique-se.
    Registre-se.
    Cumpra-se.
    Porto Velho, 23 de julho de 2013.
    (a) Desembargador Roosevelt Queiroz Costa
    Presidente
    ANEXO ÚNICO
    RESOLUÇÃO N. 016/2013-PR
    VALOR DE REFERÊNCIA PARA A GRATIFICAÇÃO DOS MILITARES AGREGADOS AO PJRO
    Oficiais superiores Vencimento básico do padrão 18 da carreira de analista judiciário – NS
    Oficiais intermediários,
    subalternos, suboficiais e
    praças
    Vencimento básico do padrão 01 da carreira de analista judiciário – NS
    TABELA DE ESCALONAMENTO
    CATEGORIA ESCALONAMENTO
    OFICIAIS
    Superiores Coronel, tenente-coronel e major 100%
    Intermediários Capitão 70%
    Subalternos 1º e 2º tenentes 60%
    SUBOFICIAIS Subtenentes 50%
    PRAÇAS
    Sargentos 40%
    Cabos 35%
    Soldados 30%

  341. MARIA CARMELITA SALES CARDOSO em

    Olhem o absurdo: simplesmente o Presidente do TJRO suspendeu o pagamento devido da Licença Prêmio dos servidores de fizeram “Greve”…isso não é perseguir????~está escrito no acordo de suspensão de greve que não haveria prejuízo ou perseguição??? Soccorroooo SINDICATO.

  342. RITA DE CÁSSIA RIBEIRO BERNINI em

    Faço minhas as palavras do colega Renato, e ai, como ficam os 89 dormindo o sono eterno, assim como a transposiçao…Até quando vamos ficar nessa inércia…

  343. ODAIR PAULO FERNANDES em

    Presidente Roque,
    Com todo o respeito pelo trabalho que vem realizando e sem querer fomentar discórdia. Nós, os contemplados com a transposição estamos com cara de tacho perante o restante dos colegas. Sou daqueles que compreendem o processo burocrático e defendo as ações do sindicato em relação ao processo da transposição. Mas paciência tem limite!!! Esse Dr.Diego que fala nesse vídeo fala, mas não diz nada… O que ele fala nós já estamos carecas de saber. O que queremos saber é o seguinte: Aqueles que encaminharam o termo de opção do sindicato podem realmente esperar pela transposição? Por que nós do judiciário não estamos sendo chamados a comparecer perante a tal comissão? Se realmente seremos transpostos, pra qual quadro iremos? Iremos pra “vala comum do executivo” ou pra algum quadro do judiciário federal, o que seria mais justo. Essas e outras questões é que estão entaladas nas nossas gargantas. São essas e outras as respostas que precisamos, pois estamos sendo ridicularizados perante a opinião pública. Esse advogado é tão mentiroso que sequer olha pra câmera quando fala. Pôxa Roque, a gente conhece esse povo. Trabalhamos há mais de 30 anos com eles. Não é por que ele é de Brasília que é melhor que os daqui. Chega de enrolação. Queremos respostas e instruções objetivas o mais rápido possível, ou vamos nos organizar e pedir a destituição desses senhores como nossos representantes. Aqueles que assinaram dois termos de opção o fizeram exatamente por falta de instrução adequada pelos sindicato. Eu, Odair de Cacoal, fui um dos que defenderam a posição do sindicato na época, criticando aqueles que preferiram acreditar na conversa fiada do TJ. Mas já se passou tanto tempo e até agora nada… Aqueles que assinaram somente o termo do sindicato merecem um mínimo de respeito e atenção e já deveriam ter seus processos encaminhados para a comissão. A paciência já se esgotou… Exigimos que o sindicato venha em cada Comarca pra conversar com o servidor e tirar dúvidas. E isso tem que ser agora. Eu pessoalmente to cansado de defender as posições do Sinjur aqui e não ver respaldo nenhum de vocês. Exijo que o sindicato urgentemente tome as rédeas desse processo e venha tirar as dúvidas do servidor. Mas não venham com enrolação como a conversa desse doutor aí. Confio em você Roque e sei que também, tem interesse no processo. E tem mais uma coisa. O Israel tem que ser afastado definitivamente desse processo, pois até agora o que ele fez foi em prol dos servidores do executivo. Pra nós, seus colegas de casa, nada foi feito. Abraços.

  344. RENATO ALEXANDRE DE ALMEIDA em

    Por que o SINJUR não INFORMA a situação dos 89,22% e da TRANSPOSIÇÃO? os advogados entraram com ação ou não? ou já caiu no esquecimento?

  345. JOSE RICARDO DA SILVA SOUZA em

    Já que aceitamos suspender a greve e o Presidente do TJRO alega não dispor de recursos para conceder de plano o reajuste salarial pretendido, é razoável que seja incluida nas negociações a imediata agilização do andamento dos processos administrativos dos servidores, pois vários direitos oriundos de falhas do TJRO, como Revisão de Progressão Funcional e Pagamento de Diferenças Remuneratórias estão tramitando a passos de tartaruga, correndo até risco de prescrição pela inércia do TJRO.

  346. MARCELO LACERDA LINO em

    Bem, já que não, obtivemos reajuste, realinhamento, reposição, auxilio gardenal ou qualquer outro nome que quiserem dar, pois, entrando no bolso e em espécie (de preferência) não importa o nome. O Excelentíssimo Sr. Todo Poderoso, salve, salve! poderia liberar aquelas míseras verbas empenhadas em 31/12/2012 para conversão em pecúnia das licenças, pois alguns “poucos” conseguiram 2 e 3 meses outros apenas um mês e a referida lei refere-se a período de licença prêmio ou seja 3 meses, pois não existe período de licença de 1 mês, por exemplo no executivo quando se goza a licença são 3 meses, pois repito não há previsão legal para um mês de licença.

  347. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    Saudades de Fouad Darwich Zacarias.

    Movimento de greve, intensas negociações, servidores apreensivos por uma resposta equilibrada da administração e cai de paraquedas um conselheiro do CNJ. O conselheiro do Conselho Nacional de Justiça, Jorge Hélio Chaves de Oliveira, visitou nosso estado e simplesmente tratou dos Projetos institucionais, verdade, essa foi a pauta do encontro. Falou-se de instalação da Casa de Justiça e Cidadania em 2010, o presidente da casa aproveitou para puxar a brasa para o seu fogo e se intitulou responsável pela criação da justiça rápida em Rondônia “por iniciativa própria, diante das circunstâncias, com as dificuldades de acesso às cidades, me senti na obrigação de ir às linhas vicinais, zona rural, onde 50% da população aí residia, para alistamento eleitoral, também me fiz presente na instalação de urnas para colheita dos votos em 15 de novembro de 1982.” (texto extraído da fala do presidente)… penso que com ele já devem ter outros 5 ou 6 que também se responsabilizam pela paternidade deste programa. Mas também sobrou tempo para levar o Conselheiro no evento realizado pela Infância e Juventude ali nas dependências do Centro de Treinamento (muito bem organizado e com tema de extrema relavancia para o nosso tempo), Contudo, pasmem pela vasta ocupação do presidente e do conselheiro, não tiveram tempo de participar de uma reunião com o movimento grevista dos servidores. Se quer comentou-se durante as falas dessa celebridades que a categoria vinha de uma luta de dois meses e que deveriam voltar ao trabalho sem qualquer conquista. Desta forma, penso que esqueceram de inserir o servidor nos Projetos Institucionais do tribunal de justiça de Rondônia. E, ainda querem que outros tribunais adotem a ferramenta de gestão adotada no TJ/RO. Por fim, analisando a matéria publicada hoje 09/07/2013, videoconferência sobre estratégia do Judiciário informam que “ A ferramenta começou a ser utilizada ainda 2007, tendo o atual plano norteador das ações administrativas (PE/2010-2018) sido elaborado por meio de oficinas com magistrados e servidores em todas as regiões do Estado. “ pseudo-participação, como o servidor participar na construção das ferramentas de gestão e depois passa 60 dias nas calçadas recebendo ameaças de quem estar na administração. Pura mentira. Isso não é gestão. Penso que o profissional que orientou na produção desta ferramenta, está se perguntando até agora. Onde foi que eu errei?. Mas não se preocupe o erro é no uso da ferramenta, acredito que a atual administração não entendeu bem o material e, resolveu adotar um estilo particular, que é bem a quem daqueles que se veem no mundo acadêmico e nos grandes centros de referencias dos serviços públicos. Por isso corremos o risco de ter a pior administração desta casa. Saudades de Fouad Darwich
    Zacarias.

  348. OSCAR ODILON GRAHL em

    Meus pêsames, hoje EXCELENTÍSSIMO SENHOR (pelo peso do seu cargo), amanhã ???? (com certeza, será outro o tratamento)…

  349. OSCAR ODILON GRAHL em

    LEMBRE QUE TODA AUTORIDADE É CONSTITUÍDA POR DEUS, MAS NEM TODAS SÃO GUIADAS POR DEUS!
    Certamente a autoridade do nosso Presidente não foi constituída e muito menos GUIADA por DEUS! Afinal, ele se acha Deus!
    O exercício da autoridade, mediante uso da força que um cargo impõe, escudado nesse cargo ue um dia terminará, é o maior exemplo de covardia de alguém que se apresenta como líder, como administrador. O tempo mostrará que Vossa Excelência, no uso de seu mandado, manchou a história do TJRO, coberta de glórias pelos verdadeiros líderes que por ali passaram!
    Meus pêsames, hoje

  350. MÁRCIO FRAZÃO VILANOVA em

    SUSPENSÃO DA GREVE ? para negociar ? agora ? depois que todos nos mobilizamos ? Suspender a troco de uma “POSSIBILIDADE” DE ACORDO ? Melhor, em troca de não desconto salarial ? é possível desconto salarial numa GREVE DENTRO DA LEGALIDADE ?? Se respondemos sim a todas essas perguntas, talvez devêssemos ter nos informado melhor sobre o que acontece num movimento como esse. Talvez, devêssemos confiar mais no JURÍDICO, como disse o colega. Agora, utilizando o dito popular “estar com a faca e o queijo na mão e não fazer nada”, e aceitarmos uma proposta de suspensão em troca de uma possibilidade de acordo, é, no mínimo, ser inocente ao extremo. O EFEITO que se espera de uma greve (falta ao trabalho) não ocorreu. Contrataram, a título de interesse público, novos trabalhadores (ainda que temporários). Tudo certo e dentro da legalidade. Agora, para nós, resta confiar no setor jurídico pra resolver nossa manca mobilização. É o fim.

  351. http://www.ajd.org.br/artigos_ver.php?idConteudo=57
    Artigos

    Greve e salário

    Jorge Luiz Souto Maior

    A greve, porque provoca uma alteração no cotidiano, gera as mais diversas reações de contrariedade, sobretudo daqueles que, de certo modo, são atingidos por ela.

    Boa parte da inteligência humana, por conseguinte, durante muito tempo foi voltada para limitar o exercício da greve. Com o necessário aprimoramento da estrutura democrática, chegou-se à concepção da greve como um direito dos trabalhadores. Mas, a mera consideração da greve como direito não é suficiente para que se compreenda a importância e o alcance social da greve, causando-lhe limites indevidos.

    Não que direitos não possam ter limites, mas no caso da greve os limites impostos podem gerar a conseqüência paradoxal de impedir-lhe o efetivo exercício. O direito de greve, assim, pode ser negado pelo próprio direito.

    A bem compreender, a greve não é um modo de solução de conflitos e sim uma forma pacífica de expressão do próprio conflito. Trata-se de um instrumento de pressão, legitimamente utilizado pelos empregados para a defesa de seus interesses.

    Em uma democracia deve-se abarcar a possibilidade concreta de que os membros da sociedade, nos seus diversos segmentos, possam se organizar para serem ouvidos. A greve, sendo modo de expressão dos trabalhadores, é um mecanismo necessário para que a democracia atinja às relações de trabalho.

    Na ordem jurídica atual conferiu-se aos trabalhadores, no choque de interesses com o empregador, o direito de buscarem melhores condições de trabalho, recriando, a partir da solução dada, a própria ordem jurídica. Um ato que ao olhar do direito civil tradicional seria considerado uma ilegalidade, pois conspira contra o direito posto, na esfera trabalhista, inserido no contexto do Direito Social, ganha ares de exercício regular do direito.

    No Direito Social, ou melhor, na formação do Estado Social de Direito, os valores humanísticos desenvolvidos na experiência do convívio social foram incorporados ao direito como valores jurídicos de caráter genérico (direito à vida, por exemplo). O próprio ordenamento reconhece que essas expressões normativas de caráter genérico requerem concretização e isso somente pode se dar em hipóteses determinadas. Assim, quando o ordenamento jurídico trabalhista confere aos trabalhadores a possibilidade de se rebelarem contra o direito contratualmente posto, para reconstrução dos limites obrigacionais, não se está, propriamente, estabelecendo uma contradição dentro do sistema, que exporia o Direito do Trabalho à condição de um anti-direito, muito ao contrário, o que se permite é uma possibilidade concreta de se tornarem reais as “promessas” contidas nas fórmulas genéricas do Estado Social.

    Pode-se imaginar que essa “luta” por melhores condições de trabalho seja mais uma questão sociológica que jurídica, pois a todas as pessoas, mesmo nas relações civis, é dada a liberdade para defenderem seus interesses e a partir daí firmarem relações jurídicas que atendem a tais interesses. A diferença é que no Direito do Trabalho essa “luta”, ela própria, é garantida pelo direito, resultando na formação, institucional de um direito à luta pelo direito.

    Interessante perceber, ainda, que a consagração pelo próprio direito da possibilidade de se reconstruir, em situações concretas, a ordem jurídica, representa um relevante fator de estabilização das relações sociais, pois permite sua constante evolução, evitando, assim, a solução mais comum quando os interesses, sobretudo econômicos, entram em conflito com o conteúdo obrigacional, fixado no contrato, que é a da cessação do vínculo, sendo de se destacar que no contexto coletivo mais amplo a impossibilidade de composição dos conflitos pode gerar o completo desajuste social.

    Importante, também, destacar que a abrangência desse direito não se limita à reavaliação das normas contratuais estabelecidas. Integra-lhe, igualmente, a lacuna (o vazio), ou seja, o que não fora fixado em cláusulas específicas, já que o vazio não é apenas um nada, e sim a ocupação de um lugar daquilo que lá poderia estar. Trata-se de uma regulação específica, quando necessária, de um valor jurídico de caráter genérico.

    Deve-se recordar, ainda, que o Estado Social, ao considerar os trabalhadores como classe e atraí-los, nessa configuração, para o contexto social, conferiu-lhes o direito de defenderem os seus interesses, o que se traduziu juridicamente como o princípio da constante melhoria da condição social e econômica da classe trabalhadora, que se insere no conceito mais amplo de justiça social e que representa a parcela mais importante do compromisso firmado pelos detentores do poder, no período pós segunda guerra mundial, de desenvolverem um capitalismo socialmente responsável.

    É assim, portanto, que o Direito permite aos trabalhadores defenderem, por meio da greve, os interesses que considerarem relevantes para a melhoria da sua condição social e econômica até mesmo fora do contexto da esfera obrigacional com um empregador determinado.

    A greve vista, pela ótica do Direito Social, conseqüentemente, é um instrumento a ser preservado. Ao direito não compete limitá-la e sim garantir que possa ser, efetivamente, exercida e a forma mais rudimentar de cumprir esse objetivo é não impor aos trabalhadores o sacrifício do próprio salário do qual dependem para sobreviver. O direito não pode meramente fixar os contornos de um jogo no qual quem pode mais chora menos. O que o direito deve fazer é permitir que o jogo seja jogado, atribuindo garantias aos trabalhadores para que o valor democrático possa ter um sentido real.

    Oportuno registrar que muitas das pessoas que hoje abominam a greve não se recordam que as garantias jurídicas de natureza social que possuem, aposentadoria, auxílio-doença, licenças, férias, limitação da jornada de trabalho etc. etc. etc., além de direitos políticos como o voto e a representação democrática das instituições públicas advieram da organização e da reivindicação dos movimentos operários.

    Negar aos trabalhadores o direito ao salário quando estiverem exercendo o direito de greve equivale, na prática, a negar-lhes o direito de exercer o direito de greve, e isto não é um mal apenas para os trabalhadores, mas para a democracia e para a configuração do Estado Social de Direito do qual tantos nos orgulhamos!

    Conforme Ementa, da lavra de Rafael da Silva Marques, aprovada no Congresso Nacional de Magistrados Trabalhistas, realizado em abril/maio de 2010: “não são permitidos os descontos dos dias parados no caso de greve,salvo quando ela é declarada ilegal. A expressão suspender, existente no artigo 7 da lei 7.783/89, em razão do que preceitua o artigo 9º. da CF/88, deve ser entendida como interromper, sob pena de inconstitucionalidade, pela limitação de um direito fundamental não-autorizada pela Constituição federal”.

    Ora, se a greve é um direito fundamental não se pode conceber que o seu exercício implique o sacrifício de outro direito fundamental, o da própria sobrevivência. Lembrando-se que a greve traduz a própria experiência democrática da sociedade capitalista, não se apresenta honesto impor um sofrimento aos trabalhadores que lutam por todos, que, direta ou indiretamente, se beneficiam dos efeitos da greve.

    É importante destacar esse aspecto da contrariedade pessoal que se possa ter em face das greves (que é, como dito, totalmente injustificável), pois é, afinal, essa visão negativa da greve, advinda de preocupações individualistas, que motivam as interpretações limitadoras do direito de greve.

    Para negar aos trabalhadores o direito ao recebimento de salário no período em que exercem o direito de greve escora-se em previsão contida na Lei n. 7.789/89, que assim dispõe:

    “Artigo 7º – Observadas as condições previstas nesta Lei, a participação em greve suspende o contrato de trabalho, devendo as relações obrigacionais, durante o período, ser regidas pelo acordo, convenção, laudo arbitral ou decisão da Justiça do Trabalho.”

    Imagina-se que este dispositivo tenha retirado dos trabalhadores o direito de recebimento de salário durante o período da greve, mas de fato, vale reparar, não há disposição expressa neste sentido. Esse, ademais, é o primeiro dado a ser observado, pois a perda do salário só se justifica em caso de falta não justificada e é mais que evidente que a falta de trabalho, decorrente do exercício do direito de greve, está mais que justificada, pois, afinal, a greve é um direito do trabalhador.

    Cumpre verificar, também, que quando o trabalhador está exercendo o direito de greve sequer se pode falar em “falta ao trabalho”, pois a greve pressupõe ausência de trabalho e não ausência ao trabalho. Os trabalhadores em greve comparecem ao local de trabalho – ou próximo a ele – para fazerem suas manifestações e reivindicações. É interessante perceber que em alguns locais de trabalho a experiência humana, dos pontos de vista cultural, acadêmico, político e democrático, é muito mais intensa nos períodos de greve, quando se deixa de lado o trabalho burocratizado, mecanizado, e se estabelece um debate aberto sobre a própria estrutura na qual o trabalho se insere.

    Acrescente-se que legalmente falando não há diferença entre interrupção e suspensão do contrato de trabalho, embora a doutrina tenha criado essa diferenciação em razão da expressão trazida como denominação do Capítulo IV da CLT: “Da Suspensão e da Interrupção”.

    O fato é que embora o nome do Capítulo seja este, a própria CLT não definiu as figuras em questão. Por esforço classificatório, a doutrina nacional tratou de separar as hipóteses. Mas, sem o pressuposto de uma definição legal, formou-se na doutrina uma divergência a respeito do assunto, pois para alguns a suspensão seria caracterizada pela ausência total de efeitos jurídicos[2] enquanto que para outros a produção de alguns efeitos não a descaracterizaria[3]. Para estes últimos, o elemento diferenciador seria apenas o recebimento, ou não, do salário, com a conseqüente contagem do tempo de serviço.

    Na verdade, a discussão acadêmica acerca do melhor critério para separar interrupção e suspensão tem pouca ou nenhuma importância, pois os efeitos jurídicos atribuídos a cada situação devem ser determinados na lei.

    Assim, quando a Lei n. 7.783/89 traz a expressão suspensão não se pode atribuir a ele os efeitos jurídicos postos por uma classificação de caráter doutrinário, que sequer se apresenta de forma unânime.

    Do ponto de vista da doutrina estrangeira, por exemplo, não se tem essa diferenciação. Todas as hipóteses em que não há prestação de serviço por parte do empregado e se mantém vigente a relação de emprego são tratadas como suspensão[4][5][6].

    Orlando Gomes e Élson Gottschalk, por exemplo, também tratam as hipóteses como sendo apenas de suspensão, subdivididas em suspensão total e suspensão parcial: “Entre nós, a Consolidação no Título IV, Capítulo IV, trata da Suspensão e da Interrupção do contrato de trabalho, e grande parte da doutrina, seguindo esta distinção, entende que como suspensão se deve encarar a total paralisação dos efeitos do contrato de trabalho, e como interrupção, procura-se explicar, compreende-se a manutenção de alguns efeitos e a paralisação de outros. Trata-se de técnica peculiar apenas ao direito pátrio, sem correspondência no direito alienígena, e que, em verdade, se trata de mais uma terminologia ineficaz para substituir a suspensão parcial do contrato, cujo vinculo júris não se rompe nem se interrompe com ocorrências de determinadas causas, que apenas suspendem temporariamente a relação de emprego.”[7]

    Ao manterem a distinção, embora com outra nomenclatura, os autores mencionados buscam fixar um critério para identificá-la: “A suspensão pode ser total ou parcial. Dá-se, totalmente quando as duas obrigações fundamentais, a de prestar o serviço e a de pagar o salário, se tornam reciprocamente inexigíveis. Há suspensão parcial quando o empregado não trabalha e, não obstante, faz jus ao salário.”[8].

    Nestes termos, do ponto de vista terminológico, com base na doutrina de Orlando Gomes e Élson Gottschalk, a suspensão da relação de emprego, sendo parcial, pode implicar a obrigação do pagamento de salário.

    O que importa, unicamente, é saber o que a lei considera suspensão da relação de emprego e quais efeitos jurídicos são por ela, a lei, mantidos vigentes durante o período correspondente, sabendo-se que o efeito da manutenção da relação de emprego está sempre presente, pois, afinal, é este efeito que diferencia a situação de outra que lhe é, esta sim, concretamente avessa, que é a cessação da relação de emprego.

    Arnaldo Süssekind comentando a origem da distinção, que se espelhou nas experiências do direito comparado, que se utiliza, no entanto, das figuras da suspensão total ou parcial, dá o relato de uma tese apresentada à Universidade de Brasília, por Sebastião Machado Filho, que, igualmente, já havia refutado tanto a nomenclatura quanto a distinção adotadas pela Consolidação das Leis do Trabalho, “sustentando que se verifica, apenas a ‘suspensão da prestação de execução de serviço’.”[9]

    No tema pertinente à suspensão da relação de emprego, o que importa é, portanto, verificar quais os efeitos obrigacionais são fixados por lei. Não cabe à doutrina dizê-lo. E, de fato, no caso da greve cumpre reparar que a lei nada estabeleceu sobre os efeitos obrigacionais. Apenas restou dito que “a greve suspende o contrato de trabalho”. Ora, se o legislador não fixou diferença entre suspensão e interrupção e, ademais, considerando o pressuposto da experiência jurídica estrangeira, trouxe essa forma de nominação fora de um parâmetro técnico, não se pode dizer que quando, em lei especial, referiu-se apenas à suspensão tenha acatado a classificação feita pela doutrina, que, ademais, como dito, não é unânime quando aos critérios de separação entre hipóteses de suspensão e interrupção. Do ponto de vista doutrinário, é mais correto dizer que a lei de greve corrigiu uma incoerência nominativa trazida na CLT, nada mais que isso.

    Aliás, não pode mesmo ser outra a conclusão, considerando o que diz, na seqüência, a referida Lei n. 7.783/89: “…devendo as relações obrigacionais, durante o período, ser regidas pelo acordo, convenção, laudo arbitral ou decisão da Justiça do Trabalho.” – grifou-se

    Ora, o que diz a lei é que os efeitos obrigacionais não estão fixados pela lei. Assim, não pode o empregador, unilateralmente, dizer que está desobrigado de pagar salários durante a greve, pois não terá base legal nenhuma a embasá-lo.

    E, como se está procurando demonstrar, o direito do recebimento de salário é um efeito obrigacional inegável na medida em que, por lei, o não recebimento de salário somente decorre de falta injustificada ao serviço, ao que, por óbvio, não se equipara a ausência de trabalho em virtude do exercício do direito de greve. É evidente que o exercício de um direito fundamental, o da greve, não pode significar o sacrifício de outro direito fundamental, o do recebimento de salário.

    A interpretação extensiva dos termos da lei, implicando na negativa ao direito de recebimento de salários, é imprópria mesmo sob o prisma das técnicas de interpretação do direito comum, quando mais em se tratando de um direito social. É evidente que a preocupação do legislador, ao dizer que a greve “suspende o contrato de trabalho”, foi a de dar ênfase à preservação da relação de emprego, evitando que o empregador considerasse os dias parados como faltas ao trabalho e propugnasse pela cessação dos vínculos jurídicos. É o que consta, ademais, com todas as letras no parágrafo único do artigo 7º., da lei em questão: “É vedada a rescisão de contrato de trabalho durante a greve, bem como a contratação de trabalhadores substitutos, exceto na ocorrência das hipóteses previstas nos artigos 9º e 14.”

    Interessante observar que essas garantias legais para o exercício do direito de greve não se dão sem uma contrapartida. O artigo 9º. determina que “Durante a greve, o sindicato ou a comissão de negociação, mediante acordo com a entidade patronal ou diretamente com o empregador, manterá em atividade equipes de empregados com o propósito de assegurar os serviços cuja paralisação resultem em prejuízo irreparável, pela deterioração irreversível de bens, máquinas e equipamentos, bem como a manutenção daqueles essenciais à retomada das atividades da empresa quando da cessação do movimento.” – grifou-se

    Assim, a greve, como instituto jurídico de natureza coletiva, deve se realizar de modo a não gerar dano irreparável ao empregador do ponto de vista de seu maquinário. Essa situação elimina, por completo, a visão individualista que ainda insiste em assombrar a greve e mesmo a conclusão de que o salário não é devido durante o período de parada. Ora, quem deve definir como esses serviços serão executados, conforme dispõe a lei, é o sindicato (ou a comissão de negociação), mediante acordo com a entidade patronal ou diretamente com o empregador. Não será, portanto, o empregador, sozinho, que deliberará a respeito junto com os denominados empregados “fura-greves”. A manutenção das atividades do empregador, com incentivos pessoais a um pequeno número de empregados, que, individualmente, resolvem trabalhar em vez de respeitar a deliberação coletiva dos trabalhadores, constitui uma ilegalidade, uma frustração fraudulenta ao exercício legítimo do direito de greve.

    Neste sentido, não se pode opor, no ambiente de trabalho, o direito liberal, de ir e vir, perante o direito de greve, cuja deflagração se deu coletivamente. A lei, ademais, é clara quanto ao aspecto de que a continuação das atividades inadiáveis do empregador deve ser definida em negociação com o sindicato ou a comissão de negociação.

    Dentro deste contexto, a atuação dos trabalhadores em greve de impedir, pacificamente, que os “fura-greves” adentrem o local de trabalho, ou seja, a realização do conhecido “piquete”, constitui parte essencial do exercício do direito de greve. Neste aspecto, ademais, falham os sindicatos ao não levarem ao Judiciário, a fim de obterem uma tutela jurisdicional a respeito, a questão pertinente à continuidade das atividades do empregador durante a greve sem a devida negociação com os sindicatos.

    Votando ao problema do salário, veja-se que o dispositivo do art. 9º constitui uma pá de cal na argumentação contrária à que se expressa neste texto. Ora, se todos os trabalhadores, manifestando sua vontade individual, deliberam entrar em greve, o sindicato, como ente organizador do movimento, deve, segundo os termos da lei, organizar a forma de execução das atividades inadiáveis do empregador. Para tanto, deverá indicar os trabalhadores que realizarão os serviços, os quais, mesmo tendo aderido à greve, terão que trabalhar. Prevalecendo a interpretação de que a greve representa a ausência da obrigação de pagar salário, de duas uma, ou estes trabalhadores, que apesar de estarem em greve e que trabalham por determinação legal, não recebem também seus salários mesmo exercendo trabalho, ou em os recebendo cria-se uma discriminação odiosa entre os diversos trabalhadores em greve.

    Dito de forma mais clara, se todos os trabalhadores do setor de manutenção resolvem aderir à greve, por determinação legal estarão obrigados a realizar serviços inadiáveis. Definirão, então, entre si quais os trabalhadores farão os serviços e mesmo poderão deliberar a realização de um revezamento para a execução de tais serviços. É claro que não se poderá criar entre os que estarão trabalhando, por deliberação também coletiva, uma diferenciação jurídica acerca do direito ao recebimento, ou não, de salários.

    Veja-se o que se passa, igualmente, nas denominadas atividades essenciais. O artigo 11 da lei de greve dispõe que “Nos serviços ou atividades essenciais, os sindicatos, os empregadores e os trabalhadores ficam obrigados, de comum acordo, a garantir, durante a greve, a prestação dos serviços indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade”, acrescentando o parágrafo único do mesmo artigo que “São necessidades inadiáveis, da comunidade aquelas que, não atendidas, coloquem em perigo iminente a sobrevivência, a saúde ou a segurança da população”.

    Ora, se cumpre aos trabalhadores em greve manter os serviços essenciais, é natural que, pelo princípio da isonomia, não se crie uma diferenciação entre os empregados que estão trabalhando por determinação legal, para atender as atividades inadiáveis da comunidade, e os que não estão trabalhando, ainda mais porque a deliberação acerca de quem deve trabalhar no período da greve não é uma decisão individual e sim coletiva, como estabelece a própria lei.

    Neste sentido, repita-se: a decisão de trabalhar, ou não, no período de greve não pertence a cada trabalhador, individualmente considerado, daí porque, também, se torna legítima toda forma, pacífica, de impedir que o trabalho, para além das necessidades inadiáveis, continuem sendo executados, seja por vontade individual de um trabalhador, seja pela contratação, por parte do empregador, de empregados para a execução dos serviços, não se admitindo até mesmo que empregados de outras categorias, como terceirizados, por exemplo, supram as eventuais necessidades de mera produção dos empregadores no período.

    Assim, piquetes e até ocupações pacíficas do local de trabalho se justificam para que se faça prevalecer, em concreto, o legítimo e efetivo exercício do direito de greve.

    Nunca é demais lembrar que os efeitos benéficos da negociação advinda da greve atingirão a todos os trabalhadores, indistintamente, e não apenas àqueles que de fato levaram adiante a luta pela conquista de melhores condições de trabalho.

    Interessante perceber, também, que o ato da paralisação do trabalho, a greve propriamente dita, porque aparece publicamente, acaba fazendo crer que os trabalhadores cometem uma agressão contra o empregador e mesmo contra a sociedade ao executá-la. Mas, pouco se percebe que para chegarem à greve os trabalhadores já foram alvo de intensa violência, embora velada.

    Essa inversão de análise, aliás, vem imperando em nossa realidade, em diversos aspectos, chegando ao ponto de motivar a consideração de que direitos trabalhistas são privilégios e que cumpre a sociedade reprimir os grevistas, segundo tem proposto o atual reitor da Universidade de São Paulo, como se os trabalhadores não fossem, também eles, integrantes dessa mesma sociedade.

    Recentemente, a Presidência do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª. Região, nos “considerandos” do Ofício n. 306/2010-DGCA, definiu a greve como um “direito dos cidadãos” e buscou ver na lei de greve uma espécie de regulação da defesa dos interesses da sociedade em face dos grevistas. E, como ameaça à realização da greve por parte dos servidores chegou mesmo a sugerir que a demora da prestação jurisdicional seria culpa dos servidores, que estariam desrespeitando o “interesse público”. Determinou, assim, o corte dos salários dos servidores em greve como forma de punição pelo sacrifício imposto ao “público jurisdicionado”, que teria ficado “frustrado em sua expectativa de solução breve de suas lides trabalhistas”, integradas por créditos, em sua maioria, “de caráter alimentar”, como se o salário dos servidores, cujo corte fora determinado, não fosse da mesma natureza.

    De um direito, a greve se tornou, por si, mesmo sem avaliação do conteúdo das reivindicações, um ato ilícito, e, pior, segundo posicionamento advindo do interior da própria instituição criada para a defesa dos direitos dos trabalhadores, a Justiça do Trabalho. E, na perspectiva dos trabalhadores, em vez de um direito, a greve se transforma em um ato de heroísmo ou ignorância, já que se põe em risco o próprio pescoço para lutar por outros que, por medo ou desprezo, não aderem ao movimento…

    Interessante verificar que fora com base na lei de greve que a Presidência do Tribunal fixou, unilateralmente, quais seriam as atividades inadiáveis e o percentual de servidores (50%, em cada unidade) que deveriam permanecer trabalhando, contrariando, no entanto, frontalmente, os próprios termos da lei a que se refere, a qual, repita-se, determina que essa deliberação deve ser feita de “comum acordo” com os trabalhadores (art. 11).

    O fato é que as ameaças econômicas, como represálias à adesão a atividades sindicais – e a greve é a principal delas – para intimidar e gerar medo nos trabalhadores, constituem atos anti-sindicais, tais como definidos na Convenção 98 da OIT (ratificada pelo Brasil, em 1952), que justificam, até, a apresentação de queixa junto ao Comitê de Liberdade Sindical da referida Organização.

    A questão é muito simples e como tal deve ser encarada: a greve é um direito dos trabalhadores e para o efetivo exercício desse direito, conforme garantido pelo artigo 9º., da Constituição Federal, não se pode tolerar o desconto de salário dos dias parados, salvo a partir do momento em que a greve, sendo o caso, for declarada ilegal pelo Poder Judiciário, sendo de se destacar que esse é o efeito máximo que o Judiciário pode conferir à greve, ou seja, não cumpre ao Judiciário determinar que os trabalhadores voltem compulsoriamente ao trabalho. A estes, unicamente, caberá assumir os riscos referentes aos eventuais efeitos jurídicos pelas ausências ao trabalho que passam, aí sim, a ser injustificadas.

    Cumpre lembrar que para a Organização Internacional do Trabalho sequer a solução judicial da greve é possível, cumprindo às partes, de comum acordo, buscarem o mecanismo de solução, a não ser nos casos de serviços essenciais, no sentido estrito do termo, quais sejam, “aquellos cuya interrupción podría poner en peligro la vida, la seguridad o la salud de la persona en toda o parte de la población”, conforme definido no caso n. 1839, julgado pelo Comitê de Liberdade Sindical, tratando da greve dos petroleiros de 1995. Nunca é demais recordar que no mesmo caso em questão o governo brasileiro foi criticado pelas dispensas de 59 trabalhadores grevistas (que, posteriormente, acabaram sendo reintegrados) e pelas multas que o Tribunal Superior do Trabalho impôs ao sindicato em razão de não ter providenciado o retorno às atividades após a declaração da ilegalidade da greve.

    Vale acrescentar que no que se refere aos servidores públicos, aos quais a Constituição brasileira assegurou o direito de greve, por tradição histórica, o não-desconto de salários em caso de greve se incorporou ao patrimônio jurídico dos servidores. Qualquer alteração neste sentido, portanto, além de ilegal, conforme acima demonstrado, representa um grave desrespeito aos princípios do não-retrocesso social e da condição mais benéfica, até porque as experiências democráticas no sentido da construção da cidadania devem evoluir e não retroceder.

    Em suma: só há direito à greve com garantia plena à liberdade de reivindicação por parte dos trabalhadores, pois, afinal, os trabalhadores em greve estão no regular exercício de um direito, não se concebendo que o exercício desse direito seja fundamento para sacrificar o direito à própria sobrevivência, que se vincula ao efetivo recebimento de salário.

    (disponível em: http://www.ajd.org.br/artigos_ver.php?idConteudo=57)

  352. ILCE NINOS CASTILHO em

    Concordo inteiramente com Dionei e desejo a continuação da greve. O SINJUR deve adotar uma atitude mais impositiva e negociar o REAJUSTE SALARIAL, fortalecendo o movimento. A questão das faltas será negociada posteriormente. Cadê o advogado do sinjur? cadê o mandado de segurança? os professores tiveram uma proposta real de aumento e continuam em greve. Não são os servidores que estão amarelando, mas os representantes sindicais, inexperientes, inseguros e mal assessorados. Bom lembrar que o SINJUR precisa avaliar a possibilidade de investir algum dinheiro nesta greve, se for necessário, descumprir a liminar.

  353. http://sindprev-al.org.br/informativos/stf-decide-que-governos-nao-podem-descontar-dias-parados-de-funcionarios-grevistas/ (Deem uma olhada) parem de ficar esperando o presidente abonar as faltas, ele nunca fará isso, é a carta na manga dele.
    Entrem com um MANDADO DE SEGURANÇA, rapidamente, vamos perder no TJ, mas no brasil, graças a nossa Constituição, temos mais de um grau de jurisdição. Não foi ganho a reclamação da decisão liminar porque foi impetrado o recurso errado. ACORDA SINDICATO, PARA DE CHORAR NOS PÉS DO PRESIDENTE, ELE NUNCA VAI TE OUVIR.

  354. Eu queria saber porquê o sindicato não para de ficar negociando com quem não quer negociar e não entra com um MS preventivo com pedido de que o Presidente do TJ não desconte os dias parados por falta de previsão legal que autorize isso (acreditem não há, ele inventou isso). Jurisprudência do STF existe é só dar uma olhada no site do STF. (segue link) http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=203377
    “Negar aos trabalhadores o direito ao salário quando estiverem exercendo o direito de greve equivale, na prática, a negar-lhes o direito de exercer o direito de greve, e isto não é um mal apenas para os trabalhadores, mas para a democracia e para a configuração do Estado Social de Direito do qual tantos nos orgulhamos!
    Conforme Ementa, da lavra de Rafael da Silva Marques, aprovada no Congresso Nacional de Magistrados Trabalhistas, realizado em abril/maio de 2010: “não são permitidos os descontos dos dias parados no caso de greve,salvo quando ela é declarada ilegal. A expressão suspender, existente no artigo 7 da lei 7.783/89, em razão do que preceitua o artigo 9º. da CF/88, deve ser entendida como interromper, sob pena de inconstitucionalidade, pela limitação de um direito fundamental não-autorizada pela Constituição federal”. (Jorge Luiz Souto Maior – retirado da internet)”

  355. ADIR FLÁVIO DA SILVA em

    Queridos, sei que todos nós estamos cansados e não bastante, ameaçados pela administração com os servidores que estão nesta luta.
    Sabemos que o poder está nas mãos do presidente do TJRO e o desejo que esta administração tem é de usá – lo contra os Servidores em questão. .
    A lei de greve não nos ampara em muita coisa, por isso acredito que não devemos ser irredutível. Já foi aberto o início de uma negociação e como temos um sindicato, devemos acreditar em nosso líder sindical e no jurídico que com certeza farão o melhor em favor do servidor para que não sejamos prejudicados.

  356. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    Se a manifestação da Administração do tribunal esta pedindo leite, porque temos que dar o queijo. penso que o combinado não é caro, o que temos que fazer é apenas suspender. A greve continua. Votemos aos locais de trabalho e continuemos as conversas. Greve BRANCA, TARTARUGA.. nunca ouviram falar disso….

  357. DIONEI GERALDO em

    Caros colégas,

    O presidente do TJ/RO nos apresentou uma proposta, que suspendessemos a greve e ele SUSPENDERIA os descontos das faltas.
    Alerto-os, cuidado, muito cuidado com a decisão a ser tomada.

    Suspensão dos descontos é uma armadilha, está na cara, no entanto estamos caindo igual “patinhos”.

    Analisem, nos suspendemos a greve agora (um movimento que já está fraco), em agosto, o SINJUR jamais conseguirá remontar o movimento, e então, as faltas,que até lá estariam
    suspensos, passarão a ser descontados e nós nada poderemos fazer, pois nossa única força ele terá desmontado, qual seja, o movimento grevista.

    Assistindo a transmissão da reunião com o presidente, fiquei extremamente decepcionado com o a presidencia do SINJUR, nosso sindicato abaixou a cabeça, tendo inclusive o
    ROQUE, contido a manifestação de algumas pessoas que queriam falar.

    Nosso presidente parecia mais um reporter, do que um representante sindical.

    Não estou dizendo que devíamos ter faltado com o respeito, de forma alguma, quero dizer apenas que, nessa luta, PRESIDENTE DO SINJUR = PRESIDENTE DO TJ, no processo judicial,
    somos, ou pelo menos deveríamos ser, partes iguais, sem hierarquia.

    O Presidente do TJ/RO em todo momento alegou que não pode conceder o reajuste porque a Lei não permite, e em nenhum momento, o SINJUR questionou onde ficava a Lei que nos garantia
    o reajuste, onde ficou a constituição em toda essa historia.

    O desembargador Roosevelt chegou a afirmar que retirou valores da folha de pagamento para aplicar ao FUJU, o sinjur também sequer mencionou isso em sua fala.

    Não podemos suspender a greve meus colegas, ou então, se preparem para pagarem todos os dias de falta, talvez não agora, más quando a suspensão acabar, pois, não conseguiremos remontar esse movimento
    vamos prosseguir, só que não da maneira como estamos, vamos parar tudo, 100%.

    Roque, quem mobiliza os servidores é o sindicato, passe nas comarcas, chame o pessoal, DE MOTIVOS para acreditarem nesse movimento, mostre dados reais, incentive, temos condições de fortalecer e muito essa greve,
    mas temos, precisamos sair desse banho maria que estamos.

    A suspensão dessa greve é a assinatura do termo de fracasso, pois pagaremos todos os dias de greve, e não teremos mais força, será que ninguém vê isso? em vez de propor suspensão, venha às comarcas,
    incentive o povo a lutar.

    E companheiros, por favor, não vamos cair nessa, sabemos que o presidente do TJ já levou para o lado pessoal, ele jamais deixará de punir os grevistas, no entanto, quer tirar, antes, a única força que nos resta.

    Precisamos manter a greve, quebrando inclusive a liminar, ou os que se mantiveram na greve, pagarão muito caro.

    Caso optem por suspender, podem me dizer, se lá na frente, eu não tenho razão.

  358. BEM DITO RONALDO, ATENTEM SÓMENTE A ISSO……… A greve (art. 9º CF) é a última força existente para o trabalhador quando seu empregador não atende aos direitos que exige…..

  359. ADIR FLÁVIO DA SILVA em

    Amados colegas, estamos com 51 dias de luta e como sabemos nada de negociação, Deus está conosco porque digno é o trabalhador de seu salário.
    Este presidente apesar de saber quem é Deus não o conhece porque Deus é amor. E as atitudes que ele tem mostrado não condiz a verdade de Deus.
    Em I João 4:8, a Bíblia diz Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor. A essência do caráter de Deus, o sentido, a realidade da pessoa de Deus, é amor.
    Nós que estamos fortalecidos neste movimento continuamos nesta luta porque somos um, e a unidade desperta uma força especial que há em nós e que nos encoraja a prosseguir na certeza da vitoria.
    O DESISTENTE NUCA VENCE, O VENCEDOR NUNCA DESISTE!

  360. MÁRCIO FRAZÃO VILANOVA em

    De um direito, a greve se tornou, por si, mesmo sem avaliação do conteúdo das reivindicações, um ato ilícito, e, pior, segundo posicionamento advindo do interior da própria instituição criada para a defesa dos direitos dos trabalhadores, a Justiça do Trabalho. E, NA PERSPECTIVA DOS TRABALHADORES, EM VEZ DE UM DIREITO, A GREVE SE TRANSFORMA EM UM ATO DE HEROÍSMO OU IGNORÂNCIA, JÁ QUE SE PÕE EM RISCO O PRÓPRIO PESCOÇO PARA LUTAR POR OUTROS QUE, POR MEDO OU DESPREZO, NÃO ADEREM AO MOVIMENTO…
    Interessante verificar que fora com base na lei de greve que a Presidência do Tribunal fixou, unilateralmente, quais seriam as atividades inadiáveis e o percentual de servidores (50%, em cada unidade) que deveriam permanecer trabalhando, contrariando, no entanto, frontalmente, os próprios termos da lei a que se refere, a qual, repita-se, determina que essa deliberação deve ser feita de “comum acordo” com os trabalhadores (art. 11).
    O fato é que as ameaças econômicas, como represálias à adesão a atividades sindicais – e a greve é a principal delas – para intimidar e gerar medo nos trabalhadores, constituem atos anti-sindicais, tais como definidos na Convenção 98 da OIT (ratificada pelo Brasil, em 1952), que justificam, até, a apresentação de queixa junto ao Comitê de Liberdade Sindical da referida Organização.
    A questão é muito simples e como tal deve ser encarada: a greve é um direito dos trabalhadores e para o efetivo exercício desse direito, conforme garantido pelo artigo 9º., da Constituição Federal, não se pode tolerar o desconto de salário dos dias parados, salvo a partir do momento em que a greve, sendo o caso, for declarada ilegal pelo Poder Judiciário, sendo de se destacar que esse é o efeito máximo que o Judiciário pode conferir à greve, ou seja, não cumpre ao Judiciário determinar que os trabalhadores voltem compulsoriamente ao trabalho. A estes, unicamente, caberá assumir os riscos referentes aos eventuais efeitos jurídicos pelas ausências ao trabalho que passam, aí sim, a ser injustificadas.
    Cumpre lembrar que para a Organização Internacional do Trabalho sequer a solução judicial da greve é possível, cumprindo às partes, de comum acordo, buscarem o mecanismo de solução, a não ser nos casos de serviços essenciais, no sentido estrito do termo, quais sejam, “aquellos cuya interrupción podría poner en peligro la vida, la seguridad o la salud de la persona en toda o parte de la población”, conforme definido no caso n. 1839, julgado pelo Comitê de Liberdade Sindical, tratando da greve dos petroleiros de 1995. Nunca é demais recordar que no mesmo caso em questão o governo brasileiro foi criticado pelas dispensas de 59 trabalhadores grevistas (que, posteriormente, acabaram sendo reintegrados) e pelas multas que o Tribunal Superior do Trabalho impôs ao sindicato em razão de não ter providenciado o retorno às atividades após a declaração da ilegalidade da greve.
    Vale acrescentar que no que se refere aos servidores públicos, aos quais a Constituição brasileira assegurou o direito de greve, por tradição histórica, o não-desconto de salários em caso de greve se incorporou ao patrimônio jurídico dos servidores. Qualquer alteração neste sentido, portanto, além de ilegal, conforme acima demonstrado, representa um grave desrespeito aos princípios do não-retrocesso social e da condição mais benéfica, até porque as experiências democráticas no sentido da construção da cidadania devem evoluir e não retroceder.
    Em suma: só há direito à greve com garantia plena à liberdade de reivindicação por parte dos trabalhadores, pois, afinal, os trabalhadores em greve estão no regular exercício de um direito, não se concebendo que o exercício desse direito seja fundamento para sacrificar o direito à própria sobrevivência, que se vincula ao efetivo recebimento de salário.

  361. MÁRCIO FRAZÃO VILANOVA em

    Assim, a greve, como instituto jurídico de natureza coletiva, deve se realizar de modo a não gerar dano irreparável ao empregador do ponto de vista de seu maquinário. Essa situação elimina, por completo, a visão individualista que ainda insiste em assombrar a greve e mesmo a conclusão de que o salário não é devido durante o período de parada. Ora, quem deve definir como esses serviços serão executados, conforme dispõe a lei, é o sindicato (ou a comissão de negociação), mediante acordo com a entidade patronal ou diretamente com o empregador. Não será, portanto, o empregador, sozinho, que deliberará a respeito junto com os denominados empregados “fura-greves”. A manutenção das atividades do empregador, com incentivos pessoais a um pequeno número de empregados, que, individualmente, resolvem trabalhar em vez de respeitar a deliberação coletiva dos trabalhadores, constitui uma ilegalidade, uma frustração fraudulenta ao exercício legítimo do direito de greve.
    Neste sentido, não se pode opor, no ambiente de trabalho, o direito liberal, de ir e vir, perante o direito de greve, cuja deflagração se deu coletivamente. A lei, ademais, é clara quanto ao aspecto de que a continuação das atividades inadiáveis do empregador deve ser definida em negociação com o sindicato ou a comissão de negociação.
    Dentro deste contexto, a atuação dos trabalhadores em greve de impedir, pacificamente, que os “fura-greves” adentrem o local de trabalho, ou seja, a realização do conhecido “piquete”, constitui parte essencial do exercício do direito de greve. Neste aspecto, ademais, falham os sindicatos ao não levarem ao Judiciário, a fim de obterem uma tutela jurisdicional a respeito, a questão pertinente à continuidade das atividades do empregador durante a greve sem a devida negociação com os sindicatos.
    Votando ao problema do salário, veja-se que o dispositivo do art. 9º constitui uma pá de cal na argumentação contrária à que se expressa neste texto. Ora, se todos os trabalhadores, manifestando sua vontade individual, deliberam entrar em greve, o sindicato, como ente organizador do movimento, deve, segundo os termos da lei, organizar a forma de execução das atividades inadiáveis do empregador. Para tanto, deverá indicar os trabalhadores que realizarão os serviços, os quais, mesmo tendo aderido à greve, terão que trabalhar. Prevalecendo a interpretação de que a greve representa a ausência da obrigação de pagar salário, de duas uma, ou estes trabalhadores, que apesar de estarem em greve e que trabalham por determinação legal, não recebem também seus salários mesmo exercendo trabalho, ou em os recebendo cria-se uma discriminação odiosa entre os diversos trabalhadores em greve.
    Dito de forma mais clara, se todos os trabalhadores do setor de manutenção resolvem aderir à greve, por determinação legal estarão obrigados a realizar serviços inadiáveis. Definirão, então, entre si quais os trabalhadores farão os serviços e mesmo poderão deliberar a realização de um revezamento para a execução de tais serviços. É claro que não se poderá criar entre os que estarão trabalhando, por deliberação também coletiva, uma diferenciação jurídica acerca do direito ao recebimento, ou não, de salários.
    Veja-se o que se passa, igualmente, nas denominadas atividades essenciais. O artigo 11 da lei de greve dispõe que “Nos serviços ou atividades essenciais, os sindicatos, os empregadores e os trabalhadores ficam obrigados, de comum acordo, a garantir, durante a greve, a prestação dos serviços indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade”, acrescentando o parágrafo único do mesmo artigo que “São necessidades inadiáveis, da comunidade aquelas que, não atendidas, coloquem em perigo iminente a sobrevivência, a saúde ou a segurança da população”.
    Ora, se cumpre aos trabalhadores em greve manter os serviços essenciais, é natural que, pelo princípio da isonomia, não se crie uma diferenciação entre os empregados que estão trabalhando por determinação legal, para atender as atividades inadiáveis da comunidade, e os que não estão trabalhando, ainda mais porque a deliberação acerca de quem deve trabalhar no período da greve não é uma decisão individual e sim coletiva, como estabelece a própria lei.
    Neste sentido, repita-se: a decisão de trabalhar, ou não, no período de greve não pertence a cada trabalhador, individualmente considerado, daí porque, também, se torna legítima toda forma, pacífica, de impedir que o trabalho, para além das necessidades inadiáveis, continuem sendo executados, seja por vontade individual de um trabalhador, seja pela contratação, por parte do empregador, de empregados para a execução dos serviços, não se admitindo até mesmo que empregados de outras categorias, como terceirizados, por exemplo, supram as eventuais necessidades de mera produção dos empregadores no período.
    Assim, piquetes e até ocupações pacíficas do local de trabalho se justificam para que se faça prevalecer, em concreto, o legítimo e efetivo exercício do direito de greve.
    Nunca é demais lembrar que os efeitos benéficos da negociação advinda da greve atingirão a todos os trabalhadores, indistintamente, e não apenas àqueles que de fato levaram adiante a luta pela conquista de melhores condições de trabalho.
    Interessante perceber, também, que o ato da paralisação do trabalho, a greve propriamente dita, porque aparece publicamente, acaba fazendo crer que os trabalhadores cometem uma agressão contra o empregador e mesmo contra a sociedade ao executá-la. Mas, pouco se percebe que para chegarem à greve os trabalhadores já foram alvo de intensa violência, embora velada.
    Essa inversão de análise, aliás, vem imperando em nossa realidade, em diversos aspectos, chegando ao ponto de motivar a consideração de que direitos trabalhistas são privilégios e que cumpre a sociedade reprimir os grevistas, segundo tem proposto o atual reitor da Universidade de São Paulo, como se os trabalhadores não fossem, também eles, integrantes dessa mesma sociedade.
    Recentemente, a Presidência do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª. Região, nos “considerandos” do Ofício n. 306/2010-DGCA, definiu a greve como um “direito dos cidadãos” e buscou ver na lei de greve uma espécie de regulação da defesa dos interesses da sociedade em face dos grevistas. E, como ameaça à realização da greve por parte dos servidores chegou mesmo a sugerir que a demora da prestação jurisdicional seria culpa dos servidores, que estariam desrespeitando o “interesse público”. Determinou, assim, o corte dos salários dos servidores em greve como forma de punição pelo sacrifício imposto ao “público jurisdicionado”, que teria ficado “frustrado em sua expectativa de solução breve de suas lides trabalhistas”, integradas por créditos, em sua maioria, “de caráter alimentar”, como se o salário dos servidores, cujo corte fora determinado, não fosse da mesma natureza.

  362. MÁRCIO FRAZÃO VILANOVA em

    Nestes termos, do ponto de vista terminológico, com base na doutrina de Orlando Gomes e Élson Gottschalk, a suspensão da relação de emprego, sendo parcial, pode implicar a obrigação do pagamento de salário.
    O que importa, unicamente, é saber o que a lei considera suspensão da relação de emprego e quais efeitos jurídicos são por ela, a lei, mantidos vigentes durante o período correspondente, sabendo-se que o efeito da manutenção da relação de emprego está sempre presente, pois, afinal, é este efeito que diferencia a situação de outra que lhe é, esta sim, concretamente avessa, que é a cessação da relação de emprego.
    Arnaldo Süssekind comentando a origem da distinção, que se espelhou nas experiências do direito comparado, que se utiliza, no entanto, das figuras da suspensão total ou parcial, dá o relato de uma tese apresentada à Universidade de Brasília, por Sebastião Machado Filho, que, igualmente, já havia refutado tanto a nomenclatura quanto a distinção adotadas pela Consolidação das Leis do Trabalho, “sustentando que se verifica, apenas a ‘suspensão da prestação de execução de serviço’.”[9]
    No tema pertinente à suspensão da relação de emprego, o que importa é, portanto, verificar quais os efeitos obrigacionais são fixados por lei. Não cabe à doutrina dizê-lo. E, de fato, no caso da greve cumpre reparar que a lei nada estabeleceu sobre os efeitos obrigacionais. Apenas restou dito que “a greve suspende o contrato de trabalho”. Ora, se o legislador não fixou diferença entre suspensão e interrupção e, ademais, considerando o pressuposto da experiência jurídica estrangeira, trouxe essa forma de nominação fora de um parâmetro técnico, não se pode dizer que quando, em lei especial, referiu-se apenas à suspensão tenha acatado a classificação feita pela doutrina, que, ademais, como dito, não é unânime quando aos critérios de separação entre hipóteses de suspensão e interrupção. Do ponto de vista doutrinário, é mais correto dizer que a lei de greve corrigiu uma incoerência nominativa trazida na CLT, nada mais que isso.
    Aliás, não pode mesmo ser outra a conclusão, considerando o que diz, na seqüência, a referida Lei n. 7.783/89: “…devendo as relações obrigacionais, durante o período, ser regidaspelo acordo, convenção, laudo arbitral ou decisão da Justiça do Trabalho.” – grifou-se
    Ora, o que diz a lei é que os efeitos obrigacionais não estão fixados pela lei. Assim, não pode o empregador, unilateralmente, dizer que está desobrigado de pagar salários durante a greve, pois não terá base legal nenhuma a embasá-lo.
    E, como se está procurando demonstrar, o direito do recebimento de salário é um efeito obrigacional inegável na medida em que, por lei, o não recebimento de salário somente decorre de falta injustificada ao serviço, ao que, por óbvio, não se equipara a ausência de trabalho em virtude do exercício do direito de greve. É evidente que o exercício de um direito fundamental, o da greve, não pode significar o sacrifício de outro direito fundamental, o do recebimento de salário.
    A interpretação extensiva dos termos da lei, implicando na negativa ao direito de recebimento de salários, é imprópria mesmo sob o prisma das técnicas de interpretação do direito comum, quando mais em se tratando de um direito social. É evidente que a preocupação do legislador, ao dizer que a greve “suspende o contrato de trabalho”, foi a de dar ênfase à preservação da relação de emprego, evitando que o empregador considerasse os dias parados como faltas ao trabalho e propugnasse pela cessação dos vínculos jurídicos. É o que consta, ademais, com todas as letras no parágrafo único do artigo 7º., da lei em questão: “É vedada a rescisão de contrato de trabalho durante a greve, bem como a contratação de trabalhadores substitutos, exceto na ocorrência das hipóteses previstas nos artigos 9º e 14.”
    Interessante observar que essas garantias legais para o exercício do direito de greve não se dão sem uma contrapartida. O artigo 9º. determina que “Durante a greve, o sindicato ou a comissão de negociação, mediante acordo com a entidade patronal ou diretamente com o empregador, manterá em atividade equipes de empregados com o propósito de assegurar os serviços cuja paralisação resultem em prejuízo irreparável, pela deterioração irreversível de bens, máquinas e equipamentos, bem como a manutenção daqueles essenciais à retomada das atividades da empresa quando da cessação do movimento.” – grifou-se

  363. MÁRCIO FRAZÃO VILANOVA em

    É importante destacar esse aspecto da contrariedade pessoal que se possa ter em face das greves (que é, como dito, totalmente injustificável), pois é, afinal, essa visão negativa da greve, advinda de preocupações individualistas, que motivam as interpretações limitadoras do direito de greve.
    Para negar aos trabalhadores o direito ao recebimento de salário no período em que exercem o direito de greve escora-se em previsão contida na Lei n. 7.789/89, que assim dispõe:
    “Artigo 7º – Observadas as condições previstas nesta Lei, a participação em grevesuspende o contrato de trabalho, devendo as relações obrigacionais, durante o período, ser regidas pelo acordo, convenção, laudo arbitral ou decisão da Justiça do Trabalho.”
    Imagina-se que este dispositivo tenha retirado dos trabalhadores o direito de recebimento de salário durante o período da greve, mas de fato, vale reparar, não há disposição expressa neste sentido. Esse, ademais, é o primeiro dado a ser observado, pois a perda do salário só se justifica em caso de falta não justificada e é mais que evidente que a falta de trabalho, decorrente do exercício do direito de greve, está mais que justificada, pois, afinal, a greve é um direito do trabalhador.
    Cumpre verificar, também, que quando o trabalhador está exercendo o direito de greve sequer se pode falar em “falta ao trabalho”, pois a greve pressupõe ausência de trabalho e não ausência ao trabalho. Os trabalhadores em greve comparecem ao local de trabalho ? ou próximo a ele – para fazerem suas manifestações e reivindicações. É interessante perceber que em alguns locais de trabalho a experiência humana, dos pontos de vista cultural, acadêmico, político e democrático, é muito mais intensa nos períodos de greve, quando se deixa de lado o trabalho burocratizado, mecanizado, e se estabelece um debate aberto sobre a própria estrutura na qual o trabalho se insere.
    Acrescente-se que legalmente falando não há diferença entre interrupção e suspensão do contrato de trabalho, embora a doutrina tenha criado essa diferenciação em razão da expressão trazida como denominação do Capítulo IV da CLT: “Da Suspensão e da Interrupção”.
    O fato é que embora o nome do Capítulo seja este, a própria CLT não definiu as figuras em questão. Por esforço classificatório, a doutrina nacional tratou de separar as hipóteses. Mas, sem o pressuposto de uma definição legal, formou-se na doutrina uma divergência a respeito do assunto, pois para alguns a suspensão seria caracterizada pela ausência total de efeitos jurídicos[2] enquanto que para outros a produção de alguns efeitos não a descaracterizaria[3]. Para estes últimos, o elemento diferenciador seria apenas o recebimento, ou não, do salário, com a conseqüente contagem do tempo de serviço.
    Na verdade, a discussão acadêmica acerca do melhor critério para separar interrupção e suspensão tem pouca ou nenhuma importância, pois os efeitos jurídicos atribuídos a cada situação devem ser determinados na lei.
    Assim, quando a Lei n. 7.783/89 traz a expressão suspensão não se pode atribuir a ele os efeitos jurídicos postos por uma classificação de caráter doutrinário, que sequer se apresenta de forma unânime.
    Do ponto de vista da doutrina estrangeira, por exemplo, não se tem essa diferenciação. Todas as hipóteses em que não há prestação de serviço por parte do empregado e se mantém vigente a relação de emprego são tratadas como suspensão[4][5][6].
    Orlando Gomes e Élson Gottschalk, por exemplo, também tratam as hipóteses como sendo apenas de suspensão, subdivididas em suspensão total e suspensão parcial: “Entre nós, a Consolidação no Título IV, Capítulo IV, trata da Suspensão e da Interrupção do contrato de trabalho, e grande parte da doutrina, seguindo esta distinção, entende que como suspensão se deve encarar a total paralisação dos efeitos do contrato de trabalho, e como interrupção, procura-se explicar, compreende-se a manutenção de alguns efeitos e a paralisação de outros. Trata-se de técnica peculiar apenas ao direito pátrio, sem correspondência no direito alienígena, e que, em verdade, se trata de mais uma terminologia ineficaz para substituir a suspensão parcial do contrato, cujo vinculo júris não se rompe nem se interrompe com ocorrências de determinadas causas, que apenas suspendem temporariamente a relação de emprego.”[7]
    Ao manterem a distinção, embora com outra nomenclatura, os autores mencionados buscam fixar um critério para identificá-la: “A suspensão pode ser total ou parcial. Dá-se, totalmente quando as duas obrigações fundamentais, a de prestar o serviço e a de pagar o salário, se tornam reciprocamente inexigíveis. Há suspensão parcial quando o empregado não trabalha e, não obstante, faz jus ao salário.”[8].

  364. MÁRCIO FRAZÃO VILANOVA em

    Interessante perceber, ainda, que a consagração pelo próprio direito da possibilidade de se reconstruir, em situações concretas, a ordem jurídica, representa um relevante fator de estabilização das relações sociais, pois permite sua constante evolução, evitando, assim, a solução mais comum quando os interesses, sobretudo econômicos, entram em conflito com o conteúdo obrigacional, fixado no contrato, que é a da cessação do vínculo, sendo de se destacar que no contexto coletivo mais amplo a impossibilidade de composição dos conflitos pode gerar o completo desajuste social.
    Importante, também, destacar que a abrangência desse direito não se limita à reavaliação das normas contratuais estabelecidas. Integra-lhe, igualmente, a lacuna (o vazio), ou seja, o que não fora fixado em cláusulas específicas, já que o vazio não é apenas um nada, e sim a ocupação de um lugar daquilo que lá poderia estar. Trata-se de uma regulação específica, quando necessária, de um valor jurídico de caráter genérico.
    Deve-se recordar, ainda, que o Estado Social, ao considerar os trabalhadores como classe e atraí-los, nessa configuração, para o contexto social, conferiu-lhes o direito de defenderem os seus interesses, o que se traduziu juridicamente como o princípio da constante melhoria da condição social e econômica da classe trabalhadora, que se insere no conceito mais amplo de justiça social e que representa a parcela mais importante do compromisso firmado pelos detentores do poder, no período pós segunda guerra mundial, de desenvolverem um capitalismo socialmente responsável.
    É assim, portanto, que o Direito permite aos trabalhadores defenderem, por meio da greve, os interesses que considerarem relevantes para a melhoria da sua condição social e econômica até mesmo fora do contexto da esfera obrigacional com um empregador determinado.
    A greve vista, pela ótica do Direito Social, conseqüentemente, é um instrumento a ser preservado. Ao direito não compete limitá-la e sim garantir que possa ser, efetivamente, exercida e a forma mais rudimentar de cumprir esse objetivo é não impor aos trabalhadores o sacrifício do próprio salário do qual dependem para sobreviver. O direito não pode meramente fixar os contornos de um jogo no qual quem pode mais chora menos. O que o direito deve fazer é permitir que o jogo seja jogado, atribuindo garantias aos trabalhadores para que o valor democrático possa ter um sentido real.
    Oportuno registrar que muitas das pessoas que hoje abominam a greve não se recordam que as garantias jurídicas de natureza social que possuem, aposentadoria, auxílio-doença, licenças, férias, limitação da jornada de trabalho etc. etc. etc., além de direitos políticos como o voto e a representação democrática das instituições públicas advieram da organização e da reivindicação dos movimentos operários.
    Negar aos trabalhadores o direito ao salário quando estiverem exercendo o direito de greve equivale, na prática, a negar-lhes o direito de exercer o direito de greve, e isto não é um mal apenas para os trabalhadores, mas para a democracia e para a configuração do Estado Social de Direito do qual tantos nos orgulhamos!
    Conforme Ementa, da lavra de Rafael da Silva Marques, aprovada no Congresso Nacional de Magistrados Trabalhistas, realizado em abril/maio de 2010: “não são permitidos os descontos dos dias parados no caso de greve,salvo quando ela é declarada ilegal. A expressão suspender, existente no artigo 7 da lei 7.783/89, em razão do que preceitua o artigo 9º. da CF/88, deve ser entendida como interromper,  sob pena de inconstitucionalidade, pela limitação de um direito fundamental não-autorizada pela Constituição federal”.
    Ora, se a greve é um direito fundamental não se pode conceber que o seu exercício implique o sacrifício de outro direito fundamental, o da própria sobrevivência. Lembrando-se que a greve traduz a própria experiência democrática da sociedade capitalista, não se apresenta honesto impor um sofrimento aos trabalhadores que lutam por todos, que, direta ou indiretamente, se beneficiam dos efeitos da greve.

  365. MÁRCIO FRAZÃO VILANOVA em

    GREVE E SALÁRIO (Jorge Luiz Souto Maior)
    A greve, porque provoca uma alteração no cotidiano, gera as mais diversas reações de contrariedade, sobretudo daqueles que, de certo modo, são atingidos por ela.
    Boa parte da inteligência humana, por conseguinte, durante muito tempo foi voltada para limitar o exercício da greve. Com o necessário aprimoramento da estrutura democrática, chegou-se à concepção da greve como um direito dos trabalhadores. Mas, a mera consideração da greve como direito não é suficiente para que se compreenda a importância e o alcance social da greve, causando-lhe limites indevidos.
    Não que direitos não possam ter limites, mas no caso da greve os limites impostos podem gerar a conseqüência paradoxal de impedir-lhe o efetivo exercício. O direito de greve, assim, pode ser negado pelo próprio direito.
    A bem compreender, a greve não é um modo de solução de conflitos e sim uma forma pacífica de expressão do próprio conflito. Trata-se de um instrumento de pressão, legitimamente utilizado pelos empregados para a defesa de seus interesses.
    Em uma democracia deve-se abarcar a possibilidade concreta de que os membros da sociedade, nos seus diversos segmentos, possam se organizar para serem ouvidos. A greve, sendo modo de expressão dos trabalhadores, é um mecanismo necessário para que a democracia atinja às relações de trabalho.
    Na ordem jurídica atual conferiu-se aos trabalhadores, no choque de interesses com o empregador, o direito de buscarem melhores condições de trabalho, recriando, a partir da solução dada, a própria ordem jurídica. Um ato que ao olhar do direito civil tradicional seria considerado uma ilegalidade, pois conspira contra o direito posto, na esfera trabalhista, inserido no contexto do Direito Social, ganha ares de exercício regular do direito.
    No Direito Social, ou melhor, na formação do Estado Social de Direito, os valores humanísticos desenvolvidos na experiência do convívio social foram incorporados ao direito como valores jurídicos de caráter genérico (direito à vida, por exemplo). O próprio ordenamento reconhece que essas expressões normativas de caráter genérico requerem concretização e isso somente pode se dar em hipóteses determinadas. Assim, quando o ordenamento jurídico trabalhista confere aos trabalhadores a possibilidade de se rebelarem contra o direito contratualmente posto, para reconstrução dos limites obrigacionais, não se está, propriamente, estabelecendo uma contradição dentro do sistema, que exporia o Direito do Trabalho à condição de um anti-direito, muito ao contrário, o que se permite é uma possibilidade concreta de se tornarem reais as “promessas” contidas nas fórmulas genéricas do Estado Social.
    Pode-se imaginar que essa “luta” por melhores condições de trabalho seja mais uma questão sociológica que jurídica, pois a todas as pessoas, mesmo nas relações civis, é dada a liberdade para defenderem seus interesses e a partir daí firmarem relações jurídicas que atendem a tais interesses. A diferença é que no Direito do Trabalho essa “luta”, ela própria, é garantida pelo direito, resultando na formação, institucional de um direito à luta pelo direito.

  366. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    Fora Roosevelt!!

    Na verdade não há negociação para o atendimento das reinvindicações, em nenhum momento a fala da administração mudou no sentido de atender a pauta do movimento. Estamos caminhando para 50 dias de paralisação e o que temos de proposta, o fim da greve?.

    O administrador, em sua fala, é claro “Nesse caso, em momento algum foi prestada outra informação pela Administração que não fosse a de não ser possível a concessão de revisão de remuneração, ciente o sindicato desde o início das conversações”, frisou Roosevelt.

    Como se isso fosse o trofeu, vergonhoso, o governo que não luta pelo seu povo não é digno deste. Para o aumento dos magistrados e auxílio alimento retroativo a 2007, foi possível, mas para o servidor a proposta é o fim da greve.

    Na verdade o fim da greve jamais podera acontecer pois não teve fim, Des. Roosevelt não teve coragem para dar um passo com o servidor, mas vários passos contra foram dados (exonerações, ameaças, percentual de grevistas…). Esta administração pode chegar a ser a pior de todos os tempos deste tribunal. Pedimos o fim da administração, entregue já seu mandado, vossa excelencia conseguiu um nada como solução. 50 dias de raiva, aumento de custo para o nosso sindicato que tem uma receita insignificante, desgaste da população rondoniense, midia desfavoravel a rondonia. Penso que o seu balanço administrativo vai deixar um deficit muito grande para outras gestões. Faltam 5 meses apenas, entrega o cargo. Nós te damos esta alternativa. Fora Roosevelt. Fora Roosevelt.

  367. ILCE NINOS CASTILHO em

    CARO PRESIDENTE DO SINJUR, está na hora de decidir: ou tomamos uma atitude ou a greve vai fracassar.

    A maioria está trabalhando e ninguém está aqui para lutar pelos outros. Ou descumpre a liminar e coloca pra valer, ou aproveite o maior fracasso de sua vida como sindicalista.

  368. OSCAR ODILON GRAHL em

    CONCORDO PLENAMENTE! PENA QUE NEM AO MENOS LER AS POSTAGENS NOSSOS COLEGAS FAZEM, QUANTO MAIS COMENTAR! TEM MUITA COVARDIA NESSA PANELA…

  369. MÁRCIO FRAZÃO VILANOVA em

    QUAL A EXPLICAÇÃO PARA A SUSPENSÃO ATÉ O DIA 31 DE AGOSTO ? TEM ALGO A VER COM ORÇAMENTO PÚBLICO ?? PLANO PLURIANUAL ?? 17 DE JULHO É UM NÚMERO CABALÍSTICO ?? RESPONDA QUEM TENHA QUE RESPONDER POR ISSO !! ACREDITO QUE O SINDICATO TEM O DEVER DE SABER O QUE ESTÁ SENDO TRATADO NESSE PLANO DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS – EM TEMPO HÁBIL. NÃO TENHO FORMAÇÃO EM ORÇAMENTO PÚBLICO. MAS, ACREDITO QUE OS SINDICALIZADOS DEVERIAM ENTENDER COMO ISSO FUNCIONA, ANTES DE ABRAÇAR QUALQUER GREVE. (obs: continuo de greve)

  370. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    Horário: decisão do STF impede mudança de horário em Tribunais de Justiça

    A discussao do horario agora vai precisar ser mais acalorada, visto que as atitudes da administração do tribunal de rondonia é excluir qualquer melhoria de vida ao servidor (seja no horario de trabalho, seja no salario). Peguemos esta matéria publicada recentemente onde o tribunal agora culpa a ADI 4598, pelo não restabelecimento do horário preferido pela maioria 07 as 13hs.
    Contudo, a própria ADI no seu corpo não obriga e muito menos impede a mudança de horário. Com muita clareza, o que se esta discutindo é apenas o horario de funcionamento do PROTOCOLO DE PETIÇÕES, no caso as físicas. Se não vejamos. “ protocolo de petições até, ao menos, às 18h00. Voto Vencedor do Conselheiro Jorge Hélio Chaves de Oliveira.

    Por fim, vejamos a intepretação do CNJ,

    “ horário de expediente forense. Alteração. Competência privativa. Art. 96, Inc. I, da Constituição Federal. Ato válido. Interesse público. Recomendação. Ampliação do horário de expediente do serviço de protocolo. – “1) A fixação do horário de expediente dos respectivos órgãos encontra-se no âmbito da autonomia administrativa conferida a cada Tribunal, conforme inteligência do art. 96, inc. I, alínea “a”, da Constituição Federal. 2) Não há que se falar em ilegalidade ou inconstitucionalidade da Res. do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas que altera o horário de expediente forense externo…”

    o tribunal de justica de alagoas funciona 0730hs as 1330hs, mais uma prova de que a administração de rondonia não esta preocupada em comparacao a outros tribunais que mantiveram seus horarios ou que apenas criaram horarios especias para atendimento de protocolos. Para não prejudicar mais o servidor visto os desgastes de transitos, dificuldades de alimentacao, permanencia com a família…
    caros colegas, não enquanto servidor deste poder lutarei sempre para que absurdos não possam prejudicar meu ambiente de trabalho. O tribunal pode, precisa e deve estabelecer horário 7h as 13hs para categoria em geral. Entre no movimento do horario menor, vida melhor.

  371. RONALDO RIBEIRO DOS SANTOS em

    Greve é a não prestação de serviços daqueles autorizados (50%) com o fim de suspensão dela por 60 dias após mais de 30 dias de paralisação??? Greve é um movimento em que seus representantes instalam a falta de entendimento entre si??? Bastou uma reunião com a Presidência do TJ para a greve do TJ virar ilegal/abusiva. É isso??? Acorda servidor!! A greve (art. 9º CF) é a última força existente para o trabalhador quando seu empregador não atende aos direitos que exige. Mas essa força depende da união de todos e precisa ser organizada. O presidente da nossa greve é o Roque, que foi eleito pela maioria dos sindicalizados, e é quem está liderando esse movimento. A todo momento ele defende a legalidade do movimento, mas para isso ocorrer cada sindicalizado deve fazer sua parte e não além…além do necessário. Nas assembleias de hoje entendo que a suspensão é válida, ante o desgaste presente entre as partes, mas não por nada! No mínimo a suspensão deve ser por acordo que: a) Dê por justificadas as faltas dos grevistas até o momento; b) não haja qualquer tipo de penalização aos grevistas, como descontos dos dias parados; c) que seja apresentada uma proposta válida de reposição salarial no dia 31/08, retroativa, no mínimo, ao início da greve, que, em não sendo aceita pelos servidores, implicará na retomada da paralisação. No mais, que o respeito e atenção que os servidores merecem voltem a reinar neste Tribunal, poxa vida! (Ronaldo Ribeiro, Cacoal)

  372. ADIR FLÁVIO DA SILVA em

    DESABAFO DE UM SERVIDOR!…

    Antes de aderir ao movimento grevista tive de passar por um processo de tratamento para que eu sentisse vergonha de mim mesmo ao ponto de me considerar um covarde.
    Por querer fazer a vontade de Deus e não a minha, lembrava de alguns versículos da bíblia em que me fez entrar em crise a ponto de fazer questionamentos a Deus a respeito de obediência as autoridades.
    Durante alguns dias depois de deflagrada a greve, comecei a me sentir envergonhado perante meus colegas de trabalho até que poder vê-los como verdadeiros guerreiros que empunhavam sua espada e que estariam dispostos a lutarem mesmo sabendo que após a conquista todos seriam beneficiados. Então me senti um covarde, sendo um deles e não fazendo parte nesta luta receber o mesmo beneficio sem pegar na espada… SER UM VENCEDOR VENCIDO PELO ESPIRITO DE COVARDIA QUE ESTAVA DENTRO DE MIM. E a bíblia diz que os covardes ficarão de fora e não terá parte com Deus.
    Um provérbio de Martin Luther King onde ele diz: “O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons.”

    Quando Paulo diz que toda autoridade é constituída por Deus, isto não significa que tudo que elas fazem seja a vontade de Deus. Logo vemos que as palavras de Paulo não podem servir a qualquer tipo de interesse.
    Seria covarde demais atribuir a Deus as escolhas erradas de todos os governantes da história.
    Ou seria justo atribuir a Deus os feitos de Adolf Hitler, de Joseph Stalin Ou ainda de Mao Tsé-tung que mataram milhões de pessoas!?
    A autoridade como cargo hierárquico é costituida por Deus, não seu abuso.
    A liderança como posto para tomar decisões é constituida por Deus, mas uma vez ocupando estes postos privilegiados, os líderes tem o dever, a obrigação de fazer a opção pelo bem comum e não somente a uma minoria. Não fechemos os olhos, todo líder é em si um ser dotado de liberdade para fazer ou não essa opção pelo bem comum.
    Para presidente do Brasil foi eleita a candidata Dilma Rousseff, de forma democrática através do voto livre, por isso nós cristãos temos uma grande responsabilidade, a de orar a Deus por ela, para que suas escolhas sejam visando este bem comum, o bem de todos, especialmente o dos mais fracos, mais pobres, mais frágeis, protegendo todos desde a concepção até a sua morte natural.
    Temos que orar também como em cada Adoração ao Santos dos Santos “… o derramamento de suas bênçãos… sobre o chefe da Nação e do Estado, e sobre todas as pessoas constituídas em dignidade para que governem com justiça. Dar ao povo brasileiro paz constante e prosperidade completa…. Tudo que é digno à humanidade”.
    Também ao nosso presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia que conceda aos funcionários aquilo que é de direito…

    AOS COLEGAS QUE AINDA NAO ADERIRAM AO MOVIMENTO DEIXO AQUI UM TEXTO EM Mateus 20. 1-15

    LEMBRE QUE TODA AUTORIDADE É CONSTITUÍDA POR DEUS, MAS NEM TODAS SÃO GUIADAS POR DEUS.

    Adir Flávio
    Motorista

  373. ADIR FLÁVIO DA SILVA em

    “TODA AUTORIDADE É CONSTITUÍDA POR DEUS” Rom 13,1-2

    O apostolo Paulo deixa claro que toda autoridade é um dom de Deus, é uma função confiada por Ele.
    Deus estabelece assim a liderança nescessária para que as pessoas vivam bem.

    II CRÔNICAS 1:7-10
    Salomão ao assentar no trono de seu pai Davi, enquanto oferecia sacrifícios e holocausto…:
    Deus naquela mesma noite apareceu a Salomão, e disse-lhe: Pede o que queres que eu te dê.
    E Salomão disse a Deus: Tu usaste de grande benignidade com meu pai Davi, e a mim me fizeste rei em seu lugar.
    Agora, pois, ó SENHOR Deus, confirme-se a tua palavra, dada a meu pai Davi; porque tu me fizeste reinar sobre um povo numeroso como o pó da terra.
    Dá-me, pois, agora, sabedoria e conhecimento, para que possa sair e entrar perante este povo; pois quem poderia julgar a este tão grande povo?
    Sabedoria e conhecimento te são dados; e te darei riquezas, bens e honra, quais não teve nenhum rei antes de ti, e nem depois de ti haverá.

    Vemos que Salomão fez a melhor escolha diante de Deus. Ele poderia ter pedido a Deus tudo que o traria conforto… Mas Salomão era um homem de Deus e se tratava de um governo segundo a vontade de Deus, pediu sabedoria para governar seu povo.

    Todos nós precisamos de uma liderança, todo sistema precisa de líderes capazes de proporcionar uma vida mais digna às pessoas e o bom funcionamento da sociedade, assim Deus estabeleceu.
    Assim Deus também procedeu com seu povo, ao suscitar profetas e líderes, como Moisés, Josué,Salomão, Davi,etc.
    Mas então você poderia perguntar: Mas se toda autoridade é constituidada por Deus, como afirma o apostolo Paulo, por que a maioria dos governantes não lideram conforme a vontade de Deus? Porque surgiu o Nazismo, o Comunismo, as formas de governo totalitários e governantes por todo o mundo que promoveram a guerra, a destruição, a fome, a descriminação e a morte?
    Por isso precisamos interpretar bem as palavras de Paulo, para não atribuirmos a Deus, as escolhas erradas que os governantes fizeram ou farão.
    Deus quis que a autoridade existisse, como estrutura, mas a forma de governar é de responsabilidade do governante que faz escolhas livremente; não pergunta para Deus que procedimento deve tomar e se seu posicionamento está sendo coerente segundo a Sua vontade.
    Quando Paulo diz que toda autoridade é constituída por Deus, isto não significa que tudo que elas fazem seja a vontade de Deus. Logo vemos que as palavras de Paulo não podem servir a qualquer tipo de interesse.

    Seria covarde demais atribuir a Deus as escolhas erradas de todos os governantes da história.
    Ou seria justo atribuir a Deus os feitos de Adolf Hitler que matou 21 milhões de pessoas!? Ou de Joseph Stalin que matou 43 milhões!? Ou ainda de Mao Tsé-tung que matou 77 milhões de pessoas!?

    A autoridade como cargo hierárquico é costituida por Deus, não seu abuso.
    A liderança como posto para tomar decisões é constituida por Deus, mas uma vez ocupando estes postos privilegiados, os líderes tem o dever, a obrigação de fazer a opção pelo bem comum e não somente a uma minoria. Não fechemos os olhos, todo líder é em si um ser dotado de liberdade para fazer ou não essa opção pelo bem comum.

    Para presidente do Brasil foi eleita a candidata Dilma Rousseff, de forma democrática através do voto livre, por isso nós cristãos temos uma grande responsabilidade, a de orar a Deus por ela, para que suas escolhas sejam visando este bem comum, o bem de todos, especialmente o dos mais fracos, mais pobres, mais frágeis, protegendo todos desde a concepção até a sua morte natural.
    Assim oramos como em cada Adoração ao Santos dos Santos “… o derramamento de suas bênçãos… sobre o chefe da Nação e do Estado, e sobre todas as pessoas constituídas em dignidade para que governem com justiça. Dar ao povo brasileiro paz constante e prosperidade completa…. Tudo que é digno à humanidade”. Também ao nosso presidente do Tribunal de Justiça que conceda aos funcionários aquilo que é de direito…

    AOS COLEGAS QUE AINDA NAO ADERIRAM AO MOVIMENTO DEIXO AQUI UM TEXTO EM Mateus 20. 1-15

    1. Porque o reino dos céus é semelhante a um homem, proprietário, que saiu de madrugada a contratar trabalhadores para a sua vinha.
    2. Ajustou com os trabalhadores o salário de um denário por dia, e mandou-os para a sua vinha.
    3. Cerca da hora terceira saiu, e viu que estavam outros, ociosos, na praça,
    4. e disse-lhes: Ide também vós para a vinha, e dar-vos-ei o que for justo. E eles foram.
    5. Outra vez saiu, cerca da hora sexta e da nona, e fez o mesmo.
    6. Igualmente, cerca da hora undécima, saiu e achou outros que lá estavam, e perguntou-lhes: Por que estais aqui ociosos o dia todo?
    7. Responderam-lhe eles: Porque ninguém nos contratou. Disse- lhes ele: Ide também vós para a vinha.
    8. Ao anoitecer, disse o senhor da vinha ao seu mordomo: Chama os trabalhadores, e paga-lhes o salário, começando pelos últimos até os primeiros.
    9. Chegando, pois, os que tinham ido cerca da hora undécima, receberam um denário cada um.
    10. Vindo, então, os primeiros, pensaram que haviam de receber mais; mas do mesmo modo receberam um denário cada um.
    11. E ao recebê-lo, murmuravam contra o proprietário, dizendo:
    12. Estes últimos trabalharam somente uma hora, e os igualastes a nós, que suportamos a fadiga do dia inteiro e o forte calor.
    13. Mas ele, respondendo, disse a um deles: Amigo, não te faço injustiça; não ajustaste comigo um denário?
    14. Toma o que é teu, e vai-te; eu quero dar a este último tanto como a ti.
    15. Não me é lícito fazer o que quero do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom?

    NÃO IMPORTA O TEMPO QUE FICARÁ NO MOVIMENTO… O FIM DA TARDE PODE CHEGAR E LOGO SERÁ NOITE… ENTÃO VOCÊ RECEBERÁ O MESMO SALÁRIO.
    EM NOME DO MOVIMENTO, CONTAMOS COM VOCÊ!

    Adir Flávio da Silva
    Motorista do tjro

  374. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    Tribunal de Justiça substitui cargos comissionados por aprovados em concurso

    Hoje fazer as coisas mínimas exigidas por lei já e um grande ato, se a administração do tribunal esta preocupada em demonstrar o comprimento da lei, deve esforçar-se um pouco mais, pois contratar concursados NÃO E FAVOR, não lhe da opção, substituir os comissionados esse ele poderia ter opção caso as vagas dos concursados estivessem garantidas o que parece não estar. Usar comissionado para LOTEAR O ESPAÇO PUBLICO tem sido coisa muito comum desta administração (falo e provo), a lei e clara, Lei 2239/2010 e a Resolução 88/2009 do Conselho Nacional de Justiça tais cargos em comissão devem estar ligados a atribuições de direção, chefia e assessoramento superior, com certeza o que vemos sao pessoas ocupando cadeiras e com funções muito indefinidas que não atende tais atribuições legais. Se esta administração tem procurado reconhecimento TOME ATITUDES que demonstre zelo e preocupação com o publico (servidor e população em geral).

  375. GETULIO DE SOUZA MORET em

    Estou solicitando minha aposentadoria. Não pretendia fazê-lo neste ano mas as circunstância obrigam-me. Estou de licença até o final de julho, retornando em agosto esperando aqui permanecer somente em agosto. Solicitarei as demais licenças até dez. Esperando para os primeiros dias de 2014 despedir-me. Sentirei saudades dos amigos e será muita mas a decepção com o TJ é enorme. Dediquei-me por 29 anos ao trabalho, nenhuma falta. Sempre assíduo e entusiasmado mas acabou. Somos intelectuais, honestos, dedicados e até já fomos destaque nacional mas o que recebemos em troca? Os degraus da escadaria. Estou triste, nunca pensei em presenciar tal situação. Getúlio Moret

  376. MÁRCIO FRAZÃO VILANOVA em

    Senhor Presidente, conforme havíamos comentado quando de sua vinda a Cacoal, está surgindo nos acordos paredistas a cláusula de ABSTENÇÃO do movimento de greve. Ou seja, realizam-se os acordos, mas CONDICIONADOS à interrupção da greve por 1, 2 ou 3 anos. Tentar mobilizar a categoria depois de aceito um acordo desses é, ao meu ver, muito mais difícil. Falando em cláusula de abstenção de greve: “resta acordado que não haverá movimento paredista nos anos de 2013 e 2014 para a correta e justa implementação do ora avençado” (proposta geral de negociação).

  377. OSCAR ODILON GRAHL em

    TODOS QUE PUDEREM, RUMO A PORTO VELHO, SE POSSÍVEL OBSTRUAM OS ACESSOS AO PRÉDIO DO TJ, TENHAM CORAGEM! A REPRESSÃO VAI ESTAR PRESENTE, MAS A IMPRENSA TAMBÉM, E ISSO ELES TEMEM!
    NÃO VOU A PORTO VELHO POR PROBLEMAS DE SAÚDE (TENHO 68 ANOS E ESTOU PRESTES A FAZER UMA CIRURGIA CARDIOVASCULAR), MAS FOSSE EU MAIS JOVEM UM POUCO E MAIS SAUDÁVEL, ESTARIA LÁ!
    VEJAM BEM, NÃO ESTOU INCITANDO À VIOLÊNCIA, MAS TEMOS DE RADICALIZAR AS MANIFESTAÇÕES!!!
    FORÇA COMPANHEIROS

  378. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    Ola, colegas servidores,
    O Pais acordou diferente…(Presidente do Dilma)
    ACORDOU o povo que não conseguiu suportar o peso de levar o maior trabalho e ficar com o menor valor (financeiro, reconhecimento)
    DIFERENTE ja que estavam acostumados a carregar o piano e serem oprimidos nas suas escolhas.
    senhor administrador do tribunal de justiça de rondonia, não espere que acoes dos servidores sejam deflagradas para demonstrar maiores incompetências deste poder, tome atitude clara e mereca o reconhecimento desta povo que acordou diferente…

  379. MÁRCIO FRAZÃO VILANOVA em

    DECISÃO DA RECLAMAÇÃO ?? “Em 13.06.2013:(…) com fundamento no art. 21, § 1º, do RISTF, nego seguimento à presente reclamação”. ??? (Art. 21, §1º, Regimento Interno do STF). E agora José? Semana de necessários reajustes. GRANDE SEMANA PARA TODOS NÓS !!

  380. RONALDO RIBEIRO DOS SANTOS em

    Os 50% dos escrivães operando como estão não há greve que se fortaleça. Atenção escrivães: a decisão judicial SÓ FALA SOBRE SERVIÇO ESSENCIAL !!! Sindicato ::: reitere junto às comarcas E NO SITE a ideia de que a paralisação não tem tempo para terminar.

    O STF ‘lavou as mãos’ (Rcl 15764) e o Colégio do TJ vai julgar os grevista com a espada somente. A greve é a única força que temos para, pelo menos, garantir a reposição. Veja que o percentual de 50% não foi aumentado nem reduzido pelo próprio TJ (0004679-06.2013.822.0000) .

    Não há como retroceder agora. Só acordo, sem falta, sem penalidade e com o mínimo de reajuste, como já discutido nas assembleias. A ação é AGORA serventurários !!! Vejam que o dissídio foi distribuído e o seu prejuízo está anunciado (0005388-41.2013.822.0000).

    Tem muita gente esperando por você!

    Ronaldo Ribeiro

  381. OSCAR ODILON GRAHL em

    CADÊ O POVO DO JUDICIÁRIO QUE NÃO SE MANIFESTA? NESSA MOLEZA, VAMOS FICAR EM GREVE PARA SEMPRE, POIS PARA OS DEUSES DO JUDICIÁRIO ESTÁ MUITO BOM ASSIM! ACORDA, MEU POVO, VAMOS À LUTA… VAMOS FECHAR OS FÓRUNS, OS CARTÓRIOS, SEM RADICALISMO ELES NÃO QUEREM NOS OUVIR!!!

  382. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    Colega grevistas, servidores do poder judiciário,
    Parabenizo-os pela avaliação e decisão em entrar no movimento de greve.
    CONCURSO PUBLICO e coisa de quem não tem amigo ou parente desembargador pois aquI no tribunal de justiça de rondonia não precisa, alias e ate prejudicial. NEPOTISMO parece que já não esta na moda, ouvia-se falar mais, devem ter colocado na regra. Recentemente, Ouvi de dois advogados que “onde tem cargo comissionado e estagiário não tem greve” parece comico, mas avaliando esta fala, entendi que isso deve ser dito também pela administração, calar a boca com o poder do dinheiro, “eu mandei te colocar ai e vou mandar te tirar, caso reclame do teu salario, do teu horário, do …” a senzala rebelde esta merecendo umas chicotadas -Eu determino que sejam aplicadas 19 chibatadas nos rebeldes dos cartórios e 20 nos rebeldes dos demais departamentos, aqui na casa grande aplique 21, essa diferença e meramente para não respeitar a igualdade. Mas, para infelicidade dos senhores do poder, a GREVE tem apoio de outros poderes e outras camadas do poder judiciário e o resultado e certo AUMENTO SALARIAL.

  383. JOSÉ CARLOS SANTOS DA SILVA em

    Sabe gente, fico muito indignado quando vejo e ainda tenho que ler algumas postagens de colegas acomodados com a situação que estamos vivendo. Os magistrados não estão brincando de serem membros e estão utilizando TODOS os meios possíveis para nos afrontar, amedrontar e desestabilizar.
    Não vou parar! falo por mim, Não tenho um posto, graduação, cargo comissionado ou outra coisa parecida para servir de laço, mas tenho família e principalmente DIGNIDADE
    que este presidente infelizmente não reconhece em nós servidores. Falei

  384. JOSÉ CARLOS SANTOS DA SILVA em

    Cadê os nossos representantes da FENAJUD?

    DIRETORIA EXECUTIVA – 2012 à 2015
    PRESIDENTE – Valter Assis Macedo (Sindjus-RS)
    VICE-PRESIDENTE – Luiz Fernando Pereira Souza (Serjusmig-MG)
    SECRETARIA GERAL – Volnei Rosalen (Sinjusc-SC)
    2ª. SECRETARIA – Elizabete Oliveira Rangel Silva (Sintaj-BA)
    SECRETARIA DE FINANÇAS – Maria José Santos da Silva (Sinpojud-BA)
    2ª SECRETARIA DE FINANÇAS – Aníbal da Silva Lins (Sindjus-MA)
    SECRETARIA DE ASSUNTOS JURÍDICOS – Wagner de Jesus Ferreira (Sinjus-MG)
    SECRETARIA DE IMPRENSA E DIVULGAÇÃO – Bernardino de Sena Fonseca (Sisjern-RN)
    SECRETARIA DE FORMAÇÃO SINDICAL – Ednor Emídio da Costa Lima Gonzaga Júnior (Serjal-AL)
    SECRETARIA DE POLÍTICA SINDICAL – Ednaldo Martins Silva Oliveira (Sindserj-SE)
    COORDENAÇÃO REGIONAL SUL – Israel Santos Borges (Sinjur-RO)
    COORDENAÇÃO REGIONAL CENTRO-OESTE – Noestor Jesus Ferreira Leite (Sindijus-MS)
    COORDENAÇÃO REGIONAL SUDESTE – Carlos Tadeu Teixeira Duarte (Sindijudiciário-ES)
    COORDENAÇÃO REGIONAL NORDESTE – João Ramalho Alves da Silva (Sinjep-PB)
    COORDENAÇÃO REGIONAL NORTE – Ladilson Costa Moita (Sinjap-AP)

    CONSELHO FISCAL

    TITULARES:
    Marilete Brito Nascimento (Sinjur-RO)
    Ésio Luís Rasch (Sindijus-PR)
    Elias ribeiro dos Santos (Sintjurr-RR)

    SUPLENTES:
    Fernando Simões de Farias (Sinjep-PB)
    Rivelino Alves Pereira (Sindjus-MA)
    Jânio Barbosa Irala (Sindjus-MS)

  385. OSCAR ODILON GRAHL em

    Bom dia!
    Concordo com as manifestações abaixo! Estamos inertes, sem motivação. Esta greve, justa e necessária, não está surtindo os efeitos desejados, pois nem STF, nem CNJ e muito menos TJRO, não estão nem aí para nós, somos LIXO, quase DESCARTÁVEIS! Está mais que na hora de atitudes mais radicais, pois com essa diplomacia não seremos ouvidos, isso sem crítica ou desmerecimento à atuação da diretoria do Sinjur, acho que estão tentando de tudo com educação e máximo cuidado em não ferir suscetibilidades. Lembrem-se, nem todos os desembargadores do TJ apoiam as atitudes do DEUSembargador presidente! Vamos à LUTA!!!
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  386. VANDE LUCIANO MARCELINO em

    Caros companheiros (as) grevistas, estou no movimento desde o primeiro dia e esta é a minha mensagem para a atual Administraçao do TJRO:

    Senhor Presidente e Desembargadores, onde estão os direitos do servidores?
    Sou um grevista inconformado e descontente, até quando vão sabotar os direitos da gente?

    Para conseguir receber o mínimo, que é direito constitucional, temos que brigar e quebrar o pau.
    Enquanto uma única categoria recebe tudo, além de seus direitos, e dizem que é legal, até quando isso será normal?

    Para negar o reajuste dizem que a culpa é do orçamento e que não haverá aumento.
    Mas para aumentar o valor da gratificação do assessoramento, não há choro nem sofrimento.

    Para justificar a gratificação de 6.000 disse que é para os militares terem incentivo e reconhecimento.
    E todos os outros servidores não são dignos de respeito e merecimento?

    No meio da greve após a audiência de conciliação, o Presidente não apresentou nenhuma solução.
    Só queremos reajuste salarial, dignidade, respeito e valorização.

    No Tribunal só a cúpula tem as regalias, onde está a tal da isonomia?
    Não conceder a reposição desanima, mas não irá calar a gritaria, sem reposição isso sim será uma covardia.

  387. DIONEI GERALDO em

    Caros colégas,

    Os dias vão passando e nossa greve se estendendo, sem nenhuma proposta real do TJ/RO. O Exmo Sr. Presidente ainda não se deu conta da real proporção do nosso movimento.

    Precisamos mostrar que temos força, que não nos intimidamos com as recentes investidas (corte de ponto e demais ameaças), pois estamos no exercício legal de um direito, garantido pela Constituição Federal.

    Infelizmente, enquanto estivermos trancados dentro dos cartórios não teremos resultados, se queremos que a greve acabe, precisamos fortalece-la, ja dizia Sun Tzu “Aquele que se empenha a resolver as dificuldades resolve-as antes que elas surjam. Aquele que se ultrapassa a vencer os inimigos triunfa antes que as suas ameaças se concretizem”.

    Todos nós queremos o final da greve, pois há o desgaste próprio deste movimento, nós (servidores) não temos qualquer “lucro” com a paralisação, todavia, sabemos que esse desgaste é necessário para atingirmos nosso objetivo, o reajuste, direito garantido por lei, que o TJ/RO propositalmente ignora.

    A aqueles que estão no movimento, parabéns, você luta por seus direitos, e sabe que, sem isso, jamais conseguiriamos algo junto à atual administração do TJ/RO, tem também a coragem para enfrentar ameaças, sabendo que beneficiará muitos “colégas” que estão com medo de pedir o que é seu por direito.

    A aqueles que não estão no movimento, que acreditam que a greve deve acabar, nos ajude a acabar com ela, venha fortalecer nosso movimento, pois quando o Presidente do TJ/RO perceber que nós não desistimos de nossos direitos, que temos força e somos unidos, concederá nosso reajuste e essa desgastante luta chegará ao fim.

    Vamos mostrar a força desse movimento idôneo, legal e justo, vamos nos juntar, todas as comarcas na Capital, em frente ao TJ/RO, e mostrar ao TJ que temos força e que estamos dispostos a lutar por nossos direitos.

    O Sindicato pode fretar um ônibus, saindo de Costa Marques e outro de Vilhena, levando o pessoal para PVH, ai sim, estaremos muito próximo de alcançar nosso objetivo, pois, se continuarmos em “banho maria”, essa greve se estenderá demais, chegará um período em que o Presidente do TJ/RO dirá que não poderá conceder o reajuste para não gerar despesa para o próximo exercício.

    “A habilidade de alcançar a vitória mudando e adaptando-se de acordo com o inimigo é chamada de genialidade.” (Sun Tzu)

  388. ILCE NINOS CASTILHO em

    Bom dia!

    A greve está pesada para os poucos servidores que não estão impedidos de fazê-la por força da liminar! Estamos ficando cansados e não vemos resultado algum. Pior, se a greve se estender sem resultados até o fim deste mês, acredito que ficará ainda mais sem efeito no mês de julho. Desta forma, deveríamos avaliar a possibilidade de descumprir a liminar e nos colocarmos, todos, em greve. A coisa deve “pipocar” ou não teremos resultado. Não adianta ficar aguardando a decisão do STF, porque quando vier, há mais chances de ser contra nós do que a favor, considerando que todas as decisões estão sendo desfavoráveis. Em relação à multa, deve ser impugnada em razão do valor arbitrário, comparando-se com a de outras categorias.

  389. OSCAR ODILON GRAHL em

    O PMDB não sabe administrar! É um partido onde se encontram os políticos mais oportunistas desse país, isso desde o tempo do Ulisses Guimarães, que em boa hora se foi. São os que não são Governo, mas nunca ficam fora do PODER. Seu apoio é fundamental para quem governa, então, vamos negociar e tirar vantagens…
    Agora, quando se trata de administrar algo, Deus nos acuda… Basta olhar os anos em que o PMDB foi governo, (vejam o BERON)…

  390. CNJ LIBERA TRIBUNAL DE JUSTIÇA A DESCONTAR DE SERVIDORES OS DIAS PARADOS COM GREVE

    Paralisados há 30 dias, os servidores do Poder Judiciário de Rondônia não conseguiram no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) uma medida liminar que impedisse o desconto dos dias parados. A decisão é do conselheiro José Guilherme Vasi Werner e se baseou em julgamentos anteriores do CNJ, que preveem o desconto imediato no salário dos trabalhadores. Segundo o conselheiro, a administração no entanto, pode adotar outras providências como a compensação das faltas. O Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Rondônia (Sinjur) solicitou que o desconto não fosse efetuado, uma vez que a legalidade da greve ainda não havia sido julgada. “Com efeito, as matérias discutidas neste procedimento, quais sejam, o corte no vencimento de servidores grevistas e a possibilidade de compensação dos dias não trabalhados pelos servidores, já foram enfrentadas pelo Plenário deste Conselho, na 144ª Sessão Ordinária, realizada no dia 27.3.2012, oportunidade em que, ao decidir o Pedido de Providências n.º 0000098-92.2012.2.00.000, este Conselho manifestou-se pela legalidade dos descontos dos dias não trabalhados pelos servidores que aderiram à greve e quanto à possibilidade da Administração, desde logo, optar pelo desconto ao invés da compensação” !

    Isso é uma vergonha! isso é uma afronta ao Estado democrático de direito. Estão mitigando indiretamente um direito protegido por cláusula petrea.

    Isso é justiça?

    E o que é justiça? Segundo Miguel Reale é a perpetua vontade de dar cada um o que é seu, segundo o seu quinhão.

    Já arrumaram dinheiro para pagar o retroativo de alimentação concedido em fevereiro 2013, retroativo a março de 2007! isso é justiça? Cade os pagamento dos 89, das diferenças!

    Está mais para injustiça!

    Como acadêmico de direito, como servidor do Poder judiciário fico em estado de pânico com o que tem ocorrido.

    Sinto me, mal.

  391. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    PGE pede novamente ilegalidade da greve no Poder Judiciário, mas desembargador nega.
    Administrar um poder já é uma confusão neste governo do PMDB, as greves teem sido iniciadas pelos Sindicatos, depois de várias outras formas de avaliações e reavaliações. Infelizmente nosso governo não acertou novamente em posicionar-se contrário ao movimento. O uso da lei contra o interesse da massa nunca foi e nunca será uma boa forma de negociar, aliás deve ser a pior. A falta de planejamento deste governo torna-o imensamente inferior quarquer outro. O Judiciário, sempre teve um bom planejamento isso não podemos negar, as falhas sempre ocorrem nas execuções quando uns poucos ficam com muito e muitos ficam com muito pouco, o que se planeja não se cumpre. Por isso as greves acontecem como indicador de que a massa esta sendo oprimida. Por isso a luta existe, o movimento e sadio e o resultado é JUSTIÇA.

  392. MARCOS ROBERTO PEREIRA SANTOS em

    Agora há pouco, estávamos em cinco servidores da comarca de Ariquemes, acessando o site do STF, para acompanhamento da decisão de nossa liminar pleiteada, quando recebemos do Administrador do Fórum, o recado da Juíza Diretora de que NÃO PODERÍAMOS FICAR NAS DEPENDÊNCIAS OU QUALQUER SALA DO FÓRUM, POR ESTARMOS EM GREVE! Recebemos o recado. A minha opinião sobre isso? AGUARDEM!!!

  393. TOMAS MAGNO IBIAPINA ALVARENGA em

    De todos os cantos do estado surgem queixas, de todos os lados surgem os protestos e as revelações estranhas que denunciam a existência de um vício grave, o qual põe em risco nossa liberdade pela completa anulação do elemento democrático.
    O perigo está indicado e é manifesto. Sente-se a ação do mal e todos apontam a origem dele. E quanto maior seja o empenho dos que buscam ocultar a causa na sombra de uma prerrogativa privilegiada, tanto maior deve ser o nosso esforço para espancar essa sombra e fazer a luz sobre o mistério que nos rodeia.
    O privilégio, em todas as relações com a sociedade, tal como o privilégio de posição, usado quase que exclusivamente em benefício próprio em detrimento da maioria, cria no seio da sociedade civil e política a monstruosa superioridade de um sobre todos ou a de alguns sobre muitos.
    A esse desequilíbrio de forças, deve o nosso Estado a sua decadência moral, a sua desorganização administrativa e as perturbações econômicas, que ameaçam devorar o nosso futuro depois de haverem arruinado o presente.
    Isto posto, concluo dizendo que se nossa luta ao final se mostrar infrutífera não será por falta de esforços, mas sim pelo vício entranhado em nossas instituições, deficientes para garantir a democracia e unicamente eficazes para perpetuar o prestígio e a força do poder absoluto.
    Por: Tomás Magno – Comissário de Menores

  394. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    Olá, bom dia a todos. GREVISTAS
    pelo visto as ameaças não passam delas mesmas, o servidor é SEGURO conhece dos direitos de trabalhadores isso não é diferente nos demais poderes e na iniciativa privada. O que fazemos hoje muitos outros colegas antes de terem leis que reconhecessem esta iniciativas como JUSTA já realizavam e sofriam também ameaças, mas se tivessem fraquejado, hoje ainda estaríamos colhendo frutos do medo, mas foi diferente, vidas foram consumidas para que hoje tivéssemos GARANTIDO o direito do manifesto. Quero que meus filhos e os filhos deles também tenham orgulho em dizer que é assegurado o livre direito de manifestação. Vamos UNIDOS para a VITÓRIA.

  395. OSCAR ODILON GRAHL em

    Colegas Azamor e Vantuelio:
    Corretas e claras as colocações! Como já me manifestei, a cada dia a descrença, a revolta e o descrédito nas ditas “instituições legais”, aumenta. Acredito que não seja eu o único, muito pelo contrário. O que o “SENHOR DEUSembargador” Presidente do TJRO precisa lembrar é que o nosso movimento é pacífico e ordeiro, mas até a paciência de Jó esgota um dia. E, a história mostra que a estrada que conduz à violencia é exatamente a da falta de atenção às reivindicações justas de seus subordinados. Afinal, como afirmado pelo próprio, somos usuários de Gardenal, portanto, instáveis!

  396. VANTUELIO FRANCISCO FRANCINO em

    A matéria publicada pela OAB/RO no site do tudorondonia.com em 28/05/2013, informando que a OAB/RO lamenta o desprestígio do TJ-RO pelos jurisdicionados exemplifica bem como que credibilidade do Tribunal de Justiça de Rondônia está sendo colocada em cheque, e, infelizmente, o TJ-RO está cada vez mais cerceando o direito dos cidadãos rondonienses. Se o TJ-RO não leva a sério a OAB de Rondônia, imaginem só o que acontece em relação aos seus próprios servidores? As decisões arbitrárias e inconstitucionais do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia que insiste em julgar e retaliar a grave dos seus próprios servidores, colocam em cheque a credibilidade da Justiça de Rondônia, pois julgam em seu próprio favor matérias de seus próprios interesses. Quem deveria baixar liminares, julgar ou decidir sobre a greve do judiciário de Rondônia não deveria ser o STJ? Qual a credibilidade do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia que julga matéria de interesse próprio em seu próprio favor, desobedecendo a Constituição Federal? O papel do TJ-RO não é cumprir a Lei? A credibilidade do Tribunal de Justiça de Rondônia está sendo colocada à prova com a greve de seus próprios servidores. Será que a Justiça de Rondônia cumprirá a Lei? Como pode um Poder Judiciário cercear o direito constitucional de greve de seus próprios servidores com liminares absurdas e ameaçar descontar dos servidores em greve os dias paralisados antes mesmo de haver um julgamento pela corte superior da legalidade ou não do movimento? Será que a Presidência do TJ-RO não leu a Constituição Federal ou os Julgados do STJ? Espero que o STJ, o CNJ, a OAB e o MPF possam dar um basta na atual administração do TJ-RO e que a Justiça realmente seja feita.

  397. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    olá colegas, povo da luta. poderíamos analisar esta mobilização como:
    DESNECESSÁRIA – se administração atendesse alguns dos princípios da gestão pública – como o de preservar os direitos dos servidores;
    INJUSTA – se os servidores estivessem recebido o devido respeito e o merecido reconhecimento por exercer o melhor trabalho dos tribunais do pois por muitos anos.
    DESLEAL – se os servidores estivessem lutando por interesses isolados e se outras camadas do poder ainda não estivessem sido beneficiadas (como os magistrados terem já garantido seus aumentos para os próximos anos)
    Porém, MERECIDA, JUSTA E ORDEIRA, visto que atende pontos básicos (salário) organizada de forma legal (sindicato e garantida pela constituição) e estamos para completar um mês com mobilizações simples (paralisação).
    Os servidores público (DESEMBARGADORES E JUÍZES) estariam agindo da mesma forma que os demais servidores, caso seus salários não tivessem sido elevados. Pensem nisso….

  398. VALDEMAR SCHAEDE STANGE em

    O Presidente do TJRO, em ofício enviado aos Magistrados e repassado para ciência aos servidores (Ofício Circular Conjunto nº 009/2013/PR-CG, 16/05/2013), entre outros, escreveu o seguinte:

    “… Para se ter uma ideia, um técnico judiciário do Poder Judiciário (nível médio), no primeiro padrão (início de carreira) ganha, entre salários e benefícios cerca de R$ 4.300,00 (quatro mil e trezentos reais).”

    Pergunto: Tem fundamento essa afirmação?

    Se sim, como se explicaria a minha situação? Sou técnico judiciário do TJRO, lotado na comarca de Espigão do Oeste, RO, 2ª Entrância, concursado e tomei posse a 16/09/2004 – há portanto 08 anos e 08 meses; padrão 07 e ‘encostando’ no padrão 08, tenho a gratificação pelas 400 horas, e meu salário bruto ESTÁ atualmente em R$ 4.023,88 (salário de abril’2013 – variando até ao máximo 4.045,00)???

    Valdemar Schaede Stange
    Técnico Judiciário – Cadastro 204.547-8
    2ª Vara Genérica de Espigão do Oeste, RO

  399. OSCAR ODILON GRAHL em

    Obrigado Jacira, desde que minha querida mãe foi para junto de Deus, ninguém me chamava de ODILON!
    Sem querer ser pessimista, mas já sendo, vamos vencer essa batalha, graças aos jovens entusiastas que ainda teem fé, e que a devem continuar tendo, mas lembrem-se sempre, a guerra durará a vida inteira, sempre foi e sempre será assim, os poderosos massacrando os mais fracos, começando em Brasília, em escala decrescente…

  400. Companheira Jacira, as informações estão sendo postadas diariamente, duas vezes ao dia. Um abraço!

  401. Bom dia Roque e demais colegas do Sinjur! Como esta a decisão do STJ em relação a liminar? Com a pressão que está por parte do Presidente do TJ em relação a greve, Vocês poderiam postar mais informações no Site, se possível, por favor.

  402. AZAMOR LOPES DE LUCENA em

    Compreendemos que os avanços estão lentos mas positivos. A manutenção da greve e inquestionável, o servidor não esta lutando para ficar rico mas para ficar VIVO. Lamentável o comportamento da administração. parabéns a diretoria e principalmente aos colegas pela luta limpa.

  403. JOSÉ CARLOS SANTOS DA SILVA em

    NÂO VAMOS DESANIMAR! NOSSA POSIÇÂO É JUSTA!
    Foi colocado aqui toda a nossa indignação por aqueles que conseguem expressar-se em palavras, além disso precisamos de AÇÃO E PARTICIPAÇÂO DE TODOS.

    Aos Desportistas,
    Nosso Campeonato continua firme e forte e TODAS as informações estão sendo colocadas no site da AMIGOS pois o momento nosso atual é de luta. Quaisquer dúvidas nos contate no tel.84797834 – José Carlos Silva- Diretor de Esportes do Sinjur

  404. Bom comentário Odilon, fico me perguntando a que situação chegamos? O que a ganância e o poder fazem com o ser humanos, vivemos nun país em que o autoritarismo e a desigualdade é gritante, será que um dia muda para melhor?

  405. OSCAR ODILON GRAHL em

    Quanto mais anos vivo, mais decepciono com os seres humanos e mais amo meu cavalo e meu cachorro! Oscar

  406. OSCAR ODILON GRAHL em

    Colegas: Nascido no auge da 2ª Guerra Mundial (1944), quando as idéias nefastas do nazismo causaram imensos estragos, trazendo vergonha a todo ser que se diz HUMANO; no tempo que o Delegado de Polícia era autoridade máxima no município, ninguém ousava sequer olhar de frente para o mesmo; tempo em que os colonizadores de origem alemã, mal alfabetizados e que só sabiam trabalhar, eram humilhados a todo instante; tempo em que apenas se ouvia falar baixinho que algumas vezes “tinha juiz na cidade” e todos tremiam, por que era a JUSTIÇA!; cresci, acreditando em Justiça, em respeito, tinha vergonha na cara. Com o passar dos anos, fui conhecendo o que é na verdade a “Justiça”, até chegar nessa situação, em que um remanescente do nazismo calca com o tacão de sua bota toda uma classe trabalhadora, atropelando tudo o que deveria defender, não só pela instrução que possui, ainda pelo cargo que ocupa! Terei algo mais a me decepcionar neste restante de vida?

  407. MARÍLIA MIDORI YOSHIDA DE ALMEIDA em

    A greve tem como motivo o reajuste salarial e não questão do horário. Faço a sugestão para o colega tirar um dia das férias que seja para participar conosco para maiores informações ou mesmo somar ao nosso movimento (tanto em presença como por sugestões, idéias, críticas que são sempre muito bem vindas).

    Precisamos mesmo ter audácia para desatar nós. Vivemos em uma democracia, mas com resquícios evidentes de autoritarismo. Está havendo inclusive censura e informações distorcidas sendo passadas à população nessas semanas de greve. Estaremos te esperando. Um grande abraço.

  408. MÁRCIO FRAZÃO VILANOVA em

    Colega MARÍLIA, estou de férias, mas não alheio ao que acontece com a categoria. Em nenhum momento disse que o horário do expediente é condicionante para a volta ao trabalho. Se foi assim que outros colegas também podem ter entendido, peço desculpas. Escrevi aquilo porque vi um movimento pra tratar, exclusivamente, desse assunto. E não acho que isso seja “o problema” – há outros e sobre os quais prefiro não relatar aqui.

  409. MARÍLIA MIDORI YOSHIDA DE ALMEIDA em

    MÁRCIO FRAZÃO VILANOVA , não sei se o colega está participando do movimento de greve ou participou da assembléia na qual a greve foi votada ou as anteriores. Pelo teor do comentário, acredito que não. O SINJUR deixou claro que a greve não cessará em razão da mudança de horário. Isso é outra questão. Estamos exigindo nosso direito a reposição salarial!!

  410. JORGE WELINGTON BATISTA DO NASCIMENTO MACHADO em

    Protocolo 0026462-19.2013.8.22.1111
    Dados do Cadastro
    Entrada: 14/05/2013 às 11:39
    Unidade origem: DIPES – Divisão de Pessoal
    Unidade responsável: DIPES – Divisão de Pessoal
    Interessado: GUSTAVO LUIZ SEVEGNANI NICOCELLI – DIRETOR DA DIVISÃO DE
    PESSOAL
    Assunto: Folha de Pagamento
    Detalhamento: Encaminhamento de relação nominal de servidores para elaboração da folha
    suplementar de licença prêmio em pecúnia, segundo os critérios adotados pela
    Administração do Tribunal de Justiça.

    Esse eh mais um lote de licença prêmio

  411. JAMILI GAMBARTE ROSA em

    Engraçado né… a folha de pagamento está no limite para dar reposição salarial para nós, mas, não para contratar mais uns 70 funcionários ou mais…

  412. MÁRCIO FRAZÃO VILANOVA em

    Para pensar no fim de semana:

    “Art. 99. Ao Poder Judiciário é assegurada autonomia administrativa e financeira.” (Constituição do Brasil).

    Entendo que se queremos avanço nas negociações da greve precisamos DESCONSIDERAR O HORÁRIO de trabalho. O expediente é organizado pelo TJ conforme as suas necessidades, com previsão constitucional. Não temos respaldo, por acordo coletivo, para tratar sobre isso. Esse assunto NÃO pode ser MOEDA DE TROCA. Não temos nenhum direito sobre isso.
    O que pode acontecer é voltarmos ao horário antigo, mediante portaria; e do mesmo jeito, “PERDEREMOS” O HORÁRIO.

    O TJ pode fazer o que quiser, LEGALMENTE – é faculdade dele. Tudo, com base constitucional.

    Todos estão sofrendo com o horário, mas temos que esquecer esse assunto, infelizmente.

    Entendo, sim, que é necessário visualizar o que se pode avançar, na aquisição de NOVOS DIREITOS ou de seu RECONHECIMENTO.

    E por fim, pra refletir, de verdade:

    “Nós, AINDA, não nos soltamos das amarras que prendiam a escravaria deste Estado, nos ciclos de exploração do passado”.

    Queremos nos defender ?

    Tenhamos, ao menos, a AUDÁCIA de desatar os nós.

  413. RITA DE CÁSSIA RIBEIRO BERNINI em

    Roque, solicito a gentileza de quando retornarmos da greve verificar pra nós o porquê dos nossos pedidos de licença prêmio que não foram pagos estar com movimento de arquivado no sistema, sem qualquer despacho, sem qualquer informação pra que saibamos se vamos receber, quando vamos receber e como saberemos se vamos receber….??? O mínimo que merecemos é ser cientificado do que acontece no processo, ou estou errada??? Para todos os efeitos era pra eu estar de licença prêmio, que não me foi paga e nem despachado, simplismente arquivado. Aff!!!!

  414. MÁRCIO FRAZÃO VILANOVA em

    ROQUE 1. (HOUAISS) 2. Movimento combinado do rei e de uma das torres, que se transporta para uma posição mais atuante a fim de dar mais segurança ao rei.
    Glória a Deus ! Enfim, um LÍDER, verdadeiramente, COMPROMETIDO !

    Tenha todo o apoio da categoria das TORRES !

    TORRES, acordem !

    OBS.: não ganho NADA para apoiar o presidente; MAS, ele representa o interesse de toda a categoria. E CONCORDO COM O INTERESSE DE TODOS, SEM EXCLUSIVIDADES !
    E pra quem acha o contrário, É SÓ VER QUE OS COMISSÁRIOS – “legalmente” enquadrados como técnicos – PERDERAM MUITO MAIS, NOS ÚLTIMOS 18 ANOS, que o restante dos colegas.

  415. RUI CARLOS DA SILVA em

    A função precípua de um Juiz é julgar. Este ato de julgar tem como base a Tridimensionalidade do Direito (Miguel Reale Jr.), ou seja: o FATO, o VALOR e a NORMA. Com relação ao valor, o julgador poderá ser complacente ou mais radical em seu julgamento. O valor é constituído por experiências boas ou ruins que são adquiridas pelas pessoas durante sua existência, ou seja, tudo que nos vai acontecendo enquanto vivos, vai formando nosso caráter e personalidade, podendo também nos causar traumas.
    Isso tudo em um julgador (juiz), influencia seu senso próprio de justiça, mesmo diante de um fato comum e de uma norma (estáticos). Em outras palavras, o Juiz traz para a composição do seu convencimento, ao julgar um determinado caso, seus valores pessoais, sociais, culturais, psicológicos etc., adquiridos durante toda sua vida, entendendo estar sendo o mais justo possível. Mas como todo ponto de vista é a vista de um ponto (lado)…
    O nosso ordenamento jurídico contempla que os juízes devam exercer seu mister de julgar com total isenção (bem ilustrado por um triângulo isósceles, ele numa ponta e as outras partes em litigio nas outras duas, abaixo). Porém, da mesma forma estabelece sobre quais providências ele deva tomar se lhe faltar esta isenção. Assim, uma das coisas que macula um julgamento, é quando se julga algo tendo interesse na causa.
    Por fim me questiono: Se a função do juiz é fazer justiça dizendo quem tem o direito, baseado no FATO, na NORMA e principalmente nos seus VALORES, não haveria conflito na natureza de julgar quando um desembargador presidente do TJ participa de um julgamento em seu colegiado, acreditando estar fazendo justiça, e por outro lado, nega a seus próprios servidores um direito indiscutível? Que critérios de justiça são esses? Então não se pode dizer que seus julgamentos do dia a dia são provenientes de uma fonte justa.

  416. ILCE NINOS CASTILHO em

    Lamentável também a ideia de colocar um horário de trabalho até às 20h. Desculpem-me, mas é ridícula. Quem, em sã consciência, vai querer ficar trabalhando à noite???

  417. MÁRCIO FRAZÃO VILANOVA em

    Será que nossa greve dura mais de 30 dias, como ocorreu no Acre ? Espero que não seja necessário tudo isso. Mas, será que estamos dispostos a fazer greve de fome, como eles pretenderam ? Bom, desde que entrei nesse tribunal aqui nunca vi um movimento grevista dar certo.
    Mas, espero que todos resistamos!

    http://www.youtube.com/watch?v=Gv_KHxZjh3Y

  418. ILCE NINOS CASTILHO em

    Muito bom o texto de Antônio Andrade de Castro e Gislaine Magalhães Caldeira: Auxílio gardenal: a postura de um líder nato – lamentável a postura do representante da (in)Justiça!

  419. CECÍLIA DE CARVALHO CARDOSO FRAGA em

    Gostaria de retificar o comentário do colega Reginaldo, NBO. Além dos assessores, outros colegas também não aderiram a greve: como, direção de cartório e chefia da vara criminal, secretária do juiz e dois técnicos, que eu saiba. Certo que somos a minoria. Greve é direito e não obrigação. Vivemos sob regime de democracia, se nós, como os colegas que aderiram a greve, não pudermos expressar nossas vontades, deixaremos de ser nós mesmos. Perderemos a essência. Muitos estão levando esse impasse – adesão não adesão – para o particular. Lamentável esta situação.

  420. WILSON PLASTER em

    Bom dia colegas do SINJUR!
    Soubemos aqui em Cacoal que tem havido alguns equívocos de interpretação pela população quanto ao “Auxílio Gardenal” na forma que está sendo noticiado pela imprensa, como sendo um desrespeito aos pacientes que dele necessitam para tratamento médico… Sugiro que a direção exponha na imprensa o pensamento já postado neste site de que não compartilhamos deste desrespeito àqueles que necessitam desta medicação, ou qualquer outro psicotrópico. Esclarecendo que tal desrespeito não tem partido da categoria dos servidores, mas sim de uma atitude infeliz e preconceituosa da administração do TJ. Ainda sugere-se que solicite ao presidente do TJ explicar tal pronunciamento tanto para com os servidores quanto àqueles a quem ofendeu que fazem uso desta medicação ou outro similar. Wilson Plaster.

  421. ADVARCI GUERREIRO DE PAULA ROSA em

    Parabéns colega JOSE CARLOS, pela explanação, é ofensa a categoria de trabalhadores que pela própria natureza levam os cartórios com o pulso firme da responsabilidade, suportando com dignidade as pressões dos chefes e dos usuários dos serviços oferecidos pelo judiciário, e levar a pecha da comparação com as pessoas que dependem de GARDENAL, isso é vergonhoso discriminação ou coisa parecida, desrespeito mesmo.
    O TJ paga alguns auxílios, que eu particularmente acho que deveria ser encorporado ao vencimento, vez que qdo o servidor se aposenta não pode ficar doente, se locomover, e se alimentar……., é como a bolsa escola ” uma cala a boca”.

  422. JERUSA GAEDE DA SILVA FREIRE em

    Caro Reginaldo! Assim como você tem os seus motivos para aderir à greve, nós, da assessoria (e falo com a autorização dos que a representa, à exceção de um deles), temos os nossos para não aderir ao movimento. Caso não saiba, outros servidores desta comarca, além daqueles da assessoria, não estão participando do movimento paredista. Portanto, informe-se melhor antes de dizer qualquer coisa a nosso respeito, sobretudo, quanto aos motivos determinantes de não aderirmos à greve, os quais, tanto quanto os seus, são justos.

  423. JOSÉ CARLOS SANTOS DA SILVA em

    Para quem acha que a Greve é só para alguns:
    Depois de ter ficado indignado com a infeliz colocação do Ilmo. Sr. Presidente do Egrégio Tribunal de Justiça de Rondônia procurei saber mais sobre o que era Gardenal e para que servia já que iria ter um Auxílio- Gardenal ou Auxílio Saúde e prestem atenção ao que fomos comparados:
    O Fenobarbital, também conhecido como Gardenal, é um medicamento barbitúrico, utilizado como sedativo e anticonvulsivante. Ele tem ação depressora sobre o sistema nervoso central, provocando sono, fraqueza física, lentidão motora e relaxamento, sendo empregado na psiquiatria como tranquilizante. Mas seu uso é mais comum entre pacientes com epilepsia, para evitar a ocorrência de convulsões. A meia-vida em adultos varia de 50 a 120 horas. Isso significa que após cinco dias, metade da dose inicial permanece no organismo.

    Esta substância foi amplamente utilizada pelo regime nazista para o assassinato de judeus no episódio conhecido como holocausto.
    http://depressao.net.br/remedios/fenobarbital-gardenal-para-que-serve-preco-e-efeitos-colaterais/

  424. ANTÔNIO REGINALDO BARROS CUNHA em

    Nova Brasilândia só os Assessores não aderiram, mas estamos juntos na busca dos nossos direitos e um horário que produza mais.

  425. PRESIDENTE MÉDICI 100% ADERIDO A GREVE…….O PROBLEMA É QUE O GARDENAL TÁ NO FINZINHO!!!!!!!!!!

  426. JOÃO VICENTE RIBEIRO em

    Como esta a greve nas outras comarca. Aqui em Rolim de Moura, estamos com a maioria.

  427. MARÍLIA MIDORI YOSHIDA DE ALMEIDA em

    Gostaria de sugerir ao SINJUR a elaboração de cartilha com informações/esclarecimentos aos servidores durante o período de greve. Exemplo: quantitativo de funcionários que devem trabalhar em cada vara (cartório e gabinete), como proceder com a folha de ponto, sobre servidores não sindicalizados que queiram participar. Como a greve é por tempo indeterminado, acho importante que essas informações sejam distribuídas para que o movimento possa ganhar força, obedecendo todos os trâmites legais. Um abraço aos companheiros de luta!

  428. OSCAR ODILON GRAHL em

    Sr. Presidente: Sugiro convocar os servidores de TODAS AS COMARCAS para comparecermos ao trabalho trajando CAMISETAS PRETAS, em sinal de luto pelo, lembrando que essa abominável filosofia foi vencida aos 8 de maio de 1945 (data que marca o fim da 2ª Guerra Mundial)
    E meus pais, que mesmo já residindo no Brasil, enfrentaram as sequelas da guerra, achavam que o autoritarismo tivesse acabado.

  429. OSCAR ODILON GRAHL em

    “Se não tens o olhar da águia, a rapidez do raio e a coragem do leão, para trás! Não és digno de pertencer ao furacão da Cavalaria”
    10 de Maio, dia da GLORIOSA ARMA DE CAVALARIA do Exército Brasileiro, instituição honrada desta nação, que alguns tentaram enfrentar e foram derrotados. Hoje, após a tomada do poder graças à magnanimidade dos vencedores que lhes concederam anistia, isto é, PERDÃO, buscam revanchismo!
    Graças ao Exército Brasileiro, nossa Bandeira é Verde e Amarela, e não VERMELHA, E TEMOS LIBERDADE PARA EXPOR NOSSAS OPINIÕES

  430. NILTON CAVALCANTE PARDIN em

    Há alguma informação sobre quando o TJ vai pagar o restante da licença prêmio que foi vendida. PQ quem vendeu não pode tirar não é?

  431. RUI CARLOS DA SILVA em

    Notícia de última hora (quentíssima): O presidente do TJ disse que não vai dar aumento nenhum.

  432. RICARDO SOUZA RIBEIRO em

    Bom dia Roque,

    Então como está a situação de nossas reivindicações ao Presidente do TJRO? Vamos parar a partir de segunda-feira ou não? Estamos sem notícias no interior!!!

  433. JOSÉ CARLOS SANTOS DA SILVA em

    Este foi o Calendário de Eventos aprovado

    Data
    Comarca
    Evento
    Obs.
    11/01/13
    Ji-Paraná
    Inauguração Hotel de Transito

    09/03/13
    Porto Velho
    II Caminhada da Mulher do Judiciário
    Alusivo ao Dia Internacional da Mulher

    00/4/13
    Porto Velho
    Seminário da PEC 190
    FENAJUD

    04/05/2013
    Porto Velho
    Campeonato de Futebol 7 Society do Sinjur/Amigos
    Os jogos serão realizados na sede campestre da AMIGOS

    15/06/13
    Santa Luzia
    Campeonato de Futebol 7 Society da Zona da Mata

    14/07/13
    Ariquemes
    Campeonato de Futebol 7 Society da Zona Madeireira

    24/08/13
    Vilhena
    Campeonato de Futebol 7 Society do Cone Sul

    07/09/13
    Ji-Paraná
    Campeonato de Futebol 7 Society da Zona Central

    26-28/09/13
    Ouro Preto d’Oeste
    CONSINJUR

    13/10/13
    Porto Velho
    I Corrida Infantil do Judiciário
    Espaço Alternativo – Porto Velho

    26/10/13
    Porto Velho
    Confraternização do Servidor – Baile do Servidor do PJRO – Capital e Comarcas do Interior

    01/11/13
    Porto Velho
    Campeonato de Futebol 7 Society do Judiciário (Confraternização com outros Órgãos do Judiciário)

    José Carlos Santos da Silva
    Diretor de Esportes Sinjur – tel: (69) 8479-7834

  434. RUI UELITON LIMA OLIVEIRA em

    Aproveito este espaço para agradecer ao Presdiente Roque e toda equipe do SINJUR pelo apoio e pela boa recepção que eu e minha esposa recebemos enquanto estavamos na capital cuidando da saúde, aproveitei também para rever os amigos e nobres companheiros de trabalho. Que Deus continue lhes abençoando e lhes dando força todos os dias. Forte abraço a todos.

  435. ALINI SILVA RIBEIRO DE MORAES em

    Gostaria de pedir aos colegas do SINJUR que, assim que houver algum posicionamento acerca dos consignados, nos moldes do questionamento do colega Paulo Miranda, fossem disponibilizadas as informações. Tenho interesse também!!!!

  436. JOSÉ JAIR RODRIGUES VALIM em

    Caro Paulo Miranda! Eu tive o mesmo problema. Eu era Diretor de Cartório (quase 09 anos) e tinha determinado salário, portanto tinha margem no salário, ocorre que fui exonerado por conta da lei e da resolução, minha graduação não foi recepcionada. Assim, entrei em contado com a Folha de Pagamento, o banco Santander e o Sinjur, absolutamente todos não fizeram (ou não puderam), nada. Tive que entrar com uma ação judicial para resolver o problema. Ainda não foi julgado o mérito, mas o Juiz já deu a liminar. Temos muitos exemplos igual ao meu e ao seu dentro do quadro de servidores do TJ, e pelo que vejo o caminho é esse. Se quiser mais informações, me add no pandion. jair.nbo@tjro.jus.br

  437. Companheiro Paulo, repassei seu questionamento a nossa Assessoria Jurídica. Aguarde contato.

  438. PAULO MIRANDA em

    Gostaria de saber do Presidente do Sinjur como faço para parcelar ou seja refinanciar dívida junto aos bancos o limite de 30% do consignado no meu contracheque é de R$662,82 e estou com três empréstimos consignados no B. Cruzeiro do Sul , Santander e B. Brasil, pagando mensalmente R$ 1.295,47…Moral da coisa praticamente o dobro e agora a coisa está arrochando Pergunta devo entrar Judicialmente ??????????

  439. JOSÉ CARLOS SANTOS DA SILVA em

    Respondendo ao questionamento do sr. DAVI GONÇALVES FERREIRA SOBRINHO sobre o 2º Campeonato Sinjur/Amigos.
    1) Ele é realizado aqui na capital por estarmos baseados aqui e termos mais contato com os servidores
    2) Mesmo colocando o e-mail institucional de contato: brigada@tjro.jus.br para que os companheiros do interior se manifestassem sobre o assunto, não obtivemos êxito nem feedback
    3) O nosso “prêmio” por realizar tal Campeonato e a 1ª Caminhada da Mulher do Judiciário foi ficar 7 meses no lugar dos garçons que tinham saído por término do contrato (o pedido inicial foi o de ficar no máximo 2 meses até a situação se regularizar, a burrocracia levou todo este tempo para reverter uma situação já anunciada e manda quem pode, obedece quem tem juizo.né?)
    3) Visitando TODAS as comarcas, juntamente com os colegas numa Comissão de Segurança Institucional, somente as Comarcas de S. Miguel do Guaporé e de Cerejeiras nos procuraram para saber mais sobre o ano esportivo do Sinjur
    4)Somente agora (Maio/13) teremos realmente tempo hábil para tomarmos as rédeas do nosso setor de Esportes
    5) A Diretoria se reuniu e traçou um Calendário Esportivo (que ainda não foi publicado não sei porque, mas tem uma justificativa lógica) que contempla todos os polos do interior conforme a sua reinvidicação e anseio.
    Espero ter esclarecido as dúvidas e caso preciso entre em contato conosco pelo e-mail, por favor.

    José Carlos Santos da Silva
    Diretor de Esportes Sinjur

  440. Caro Jorge, nas assembleias sempre falamos com os Representantes Sindicais pelo telefone celular, até porque na Comarca de Porto Velho é quase sempre no meio da rua, em frente ao TJRO. E nesse caso o celular é o meio mais eficiente.

  441. JORGE WELINGTON BATISTA DO NASCIMENTO MACHADO em

    Bom dia,

    Ao Presidente,

    Sugiro que haja uma maneira de interagir na manifestação por meio da internet, uso do SKYPE, para que os delegados recebam as informações mais clara e rápidas… usando a sala pra o mesmo…

  442. ANTONINHO SANTANA DE LIMA em

    Companheira ALINI SILVA RIBEIRO DE MORAES, tomei conhecimento de sua reclamação, concordo contigo e você não vai ficar com as faltas, primeiro porque estava realmente afastada por ordem de quem tem a devida competência (medica), segundo que esses prazos criados e determinados por resoluções, muitas das vezes e tão somente para disciplinar.
    Posso te garantir que estes prazos são inconstitucionais, já comentamos isso som o Sindicato e acredito que serão mudados. Mas infelizmente por enquanto vc vai ter alguns trabalhos pra reverter, terás que requerer administrativamente a homologação do atestado somente referente ao prazo de envio ou o protocolo, não podemos falar em validar ou não o Atestado, aguarde a decisão Presidencial e em caso de não reconhecer o afastamento, devemos reiterar o mesmo pedido no sentido de encaminhar ao Tribunal Pleno, pois o Pleno com certeza reverterá sua situação. Veja com uma colega nossa a qual já fiz as devidas orientações neste mesmo sentido TEREZA BRAYNER lotada na Secretaria Administrativa sobre o andamento do processo dela.
    Espero que tenha contribuído contigo.

  443. ADENILSON FERREIRA DO NASCIMENTO em

    Diretoria do Sinjur, sobre as duas reuniões que houve com Presidente do TJ (23/04 e 24/04), as informações q tomei conhecimento foi através do site do próprio Tribunal; hoje é 29/04 e nenhuma informação via Sinjur. As informações postadas no site do TJ procedem?

  444. SIRLENE BORINO DOS SANTOS em

    Hoje o fórum de Colorado do Oeste está de luto! Nosso querido Antonio Gonçalves Pinheiro Neto partiu! Deixou no nosso coração a lembrança de um colega boa gente, que estava sempre disposto a servir! Poucas vezes o vi triste! Poucas vezes chateado! Sempre cheio de esperança e muita história pra contar! Foi com a esperança de ver cumprido os 89 (nós sabemos do que se trata), de ver cumprida a transposição, porém, como muitos, partiu sem contemplar seus direitos adquiridos! Foi com a esperança de um dia pilotar uma aeronave, mas voou nas asas da eternidade, voou de encontro ao Soberano! Vai em paz meu amigo! Vou sentir sua falta abrindo a porta da sala todos os dias e exclamando: Bom dia Sirlene! Tem audiência hoje? Tchau Sirlene, até amanhã, se Deus quiser! A última que me disse: “Tchau Sirene, bom final de semana! E eu: Se Deus quiser Tonho e Ele há de querer….” Adeus….

  445. JOEL DIAS REIS em

    A Comarca de Colorado do Oeste comunica, com pesar, o falecimento do servidor ANTONIO GONÇALVES PINHEIRO NETO, agente de segurança, há três décadas servindo ao Poder Judiciário de Rondônia.
    Antonio foi encontrado morto em sua residência, vítima provável de um infarto fulminante ocorrido na manhã deste sábado (27/04).

  446. ALINI SILVA RIBEIRO DE MORAES em

    Ah, pedir reconsideração à SEMED, expliquei toda a situação, mas não sei, pq para conseguirmos coisas boas é tão difícil, mas para sermos prejudicados é tão fácil.
    Desabafei!

  447. ALINI SILVA RIBEIRO DE MORAES em

    Boa tarde, caros colegas, deixarei um questionamento aqui neste espaço para quem puder me ajudar, seja o SINJUR ou qualquer outro colega de luta. Um servidor pode ser prejudicado por não saber, (pelo simples fato de que ninguém ensina, não há treinamento), encaminhar um processo no protocolo digital? Porque particularmente estou na iminência de ficar com 7 dias de falta, porque me aventurei em mandar um atestado no qual estava acompanhando minha filha menor em tratamento no estado do MT, sendo que, por óbvio, já que eu nunca tinha mexido no tal protocolo, mandei e o bendito do atestado não chegou, agora consegui mandar, com a ajuda do pessoal de PVH, e não foi homologado por “DECURSO DE PRAZO”, pode um negócio desse. Ninguém ensina e querem cobrar. Quem puder comentar peço por gentileza ajuda a todos.

  448. GERALDO JOSÉ LOUZADA RIOS FILHO em

    Bom dia, Roque!
    Já conversei com você por telefone, tirando dúvidas referente aqueles que ingressou com o Termo de Opção pelo Tribunal e agora, sabendo que a Lei foi sancionada de fato sem comtemplar os servidores do TJ, querem ingressar pelo SINJUR. Vejo que muitos colegas não estão bem orientados quanto a isso, não seria o caso de nova orientação pelo portal, para de vez tirar essas dúvidas?
    Valeu! Grande abraço.

  449. MÁRCIO FRAZÃO VILANOVA em

    SERÁ QUE ESSE MOVIMENTO DE PARALISAÇÃO SERVIRÁ, APENAS, PARA CONSEGUIR A MESMA REPOSIÇÃO SALARIAL DO ANO PASSADO (que foi, a menor)? Algo no AUXÍLIO SAÚDE ??? Se conseguirmos isso, é só isso ? É PRA “TUDO” ISSO TODO MOVIMENTO ?? Parece que estão fazendo favor pro servidor conferindo reposição salarial, parece que ESTÃO FAZENDO FAVOR CUMPRINDO AS NORMAS DE TRANSIÇÃO DO ANTIGO PARA O NOVO PCCS. Fala sério !!! É mais fácil as minorias se organizarem no cenário nacional, que os servidores do TJ-RO reivindicarem por aquilo que é certo, garantido em lei.

  450. Caro Ricardo, a lei será para todos os servidores públicos do Estado de Rondônia, conforme postado na matéria no site.

  451. RICARDO SOUZA RIBEIRO em

    Roque,

    Precisamos nos mobilizar para termos os mesmos direitos abaixo, pois como vi o judiciário ficou de fora. Esta notícia está no rondoniagora.

    Assembleia aprova projeto sobre revisão de taxa de juros em empréstimos consignados para servidores públicos

    A Assembleia Legislativa aprovou nesta manhã, (24), projeto de lei complementar de autoria do deputado Edson Martins (PMDB) – 2º vice-presidente do Poder que possibilita a revisão juros nos contratos de empréstimos consignados. A matéria dá nova redação a Lei Complementar (LC) 701/13, que trata das consignações em folha de pagamento de servidor público civil ou militar, ativo ou inativo e pensionista da administração direta e fundacional do Poder Executivo.

    O artigo 8º da LC 701/13 enumera sete critérios para o cancelamento da consignação facultativa. Com a aprovação do projeto de Edson Martins o pedido de cancelamento formulado pelo servidor público deverá ser acompanhado de comprovação de anuência da entidade consignatória, quando for objeto de empréstimo pessoal e financiamentos, salvo quando a entidade consignatória estiver sob regime de liquidação extrajudicial, caso em que a anuência é dispensado.

    – Nós queremos salvaguardar a dignidade dos servidores públicos que contraíram empréstimos, por exemplo, com o banco Cruzeiro do Sul, em razão das elevadas taxas de juros cobradas – aproximadamente 4,5%a.m., acrescidas de tarifas de serviços, além da prática perversa de anatocismo – a cobrança de juros sobre juros” – destacou o deputado Edson Martins.

    Revisão contratual – Para o deputado Edson a cobrança excessiva de juros penaliza ao super endividamento. “É incompatível com o postulado constitucional da dignidade da pessoa humana e, sobremodo, com os direitos básicos do consumidor, quanto à revisão de cláusulas de contratos que estabeleçam prestações desproporcionais”. O parlamentar aponta que isto vai contra o que estabelece o Código de Direito do Consumidor (CDC) no seu artigo 6º, inciso V, que trata do direito do consumidor da revisão contratual no caso de prestações “excessivamente onerosas”, (CDC).

    A situação abusiva por parte do banco Cruzeiro do Sul contrapõe-se á política implementada pelo governo federal que por intermédio dos bancos oficiais oferecem modalidade idêntica de empréstimos com juros módicos “em torno de 1% a.m., no que tem sido acompanhado pelo mercado financeiro. As taxas de juros do Cruzeiro do Sul são extorsivas”, sublinhou Edson Martins.

    Não é calote – o que fôr devido, será pago – A nova lei não propicia o calote dos devedores junto ao banco. “Após a tratativa entre os servidores e a instituição financeira que sucederá o banco Cruzeiro do Sul sobre as taxas de juros, o pagamento de empréstimos deverá ser retomado”, finalizou o deputado Edson Martins.

    Fonte: RONDONIAGORA

    Autor: RONDONIAGORA

  452. LUCIVALDO PORTELA BATISTA em

    ATENÇÃO SENHORES SERVIDORES, FIQUEM ATENTOS A ESTA NOTÍCIA!!!

    PRESIDENTE DO TJ AFIRMA QUE REAJUSTE DE 10% PARA SERVIDORES É DIFÍCIL
    O desembargador Roosevelt Queiroz, presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia, disse ser “impraticável” o reajuste de 10% pleiteado pelos servidores do Judiciário, que paralisaram as atividades nesta quarta-feira “É um percentual elevadíssimo. Em 2012, tínhamos uma situação financeira mais confortável e o reajuste foi de 5,5%”, afirmou. “Não há intransigência do TJ ou qualquer dificuldade em negociar, mas precisamos ser responsáveis. haveremos de apresentar um índice compatível com nossas condições”, disse Roosevelt Queiroz. Com relação ao auxílio-saúde, cujo reajuste solicitado é de R$ 100,00, o presidente submeterá a reivindicação à sessão do Pleno, na próxima segunda-feira.

    RESUMINDO: O Sr. Presidente do TJ/RO vai ganhar mais tempo para enganar a todos nós e a Diretoria mais uma vez cai na lábia dele.

  453. JOEL DIAS REIS em

    Senhor Presidente,

    Tomei conhecimento das informações do SINJUR mandadas por email ao representante sindical. Portanto, Já fui contemplado quanto ao item 2 do meu questionamento postado há pouco. OBRIGADO.

  454. JOEL DIAS REIS em

    SENHOR DIRETOR DO SINJUR – responder com urgência:

    1- Aqui em Colorado, primeiro, chegou aos servidores um comunicado verbal do diretor do Fórum dizendo: Quem tem cargo e fizer paralização amanhã, está com a cabeça a prêmio:

    2- Foi repassado um ofício do presidente do TJ ameaçando que punirá com falta quem fizer paralização.
    PERGUINTO: o SINJUR foi comunicado disso?

  455. FÁBIO DA SILVA AMARAL em

    Infelismente a paralização do dia 24 esta enfraquecida…não obtivemos comunicação prévia da paralização e do porquê! Agora o Pres. do TJ diz que haverá anotação de falta….ou seja os servidores não tem vóz no TJRO….

  456. Que papo é esse de que o TJ-RO, comunicou os magistrados para colocar falta aos servidores amanhã………….????????????

  457. DIONEI GERALDO em

    Alguma manifestação do SINJUR acerca do oficio encaminhado às comarcas pelo Presidente do TJ/RO.

  458. DAVI GONÇALVES FERREIRA SOBRINHO em

    Cara diretoria, quando me refiro ao torneio para todas as comarcas, falo da realização nas comarcas e nao realização em PVH aberto a todas as comarcas, pois é evidente que não é viável, muito menos possível, o deslocamento dos filiados de suas cidades até a capital em todos os jogos. Como tudo é feito dentro de um planejamento, certo é que ja exista um cronograma de progamações a serem realizadas pelo sindicato este ano, inclusive os jogos das demais comarcas. Poderiam nos informar estas datas, para nos programarmos, e para que nao ocorra como no ano passado. Não façamos igual ao nosso órgão empregador! não é porque a sede do SINJUR está localizada na capital que as maiores atenções devem estar voltadas para aí.

  459. Caro Oscar, vamos verificar as informações do MP. Quanto à extensão dos auxílios aos aposentados, desde o ano passado temos solicitado isso ao TJRO. É verdade, o Portal do TJ está constantemente desatualizado, ontem atualizaram. Mas o Fala Trabalhador (SINJUR) está sempre atualizado e à sua disposição companheiro. Um forte abraço.

  460. Companheiro Claiton, nas informações que foi remetida aos Representantes Sindicais, há sim a sugestão dessa data (24/4) para ser deliberada pelos trabalhadores da Comarca. Foi enviado um email para você com cópia das informações.

  461. Caro Davi, o campeonato é aberto para todas as Comarcas. Desde o ano passado queremos realizar torneios regionalizados, e esse ano será realizado.

  462. RUI CARLOS DA SILVA em

    Roque, na última assembleia o Advogado Rodrigo disse que o SINJUR poria no site o formulário da procuração para que pudéssemos preencher e levar ao sindicato para ele impetrar aquela ação dos 20%. Procurei aqui e não achei, como faço?

  463. OSCAR ODILON GRAHL em

    PORTAL DO SERVIDOR (TJRO):
    Mural de recados com 10 dias desatualizado???
    Será consequência de alguma determinação superior, para que os funcionários não se comuniquem, NÃO POSSAM EXPRESSAR SUA INDIGNAÇÃO?

    CHEGA DE AUTORITARISMO! DITADURA, NÃO!

  464. OSCAR ODILON GRAHL em

    Sr. Presidente:
    1. Soube que no Ministério Público, funcionários com idade superior a 60 anos tem expediente reduzido em duas horas. Poderia verificar se é verdade e, sendo, procurar o mesmo benefícios aos “jovens” do TJ?
    2. Porque aposentado perde o direito aos auxílios alimentação e saúde? Acaso não adoece e não come mais? Me parece injusto com quem já prestou 35 anos de serviço. Aliás, a 3ª idade é a melhor idade para frequentar consultórios, laboratórios e farmácias, rsrsrs

  465. CLAITON VENDRAMETTO em

    Eu não sei porque não se pode publicar todas as atas das Assembléias realizadas nas comarcas no site do Sinjur. Não consigo entender como todas comarcas decidiram paralizar no dia 24/04, sendo que não tinhamos essa data em pauta; e olha que nossa assembléia aconteceu as 16h. Alguém, de preferência do SINJUR, pode me explicar???

  466. DAVI GONÇALVES FERREIRA SOBRINHO em

    Quanto ao segundo campeonato de integração sijur x amigos, gostaria de saber da diretoria se desta vez irá se estender a outras comarcas alem do PVH, pois tambem somos filiados e pagamos por isso, da outra vez foi dito ate o fim do ano passado seria realizado para outras comarcas tambem e ficou so na promessa. Gostaria de saber se este ano vai ser pra todos. por que nao divide, faz por nucleo em PVH, outro em Ji-Parana outro em Vilhena etc, pra todos poderem participar? Será que esse ano da pra ser pra tdos?

  467. Caros colegas, Oscar, Paulo, Wagner, Marcelino, Lucilene, Pablo, Gilson, Willian e demais colegas.

    A paralisação do dia 24/4 é uma advertência ao TJRO e se até esse dia (24/4) se não houver nenhum avanço nas negociações será deliberado a paralisação geral por tempo indeterminado.

    Precisamos ter a consciência de que unidos somos muito mais fortes.

    Os benefícios para nós nunca vieram de graça, somente a custa de muita luta.

    Um forte abraço e vamos firme na paralisação!

  468. OSCAR ODILON GRAHL em

    Sr. Presidente:
    1. GREVE, não paralização!
    2. Soube que no Ministério Público, funcionários com idade superior a 60 anos tem expediente reduzido em duas horas. Poderia verificar se é verdade e, sendo, procurar o mesmo benefícios aos “jovens” do TJ?
    3. Porque aposentado perde o direito aos auxílios alimentação e saúde? Acaso não adoece e não come mais? Me parece injusto com quem já prestou 35 anos de serviço. Aliás, a 3ª idade é a melhor idade para frequentar consultórios, laboratórios e farmácias, rsrsrs

  469. GOSTARIA QUE OS SERVIDORES DE OUTRAS COMARCAS COMO A DE SÃO MIGUEL QUE OPTARAM POR GREVE QUE SE MANIFESTEM NESTE PORTAL NO MOMENTO ENVIANDO MENSAGEM OBS: “GREVE” E NÃO PARALIZAÇÃO DE UM DIA P/TESTAR O TJ-RO.. CHEGA DE TESTAR……..

  470. WAGNER DOS SANTOS SILVA em

    Cerejeiras também decidiu GREVE, paralização para demonstrar a união e se não surtir efeito, será muito bom comemorar do dia do trabalhador iniciando uma GREVE, por tempo indeterminado, até que nossas reinvidicações sejam aceitas e implantadas

  471. EUDÉZIO CARDOSO MONTEIRO em

    Vamos parar gente, nesse momento é preciso unidade. EU QUERO MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO, EU QUERO REAJUSTE SALARIAL, EU QUERO LICENÇA EM PECÚNIA JÁ.

  472. Presidente Médici quer Greve Já não tem negócio de paralização um dia !!!!!!!!!!! Ou vai ou racha……..TJ-RO, vai empurrando com a barriga precisa é de atitude………Esse negócio de paralização um dia……….E balela……………

  473. PABLO AUGUSTO MINOSSO FERREIRA em

    Quanto a notícia de paralisação eu gostaria de informar que aqui na comarca de Presidente Médici, foi votado pela GREVE…. e não PARALISAÇÃO…. ou seja não foram 21 comarcas que aderiram a paralisação foram 20 e Médici pela GREVE JÁ!

  474. GILSON ANTUNES PEREIRA em

    Há algo de errado nessa questão envolvendo a paralisação. O que decidimos aqui em Presidente Médici/RO foi iniciarmos o movimento de greve e não simples paralisação. Creio, e penso estar falando em nome de quase todos os funcionários de Presidente Médici/RO que um dia de paralisação não vai surtir efeito algum. Repito, Presidente Médici optou por greve sem levar em consideração essa estória de paralisação por um dia.

    Gilson
    Presidente Médici

  475. WILLIAN HELFSTEIN DOS SANTOS em

    Não entendi essa afirmação de que TODAS as Comarcas apoiaram a paralisação, menos duas.

    Presidente Médici não apoiou paralisação, e sim greve, o que é algo bem diferente dessa paralisação de um dia proposta pelo sindicato.

    Não sei se o Sinjur interpretou errado nossa ata, mas eu me lembro claramente que na nossa assembleia decidimos opinar pela greve, pelos seguintes motivos:

    1 – O Tribunal está acostumado a desrespeitar direitos de seus trabalhadores, seja com atos administrativos, seja protelando ações judiciais (alguém conhece o rito pelo qual tramita o mandado de segurança do horário?).

    2 – Paralisação de um dia não traz o menor aborrecimento ao Tribunal, uma vez que quem deixar de ser atendido (e isso nem ocorre na nossa Comarca) não vai ter tempo de reclamar com a Administração.

    3 – O nosso trabalho de 01 dia vai nos esperar no dia seguinte, junto com advogados, jurisdicionados, etc.

    4 – Greve é direito constitucional de todo trabalhor, inclusive servidor público, sendo instrumento legítimo para lutar por questões importantes, como carga horária e salários.

    Assim sendo, entendo ser necessário um esclarecimento do Sinjur quanto a esse nosso “apoio”, bem como uma resposta à proposta da maioria dos servidores de Presidente Médici de se realizar greve imediatamente, observando-se as exigência legais, claro.

  476. JOSÉ JAIR RODRIGUES VALIM em

    Essa notícia sobre a margem do salário em empréstimo consignado me lembra um ditado: ” Em casa de preguiçoso, para que o mato não entre dentro da casa, não se capina, fecha-se as portas”. Ora, porque que os nossos dignos representantes, ao invés de fazer leis para empréstimos, não dão um salário digno aos servidores? Se todos tivessem um bom salário, esse tipo de lei seria inútil. Sinto que isso tem alguma coisa podre por trás.

  477. KLEBER GILBERT DA SILVA em

    NOVA LEI DE CONSIGNAÇÕES – ATÉ 120 PARCELAS PARA SERVIDORES PÚBLICOS NO ESTADO DE RONDÔNIA

    Rondônia tem nova Lei que altera as consignações em folha de pagamento Publicada no Diário Oficial do Estado de Rondônia (DOE) no dia 6 de março de 2013, a Lei nº 701, denominada Nova Lei das Consignações, entra e vigor, altera e substitui Lei nº 622 de 11 de junho de 2011.A nova Lei institui que a Comissão Especial de Consignações em Folha de Pagamento (Cecon) passa a fazer parte da estrutura da Secretaria Estadual da Administração (Sead).

    O primeiro passo dado pela Cecon, após a publicação da Lei, foi chamar as consignatárias para informá-las das mudanças que entram em vigor e todas já estão cientes. Na segunda etapa, todos os sindicatos e associações estão sendo chamados, um a um, para que possam debater, tirar dúvidas e sejam os multiplicadores, repassando as informações a todos os servidores públicos.

    Benefícios

    O objetivo da nova Lei, segundo coordenadora da Cecon, Andréa Rezende, é que todos os servidores públicos do Estado tenham a margem positiva. Ela explica que ao atingir o limite dos 30% de consignação, o funcionário não poderá mais fazer empréstimo com desconto em folha, mas estará com a margem positiva e o nome limpo no comércio.

    Os servidores que possuem a margem negativa, acima dos 30%, poderão fazer um alongamento das parcelas. “O limite para fazer um consignado é de 60 meses, mas o servidor que já está com a margem negativa poderá pegar toda sua dívida e estender até 120 meses, tornando as parcelas menores e condições de pagamento em mais tempo”, informa o coordenador técnico da Cecon, Camilo Soares.

    Entenda a Lei

    Andréa informa que a redação da Lei nº 701 limita as consignações facultativas, que podem tornar a margem do servidor negativa, a mensalidade sindical, mensalidade de plano de saúde e empréstimo consignado, a 30% do total na folha de pagamento do servidor.

    Entre as consignações compulsórias, tidas como obrigatórias no contra-cheque – INSS e Imposto de Renda, por exemplo – está a possibilidade da aquisição da casa própria, por parte dos servidores da Secretaria de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec) que não possuem margem, através do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).

    http://www.jaruonline.com.br/noticia/rondonia-tem-nova-lei-que-altera-as-consignacoes-em-folha-de-pagamento,geral,3773.html

  478. MARÍLIA MIDORI YOSHIDA DE ALMEIDA em

    No Fórum Cível da capital, em razão do novo horário, o TJ aparentemente contratou mão-de-obra terceirizada para preparar o cafezinho dos magistrados e servidores. Isto porque as amigas trabalhadoras da copa são concursadas e não possuem FG ou DAS e com a última alteração de horário ( 08h-13h e 16h-18h) obviamente que não poderiam ser obrigadas a entrar às 7h00.

    Mais um gasto a entrar no orçamento anual do poder judiciário rondoniense em razão desse horário estúpido…e o TJ se comporta como se estivesse sobrando $$ nessas horas, exceto na hora de pagar os direitos dos trabalhadores!!

  479. JOÃO VICENTE RIBEIRO em

    Concordo com vc Aline, temos que aproveitar a realização desta Assembleia, para lutarmos pelo nosso horário também.

  480. Caro Cleber e Wellington, a assembleia inciará às 08h, é uma formalidade o horário que está no Edital, para que nenhum trabalhador seja prejudicado. Vários trabalhadores que entram às 07h participam da assembleia. Vamos firme aí em Nova Brasilândia, um forte abraço e vamos à luta!

  481. WELLINGTON FERREIRA DE MORAIS em

    Senhor Presidente. Ouvi por inúmeras vezes discursos no sentido de promover a união da categoria, afinal somos uma família una em busca dos mesmos objetivos e, como tal, devemos nos portar. Ora! marcar assembleia extraordinária para as 7 (sete) da manhã do dia 15/04/2013 vai de encontro a essa ideia de união, visto que boa parte dos servidores do TJ/RO começam a trabalhar às 8 horas. Creio que essa reunião deveria começar as 8 da manhã e não às 7, como foi disponibilizado no site deste sindicato.

  482. CLEBER RAIMUNDO LUCIO em

    Senhor Presidente, deve haver algum equivoco no horário desta assembleia, uma vez que para nós técnicos o horário de expediente inicia-se as 08 horas, como ela poderá iniciar as 7h e 7:30h, ou nossa participação não fara falta?

  483. Cara Alini, serão sim repassadas informações sobre o horário. Caro Franklin, chegou a hora!

  484. ALINI SILVA RIBEIRO DE MORAES em

    Em vista da realização desta Assembleia, observo que os pontos de discussão não contemplam a tão insatisfatória realidade do horário indigno a que estamos submetidos. Este assunto não será tratado??

  485. Caro Claiton, a prestação de contas de 2011 ainda não nos foi entregue pelos diretores gestão anterior. Mas já foram notificados e estão providenciando a entrega para ser apreciado pela categoria. Em relação ao de 2012, é preciso a prestação de 2011, para dar sequência na contabilidade. Assim que essas prestações estiverem disponíveis, serão submetidos a aprovação, pela categoria e ficarão disponíveis no site do Sindicato.

  486. CLAITON VENDRAMETTO em

    Onde encontro o relatório de prestação de contas do Sinjur dos anos de 2011 e 2012? Pois não encontrei no site. Teria como disponibilizar a todos os filiados?

  487. FRANKLIN CORREIA em

    SENHOR PRESIDENTE ENTENDEMOS A DIFICULDADE EM CONSEGUIR ALGUMA COISA NESTE MOMENTO, POREM, ACREDITO QUE NÃO DEVEMOS ESPERAR MAIS BLABLA DOS NOSSOS GOVERNANTES, JA ESTAMOS CHEGANDO NA METADE DO MES DE ABRIL E ATE AGORA NADA. VAMOS TENTAR MOBILIZAR A CATEGORIA PARA ADQUIRIRMOS FORÇAS EM ASSEMBLEIAS E SE NECESSÁRIO PARALIZARMOS AS ATIVIDADES POR UM DIA, UMA SEMANA E SE NECESSARIO POR PRAZO INDETERMINADO.

  488. ALINI SILVA RIBEIRO DE MORAES em

    Querido Roque, agradeço o pronto atendimento, a atenção e dedicação com que tem respondido nossas questões. Bju

  489. Companheiro Reginaldo, temos convênio com a Unopar em todas as unidades do país, não apenas em Rondônia. O convênio celebrado com a Unopar abrange todas as unidades, em todos os Municípios. Na Comarca de Ji-Paraná você pode falar com a Francieli que ela concederá o benefício. Abraços.

  490. Alini, Em relação ao convênio da Unopar – Vilhena, já entramos em contato com o responsável pela unidade (Sr. Inézio) e ele ficou de entrar em contato com a Unopar (Paraná) para poder conceder o benefício.
    Temos convênio com a Unopar (Paraná), mas algumas unidades não foram comunicadas pela matriz, que foi o que aconteceu com a unidade de Vilhena. Mas nesta semana isso será resolvido.

  491. ADENILSON FERREIRA DO NASCIMENTO em

    Presidente Roque, Quando será a assembleia extraordinária nas comarcas? há uma data prevista p/ nova reunião com Presidente do TJ? há (realmente) possibilidade de mudança para horário corrido?

  492. ALINI SILVA RIBEIRO DE MORAES em

    Aproveitando a oportunidade, gostaria de uma informação: como faço para me beneficiar do convênio com a UNOPAR, pois apesar do publicado, a instituição diz desconhecer qualquer tipo de convênio com o SINJUR.

  493. Cara Jamili, os convênios não são realizados somente para a capital. Muito pelo contrário! Em Cacoal o convênio com o LFG foi realizado ano passado e inicialmente previa um desconto de 20% e neste ano estamos trabalhando para que o percentual de desconto aumente para 25%, e deveremos ter a resposta ainda nesta semana.

  494. RENATO ALEXANDRE DE ALMEIDA em

    E A DIFERENÇA DOS 89,22% ? O QUE ESTÁ HAVENDO SINJUR? SERÁ QUE ESQUECERAM?

  495. JAMILI GAMBARTE ROSA em

    Cada dia que passa fica mais claro que os benefícios conquistados pelo Sinjur (convênios) na maioria das vezes beneficia só os servidores da capital. Conforme informa o nosso Sindicato temos convênio vigente com a LFG para cursos preparatórios, no entanto, ao procurar a unidade de Cacoal, fui informada que não há convênio algum, que o convênio somente é válido, então, para a unidade de Porto Velho. Tenho esperanças que a LFG Cacoal tenha me passado informação errada, pois, é um tanto injusto que a maioria dos benefícios seja somente para a Capital, se todos colaboram igualmente.

  496. MARTA PRISCILA CAMBUI MILANI em

    Quando li a notícia sobre a reunião, fiquei extremamente chateada como muito dos meus colegas…é impressionante como o pres. do TJ tem a habilidade de nos enrolar assim! O posicionamento do Tj é: “vamos ver”, “está sendo feito um estudo”, ….falta é muita vontade! Gente: temos que nos mobilizar!!! Quando foi marcada a assembléia do sindicato temos que comparecer em peso! O problema é que estamos desarticulados….gente: vamos acordar!!!!!!! Ficar de braços cruzados não vai adiantar! Toda assembléia são sempre os mesmos que participam…..Vamos reagir! O SINJUR está de parabéns…eu imagino o que vcs tem que aguentar nessas reuniões! Vamos a luta!!!!!!!

  497. Caro Claiton,

    Primeiro, a Pauta não é do SINJUR, e sim dos trabalhadores do Poder Judiciário do Estado de Rondônia. Segundo, se o Presidente do TJRO “está se lixando”, como você afirmou, ele vai ter que arcar com as consequências, pois em todas as Comarcas, inclusive Machadinho, a voz é uma só: não aceitaremos passar o ano de 2013, sem a reposição salarial. Terceiro, não aceitaremos na boa. Você deve ter lido a matéria toda e leu que está escrito que será realizada uma assembleia, nos próximos dias e a partir daí as ações serão realizadas em todo o Estado.

    Antes, a reposição salarial era discutida a partir do mês de junho e agora a atual Diretoria do SINJUR, com muito esforço (totalmente contra a vontade da Administração do TJRO), está tentando trazer essa discussão da reposição salarial para o início do ano, pois é quando sentimos a maior necessidade de recompor o nosso poder de compra. No ano passado, se você bem lembra, a reposição foi conquistada em abril, com a mesma estratégia que está sendo usada agora.

    Uma negociação não pode começar pulando etapas. Temos que fazer tudo dentro da legalidade, para que o nosso movimento não seja declarado ilegal.

    Faremos uma assembleia e a CATEGORIA DECIDIRÁ quais são as medidas a serem tomadas. Evidentemente que temos nossas sugestões a fazer e faremos, mas a decisão é de todos nós trabalhadores e esperamos contar com o seu apoio.

    Para nós, trabalhadores, nada vem de graça. Tudo conquistado é fruto de muito trabalho e união.

    Um forte abraço.

  498. JOÃO VICENTE RIBEIRO em

    O que houve na reunião do dia 26/03/13, referente a reposição salarial – alguem sabe dar alguma informação.

  499. CLAITON VENDRAMETTO em

    Isso eu já sabia. Que o Presidente do TJ esta pouco se lixando com pauta do Sinjur, isso é fato. O que eu não esperava era que o Sinjur aceitaria na boa. Ele vai enrolar até o meio do ano, jogar um contra o outro e depois vem com percentual de um ou dois por cento. Tem que por prazo. Não deu resposta para tudo. NEGOCIAÇÃO É UMA COISA ENROLAÇÃO É OUTRA.

  500. ENOQUE MENDES DA FONSECA em

    Durante a reunião houve questionamento acerca do pagamento da próxima parcela da conversão da LP em Pecúnia?

  501. ANTÔNIO REGINALDO BARROS CUNHA em

    Se o TJRO acabar com esse horário que só aumentam as despesas, poderia usar dessa economia para aumentar o salário dos serventuários e ainda por cima melhorar o clima entre os poderes.

  502. CLAITON VENDRAMETTO em

    Reposição salarial, o tempo esta passando e nada………Novos Juízes, novos funcionários, enxurrada de estagiários(um absurdo), depois iram dizer que não tem margem para reposição que somente com suplementação do Executivo e blá blá blá, ai já era………..

  503. GUSTAVO CANCIAN DOS SANTOS em

    Cadê a reunião que o sindicato iria ter com o presidente do TJ no início do mês de março, já estamos entrando na terça parte do mês e até agora nada!!! Cade a discussão a cerca do horário? E o aumento salarial? SINDICATO ESSA É A HORA QUE OS SERVIDORES ESTÃO MOBILIZADOS, NÃO DEIXE PASSAR O MOMENTO, ESTAMOS FICANDO DESACREDITADOS!!!

  504. ADRIANO MARÇAL DA SILVA em

    Parabéns ao colega Odair Fernandes pelas sábias colocações, faço minhas as suas palavras. Valeu!!! Valorizar e dar crédito à quem luta pelos nossos direitos.

  505. GELSON DE MEDEIROS em

    Parabéns Odair, você relatou exatamente tudo o que está acontecendo. Não temos outra saída a não ser via judicial para reaver nossos direitos descritos na EC 60, a qual está sendo suprimida nesse bendito Projeto de Lei.

  506. LUCILENE DE PAULA em

    Que legal as mulheres de Porto Velho com todo o merecimento assistindo filme num momento de lazer e nós do interior trabalhando…não temos palestras….não temos filmes….não temos orientações de especialistas médicos….

  507. ODAIR PAULO FERNANDES em

    Caros companheiros, manifesto-me, neste momento, com muita tristeza ao perceber que, num momento crucial em relação ao processo de transposição, muitos colegas deixam de dar crédito às informações do Sinjur, que tem arduamente trabalhado em prol deste processo, e, principalmente, com o nosso suado dinheiro, para dar ouvidos às manifestações de última hora da direção do TJ.

    Àqueles que preferiram assinar o Termo de Opção divulgado pelo TJ em vez do divulgado pelo sinjur eu pergunto: O que o TJ fez até o momento para contribuir com o processo? Cadê a reunião que o presidente do TJ disse que faria com o presidente do TJDFT para enquadramento nos quadros daquele poder, como ele mesmo anunciou que faria? De que adianta essa reunião com Capixaba, Cassol e cia, num momento em que não se discutem questões políticas, mas técnicas? Finalmente, a quem interessa essa reunião realizada no dia 13/03, quando o PL já foi aprovado na câmara e encaminhado ao Senado, sendo que, caso seja alterado, deverá voltar à câmara e tudo começará de novo? ACORDA POVO!!! ISSO TUDO NÃO PASSA DE ENROLAÇÃO DO TJ QUERENDO SE PROMOVER PERANTE A MÍDIA. O caminho é um só: ASSINAR O TERMO DE OPÇÃO DO SINJUR E ENTRAR COM AS AÇÕES JUDICIAIS CABÍVEIS. É incrível constatar que servidores que dedicaram toda a sua vida produtiva ao TJRO, ou seja, à JUSTIÇA, tenham medo de recorrer a ela para exigir direitos constitucionalmente garantidos – Emenda Constitucional nº 60. É evidente que o governo federal quer nos jogar – servidores concursados do judiciário – na “vala comum” dos servidores do poder executivo através do PL que está sendo encaminhado para o Senado e que, com certeza, será aprovado como está. Só nos resta, portanto, garantir, nesse momento, a opção, autorizando a competente banca de advogados liderada pelo ex ministro do STJ, a exigir judicialmente o enquadramento de forma isonômica, ou seja, NOS QUADROS DO JUDICIÁRIO FEDERAL, para que seja feita justiça àqueles que dedicaram sua vida à promoção dessa JUSTIÇA. Se isso ocorrer, ou seja, se a justiça for feita, não será por meia dúzia de reuniões de última hora da cúpula do TJ buscando promoção, mas por uma luta muito maior de uma categoria legitimamente representada por um Sindicato de respeito – SINJUR – que, com nossos recursos, tem envidado todos os esforços para exigir dos nossos representantes, na capital da República, a garantia desse sagrado e consagrado direito: TRANSPOR PARA O QUADRO DO JUDICIÁRIO FEDERAL. Quanto a isso, não abrimos mão de uma só vírgula. Porém, para que essa conquista seja efetiva, devemos dar todo o crédito à instituição que nos representa – SINJUR.

    Lembro aos colegas as manifestações do TJ “em prol” dos servidores e “com a melhor das intenções”: A consulta realizada no sítio do TJ quando da elaboração do novo PCCS, que culminou com a extinção de muitos direitos dos servidores e a histórica consulta realizada no mesmo sítio para a definição do horário de trabalho que, segundo o próprio presidente do TJ, não atende aos interesses dos servidores e sequer da comunidade que utiliza nossos serviços.

    Ao TJ, resta reconhecer o trabalho do SINJUR e seus representantes, pois terá, com o trabalho sindical realizado, no mínimo oitocentos servidores a menos em sua folha de pagamento. JÁ QUE O TJ NÃO VAI RECONHECER ISSO, ESPERA-SE, PELO MENOS, QUE NÓS, OS FILIADOS, O FAÇAMOS… Saudações sindicais a todos.

  508. CLEBER RAIMUNDO LUCIO em

    Recentemente nós servidores aqui da comarca de Nova Brasilândia fomos comunicados, de algumas “medidas de segurança” tomadas pela direção do fórum, entre estas, de que a Porta dos Fundos do prédio, a qual da acesso ao Plenário, e que é uma das saídas de emergência, conforme esta indicado no aviso acima desta, permanecerá trancada, gostaria que o Sr. Presidente Roque se informasse sobre o assunto para nos esclarecer se estas medidas são legais, visto que se trata de uma saída de emergência, sendo que para nós que trabalhamos nas salas situadas nos fundos do prédio, a outra saída fica a aproximadamente uns 30 metros, sendo que aqui, ao menos que eu saiba ninguém tem treinamento para conter um possível incêndio, nem sequer corpo de Bombeiros temos na cidade, assim em caso de ocorrer um incêndio ou outro sinistro, o que torcemos para que nunca aconteça, a nossa única alternativa é fugir.

  509. MARIA DA CONCEIÇÃO COSTA SOUZA em

    Meus sentimentos ao companheiro Chagas pelo falecimento do seu irmão. que Deus o tenha em bom lugar. Presidente, percebi q.o TJ tá muito interessado em transpor os servidores p/os Qdr da União, mesmo com todas as inconstitucionalidades contidas no PL, q. já tem até data p/ser julgado no senado federal (21/03)! Inclusive, teve até reunião na presidência desta Corte, com os dep. Marinha Raupp e Nilton Capixaba. Esse PL institui as tabelas, os cargos e demais assuntos, dentre outros a supressão de todos os direitos adquiridos pelos servidores, q. prestam serviço ao estado há quase ou mais de 30 anos. Aff ! O que tá acontecendo na cabeça dessas pessoas responsáveis pelo andamento disso? será q. estão tendo a devida atenção com essa redação q. tira tudo de todos?! vejo q muitos servidores não se interessaram pela transposição por falta de explicação, e os q. assinaram o termo de opção estão no escuro. Isso é uma loteria, na qual pode-se ganhar ou perder? Bom, os políticos estão fazendo seu papel, articulando entre eles e apressando o andamento; no final, eles ganharão mais votos e os servidores passarão um longo tempo esperando o resultado de ações judiciais…

  510. MARIA DA CONCEIÇÃO COSTA SOUZA em

    o TJ já deu alguma resposta sobre o pedido de rep. salarial p/ 1º de abril? Vamos ter reposição este ano? vai ter alguma paralisação p/ cobrar a reposição ou ainda tá sendo feito pelo TJ a análise financeira do IMPACTO na folha. Vamos à luta!

  511. OSMAR GUARNIERI em

    Eu quero saber o que o Sinjr vem fazendo pra apresentar emendas no PL da transposição. Vejam Noticias. Terça-feira, 12 de março de 2013 – 17:37

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    Conquista

    Senado aprova requerimento de urgência de Raupp para o projeto da transposição

    O plenário do Senado Federal aprovou na tarde desta terça-feira requerimento de autoria do senador Valdir Raupp (PMDB-RO) solicitando o regime de urgência para o PLC nº 2/2013, que estabelece a incorporação dos servidores do ex-território de Rondônia para os quadros da União. O projeto define também os salários dos servidores, militares e empregados municipais e estaduais de Rondônia que optaram por fazer parte do quadro de servidores da União.
    O requerimento contou com o apoio dos senadores Acir Gurgacz e Ivo Cassol, além dos demais líderes partidários. Sem esse pedido de urgência do senador Raupp , o PLC teria que ser analisado e votado, inicialmente, na Comissão de Constituição e Justiça(CCJ).
    Com a aprovação do requerimento, o PLC será votado na próxima quinta-feira(21), na sessão deliberativa do Senado Federal prevista para às 16h. O senador Valdir Raupp será o relator da matéria no Plenário.
    “A aprovação da urgência foi uma etapa importante para apressarmos a conclusão da transposição dos servidores para os quadros do governo federal”, disse o senador. Lembrou que na Câmara Federal, o projeto foi aprovado em prazo recorde graças à ação da deputada federal Marinha Raupp.

  512. MARIA DA CONCEIÇÃO COSTA SOUZA em

    Olá. É uma pena que o presidente do TJ pense que todos os servidores que têm consignado c/ o Banco Cruzeiro do Sul estejam querendo dar calote. Se suspensos esses descontos, poderíamos adquirir dinheiro p/ saldar o débito. Porém os valores estão astronômicos, quase impossível quitar c/ os juros e encargos que é a multa por pagar adiantado. Salve a tabela price, que quanto mais se paga, mais se deve! Gostaria de saber o que tá sendo feito p/ desamarrar o processo dos 89%. Vi no processo do Sinjur que foi pedido uma perícia (novos cálculos). O TJ já reconheceu que nos deve, não? Inclusive abrimos mão de 30% do valor (em 2011), que ficou em 55 milhões. será que essa perícia não vai retardar ainda mais o que já emperrou? Não é bom ficar c/ o valor q o TJ reconheceu como devido? “Unidos Venceremos!”

  513. Caro Alisson, esta semana será publicada no site, uma convocação para os acadêmicos que estão matriculados na Faculdade São Lucas. Se você tiver contato com algum colega, já pode ir avisando.

  514. Companheiro Paulo, entre em contato comigo (8479-7845) ou com a nossa Assessoria Jurídica (Dr. Edson Pinto 8482-2924), pois o pedido de desvio de função tem que ser feito individualmente, pois não são todos que são contra. Mas os que forem, com certeza, tomaremos as devidas providências.

  515. Caro Getúlio, continuaremos tentando emendar o PL, para que o Poder Judiciário possa ser incluído.

  516. NILTON CAVALCANTE PARDIN em

    Com relação ao aumento salarial deste ano, já estamos em março e até agora nada, nenhuma informação. Como estão as negociações com o TJ?

  517. JOÃO VICENTE RIBEIRO em

    Concordo com você CLAITON VENDRAMETTO
    Realmente não temos noticias quanto a nossa reposição salarial e nem providencia que estão sendo tomanda quanto o nosso horario etc…

  518. FRANKLIN CORREIA em

    BOM DIA A TODOS E FELIZ DIAS DAS MULHERES. LEMBRAM DE MIM? SOU DE JI-PARANA E TENHO INTERESSE EM PERMUTAR COM SERVIDORES DE CACOAL/RO. AGORA JA ESTOU DISPONÍVEL PARA PERMUTAR A QUALQUER MOMENTO. SE TIVER ALGUEM DE CACOAL COM INTERESSE EM PERMUTAR FAVOR ENTRAR EM CONTATO PELO EMAIL FRANKLIN.CORREIA769@GMAIL.COM

  519. Gostaria de saber se o sindicato vai fazer algo quanto aos agentes de segurança que foi extinto…..E que estão lotados em cartórios cíveis…. Não é possível que vai ser preciso entrar na justiça para regularizar esta onça………

  520. CLAITON VENDRAMETTO em

    Não faço parte da transposição, não sou contra o sindicato batalhar pelos que vão ser transposto. Mais, não entendo porque de cada 10 notícias 10 são acerca da transposição. Algum sindicato representará os demais que não serão transposto, informando acerca de reposição salarial, horário de expediente, etc..?

  521. Caro Getúlio, o PL 4787/2012, havia sido retirado, mas houve um consenso entre os líderes partidários e novamente foi posto em pauta e aprovado na Câmara dos Deputados, com todas as suas inconstitucionalidades. Agora segue para aprovação no Senado Federal.

  522. GETULIO DE SOUZA MORET em

    Roque, ontem falei contigo, aqui no TJRO, e vc diise ” o PL foi tirado de pauta” mas nos site esta dizendo que foi aprovado e agora o q tens a nos dizer. Fale urgente.

  523. ALISSON FIDELIS DE FREITAS em

    Em relação ao convênio com a faculdade são lucas, até o presente momento os servidores que conheço que fazem faculdade na instituição são pela associação. Falei com um amigo, para colher nomes no Tribunal sede, estou aguardando resposta. Mas, pelo o que me parece, está falencendo o objeto. Deveriam ter colocado um comunicado no sítio, local mais apropriado para saber quais sindicalizados foram prejudicados pela quebra da boa-fé objetiva na rescisão contratual. Caso alguém saiba ou tenha sofrido com essa ação, informar aqui no portal.

  524. CLAITON VENDRAMETTO em

    TRANSPOSIÇÃO, TRANSPOSIÇÃO, TRANSPOSIÇÃO…Só fala nisso, no site do Sinjur. E o horário? Reposição Salarial? Nenhuma informação.

  525. ANDRÉ DE SOUZA COELHO em

    Aos Caros amigos do TJ filiados a Cooperativa de Crédito – CREDJURD-SICOOB!

    Venho lembra-los da Assembleia da Cooperativa que será realizada no próximo dia 09/03/2013 (sábado) com início às 10h da manhã na sede do SINJUSTRA (ao lado da FARO).
    Neste dia será definido por meio de votação a forma de distribuição das sobras do exercício do ano de 2012 na monta de R$ 2.598.000,00 (dois milhões quinhentos e noventa e oito mil reais), bem como será escolhido também por votação o novo conselho de administração.
    Aproveito a oportunidade para informa-los que concorro ao cargo de Conselheiro de Administração pela Chapa “2” ( a única que tem representante do TJ no caso eu) da qual faz parte o atual presidente da Cooperativa o Sr. Estácio, servidor do TRT14, e claro para pedir o voto de confiança para representa-los junto a Cooperativa.
    Peço por gentileza que compareçam munidos de documento de identidade para poder votar.

    Att: André Coelho – Chapa 2

  526. Cara Advarci, as informações estão postadas no site. Nesta quarta-feira (6/3) haverá o Seminário da Transposição, no auditório da Ulbra, às 15h, onde serão esclarecidas inúmeras dúvidas. Você poderá acompanhar a transmissão pelo site. Mas mesmo assim, passaremos uma série de perguntas ao Dr. José Delgado, para que seja respondidas e em seguida postaremos no site.

  527. ADVARCI GUERREIRO DE PAULA ROSA em

    Em 5/3/2013. Senhores, não tivemos até agora nenhuma informãção quanto a reunião do dia 1º de março. Como poderíamos fazer a opção para a transposição, se não há nenhuma informação quanto as condições da opção. Esse silêncio é perturbador.

  528. MÁRCIO MOISÉS SILVA PINTO em

    Companheiro e Presidente Roque. Eu gostaria de saber a cerca do despacho do Dr Roosevelt que informa sobre o liquidante do Banco Cruzeiro do Sul. Quem é esse liquidante? O TJRO está depositando os descontos? Alguém já recebeu o saldo devedor?

  529. Companheiro Paulo, a orientação é para que todos os trabalhadores entrem com a ação judicial, principalmente os que são de 15/03/1987 à 31/12/1991. Os “Comprovantes de Recolhimento das Contribuições Previdenciárias”, podem ser retirados no próprio TJRO. Se você ou outro companheiro(a) estiver tendo dificuldades em obter algum documento, pode mandar um termo autorizando a Diretoria do SINJUR retirar junto ao TJRO.

  530. PAULO CÉSAR JARDIM em

    Ola Roque! E quanto a documentação do pessoal até 91 para ingressar com a ação judicial alguma novidade? Tentei falar no Iperon com relação ao “VII – comprovante de recolhimento das contribuições previdenciárias”, porém não souberam me informar a respeito, pediram pra eu falar contigo pra entrar em contato com o presidente do sidicato do iperon q tb é responsável pelo setor que supostamente emitirá esse documento.

  531. Companheiro Márcio, realmente o tempo já foi mais do que suficiente, mas essa questão ainda está sendo discutida pela Administração. Em breve teremos informações.

  532. Caro Anilton, já informamos ao Presidente do TJRO que haverá que ser realizado uma revisão no PCCS. Nós reuniremos como o auxiliares, para definirmos juntos o pleito da categoria.

  533. Caríssimos Sidnei, Conceição e demais interessados na transposição. Haverá duas reuniões sobre a transposição, uma hoje (01/03) e a outra quarta-feira (06/03 ). A nossa orientação é que se puder, participe das duas reuniões, ou envie emails solicitando informações sobre as suas dúvidas. Já anotamos as suas perguntas e faremos diretamente ao Dr. José Delgado, que estará em Porto Velho, no dia 06/03. Logo mais será postado aqui no site maiores informações sobre transposição e o seminário que acontecerá na próxima quarta-feira.

  534. SIDNEI HERCÍLIO VIEIRA em

    Recentemente o SINJUR postou nota orientando que o servidor, para ingressar com ações pertinentes, deverá assinar o Termo de Opção para integrar o Quadro em Extinção da Administração Federal. A grande dúvida é: Que garantias terá o servidor, antecipadamente, de que a opção será mais benéfica? Como fica situações peculiares como a do Oficial de Justiça que recebe atualmente o Adicional da Gratificação por Produtividade? Além de outros direitos adquiridos ao longo da carreira, como ficaria o salário e o cálculo para aposentadoria? Se possível, solicito esclarecimentos. Muito Grato. Oficial Sidnei H. Vieira – Ji-Paraná.

  535. MARIA DA CONCEIÇÃO COSTA SOUZA em

    Tem uma informação na intranet sobre uma reunião amanhã(01/03) no auditório do TJRO c/ representantes do Governo do Estado sobre a transposição dos servidores. Até onde sei, serv. dos poderes(TC, TJ, MP e ALE) não foram contemplados na transposição. Quais dúvidas serão esclarecidas nessa reunião? O q. saiu na portaria normativa todos sabem. Os advogados (sinjur) já têm informação sobre as ações – individual e coletiva – q. será impetrada no juízado especial federal? Ou ainda depende do PL ser votado no Congresso? O Sinjur poderia marcar reunião p/ esclarecer. Tem muito servidor desavisado por aí. Não sei até q. ponto o TJ tá interessado em transpor servidores. Porque conforme reza a portaria os servidores vão ser transpostos p/ a União no cargo e salário que recebiam em 1987. Veja q. são quase 3 décadas (1987 a 2013) e temos o direito de ascender, não? Por isso, temos que ter cuidado em assinar um Termo de Opção que vai tirar de nós todos os direitos conquistados ao longo de 30 anos de trabalho…

  536. ANILTON DOS SANTOS em

    Olá, Presidente! Este ano terá a revisão do PCCS… Gostaria de saber se esse sindicato fará alguma sugestão para resolver a questão “AUXILIARES OPERACIONAIS em extinção”? Ou continuará tudo como está “uma palhaçada”?

  537. ANDRÉ DE SOUZA COELHO em

    Aos Caros amigos e amigas filiados da Cooperativa de Crédito CREDJUR-SICOOB

    Venho retificar parcialmente a mensagem postada anteriormente, exclusivamente na assembléia desse ano não será possível levar acompanhante.
    O espaço físico do SINJUSTRA é limitado e não comportaria todos os cooperados caso levassem acompanhante. Devido a realização da eleição para composição do novo conselho de administração da CREDJURD, bem como a adesão dos servidores do TJ, a quantidade de participantes será bem maior que no ano anterior.
    Aproveito a oportunidade para informá-los que será necessário a apresentação de documento de identificação no momento da votação.
    Para maiores informações e esclarecimentos contatem os telefones 3026-2517 e 3026-1390 da Cooperativa CREDJURD.
    Att: André Coelho

  538. MÁRCIO FRAZÃO VILANOVA em

    Sr. Presidente, por favor, desconsiderar quanto ao pedido de informação acerca do mandado de segurança mencionado anteriormente. Tomei conhecimento com a publicação no DJ. Mas, gostaria, ainda, de saber como anda o processo de estudo de atribuições do comissariado. Sem querer entrar no mérito – quanto às decisões administrativas – entendo ser necessário que a categoria tenha conhecimento do que está sendo realmente feito em relação ao estudo de suas atribuições. Existe esse estudo? Esta situação já levou tempo suficiente.

  539. Caro Marcelo Helder, realmente a Subsede de Ji-Paraná ficou muito boa. A recepção, o hotel, o auditório, tudo perfeito. Foi feito pensando no trabalhador que ali estivesse, seja hospedado, seja para participar de alguma atividade. Obrigado!

  540. Advarci, as progressões deverão sair até o mês de março. Realmente a demora tem sido grande, mas já fizemos essa cobrança na presidência e recebemos a informação que em breve estará tudo em dia.

  541. Caro José Jair, bom dia!

    Após inúmeros telefonas e até mesmo irmos pessoalmente até a Farol, recebemos ontem a negativa da faculdade em realizar o convênio.

    a justificativa foi que a faculdade já oferece o “Educar Mais” e o programa de desconto para quem paga em dia.

    Portanto, não foi possível realizar o convênio com a Faculdade Farol.

    Queríamos muito que o convênio fosse celebrado, pois atenderia no mínimo 5 Comarcas. Estivemos falando pessoalmente com a Professora Benta Peres, mas infelizmente o pedido não foi aceito.

  542. Companheiro Elias, sobre a mudança da seguradora Mongeral para a Zurich Seguros, informamos que a mudança foi pra melhor.
    Uma das novidades que a Zurich Seguros trará é a cobertura para doenças causadas pelo trabalho. Essa cobertura não havia na outra apólice. Estamos trabalhando também para que o segurado que venha a ser acometido por alguma doença grave, receba o seguro ou parte dele, em vida.
    A seguradora já foi testada, evidentemente que da pior maneira possível, pois perdemos dois colegas de trabalho e o pagamento do sinistro foi muito rápido.
    Temos a certeza de que a nossa obrigação é trazer o melhor serviço ao filiado, o melhor atendimento. Se por acaso você souber de outra seguradora que tenha melhores condições, por favor nos fale.
    Quando houve a mudança de seguradora, foi informado em assembleia, publicado no site e no facebook do SINJUR e ainda houve matéria publicada na Folha do SINJUR, que é distribuída bimestralmente em todas as unidades do Judiciário.
    A apólice será distribuída até o mês de maio. O atraso na entrega da apólice se dá em virtude da mesma ainda está sendo ajustada, tanto no valor, quanto na cobertura.

  543. MÁRCIO FRAZÃO VILANOVA em

    Olá, gostaria de saber do Presidente do Sindicato do que se trata o mandado de segurança abaixo indicado e se já tomou ciência da decisão dele. Penso que toda a classe de comissários da infância também gostaria de saber como está o tal “estudo de atribuições”; isto porque, em contato com a COPLAN, ninguém sabe de nada.

    Despacho: Para cientificar o SINJUR acerca da decisão proferida às fls. 2767/2768,
    sobrestando-se os autos até decisão do Mandado de Segurança 0009174-
    30.2012.8.22.0000.
    José Miguel de Lima
    Secretário Administrativo

  544. ELIAS CABRAL DE SOUZA LIMA em

    Ao SINJUR
    Caros senhores, pago esse seguro descontado no contracheque e intermediado pelo Sindicato há muito tempo, antes era Real Seguros e Previdência, mudou pra Mongerau e agora essa Zurich, como sei q fiz uma adesão há muito tempo e nunca recebi um documento sequer informando quais são efetivamente os benefícios, valores segurados, etc., acredito que seria correto que o Sindicato, por uma questão de transparência, divulgar no site não só a contratação de uma nova seguradora, mas também quais são efetivamente os benefícios advindo da contratação.

  545. ANDRÉ DE SOUZA COELHO em

    Aos Caros amigos e amigas filiados da Cooperativa de Crédito CREDJUR-SICOOB

    É com grande satisfação que venho informá-los que no dia 09/03/2012 será realizada assembléia na sede do SINJUSTRA (ao lado da FARO) a fim de definir a distribuição das sobras referente ao exercício do ano de 2012, que somaram a monta de R$ 2.598.000,00 (dois milhões quinhentos e noventa e oito mil reais).
    Na mesma data será realizada a eleição para composição do novo conselho de administração da CREDJURD.
    Neste dia será servido almoço a todos os presentes que poderão levar acompanhante.
    Para maiores informações estão disponiveis os telefones 3026-2517 e 3026-1390.
    Att: André Coelho

  546. MARCELO HELDER DE OLIVEIRA GOIS em

    Queria deixar aqui meu elogio ao hotel de trânsito de Ji-Paraná, o lugar ficou muito bom, quartos muito confortáveis. Limpeza impecável. Lugar onde me senti realmente em casa. E orgulhoso em fazer parte da família SINJUR.

  547. GEAN CARLOS ARRUDA LEMOS em

    Presidente Roque!
    Gostaria de saber se notícias do concurso de remoção, uma vez que não saiu nada publicado no DJE do dia 18 como previsto no edital.
    Grato.

  548. ADVARCI GUERREIRO DE PAULA ROSA em

    Senhor Presidente, há alguma previsão para que recebamos o retroativo das progressões? Tenho percebido que o direito está prescrevendo gradativamente, até chegar o momento que não haverá mais o que receber. Nós produzimos/trabalhamos, fizemos jus a progressão, e não temos a garantia do retorno em pecúnia. O que se tem feito para que não haja a´prescrição?

  549. ALISSON FIDELIS DE FREITAS em

    Presidente Roque!

    Obrigado pelas informações prestadas, à altura de um presidente de sindicato.

    Esclarecimentos estes que deixam o servidor ciente das ações que estão sendo engendradas.

    Responderei o email em breve.

    Fequei feliz pela forma que foi respondida, bem como, o respeito que foi dispensado.

    Tenho certeza que com essa postura, terá ainda mais apoio dos sindicalizados, com transparência e credibilidade, sem visão partidária.

  550. JOSÉ JAIR RODRIGUES VALIM em

    Bom dia!! Nós da região da Zona da Mata (Rolim de Moura, Santa Luzia, A. Floresta, N.Brasilândia e S. Miguel), gostaríamos de saber a quantas andam as negociações com a FAROL. Se é que ela vai mesmo sair, quando sai… Se não ocorrer o convênio, nos dê uma resposta. Obrigado.

  551. LUCIVALDO PORTELA BATISTA em

    MUITO PROVEITOSA A REUNIÃO COM O PRESIDENTE DO TJ/RO, TUDO FICOU PARA AMANHÃ, OU SEJA; SE SOBRAR ALGUMA MIGALHA DO PÃO, SE VERÁ A POSSIBILIDADE DE DÁ UM POUQUINHO PARA NÓS SERVIDORES… OU SEJA VAMOS FICAR COMO ESTAMOS, SEM NADA. FALA SÉRIO.

  552. Companheiros Getúlio, Robertson, Joel, Conceição, Márcio e Ricardo, as informações foram postadas no site.

  553. Senhores Diretores: Não estava prevista uma reunião do SINJUR com o presidente do TJ marcada para o dia 08/02 (sexta-feira) adiada para o dia 15/02 (sexta-feira)? Aconteceu, ou ele a adiou para a próxima sexta-feira ? Aguardo informações, por favor.

    JOEL – Colorado

  554. RICARDO SOUZA RIBEIRO em

    Bom dia Roque….. Quando tiver notícias da Reunião de hoje com o Presidente do TJ, favor nos avisar quanto ao que ficou decidido com relação aos descontos do Banco Cruzeiro do Sul e horário de expediente. Obrigado!!!!