Conversa franca

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É claro que para manter as coisas em ordem, é preciso muita paciência e, acima de tudo, sinceridade. Por isso, nada é às escondidas no Sindicato, nem deve ser. Não dá para esta instituição ou qualquer outra no mundo de hoje estar fora da era da informação, da transparência e da conversa franca com quem a gente representa. Iniciamos esse mês de maio uma série de reuniões, informais, mas cheias de conteúdo. Um bate-papo aberto, onde todos podem falar e não há restrição de assuntos.

É necessário ver de perto o que cada um pensa e espera da atuação sindical. Representar requer prestar contas e deixar abertas as possibilidades de críticas, sugestões e insatisfações. Ninguém tem a receita certa para que tudo corra sempre bem, mas, com certeza, todos juntos têm muito mais clareza do que deve ser feito.

Por isso vamos aos filiados e ouvimos deles o que querem. Vamos nos esforçar ao máximo para ouvir a todos. Com o apoio valioso dos delegados sindicais, já percorremos Guajará-Mirim, Ouro Preto do Oeste, Jaru, Machadinho do Oeste, Ariquemes e Buritis; além do CAL e do Fórum Criminal, em Porto Velho.

Tudo que se faz com carinho e com uma vontade enorme de fazer o melhor para a categoria, traz resultados no caminho e na chegada. Por onde passamos levamos uma mensagem de esperança, de que é possível cuidar mais e melhor da nossa entidade, com respeito e carinho.