Cheia do Madeira ameaça trabalhadores em Guajará Mirim e Sinjur pede providências ao TJRO

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Preocupada com o estado de emergência em que se encontra o município de Guajará-Mirim que, consequentemente, atinge os servidores da Comarca, o Presidente do Sinjur, Francisco Roque, reuniu-se na manhã de hoje (18) com o Presidente do TJRO, Desembargador Rowilson Teixeira e com o Juiz Auxiliar da Presidência, João Adalberto Castro Alves e na ocasião, entregou um ofício que pede a adoção de medidas que visem proteger a integridade física dos trabalhadores. Como sugestão, Roque pediu a redução do horário de atendimento, para que seja minimizado o uso dos escassos recursos pelo trabalhador, no deslocamento diário ao Fórum, tendo em vista que a Comarca de Guajará Mirim já encontra-se sem combustível, água potável, gás e outros gêneros de primeira necessidade.

 

Segundo dados do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), em Guajará Mirim a situação deve se agravar ainda mais, uma vez que, segundo o Sipam, as chuvas só cessarão em abril. A população de Guajará já está isolada.

 

Em Porto Velho, segundo informações da Defesa Civil, o nível do Rio Madeira continua subindo, podendo atingir os Fóruns Criminal e Sandra Nascimento, ainda esta semana.

 

Em relação aos Fóruns Sandra Nascimento e o Criminal, na Comarca de Porto Velho, o Sinjur pediu providências do TJRO para evitar transtornos – caso a cheia chegue até os fóruns – aos trabalhadores lotados neles.

 

“Nos colocamos à disposição para auxiliar no que for necessário, visando proteger aquele que é o maior colaborador do TJRO, o trabalhador”, afirmou o Presidente do Sinjur, Francisco Roque.

 

O Desembargador Rowilson Teixeira, de imediato, solicitou contato com a Juíza Diretora do Fórum da Comarca de Guajará Mirim, para estabelecer as medidas urgentes a serem adotadas.

 

 Presidente do Sinjur, Presidente do TJRO e o Juiz Auxiliar da Presidência

 

 

 

 

Diretoria de Imprensa e Comunicação