A MORTE DE FLÁVIO FERREIRA E O SENTIDO DE APROVEITAR BEM SEU TEMPO

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Pensadores definem a morte como sendo o fim de um processo irreversível das atividades físico-biológicas.

No plano prático, ela é vista como sendo algo assustador, e que devemos preservá-la a todo momento.

A morte do servidor Flávio Ferreira de Almeida, ocorrida em 26/02, durante uma partida de futebol, foi um desses acontecimentos assustadores. É uma dessas fatalidades da vida que nem o destino explica.

Homem estudioso e capaz, formado pela Universidade Federal de Rondônia, e lotado no Coordenadoria de Gestão de Precatórios, Flávio ingressou no TJ por meio de concurso público, ainda no ano em 2.019, e por lá, apesar do curto espaço de tempo, deixou cravada a sua marca de bom amigo, funcionário competente e comprometido.

Teve a vida dedicada à Deus, à família, aos amigos, ao trabalho, ao estudo, e ao futebol, onde perdeu a vida disputando uma partida.

A vida é assim: maravilhosa, mas, de uma hora para a outra se esvai como o pavio de uma vela, ao sabor do vento.

No livro sobre a “Brevidade da Vida”, Sêneca, considera o tempo da vida como nosso bem mais precioso. Pede o autor que, quando alguém nos solicitar parte do nosso tempo, que nos restitua mais tarde.

Flávio foi assim, gastou bem seu tempo em vida e morreu praticando futebol o esporte que tanto gostava.

Deixa a enteada  Laura Menezes de Lima de 9 anos, e o filho Davi Menezes de Almeida de 1 mês e 17 dias.

Ao se despedir de Flávio, sua companheira de vida disse: “Pedi a Deus um marido companheiro, um Pai para meus filhos e ele me deu o homem mais incrível do mundo. Agora, você está morando junto do Pai. Que meu Amor te acompanhe por toda a eternidade, você segue vivo dentro de mim. Eternamente seus: Davi, Laura e eu, sua esposa Camila”.

Irmanado na dor de todos, a diretoria do Sinjur, na pessoa de sua presidente Gislaine Caldeira, registra essa perda irreparável e roga a Deus que lhe conceda um lugar merecido, nos mesmos moldes daquele que ocupou no TJ, na sua brilhante passagem, nessa escalada terrena do destino humano.

GISLAINE CALDEIRA
Presidente